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Leozão - O começo de uma história de Dominação

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Dominado

O princípio de uma história de dominação gay. Conta como aceitei o Domínio de Leozão, um macho dominador comedor de viado.

Sou M, um rapaz que apesar de não ter assumido, sempre soube ser viado.
Porém nunca tive necessidade de demonstrar ou sair a caça de homens para me satisfazer.
Sempre fui tímido e recatado e me bastava olhar figuras de homens atraentes em revistas ou filmar os boys nas ruas, festas e baladas.
Nunca parti para realização dos meus fetishes.
Uma ves até tentei um flerte com uma menina e embora não tenha dado certo eu mantive as aparências e até passei a me policiar para não dar na pinta.
Lógico que as vezes escapava um gesto mais delicado ou uma voz mais dengosa e umas expressões que homem de verdade não uso.
Até mesmo meus interesses deixavam as pessoas meio desconfiadas mas nunca com certezas.
Um dia eu me vi numa situação que me levou a cruzar o caminho de Leozão que na minha cidade já tinha fama de encrequeiro e comedor de viados.
O cara ea casca grossa e não fazia questao de esconder que adorava um cú de viado.
Vários caras da cidade já tiveram sua reputação arruinada inclusive uns caras casados.
Mas num barzinho muito frequentado por jovens eu tive uma discussão com Leozão que só não me matou de porrada porque varia pessoas impediram, mas o cara passou a me marcar de um jeito que me obrigou a me afastar de tudo e de todos por um bom tempo.
Mas quando pensei que já seria seguro começar a sair e levar uma vida normal, fui encurralado por Leozão numa rua deserta e na base da ameaça fui forçado a entrar em seu carro e levado para uma chacará isolada que depois soube pertencer a família dele.
Já nessa chácara ainda dentro do carro e já em pânico, ouvi Leozão ameaçar que preferia mesmo era me dar um surra pela minha insolência em achar que poderia enfrentá-lo, mas que ele pensou em me dar um astigo pior, já que eu não pasava de um viadinho escroto.
Eu protestei e disse que não era viado e el caiu na gargalhada.
Eu repeti em tom mais forte e Leozão desferiu alguns tapas do meu rosto me deixando completamento tonto.
Que braço pesado tinha Leozão, não queria nem pensar em levar um soco dele.
Pedi pra ele não fazer isso, pois não tinha feito nada contra ele.
Ele mandou eu ficar calado e cooperar com ele, pois ele tinha resolvido que ia comer meu cú.
Falei que ele estava louco e mais uma saraivada de taps na cara foi desferida tão rapido que não consegui me defender de novo.
Entrei em pânico e comecei a chorar.
Ele ficou mais puto ainda e mandou eu parar de frescura que ele iria comer meu cú e pronto.
Leozão saiu do carro deu a volta e me tirou do carro me segurando por um dos braços.
Ele quase me suspendia do chão e ficou até dificil de acompanhar ele.
Mas fui levado pra dentro da casa da chácara e jogado ao chão logo a frente dele.
Ele começou a se despir, tirando a camisa e exibindo um físico exeberante.
Ao fim ele tirou a cueca e exibiu o que eu não acreditei estar diante. Um pau já levemente entumecido, de uma grossura absurda e tamanho proporcional a brutalidade daquilo.
Foi punhetando devagar e pude ver ele se transformando até começar a apresentar uma curva pra cima.
Ele soltou o pau e ele ficava pulsando, contraindo poderosamente a ponto do pau quase enconstar na barriga a cada pulso.
A cabeça era um cogumelão rosado e brilhava contra a luz.
Eu não conseguia parar de olhar aquilo.
Ele mandou eu ficar de joelhos e chegou perto.
O pau estava muito próximo e eu não sabia o que fazer.
Ele mandou eu pegar nele e eu recusei.
Não sei quantos tapas levei no rosto por ter negado, mas voltei a ficar apoiado nos joelhos e para não tomar mais bofetões no rosto eu peguei no paudele.
Nossa, era realmente muito grosso, pesado e quente.
Eu morrendo de vergonha tive um pequeno lapso e quando voltei a mim eu deslizava a mão sobre seu pau, percorrendo toda a extensão e vique Leozão tinha um sorriso cafajeste no rosto.
Eu ameacei parar mas levei mais dois tapas e logo voltei a pegar nele.
Eu não conseguia parar de olhar para o pau dele que latejava e enrijecia cada vez mais.
Eu sem pensar pressionei mais a mão em volta do pau e enquanto movimentava acabei batendo uma punheta, no pau dele.
Eu estava muito constrangido, mas não conseguia decidir ou tomar uma atitulde para mostrar que não queria fazer aquilo, mas o peso da sua mão esteva fresco em minha mente e não queria apanhar mais dele.
Logo veio outra ordem, para eu bricar com suas bolas.
Eu ainda sem ter nenhuma ideia usei a outras mão para tocar suas bolas e de forma diferente era macias e não sei porque logo eu passei a massagealas, como se explorasse seus movimentos dentroda bolsa escrotal.
Era uma sensação estranha manipulas seus ovos e constatar a diferença com a rigides de seu pau. O conjunto apesar de tão diferentes se completavam.
Eu não conseguia mais para de olhar pra aquilo e me mantive punhetando e acariciando suas bolas por muitos minutos.
Seu pau já vertia um liquido viscoso que se espalhava pela cabeça conforme a punheta que eu batia forçava a pele do pau a cobrir momentâneamente a cabeça do pau de Leozão.
Logo Leozão jogou o quadril contra meu rosto como se peisse que eu abocanhasse seu pau.
me fiz de desentendido mas sabia que seu gesto objetivava isso.
Logo Leozão disparou a ordem. Chupa meu pau seu viadinho.
Eu não sabia como reagir. Se negasse levaria mais tapas dele ou talvez pior e se chupasse, sem experiência nenhuma, apanharia por não saber fazer.
Mas ele mandou novamente e eu não tive escolha.
Abri bem a boca por causa da grossura e abocanhei a cabeça primeiro.
Senti o gosto daquele baba espessa e estranhei um pouco, mas não chegou a causar asco em mim.
Bem, mesmo não sendo uma aprovação, mas não chegou a ser uma rejeição, eu consegui avançar e comecei a percorre a extensão do pau de Leozão pela lateral do pau, hora de um lado, hora pelo o outro.
Ele parecia ter aprovado o deslize dos meus lábios sobre a pele do pau dele.
Ele levantou o pau, epondo as bolas e eu entendi que ele queria que eu as chupasse também.
Ele viu que eu abocanhei uma bola e depois a outra e chupei um pouco ambas mas os pelos soltaram dentro da minha boca e começaram a incomodar e eu parei de chupar um pouco pra tirar os pelos do saco de Lezão.
Pra que fiz isso, ele me afastou e me encheu de tapas na cara.
Eu dessa vez chorei e ele mandou eu parar de frescura e voltar a chupar o pau dele.
me recompus mas ainda chorando voltei a chupar seu pau e dessa vez nem liguei pra pelos, apenas chupei de todas as formas.
Leozão parecia ter aprovado meu boquete, mas ele parecia estar pronto pras próximas etapas.
Ele mandou eu me levantar e tirar toda a roupa.
Eu obedeci e ao tirar a cueca e riu muito e disse que eu tinha que ser viado mesmo com um pauzinho daqueles.
Realmente sou muito pouco dotado, tenho uns 14 cm duro, mas quase nunca tenho uma ereção e meu pau não chega a 10 cm.
Sou magro e quase não tenho pelos corporais e a pele branquinha e bunda redonda fazem meu corpo parecer de menina.
Leozão gostou e disse que eu era uma menina praticamente.
Ele mandou eu me aproximar e já foi me envolvento com seus braçoes e procurando o meu cú.
Senti ele abrindo minha bunda e tocando a entrado do meu rabo.
Ele me arrancou um suspiro pelo toque inesperado, mas eu senti ele levar a mão até a boca e ensalivar e mesmo sabendo que ele ia tocar meu cú de novo, não consegui evitar de soltar um gemido.
Dessa vez não tinha desculpa, foi inegavelmente muito gostoso aquele toque molhado do dedo de Leozão.
O pau dele nessa hora pulsou forte e me cutucou a barriga, bem no umbigo.
Leozão logo forçou o deo e me penetrou pela primeira vez.
Brincou como quiz e me arrancou pedidos desesperados para parar, mas logo eu fiu fraquejando eos pedido já não tinham tanto apelo.
Ele sabia que eu estava sentindo algo diferente e perguntou se eu queria pau no cú.
Eu senti que a hora se aproximava mas estava com muito medo pelo tamanho e grossura do pau de Leozão.
Mas ele sabia que eu estava cheio de tesão no cú e sabia como mexer comigo.
Ele aguentou até me colocar de quatro no sofa da sala e me linguar o cú frenéticamente.
Suportei apenas cinco minutos de linguada antes de responder que queria pau nocú sim.
Leozão ainda teve um requinte de crueldade e continuou a melinguar e mandar eu pedir pau.
Teve uma hora que eu me rendi e praticamente implorei pra ser fodido por ele.
Leozão vencedor me mandou ir andando pro quarto onde tinha uma cama de casal.
Eu cheguie lá e me posicionei de quatro, mas ele me virou de frente e disse que queria que eu visse o macho que ia meter no meu cú pela proimeira vez .
Ele me posicionou, lubrificou o meu cú com muito saliva e o própio pau e pincelou por algumas vez sempre mandando eu pedir pau.
Eu humilhado pedia pra ele, mas com muito medo de sentir dor.
Ele começou a meter e eu não suortei quando comecei a perder as primeiras pregas anais.
Ele não gostou nada e me desferiu mais alguns tapas e mandou eu para de frescura.
eu tentei não interferir pra não apanhar mais, mais era muito pau pra mim.
Quando ele pereu a paciência e forçou de vez, a cabeças pulou pra dentro e eu gritei.
Ele empurrou um pouco de pau pra garantir a penetração e parou.
Eu agradeci mas pedi pra ele tirar o pau.
Ele não considerou meu pedido e apenas advertiu que eu não ousasse atrapalhar a penetração.
Eu nãao i suporar e insisti pra ele tirar um pouquinho.
Ele então segurou meus pulsos cruzados e voltou a empurrar pau pra dentro.
Parecia que ia desmaiar. Eu gritava e sacudia a cabeça em agonia total e sentia a pele do pau dele deslizando pelo meu cu adentro.
Quando ele parava um pouco sentia ele pulsando dentro de mim.
Não houve tempo para alívios mesmo ele parando de vez em quando. Era apenas dor emais dor.
Grito, pedidos para parar ou tirar um pouco em meio meu choro descontrolado.
Ele apenas mantevesse focado na penetração lenta e meticulosa que durou alguns minutos.
O tamanho fez com que a penetração durasse alguns minutos até que eu pudesse sentir as bolas deles se comprimindo contra minha bunda.
Me peguei com eozão em cima de mim e com seu pau todo atolado no meu cú, enquanto eu chorava e implorava pra ele tirar.
Ele comecou a tirar e eu olhei pra ele em agradecimento, apenas balançava a cabeça como se disesse sim, por não poder agradecer sua clemência com palavras, mas ao sentir que a cabeça do pau estava novamente na entrada, pois meus esfincter dilatou com quando a cabeça entrou a primeira vez, assim que eu respirei profundamente achando que o pau seria tirado completamente de dentro do meu cu, ele me penetrou inteiro novamente num único movimento me fazendo ir as lágrimas e gritar .
Eu não conseguia nem pedir pra ele parar,
El soltou meu pulso e me pegou pela cintura e comecou a tirar o pau novamente e de novo quando a cabeça chegou na entrada ele voltou a me penetrar inteiro.
Repetiu e repetiu isso por muitas vezes no mesmo ritmo.
Eu sentia pregas sendo estouradas e meu cú doía e pegava fogo.
Eu não aguentando mais e vendo que não era ouvido, passei a buscar formas de atrapalhar as penetrações, mexia os quadriis pra ver se o pau desencaixava quando a cabeça estava perto do esfincter, tentava usar as pernas para jogar meu corpo pra trás.
Sem sucesso parti pro desespero e comecei a bater em seu peito com minhas mãos.
Mas Leozão é um homem bruto, muito forte e ignorava meus socos em seu peito, mas eu me mantiva pedindo pra elle tirar o pau do meu cú e ele ignorava.
Eu falava: Paraaaaa Leozão, tá me arrombando! E socava seu peito e olhava em seus olhos e pedia de novo.
Paraaaaaaaaaaá Leozão, por favor, t´doendo muito. Seu pau é muito grande, você vai me arrombar todo.
Fica quito viado fresco. Vai aguentar tudo quitinho se não te enfio porrada.
Eu vi que meus socos não produziam efeito nele e nem minha formas de atrapalhar.
Então comecei a desistir de lutar e fiquei mais passivo mesmo ccom muita dor.
Ele me fodeu como quis até resolver que queria me foder de quatro.
Ele tirou enfim a pica e mandou eu me virar.
Quando ele se afastou um pouco eu tomei coragem e sai correndo e tentei alcançar a parta da sala.
Leozão ficou furioso e me alcançou e me levou de volta pro quarto.
Pedi pra ele para de me foder mas ele disse que eu ia aprender que o macho ali era ele.
Me botou de quatro mas eu me joguei de lado. Ele tentou de toda a forma me foder de quatro mas eu não deixava.
Apanhei demais dele até estar sem forças pra lutar e mesmo de ladinho quase posição fetal, Leozão meteu o pau dentro do meu cú e começou a meter bem devagar ms muito fundo.
Eu aos poucos fui relaxando vendo que não tinha como me defender e olhando Leozão me penetrando comecei a sentir até uma sensação gostosinha.
Seu pau já deslizava com certa facilidade pra fora e pra dentro do meu cú.
Leozão vendo que estava me domando, começou aos poucos ir manipulando para que eu aceitasse ficar de quatro.
Qundo percebi que já estava sendo fodido por trás deitado na cama, apenas fui dando indícios que queria ficar de quatro pra ele.
Pra falar a verdade, Leozão foi ameaçando a tirar o pau do meu cú mas eu acompanhei e naturalmente fui ficando de quatro na cama.
Ele só teve o traba de meter de novo porque o pau acidentalmente saiu quando já praticamente estávamos na posição que desejavamos.
Ele encaixou e empurrou devagar e eu senti o pau deslizar até o fim soltando um AIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIII.
Leoazão me catou pela cintura e começou a foder.
Em pouco tempo ele parecia uma máquina de foder e eu apenas dizia: vai Leozão fode esse cú!
Leozão meteu tanto que parecia que não ia gozar nunca, mas escutei ele solta um urro estrondozo com aquela voz grosso e me apertar a cintura que me deixou até sem ar e senti pla primeira vez porra quente de um macho sendo despejada dentro do meu cú.
Caimos de lado e ficamos engatados, comigo sentindo ainda pequenos jatos de porra e o pau dele pulsando dentro do cú até começar a molecer e escorregar suave de dentro de mim.
Não sabia o que dizer depois de Leozão ter me deflorado o cú daquela forma.
Alias nada passava pela minha cabeça, apenas uma dúvida do que seria o amanhã.
Não sentia raiva de leozão, pelo contrário, eu estav admirado com sua performance como macho.
Assim Leozão conseguiu cumpri sua promessa de me fazer pagar pelainsolência que tive de enfrentá-lo naquele barzinho

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