Fui cdzinha de PEDRO na adolescência sem saber
Comecei a dar a bunda a PEDRO e ele, não bastando isso, ainda me convenceu a usar as roupas da irmã dele nessas horas. O que fiz? Obedeci
Mais uma boa lembrança da adolescência, quando as safadezas e descobertas eram sem preocupações maiores. Fiz troca-troca com vários meninos e para alguns eu terminei virando o macho alfa ou apenas, como no caso, a fêmea submissa. Literalmente.
Conheci PEDRO na escola, a gente era do mesmo time de futebol de salão (nem era futsal ainda) e foi num banheiro após uma partida que começamos a pegação. Fomos os últimos a tomar banho porque ficamos conversando com uns amigos que estavam na quadra, assistindo ao jogo. Eu e PEDRO íamos voltar com o pai dele de carro, melhor do que ir no micro-ônibus da escola e depois ir para casa, pois eu morava a algumas ruas de PEDRO. Nesse dia, sem ninguém, PEDRO me disse que minha bunda era bonita – o que não diria se tivesse outra pessoa no vestiário/banheiro – e que o pau dele combinava certinho com ela. Eu já tinha dado umas manjadas na rola dele antes, em outras ocasiões, um pau grande em relação aos demais, e descobri depois que foi isso que o levou a tirar a brincadeira.
- Engraçado, a minha pica diz o mesmo do seu rabo, respondi
- Então venha me comer logo, falou PEDRO tirando onda e vindo de costas para junto de mim (eu e eles nus)
- Vai te lascar, PEDRO, procura um jumento para essa bunda nojenta ah ah ah
- A minha bunda pode ser, mas esse meu cacete... diga lá, olha só que espetáculo da natureza
- Ah ah ah, então virei fiscal de pica agora?
- Confesse que você já olhou para ela e mostrou interesse
- Espera aí que eu vou buscar o jumento para você
- RAMON, olha só: a danada deu sinal de vida. Tá só aguardando você, disse ele mostrando que o pau tinha saído da inércia e já estava bambo
- Que conversa merda, falei sem tirar o olho da pica dele
- Tô falando sério, eu vi suas olhadas. Só tem a gente aqui, aproveita, vamos brincar, só nós dois
Com a minha cara de dúvida, uma certa hesitação, PEDRO percebeu que eu tinha caído na armadilha dele. “Entra no chuveiro antes que chegue alguém, vai logo”, ele disse e foi me colocando no box (os chuveiros tinham divisórias e ninguém via o que o do chuveiro do lado). Deixei-me entrar e comecei, já de pau duro, a bater uma punheta em PEDRO, enquanto que ele pegou um pouco no meu cacete e ficou depois só alisando minha bunda e passando a mão no meu rego. Ali era só a confirmação do que queríamos, estávamos com medo de entrar alguém. Sem PEDRO pedir, chupei o pau dele e ele ficou comendo minha boca por um tempo. Eu me levantei e ia sair, mas ele me pediu para esperar um pouco e se masturbou bem forte e perguntou se eu não queria leitinho; não me fiz de rogado e levei uma gozada na cara. Ele riu, disse que tinha sido ótimo e foi se lavar. Fiz o mesmo e saímos juntos do vestiário.
Combinamos de nos encontrar na casa dele dois dias depois. Cheguei lá de bicicleta, entrei nervoso apesar de com muito tesão, pois a gente falou pelo telefone (fixo, não havia celular) nesse intervalo e ele dizia muita putaria, gerando uma expectativa danada. Eu sabia que ia ser a mulherzinha dele. Ele perguntou se eu queria água, conversou um pouco, disse que tudo ia ser legal e, para alguém de nossa idade, o cara era muito experiente. Perguntou se eu já tinha “dado a bundinha” e eu fiquei calado por um tempo até, com esforço e vergonha, reconhecer que sim, “mas foram poucas vezes”, menti, se bem que fazia uns bons meses que eu não era enrabado, estava transando com uma menina e isso acalmou o fogo no rabo.
- Boa, vamos brincar com carinho mas os dois já sabem o que fazer, sentenciou PEDRO abaixando o calção e fazendo aquela rola gostosa aparecer já dura e me chamando para o quarto dele
Ficamos nus e vale o registro que cada um tirava a sua roupa. “Vem me chupar”, mandou PEDRO em pé junto da cama. Sentei nela e senti aquele pau preencher minha boca. Nem demoramos assim, PEDRO me colocou de quatro na ponta da cama e já começou a roçar a rola no meu cu. “Vou arrombar esse buraquinho agora, vai ser no carinho e você vai adorar”, falava ele. As pinceladas dele no meu cu aumentaram meu tesão, eu rebolava a bunda e a empurrava para trás tentando engolir a pica. PEDRO deu umas duas cuspidas no meu cu, passou saliva no pau e a cabecinha entrou fácil. Eu dei aquela chiada de prazer e rebolei a bunda. Ele cuspiu no pau dele mais uma vez e foi enfiando. Eu rebolei e relaxei o rabo para ajudar na penetração, que foi uma das mais rápidas possíveis, mesmo eu sem levar pica há alguns meses. O clima desde o vestiário, a espera de dois dias com conversas safadas, tudo ajudou. PEDRO começou a me comer e quando sentiu o relaxamento meteu forte e ligeiro. “Adoro cu de puta, balança esse rabo, viado safado, vai ser meu saco de porra, puto”, dizia isso enquanto me enrabava e eu o obedecia. Ele puxou me cabelo e minha cabeça foi para trás. Esbocei uma queixa e ele me mandou ficar “calada, seu macho faz o que quer”. Ele gozou e ficou elogiando meu rabo. Meu pau “chorava” mas não gozei.
- Valeu a pena ter vindo?, indagou PEDRO ainda com a rola dentro de mim
- Puta merda, ainda pergunta? Bem que você falou que seu pau combinava com meu cu, respondi falando baixinho para dar o tom da submissão, do medo, da total entrega
- Venha me lavar, mandou PEDRO
Fomos para o banheiro (o quarto dele não era suíte) e pedi para mijar a porra dele antes. “Não, deixa escorrer e depois você lava o rabo”. Entrei no box (enorme, típica das casas daquele época) e lavei meu comedor, ele saiu e fiquei expelindo a porra e me lavando depois.
Acertamos como ficaríamos nos encontrando, ele disse que se soubesse que eu tinha contado para alguém ou se eu ficasse cobrando algo dele iria “tomar as providências”, falou ainda que tinha notado minhas olhadas para a rola dele e que a gente tinha tudo para aproveitar muito nossos encontros, até porque ele tinha adorado meu rabo. Ele me comeu de novo e fui para casa com o cu ardendo mas com um riso na cara.
Assim virei a puta, a mulherzinha de PEDRO por um bom tempo. Ele até me fazia boquete muitas vezes, algumas até tomava meu leitinho, começou a passar a língua no meu cu (muito excepcionalmente), começamos a nos beijar (o grande tabu entre meninos que trepavam), ele abria essas exceções, entretanto a regra era eu ser a passiva obediente, a ponto de eu levar lanches ou lembranças (caneta, chaveiro, etc) muitas vezes para ele, um sinal de que adorava aquela situação.
Jamais nos arriscamos, se tivesse alguém perto ou na casa, nada feito. Nos vestiários evitávamos até tomar banho perto; um olhar mais libidinoso e os outros meninos poderiam notar. Isso não impediu dele me comer de todo jeito: em pé, no banheiro, na cozinha, frango assado, eu em cima, eu de bruços, no chão, eu de quatro na poltrona da sala, na praia uma vez que fui com a família dele passar um feriado na praia, e, a principal e mais constante lascívia de PEDRO: eu usar roupas femininas.
Ele tirava as roupas da irmã dele (mais velha e já fazia faculdade) para eu vestir, roupas que ela tinha colocado no cesto de roupa suja; normalmente as roupas não cheiravam mal, pelo contrário, era muito perfume que a irmã dele usava. Até as calcinhas dela eu vestia! Eu não deixava de cheirar as calcinhas dela, adorava ah ah ah. As roupas delas davam em mim quase que perfeitas, então, quando a gente tinha tempo, eu entrava de vestido no quarto, a gente se abraçava, trocava uns carinhos, ele tirava meu vestido, abaixava minha calcinha e mandava rola. Também ele adorava me comer de quatro, com o vestido levantado; falo vestido, que era a roupa preferida, mas usei calças compridas e blusas dela também.
PEDRO nunca soube: uma vez peguei uma calcinha da irmã dele que ela tinha trocado pela manhã, estava com o cheiro dela de buceta, de suor, a calcinha estava meio úmida até. Fiquei doido e levei para casa, devolvi a calcinha 2 ou 3 dias depois e bati muita punheta cheirando a calcinha. Passei um tempo meio fissurado na irmã dele, que nunca nem me deu a mínima bola, o que não impedia de meu cu piscar quando PEDRO me chamava para me comer.
Confesso que não sei o motivo de não ter virado cdzinha quando adulto, uso roupas femininas no sexo muito raramente e somete quando o parceiro ou a parceira (tive uma ficante que morria de tesão de transar comigo vestido de mulher) pede e a ocasião permite. Naquela época, sob o comando de PEDRO, eu me sentia uma mulherzinha de verdade, curtia demais e PEDRO sabia usar isso para tornar nossas trepadas melhores.
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Comentários (1)
Velhomarobo: Caramba que tesão que me fazes. Acabei de fazer punheta a pensar estar no teu lugar. Nunca tive a sorte de ter um amigo que me fizesse sua fêmea e agora já setentao tenho imensa tesão no meu rabinho virgem. Queria um coroa para me desflorar.
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