#Incesto #Teen

Natasha: gozando com o irmão na cozinha

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Natasha

Acordei com o corpo leve e ao mesmo tempo marcado pelo que tinha acontecido. Ainda sentia o pau do meu irmão dentro de mim, a bocetinha um pouco sensível. Não me arrumei de forma normal. Queria me sentir sexy o dia todo. Escolhi uma mini saia jeans bem curta que mal cobria minha bunda, uma regata branca fina sem sutiã (os bicos dos meus seios marcavam o tecido) e, deliberadamente, não coloquei calcinha. O ar fresco batendo na minha bocetinha molhada me deixava ainda mais excitada.

Desci para tomar café. Enquanto preparava algo simples, minha mente não parava. Lembrava da noite anterior, do jeito que meu irmão me fodeu no quarto, da porra quente enchendo minha bocetinha. Ao mesmo tempo, as memórias com meu pai ainda estavam vivas — o momento em que ele rompeu minha virgindade, o jeito como ele me fodeu no sofá. E, por cima de tudo, o desejo constante de assistir mais filmes, de me tocar de novo.

Sentei à mesa para estudar um pouco para as provas, mas era impossível me concentrar. Os pensamentos se dividiam o tempo todo: a imagem do pau do meu irmão pulsando na minha boca, o pau do meu pai me abrindo pela primeira vez, a vontade de colocar outro DVD e me masturbar. Minha bocetinha ficava molhada só de pensar. Mal conseguia ler uma página sem que minha mão descesse entre as pernas.

Depois de tentar estudar por um tempo, desisti e fui para a cozinha preparar algo para comer. Estava de costas para a porta, mexendo na pia, quando senti alguém atrás de mim. Meu irmão tinha chegado. Ele me viu de mini saia, sem calcinha, a bunda quase à mostra, e parou. Eu não o vi ainda. Na hora, ele lembrou do que eu tinha falado antes de sair do quarto na noite anterior.

Ele se aproximou por trás, encostou o corpo no meu e sussurrou no meu ouvido, já com o pau duro dentro da calça pressionado bem no meio da minha bunda:

— Pelo visto você gosta mesmo da cena dos irmãos transando na cozinha… se arrumou igual ela e me esperou na cozinha.

— Já que gosta tanto, vou fazer o mesmo que o irmão fez com ela no filme — murmurou ele, a voz rouca de tesão.

Ao dizer isso, ele colocou o pau para fora, levantou minha saia e me penetrou de uma vez, enfiando o pau grosso na minha bocetinha molhada. Eu soltei um gemido abafado, me apoiando na pia enquanto ele começava a meter forte, exatamente como na cena.

Ele segurava meus quadris com firmeza, estocando fundo e rápido. Cada metida fazia meu corpo balançar contra a pia, os seios roçando no armário. Eu tentava abafar os gemidos, mordendo o lábio, mas era difícil. O pau dele entrava e saía molhado, o barulho molhado de pele contra pele enchendo a cozinha. Ele inclinou o corpo sobre o meu, uma mão descendo para esfregar meu clitóris enquanto metia.

— Assim, irmã… bem apertadinha… você tava esperando por isso, né? — sussurrou ele no meu ouvido, a voz rouca.

— Sim… me fode assim, irmão… bem forte como no filme… — respondi, gemendo baixinho, rebolando contra ele.

Ele aumentou o ritmo, dando tapas leves na minha bunda.

— Você é uma putinha safada… querendo o pau do irmão na cozinha… goza pra mim.

Eu gozei primeiro, as pernas tremendo, apertando o pau dele com força enquanto um orgasmo intenso me atravessava. Ele continuou metendo mais algumas vezes e gozou forte, enchendo minha bocetinha de porra quente que escorreu pelas minhas coxas.

Ele me deu um beijo no pescoço antes de se afastar, deixando-me ofegante contra a pia.

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