Raquel a Exuberante Colega de Firma
Meu nome é Marcos. Tenho 34 anos, sou um cara de estatura mediana, pele morena clara, sempre mantive um porte atlético, fruto de uma vida dedicada a bater ponto na academia e cuidar do visual para não fazer feio. Trabalho como gerente de logística em uma multinacional aqui na cidade de Goiás, um setor movimentado onde a gente aprende a lidar com tudo, inclusive com a pressão constante. Mas nada, absolutamente nada, preparou o meu psicológico para a chegada dela.
Anos atrás Uma gostosa escultural chamada Raquel entrou na empresa. Quando ela passou pela porta do escritório pela primeira vez, o ar ficou mais pesado, carregado de uma tensão que só um bando de marmanjos entediados consegue sentir. Ela é exatamente como a imagem que guardei na mente e que vi refletida naquele espelho que ela tanto gosta de usar. Raquel é um monumento, uma mulher de uma beleza estonteante, cabelos pretos que emolduram um rosto esculpido, e um corpo que parece ter sido desenhado para causar desgraça na vida de qualquer um. Ela tem aquele visual de quem vive na academia, um corpo firme, torneado, com coxas que mal cabem em qualquer saia e um bumbum empinado, gigante, que se destaca mesmo quando ela está vestida de forma elegante. É o tipo de físico de uma verdadeira rata de academia, cada curva ali é calculada, uma tentação pura que ela carrega com uma naturalidade irritante.
Naquela primeira semana, enquanto ela circulava entre as mesas, eu já saquei logo de cara. Olhei para aquele balanço do quadril dela e pensei comigo mesmo, sentindo o sangue subir: essa aí é carne nova no pedaço, vamos ver quanto tempo demora até que ela sente na pica de alguém aqui dentro. A mulher atraía olhares como um ímã. Era cantada barata, piadinha de duplo sentido, convite para café, almoço, jantar. Ela, sempre simpática, mantinha aquele sorriso no rosto, mas era um muro de contenção. Educada ao extremo, mas não dava bola para ninguém. Aquilo me instigava de uma forma doentia.
Eu, como veterano e conhecedor das artes da sedução, não me contentaria com olhares de longe. Eu queria levar aquela gostosa para o mau caminho. Eu queria ver esse corpo exuberante desmoronar debaixo de mim, queria ouvir ela gemer meu nome enquanto sentia o meu pau entrando com tudo nela. Comecei minhas investidas, devagar, testando o terreno, depois com mais ousadia, sempre cercando ela na copa ou durante o intervalo.
Certa tarde, encontrei ela sozinha na sala de arquivos, um lugar perfeito para testar meus limites. Ela estava tentando pegar uma pasta numa prateleira alta, o vestido verde colado desenhando cada detalhe daquele corpo que me deixava louco. Me aproximei, encostando quase nela, sentindo o perfume doce que ela usava.
- Marcos, você precisa de ajuda com isso, não quer que eu pegue para você? Perguntei com a voz rouca aproveitando a proximidade.
Raquel virou o rosto, mantendo aquele sorriso educado que eu tanto queria desmanchar.
- Não precisa, Marcos, eu alcanço. Obrigada.
Eu não recuei. Dei um passo à frente, fechando o espaço entre nós, meu corpo quase tocando as costas dela.
- Sabe, Raquel, você é uma mulher muito bonita para ficar perdendo tempo com papéis e arquivos. Tem muita gente aqui querendo te dar atenção, mas duvido que alguém tenha a disposição que eu tenho para te fazer esquecer esse trabalho.
Ela se virou, mas dessa vez o sorriso sumiu, dando lugar a uma expressão de desdém que só me deixou mais excitado.
- Marcos, eu estou aqui para trabalhar, não para esse tipo de conversa. Acho que você está se confundindo.
Fui mais direto, querendo ver até onde ela aguentaria aquela fachada de santa.
- Não estou confundido. Estou vendo o que todo mundo vê, só que eu sou o único com coragem de falar o que você precisa. Você é uma mulher gostosa, Raquel, e uma mulher desse nível não foi feita para ficar sozinha. Por que você não para de fingir que é santa e deixa alguém que sabe tratar uma mulher como você te levar para um lugar melhor? Para minha casa, talvez, onde você não precise ser profissional, apenas minha.
Ela não desviou o olhar, segurou minha encarada com uma firmeza que me surpreendeu. Foi a mulher que mais resistiu a todas as minhas investidas, a única que não se deixou levar pelas minhas palavras.
Ela me olhou com uma calma que me dava nos nervos. O sorriso durão, que ela usava como escudo, era a sua resposta mais frequente.
& Marcos, eu não misturo as coisas, disse ela, com aquela voz suave, mas que cortava como navalha. Meu foco é profissional, e espero que o seu também seja. Eu trabalho aqui, e é isso que eu vim fazer. Se você tem algum problema em me ver como uma colega, o problema é estritamente seu.
Aquilo me deixou com sangue nos olhos, mas também me fez rir. A danada era dura na queda.
- Sair daqui, eu quero. Mas queria sair com você, falei, insistindo. Me dê a honra de te pagar um drink, um jantar, qualquer coisa. Prometo que você vai se divertir muito mais do que aqui.
A resposta dela era sempre a mesma, um "não" educado, mas definitivo. Raquel se vestia de forma provocante, sem precisar mostrar nada, e eu tentava usar isso a meu favor. Eu chegava perto, encostava nela no corredor, no elevador, sempre com desculpas esfarrapadas. Ela parecia uma cega, fingia não notar nada, ou pior, ignorava olímpicamente as minhas investidas.
Ela era um robozinho da empresa. Não caía nas cantadas de ninguém. Eu via o Carlos, o Ricardo, até o diretor comercial, o Paulo, tentando a sorte com ela, e ela sempre com a mesma postura: educada, profissional, e distante.
Eu cheguei a desistir das investidas, não uma, mas duas vezes. A mulher parecia feita de aço, ou talvez de gelo, e eu já estava cansado de bater em ponta de faca. O tempo passou, e eu diminui o ritmo, mas nunca desisti completamente. Eu voltava, de maneira sutil, tentando uma aproximação diferente.
Com o passar dos meses, a gente acabou virando amigos, ou algo parecido. Ela me elogiava, dizia que eu era um cara maravilhoso, um profissional exemplar. Aquilo era uma tortura. Eu queria que ela me visse como homem, não como um amigo com quem ela desabafava sobre o chefe chato.
Teve um dia que a gente estava na sala de reunião, terminando um relatório. Eu aproveitei a sós com ela.
- Raquel, você não acha que a gente já provou que é competente o suficiente? Por que a gente não comemora a sós, hoje à noite?
Ela me olhou, sorriu, e disse:
- Marcos, eu adoro trabalhar com você, mas eu tenho meus compromissos, e não incluem sair com meus colegas de trabalho. Amanhã a gente termina o resto. E antes que você pergunte, não, eu não tenho namorado, mas eu também não estou à procura.
A danada resistiu às minhas investidas por dois anos. Dois anos inteiros! Eu tentava de tudo: elogios, convites, encoxadas, papo aranha. Nunca uma mulher tinha resistido tanto às minhas tentativas de cair matando naquelas carnes, de fazer ela sentar na minha pica. Nenhum dos marmanjos da empresa, por mais insistentes que fossem, tinha conseguido comer a Raquel. E isso só aumentava a minha obsessão por ela.
Ainda com dois anos de convivência nas costas e sabendo que nenhum marmanjo da firma havia conseguido tocar naquilo, eu não ia me dar por vencido. Minhas investidas ficaram mais ousadas. Eu tentava roubar um beijo dela na saída do expediente, pegando ela de surpresa do lado de fora do prédio, encostada na mureta da calçada enquanto esperava o Uber. Eu avançava o sinal, segurando o queixo dela com firmeza, mas ela sempre virava o rosto no último segundo, escapando por um triz. Ela respondia com um sorriso irônico nos lábios, rindo da minha cara de frustração, brincando com o meu desespero.
- Aff, você é persistente hein, Marcos? Pelo amor de Deus, parece até que não tem mais o que fazer, dizia ela, ajeitando a blusa e rindo da minha tentativa frustrada.
Até que, depois de muito insistir, ganhei a sorte grande: consegui convencer Raquel a aceitar uma carona para casa. Foram semanas pedindo até que ela cedeu, alegando que o transporte público estava demorando muito naquele dia. Quando ela entrou no meu carro, parecia uma aparição. Ela vestia um vestido tubinho de tom escuro, colado até os joelhos, marcando aquela coxa grossa e o bumbum empinado no banco do passageiro, com o perfume doce impregnando todo o painel. Eu precisei engolir em seco para manter a pose.
Engatei a primeira marcha, joguei uma das mãos displicentemente no topo do volante e comecei a tocar o carro com aquela autoconfiança de quem já sabia o caminho das pedras. Eu usava essa mesma tática de homem seguro, com o braço apoiado de lado, para deixar qualquer mulher sem graça e levar pra cama. Olhei de relance para ela e lancei o meu papo:
- Sabe, Raquel, ficar te olhando o dia inteiro trancada naquela sala de logística é um teste para qualquer coração. Mas aqui, com você do meu lado, o trânsito até parece menos irritante. Podíamos esticar essa carona e ir direto para um barzinho discreto ali na esquina. O que acha de trocar o relatório chato por uma boa bebida?
Ela virou o rosto para mim, cruzou as pernas com elegância e deu aquela risada gostosa, mas que ao mesmo tempo cortava qualquer esperança de facilidade.
- Marcos, você não tem jeito mesmo, né? Já disse que eu não misturo trabalho com vida pessoal. E olha essa sua pose de conquistador barato... Guarda essa autoconfiança para outra, porque comigo não funciona. Vamos falar do relatório de inventário que ficou pendente, que eu ganho mais.
Eu tentei puxar para assuntos mais picantes, queria ver se a muralha de gelo derretia dentro do carro fechado.
- Inventário a gente resolve amanhã, Raquel. Quero saber de outra coisa. Uma mulher com esse corpo malhado, que vive na academia e se veste assim, não pode me dizer que passa os finais de semana assistindo a Netflix sozinha. Qual é o segredo? Tem alguém aproveitando tudo isso ou eu realmente sou o único com culhão para tentar te tirar desse pedestal?
Ela me olhou séria por um instante, mas logo abriu um sorriso divertido com a minha ousadia descarada.
- Você é insuportável, Marcos. E sim, eu cuido do meu corpo porque gosto, não para satisfazer a curiosidade dos tarados da firma. Agora foca na estrada, porque se a gente bater o carro por culpa da sua falta de foco, quem vai cuidar do estoque sou eu, e aí sim você vai ver o meu lado ruim.
Aproximei o carro do prédio dela, estacionei na frente da portaria e desliguei o motor. Antes que ela pudesse abrir a porta, eu me inclinei rapidamente por cima do console central, tentando roubar um beijo na boca dela. Com um reflexo impressionante, ela colocou a mão espalmada no meu peito, empurrando meu tronco de volta para o banco do motorista com força, enquanto balançava a cabeça em sinal de negação.
- Aff, você é persistente hein, Marcos! Não aprende nunca, né? Boa Noite, obrigada pela carona, disse ela já abrindo a porta, saindo com aquela postura impecável e balançando os quadris enquanto entrava no saguão, me deixando sozinho no carro com o motor roncando e o sangue fervendo.
Eu não podia deixar barato. Se ela era uma rata de academia, eu também seria. Fiz minha matrícula na mesma unidade que ela frequentava, decidido a cercar a caça no seu habitat natural. Foi ali que a coisa piorou para o meu lado. Ver a Raquel vestida naqueles macacões fitness ultra colados, que desenhavam cada músculo, cada curva da coxa e deixavam o bumbum empinado naquela perfeição, era um atentado ao meu juízo. O tecido fino do macacão não escondia nada, e a cada agachamento que ela fazia, descendo e subindo com uma técnica impecável, meu fôlego sumia.
Ela treinava sério, concentrada, mas era impossível não atrair a atenção de todos. Os marmanjos da academia babavam, e até o personal trainer ficava rodando em volta dela como urubu em carniça. Eu não ficava atrás. Eu chegava perto, fingindo querer ajudar, corrigindo postura, enquanto na verdade estava ali era para exibir meu shape, fazendo questão de treinar com shorts mais curtos, propositalmente deixando meu volume marcar bem a minha rola, para ela ver o que estava perdendo.
Fiz isso por quatro meses. Mudei minha tática: parei com las cantadas diretas e passei para a provocação, um jogo de olhares e comentários sutis entre uma série e outra. Mas a desgraçada não caía. Ela era uma muralha. Dois anos de perseguição... já era tempo suficiente para qualquer um desistir. Eu estava exausto, convencido de que aquela mulher era feita de ferro. Parecia impossível levar a Raquel para o mau caminho. Eu não acreditava que uma gostosa daquelas não desse uma mísera brecha.
Cheguei a jogar a toalha. Mas, em uma noite quente de terça-feira, o destino deu um empurrão. Ela estava com um macacão fitness verde musgo, absolutamente escultural, suada, com o rosto corado. Quando ela saiu da academia, fui para cima, não ia desperdiçar a chance.
Raquel, você não cansa de torturar a gente não? Esse macacão está pedindo para ser tirado, e eu estou louco para ver o que tem embaixo desse pano. Com esse corpo, você é o pecado que eu quero cometer a noite toda.
Ela deu aquele sorriso de sempre, mas notei que a respiração dela estava ofegante, e os olhos brilhavam de um jeito diferente. O período estava bravo, ela estava carente, dava para sentir no ar.
Marcos, você não desiste nunca? Já está tarde, estou cansada, deixa de ser chato.
Não perdi o ritmo, encostei nela, colando meu corpo no dela, sentindo o perfume de suor e feminilidade que me deixava insano.
Esquece o cansaço. Vamos num motel aqui perto, eu te garanto que você vai esquecer do treino, da empresa e de qualquer regra que você inventou. Você quer isso tanto quanto eu, Raquel. Para de se enganar.
Ela tentou recuar, mas seus braços cederam, e ela me puxou para perto. Nossos rostos ficaram a centímetros.
- Você é um inferno na minha vida, Marcos. Eu juro que tentei te ignorar por esses anos todos, mas não dá mais. Você venceu.
Antes que ela terminasse a frase, eu taquei a boca na dela. O beijo foi desesperado, com gosto de desejo reprimido por dois anos. Ela agarrou meu pescoço, cedendo finalmente.
- Tudo bem, vamos pro motel. Mas se você achar que vai ser fácil, você está muito enganado. Eu quero que você me mostre se todo esse papo de comedor é verdade mesmo.
Assim que entramos no carro, a tensão que acumulamos por dois anos explodiu. Puxtei a Raquel para cima de mim no banco do motorista, com as mãos ávidas tateando aquela coxa grossa e o bumbum empinado. Nossos beijos eram intensos, ferozes, com mordidas nos lábios e línguas duelando enquanto a respiração dela falhava. Ela gemia baixinho, se esfregando na minha virilha, mas quando tentei avançar o sinal e abaixar a calça dela ali mesmo no estacionamento da academia, a safada me empurrou de leve, rindo com malícia.
- Calma aí, tarado, aqui não. Abre o porta-luvas, tem uma surpresa para você.
Olhei confuso e vi que ela guardava uma muda de roupa. Tirou da bolsa um vestido justo e um par de saltos altos pretos finíssimos, dizendo que já previa que a noite não terminaria em casa. No caminho até o motel, o clima era eletrizante. Ela abriu a braguilha da minha calça com uma mão só, enquanto dirigia o olhar para mim com provocação, e começou a masturbar meu pau com força, tirando leite da minha paciência. Eu suava frio, segurando o volante com uma mão e gemendo, implorando para chegar logo naquele quarto.
Quando entramos na suíte do motel e tranquei a porta, a fachada de mulher intocável da empresa sumiu de vez. Tirei a blusa e fiquei nu na frente dela. Meu pau de vinte centímetros, grosso e latejando, pesava ereto, mas a Raquel não se intimidou nem por um segundo. Ela abriu um sorriso predador, tirou o macacão e ficou apenas com o conjunto de lingerie vermelha, calçando imediatamente os saltos altos pretos. Aquele visual com o salto alto, as pernas torneadas e o bumbum empinado era uma visão do inferno.
- Vamos ver se tudo o que você fala é verdade mesmo, Marcos - disse ela, já se ajoelhando na beira da cama.
Ela pegou meu pau na mão, lambendo a cabeça da glande de cima a baixo antes de enfiar tudo na garganta com uma facilidade assustadora, mamando com vontade, fazendo barulhos e olhando nos meus olhos. Eu segurava nos cabelos pretos dela, ditando o ritmo, sentindo a saliva escorrer enquanto ela chupava vorazmente, engolindo cada centímetro com gula.
Não demorou para eu puxá-la para cima de mim. Deitei na cama e a posicionei montada, com os saltos altos pretos fincando nas laterais do colchão. Ela encaixou minha grossura de uma vez só, descendo devagar e soltando um gemido grave que ecoou pelo quarto.
- Caralho, Marcos... que delícia de pica - ela sussurrava, rebolando com uma voracidade alucinante, controlando o ritmo de baixo para cima.
A danada aguentava muita piroca bruta e não pedia piedade. Eu segurava firme na cintura dela, levantando o quadril para estocá-la com força. Mudamos de posição várias vezes: fui por trás, empurrando com tudo enquanto ela gemia arranhando minhas costas e cravando as unhas compridas na minha pele, deixando marcas vermelhas. Ela queria mais, era insaciável. Coloquei ela deitada de lado, depois chupei aquela buceta encharcada até ela se contorcer inteira, antes de voltar a foder de frente, olhando nos olhos dela enquanto o som dos nossos corpos colidindo preenchia o ambiente.
- Mete mais fundo, fode essa gostosa, Marcos! - ela gritava, com o rosto corado, pedindo guerra.
Segurei meu orgasmo o máximo que pude para prolongar aquela tortura deliciosa, mas a intensidade era tanta que acabei gozando fundo dentro dela em jatos quentes, enquanto ela se espreguiçava num orgasmo violento, contraindo tudo ao meu redor.
A gente não parou por ali. Depois daquela primeira explosão de suor e desejo, o fôlego voltou e a energia daquela mulher parecia infinita. Eu ficava cada vez mais impressionado com o jeito que ela fodia, com uma entrega animalesca que eu nunca tinha visto em ninguém. Coloquei ela de quatro na beirada da cama, ainda com o salto alto preto nos pés, e descarreguei toda a minha força nas costas dela, metendo com fúria enquanto ela empurrava o bumbum gigante para cima, gemendo alto e implorando por mais. Mudamos de posição mais umas três vezes, alternando entre a cavalgada em cima de mim, onde ela rebolava num ritmo alucinante controlando cada centímetro da minha grossura, e posições de lado, onde eu segurava firme na cintura dela e estocava sem piedade até ver os olhos dela virarem. Gozei mais duas vezes naquela madrugada, uma delas bem na boca dela, que engoliu tudo com um sorriso sacana, provando que era insaciável.
Quando o dia começou a clarear e a gente descansava no colchão revirado, olhei para la morena ao meu lado, ainda respirando fundo, e soltei a pergunta que não saía da minha cabeça.
- E aí, Raquel? O que aconteceu com aquela história de que você não misturava trabalho com colega de firma e que não queria se envolver com ninguém daqui?
Ela deu uma risada gostosa, ajeitou os cabelos pretos no travesseiro e me deu um tapa leve no peito.
- Ah, Marcos, vai se ferrar, foram dois anos eu resistindo bravamente - disse ela rindo, sem o menor pingo de arrependimento. - Sabe como é, né? Quando eu preciso saciar meus desejos e não quero envolvimento, eu geralmente contrato um acompanhante profissional, pago pelo serviço e pronto. Não gosto de namoro, muito menos de me envolver com colega de trabalho, porque dá dor de cabeça. Mas hoje a lua estava conspirando contra mim. Eu estou no período fértil bravo, com um tesão acumulado que estava me deixando louca, e para piorar, o meu moreno acompanhante favorito estava agendado com outra cliente hoje. Por essas e outras, somadas a essa sua insistência irritante, eu simplesmente não consegui resistir às suas investidas, seu safado.
A revelação me fez gargalhar alto. Era por isso que ela parecia feita de aço todo esse tempo. Ela já tinha o esquema dela resolvido fora da firma e não precisava de estresse com funcionário.
Nos dias seguintes, a rotina na empresa voltou ao normal, mas com um sabor totalmente diferente. Quando cruzamos os corredores da logística, ela me olhou com aquela mesma postura profissional, cumprimentou com educação e tratou tudo como se nada tivesse acontecido entre quatro paredes. Tentei puxar assunto, dar uma cantada sutil na copa ou repetir a dose no carro, mas por mais que eu insistisse, a muralha se ergueu de novo com força total. Aquela belezinha fechou a porta de vez para qualquer outra intimidade no escritório, me deixando apenas com a lembrança inesquecível da única noite em que a mulher mais difícil da empresa finalmente cedeu aos meus braços.....
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