#Teen #Traições

Namorada Dando Pro Caseiro do Sitio no Jogo do Brasil

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BunnyContos

Brasil eliminado pra Noruega, o corno desmaiado de bêbado no quarto e eu batendo na porta do quartinho do caseiro do sítio. Bêbada e risonha, segurando a barra da saia do meu vestidinho branco. Brincando de levantar e abaixar.

Provocando o caseiro tarado que tinha ficado me encarando o jogo inteiro. A namoradinha piranha mostrando e escondendo as minhas coxas grossas de patricinha de academia. Toda novinha e safada, com a bucetinha precisando de rola.

O caseiro parado sem saber o que fazer. Dava pra sentir a tensão sexual do tarado querendo me agarrar, mas ao mesmo tempo o medo e receio de fazer algo proibido que daria uma merda maior.

Meter a pica na loirinha exibida do vestidinho branco....

Entrando na pontinha dos pés pra não fazer barulho. Passando pelo caseiro toda rebolativa. Levantando a parte de trás do meu vestidinho sabendo que ele não tirava os olhos do meu rabo.

O corno dormindo, o caseiro paralizado e uma loirinha subindo de quatro pela cama. De costas pro safado. Com o vestidinho branco subindo e metade da minha raba aparecendo. Olhando pra trás, por cima dos ombros e dando uma risadinha de putinha tarada.

Eu não tava nem ai pra copa do mundo, eu só precisava de rola pra apagar o meu fogo rsss....

Olá, sou a Bunny. Torcedora da seleção, escritora de contos e namoradinha chifradeira. Vou tentar contar pra vocês como eu terminei o jogo na piroca do caseiro.

Pra quem sempre me pergunta, os meus contos são reais e sempre tento filmar algo deles pros meus leitores. Tenho esse video provocando com o vestidinho branco e subindo de quatro na cama.

Quem quiser, pode me pedir nos meus contatos Telegram @bunnycontos ou email [email protected]

Mas antes, vou tentar contar ora vocês como tudo começou e como eu terminei de quatro na cama do caseiro.

Era o último jogo da seleção nessa copa do mundo. Um churrasco no sítio, os amigos reunidos e todos torcendo. Meu namorado cuidando da churrasqueira, um pagodinho rolando e eu dançando com um copinho de cerveja na mão.

Ainda faltava um pouco pro jogo começar, mas eu já tava bêbada e empolgada, com uma sandália de salto batendo os pezinhos no chão. Rodopiando e sambando toda felizinha. Aquele ambiente de futebol e amigos tarados me olhando com o corno sem perceber nada.

Baixinha, loirinha, vinte e poucos anos. Com um vestidinho branco curtinho que subia um pouco a cada rodopiada que eu girava no pagode. Com os bracinhos pro alto, segurando meu copinho na mão. O sorrisinho de piranhazinha exibida e as coxas grossas de fora.

O corno servindo linguiça pros amigos e eu pensando na linguiça dos amigos dele. Mais do que isso. O caseiro de longe olhando a patroazinha rebolar igual uma vagabunda. Isso me deu mais tesão ainda. Eu queria a linguiça do caseiro rs.

As alcinhas do meu vestido tombando de lado no meu ombro. Sem soutien. Com os meus peitinhos siliconados quicando dentro do meu decote. E os biquinhos dos meus seios duros de tesão, marcando e "furando" no tecido fininho do meu vestidinho branco.

Dando uma giradinha de frente pra encarar o caseiro de longe. Com sorrisinho de safada e os olhinhos serrados. Levantando o copinho na mão pra cumprimentar ele de longe. Com o corno ali do lado sem se dar conta de nada rs.

Dando uma giradinha de costas, pra rebolar a raba na direção do meu tarado. Um peão rústico que alimentava algumas fantasias de patricinha burguesinha querendo entrar na pica do caseiro.

Levantando um pouco mais o meu vestidinho. As minhas pernas roliças brilhando no sol. Empinadinha numa sandália de salto, com a raba de 98 de quadril requebrando de costas pro meu peão. Olhando pra trás, pra ter certeza que ele tava me encarando.

Subindo mais a barra da saia, deixando as poupinhas da minha bunda aparecerem. O caseiro não sabia se olhava ou disfarçava. Mas os meus sorrisinho de putinha sonsa, deixavam claro que eu tava gostando.

A patroa patricinha querendo virar uma vadiazinha na piroca do caseiro.

O jogo seguiu assim, com os amigos olhando pra TV e o caseiro olhando pras minhas coxas. Sentadinha com as pernas cruzadas, puxando de propósito a barra da saia do meu vestido, pro meu peão poder olhar mais.

Em alguns momentos de quase gol, todo mundo levantava e pulava. Eu aproveitava pra ficar em pé, de costas pro caseiro que tava no fundo, atrás de todo mundo. Certamente sem tirar os olhos da bunda enorme da loirinha cachorra.

Eu brincava de ajeitar a calcinha. Dando aquela puxadinha sacana, por cima do vestido. Todo mundo olhando pra frente, com o jogo na TV. E eu de costas pro caseiro DESATOLANDO MEU FIO DENTAL DE DENTRO DO MEU RABO.

Olhando pra trás, por cima dos ombros e rindo... Apenas dando uma risadinha de ninfeta sapeca, deixando claro que eu fazia de propósito. Dando uma reboladinha pra encaixar melhor a calcinho atolada no meu rabo.

O Brasil perdeu, os amigos foram embora e acabei dormindo no sítio com o meu namorado. O corno caindo de bêbado no quarto e eu indo escondidinha bater na porta do quartinho do caseiro. Com o meu vestidinho branco e um sorrisinho de safada.

Com o meu telefoninho na mão pra gravar esse momento do caseiro paralizado sem saber o que fazer. Eu gosto de provocar, gosto da reação dos caras me olhando. Aqueles segundos entre entender se é verdade e passar a me julgar como uma piranha.

Gosto de ser julgada. Gosto que me achem uma piranha. Gosto de me sentir uma piranha!!!

Quebrar a bolha de patricinha mimada, indo bater na porta do caseiro rútstico no meio da noite. Brincando de levantar e abaixar a barra da saia do meu vestidinho branco. Mostrando as coxas que ele tanto tinha olhando durante o jogo.

Como descrevi no início do conto, eu tenho esse vídeo pros meus leitores. Bêbada e risonha, entrando no quartinho do meu peão comedor de patricinha. Andando toda rebolativa em direção da cama dele.

Subindo de quatro, engatinhando igual uma gatinha manhosa. A visão do caseiro vendo a patroazinha naquela posição. De costas, com o vestidinho subindo e metade da minha raba aparecendo por trás.

E o mais sacana: EU TAVA SEM CALCINHA!!!!

Paradinha de quatro em cima da cama. Puxando o vestidinho pra ele enroscar na minha cintura. Com a bucetinha toda babada vista por trás. Olhando pra trás por cima dos ombros. Rindo e adorando a situação. Me divertindo e cheia de tesão.

Deslizando e caindo de bruços deitada na cama. O vestido todo levantado e o meu bundão de fora. As marquinhas de biquíni, a pele bronzeada e a patroazinha VAGABUNDA chamando o caseiro toda manhosa.

BAtendo a mãozinha em cima da cama....

- Veeemmmmmm...
- E o seu namorado?
- Ele é corno rssssssssssss

A minha risadinha de sínica chamando o corno de corno. Com os pezinhos levantados, balançando no ar. E a bundinha de fora, empinada querendo pica.

O meu caseiro não aguentou e veio pra cima de mim. Pulando em cima da cama, me esmagando debaixo do corpo forte do trabalhador querendo encher a patricinha de rola.

A minha bucetinha agradece kkkkkk

Assim, de bruços, esmagadinha na cama. Só com o meu rostinho de fora e os pezinhos levantados pro alto. As pernas abertas e o cacete do caseiro esfregando nas minhas coxas. Montando em cima da loirinha exibida. Forçando a cabeça da piroca na minha xotinha por trás.

MONTADA... EU FUI MONTADA PELO CASEIRO...

Não quero parecer escrota escrevendo essas coisas. Mas acho que isso alimenta os fetiches de uma menina mimada como eu. Deitadinha de bruços levando pica do caseiro trabalhador. Por trás... Bem sacana e animalesco.

Ele era rústico e tinha uma pegada firme. Do jeito que eu tava querendo e precisando. O corno não sabe me comer, o corno não sabe me fazer gozar. Eu precisava de um macho me devorando com fome.

O quadril dele subindo e descendo metendo pica com força na minha bucetinha delicada de madame. Mordendo o travesseiro pra abafar os meus gritinhos de patricinha manhosa gozando na piroca do meu peão.

- Ainnnn Ainnnnnnnnnnn... Ainhêêêêênnnnnn... Me fóóóóóódiiiiiiinnn... Me fóóóóóódiiiiiiiiiinnnnnnn!!!!

Eu pedia pica e ele atendia. Carcando a patroazinha vagabunda que tinha provocado o jogo inteiro.

PLOC PLOC PLOC PLOC do barulho das bolas explodindo na minha bundinha por trás. O caralhão grosso alargando a minha xaninha apertada. O pau dele era muito maior que o do corno. PUTA QUE PARIU isso me matou de tesão.

Aguentar aquele caralhão me dava um misto de orgulho e vergonha. De me sentir uma piranha e saber que eu aguento tudo aquilo.

- Ainnnn ainnnnnnnn safááááádooooooonnn.... Ainnn me cooooooomeeeeeeennnnnnnnnnnn!!

Eu debatia os pezinhos no alto e aguentava rola por trás. Gemendo descabelada tentando enfiar a cara no travesseiro. Com o caseiro alucinado, socando forte igual um animal. Me comendo como há muito tempo eu não era comida.

Eu gozei na pica do caseiro. Eu gozei com o corno dormindo ali do lado. O caseiro socou mais um pouco e gozou enchendo a camisinha de porra. A namoradinha chifradeira gozando molinha esmagadinha na cama.

PUTA QUE PARIU QUE TESÃO!!!

Espero que tenham gostado e gozado com o conto também. E quem quiser o vídeo do conto de hoje, de quatro com o vestidinho branco. Ou vídeos de contos anteriores, é só mandar mensagens nos meus contatos.

Telegram @bunnycontos
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