Gosto não se discuti
Casei novo, com 20 anos, filho de evangélicos raiz, encontrei minha esposa na igreja, mais velha, viúva e mãe.
Me chamo Gilmar Maximiniano, fui criado dentro da religião evangélica raiz, onde as mulheres só usam saia, cabelo longo e que só falam se o pai, marido ou irmão mais velho autorizar, rígidos, que o carinho já era raro entre meus pais, sexo então, devia ser debaixo de total escuro e por um buraquinho no lençol.
Minha mãe, senhora influente na igreja entre as mulheres, mesmo não sendo pastora, bonita, cabelos loiros, que até a sobrancelha era loira, e meu pai, este sim um pastor de linhagem, família da mesma igreja a muito tempo, moreno claro, parudo, bigode grosso, voz que eu temia quando falava.
Fui criado neste meio, primas e primos, na mesma situação, na igreja eu já estava em idade de constituir família, mas, não havia moça de minha idade, foi quando o marido de uma mulher faleceu, D. Fátima, 36 anos, bonita, negra, toda recatada, e uma das únicas que trabalhava, porque seu marido era dono de uma empresa terceirizada de limpeza.
Nosso namoro foi arranjado ali mesmo, pelo Bispo, e toda a igreja concordou, mas, ninguém me perguntou, e nem a ela,as, namoro de igreja é aquilo, sem contato, até o casamento, só a filha dela uma negrinha linda, novinha, não gostou da idéia, e era a única ovelha negra do rebalho do Bispo Jaime, tanto que as mães das outras crianças mantinham seus filhos afastados dela
Casamento aconteceu, viajamos para outra cidade, resolvi as coisas do hotel e ela saiu para dar um volta, e aí tive a primeira pista que minha vida mudaria, só não sabia se para o bem ou mal, ela saindo do banheiro do hotel, estava de saia curta e apertada, mostrava muito suas ancas e marcava a calcinha, blusa transparente, onde seu sutiã rosa aparecia e estava com dois botões abertos .. que dependendo da posição, mostrava muito dos seios.
Ela me mandou ir arrumando as coisas e subir para o quarto, que iria visitar uns clientes e parentes e depois me apresentaria, poderiam achar ruim, ela ter casado tão rápido e nem convida-lo para a festa... Perguntei sobre sua roupa, e ela só me olhou de lado, rabo de olho, e comentou, aqui sou livre e não é você que vai me encabrestar mais.... E saiu!
Subi no quarto, arrumei a cama, já pensando na minha primeira noite de amor, as núpcias, deitei e dormi, acordei com sua buceta na minha cara, toda lambuzada, ela me olhando nos olhos, mexia os quadris e descia aquele líquido grosso de dentro dela, passei a língua, senti o gosto, e sorvir tudo aquilo, chupei, mordi e enfiava a língua dentro dela, tirando cada gota que encontrava
Por fim ela se tremeu e teve espasmos, fiquei assustado, mas, ela não me deixou sair daquela posição, desceu mais ainda, fazendo com meus lábios quase entrassem dentros lábios da buceta dela.
Sem nem encostar em mim mesmo, gozei, molhei a bermuda que eu estava, ela se virou devagar, ficando de quatro, ainda com sua buceta na minha cara, tirou meu pau para fora e mamou, limpando minha cueca com a língua e deixando tudo na boca, novamente ela se virou, tirando sua buceta da minha cara, e me beijou, me beijou de língua que o líquido que estava em sua boca, passou para a minha e escorreu, ela pegava com o dedo e colocava novamente nos meus lábios....
Sentou no meu pau mole, ficamos assim, ela sentada no meu colo, com meu pau mole, seus seios encostando no meu peito e suas língua procurando a minha, ela se remexia, me olhou nos olhos e perguntou:
- Ele não vai ficar duro novamente?
- Não, sei, nunca fiz isto?
-Serio? Então é verdade? Que delícia...
- É sério mesmo, e o que a gente fez foi gostoso demais, senti isto que saia de você.
- Especial né? Recheio amor, você sabe o que é né?
- Acho que sim amor, tu teve um "orgasmo" né? Só não sei o que é exatamente, mas, espero que você me ensine.
- Pode deixar, mas, só não pode falar com ninguém sobre isto, se perguntarem se aconteceu só responde que sim.. mas, é sério que tu nunca viu, leu ou algo parecido?
- É sim, minha vida, em casa as coisas são muito complicadas.
- Tá bom amor, eu te ensino, na condição que nunca fale da nossa intimidade para ninguém, principalmente para o bispo, ou pastores
- tá bom, tá bom, mas, o que faremos agora?
- Bom, vou por minha boca novamente em seu pinto e se ele crescer você vai colocar ele aqui na minha boceta, se não crescer não faremos nada e podemos dormir.
- tá bom, amor, e o que era aquilo saindo de dentro de você?
- Ah amor, meu caldinho, era meu amor em líquido, estava toda preenchida, e tive que solta, só acontece isto porque eu te amo muito e fico daquele jeito
- então amor, sempre que estiver assim, pode deixar que eu sugo todo seu mel...
- Ah amor, conto contigo, fico assim muitas vezes na semana, principalmente depois que voltou do trabalho, vou continuar trabalhando também?
- tudo bem, você que eu trabalhe, sabe que ainda não tenho nada formal.
- sem problemas!
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