#Assédio #Coroa #Teen

O Vizinho de Baixo

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Yas.albuquerque69

Oii gente, aqui é a Yasmin de novo! Vocês já sabem que eu adoro um perigo e que, desde que fui morar com meu pai (que é professor), a minha vida virou uma putaria sem fim.

Ele dá aula de manhã e à noite no cursinho, então eu tenho a casa quase toda pra mim. Naquela terça-feira, ele saiu às sete da noite. O calor tava insuportável. Eu coloquei um shortinho de academia que enfiava no meio da bunda e um top que deixava meus peitos quase saltando. Sem calcinha.

A casa é no primeiro andar e embaixo mora o Seu Valdir, um coroa aposentado de uns 60 anos. A escada que dá pra casa dele é do lado de fora, na rua. Ele é um safado, sempre fica na janela me olhando.

Naquela noite, desci e fui até a porta dele e bati. Ele abriu, me olhou de cima a baixo e sorriu.
Boa noite, Seu Valdir. Desculpa incomodar... a minha pia tá vazando e eu não tenho chave inglesa. Será que o senhor pode me emprestar?
Claro, minha filha. Entra aqui, vou pegar pra você.

Entrei na casa dele. Ele foi até a cozinha, pegou a ferramenta e voltou. Mas em vez de me entregar, ele ficou me olhando, com os olhos fixos no meu shortinho.
Yasmin... você tá me provocando, menina?
Eu? eu perguntei, com a maior cara de sonsa. Que isso, Seu Valdir...

Ele não respondeu. Só veio pra cima de mim, me segurou pela cintura e me beijou. O beijo foi forte, de quem tava segurando o desejo há muito tempo. Ele passou as mãos na minha bunda, sentiu que eu não tinha calcinha e me apertou com força.
Sua putinha, vadia... ele falou no meu ouvido. Vem aqui pedir ferramenta e tá sem calcinha? Quer dar essa buceta pro vizinho, safada?

Ele me levou pro quarto dele. Me jogou na cama, tirou o meu top e o shortinho. Quando eu fiquei nua, ele parou pra olhar.
Que corpão, minha nossa senhora... ele falou, tirando a camisa. A novinha do andar de cima. Quem diria, uma boa puta...

Ele caiu de boca na minha buceta, chupando com uma fome de anos. Ele me fez gozar gostoso na boca dele, e eu gritei, esquecendo que a janela estava aberta pra rua.

Depois ele levantou, tirou a bermuda e o pau dele pra fora. Era grosso, veiudo, uma delícia. Ele pegou o celular na mesa de cabeceira:
Vou tirar umas fotos, mas sem o seu rosto. Só pra eu lembrar depois.

Ele apontou a câmera pra minha buceta melada, tirou várias fotos e me colocou de quatro. Ele filmou enquanto enfiava o pau em mim, metendo com raiva, batendo na minha bunda.
Toma, sua vadia! Toma o pau do vizinho! Seu pai é um professor, homem de respeito, e a filha dele é uma putinha que dá a buceta pro velho de baixo!

Ele gozou dentro de mim. Eu me vesti, subi a escada e, quando abri a porta de casa, o meu pai estava sentado na sala, de uniforme, tomando uma água. Ele tinha voltado da aula.

Yasmin! De onde você vem?
Tinha ido pedir uma ferramenta para o vizinho (não especifiquei qual vizinho era), a pia tá vazando.

Ele ficou me olhando por um tempo e falou baixinho:
Filha, cuidado com aquele homem, o seu Valdir. Quando eu cheguei da aula agora há pouco e vim subir a escada, eu ouvi uns barulhos vindo da casa dele. Parecia gemido de mulher. Pelo tom, era uma novinha. O velho é safado, não presta.

Eu tive que segurar o sorriso.
Nossa, pai. Pode deixar que eu tomo cuidado.

Ele foi dormir, e eu fui pro meu quarto, com a buceta cheia de porra do velho, rindo da cara de santo que eu faço.

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