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Diário de um homem que amou uma puta até ao fim (1/7)

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Tugolândia

“Diário de um homem que amou uma puta até ao fim” é o registo implacável de um amor que transcende dor, humilhação e traição.

Casado com Andrea, uma mulher latina de corpo escultural, apetite insaciável e sensualidade animal, o narrador acompanha, dia após dia, o desmoronar do casamento. Enquanto o navio conjugal mete água, ele revive cada encontro proibido da mulher que ama: as orgias de adolescência no Alentejo, as tardes quentes com o namorado da natação, os patrões que a promoviam no escritório, os colegas mais novos, o personal trainer, o instrutor de pilates, o desconhecido no bosque de Monsanto… Tudo narrado com detalhe explícito, cru e excitante.
Ele sabe. Ele vê. Ele sente o cheiro de outros homens na pele dela. E, mesmo assim, perdoa. Aceita. Deseja. Porque o seu amor é maior que qualquer caralho que a preencha, maior que qualquer esporra alheia que escorra pelas coxas dela, maior que o orgulho ferido.
Entre tempestades de ciúme, calmarias de solidão e explosões de tesão doentio, este diário revela o rosto mais sombrio e mais humano do amor: a capacidade de amar alguém exatamente como ela é, livre, gulosa, insaciável.
Uma confissão que queima. Um testemunho que excita. Uma história que obriga o leitor a questionar: até onde chega o amor verdadeiro?
Preparado para entrar no vórtice?

terça-feira, 12 de maio de 2020
Hoje vou partir numa nova viagem.
Um sonho que me consome por dentro mesmo enquanto o casamento se desfaz devagar, como um navio que abre fendas no casco e deixa entrar a água fria do mar, gelada e implacável, que me aperta o peito e me rouba o ar a cada respiração. Este é o meu livro de bordo, o registo cru, sem filtros e sem piedade de tudo o que vivi ao lado de Andrea, a mulher que amei com uma fome que ainda me queima o peito, me endurece o caralho e me enche os olhos de lágrimas ao mesmo tempo, mesmo agora que ela me troca por outro mais novo, mais fresco, mais capaz de lhe dar aquilo que eu já não consigo sozinho. Saio do porto rumo ao desconhecido, com a bússola partida mas o coração ainda apontado para ela, sabendo que enfrento tempestades de ciúme que me rasgam por dentro, calmarias de solidão que me deixam vazio como um quarto escuro, e monstros que são os meus próprios pensamentos a sussurrarem que sempre soube que ela era uma puta insaciável, uma cona que nunca se fartava de caralho, e que, por amor, fingi não ver, fingi não sentir o cheiro dela a outro homem quando voltava para casa. Posso naufragar, posso afundar-me no fundo do mar das memórias, mas levarei o sonho comigo, porque há sonhos que não morrem, há amores que não se apagam mesmo quando a cona da mulher que amamos é fodida por outros paus mais grossos, mais duros, mais jovens.
Lembro-me como se fosse ontem do dia em que a conheci no curso de formação profissional, eu formador, ela com vinte e três anos e um corpo de nadadora de elite que me deixou o caralho latejando só de a ver atravessar a sala com aquele andar confiante, as pernas longas e tonificadas brilhando sob a luz fria das lâmpadas, músculos definidos que pareciam feitos para se enrolarem na cintura de um homem e apertarem com força enquanto a cona se contraía. Um metro e sessenta e cinco de pura tentação latina: pernas que pareciam não acabar nunca, um cu empinadinho e rijo, redondo e firme como uma pera madura, que só se entregava depois de muita confiança e em dias muito especiais, quando ela decidia que o parceiro merecia sentir aquele aperto quente e proibido; mamas pequenas mas firmes, cheias e perfeitas para caberem numa mão, com mamilos escuros e sensíveis que endureciam ao mais leve sopro, ao mais leve roçar de língua, pedindo para serem chupados devagar até ela arquear as costas e gemer rouco, o corpo todo a tremer. A cona dela, sempre depilada com perfeição, os lábios inchados e macios, cheirando a sabonete caro misturado com aquele almíscar doce e quente da excitação que se libertava abundantemente, já tinha passado por muitos caralhos antes de mim - alguns grossos como pulsos, outros longos que chegavam ao fundo do útero - mas ela sabia usá-la como ninguém, apertava os músculos pélvicos com uma habilidade que parecia mágica, ordenhava o leite todo como se quisesse sugar até a última gota, molhava-se tanto que o líquido escorria pelas coxas, facilitando até os paus mais largos, e o cheiro dela quando estava molhada era capaz de me deixar louco, um perfume animal que se colava à pele e não saía durante dias.
Enquanto namorávamos, ela ainda saía com o matulão da natação, o namorado oficial, um colega com mais de metro e noventa e um caralhão desmesurado que a deixava a pingar e a gemer alto nos balneários depois dos treinos. Eu era o outro, o amante secreto que a fodia às escondidas, o que sabia que ela chegava a casa dele com a cona ainda inchada do meu pau e depois o deixava fodê-la também, mas era ele o corno verdadeiro, o que achava que era o único, o que nunca soube que eu estava a comer a namorada dele com gosto, enfiando-lhe o caralho fundo enquanto ela me sussurrava ao ouvido que o dele era maior mas o meu era o que a fazia gozar mais rápido. Por amor, calei-me. Sempre soube que ela era assim, desde que me contou, ou melhor, desde que revelou a verdade numa foda quente anos depois, quando já estávamos casados e eu a comia devagar na nossa cama em Oeiras, o quarto escuro iluminado só pela luz da lua que entrava pela janela, o corpo dela suado e brilhante colado ao meu, a cona apertada à volta do meu pau latejante. Tinha perdido a virgindade nas férias de adolescente na aldeia do pai dela, no Alentejo profundo, com uma prima da mesma idade, as duas raparigas adolescentes cheias de curiosidade e tesão reprimido. Conheceram dois irmãos gémeos imigrantes que estavam de férias na mesma terra, rapazes fortes, morenos, com paus já grossos e duros que se viam através das calças quando eles as olhavam. Começou com beijinhos inocentes atrás dos muros de pedra quente do sol, as bocas jovens a tocarem-se com fome, línguas tímidas a entrarem devagar, as mãos deles a subirem por baixo das camisolas finas de algodão, apalpões no rabo redondo e nas mamas pequenas que já endureciam os mamilos, apertando-os entre os dedos até as raparigas soltarem gemidinhos abafados de prazer. Depressa evoluiu para broches desajeitados, mas cheios de vontade no palheiro escuro, onde o cheiro a feno seco se misturava com o sabor salgado e almiscarado dos paus duros que elas chupavam alternadamente, a prima de joelhos ao lado dela, as duas bocas jovens lambendo a mesma glande brilhante, saliva escorrendo pelos cantos da boca, os sons molhados de sucção ecoando entre as tábuas velhas. Depois dedos enfiados na cona virgem, primeiro um, depois dois, mexendo devagar até o hímen se romper e o sangue misturar-se com o líquido abundante que escorria pelas coxas bronzeadas, o prazer a subir como uma onda quente que as fazia contorcer-se no chão de terra batida.
E então tudo explodiu numa orgia de duas semanas que ainda me faz o caralho endurecer só de imaginar, enquanto escrevo isto com a mão a tremer. Ninguém era de ninguém. Rapaz com as duas raparigas, dois rapazes com uma, rapariga com rapariga lambendo-se mutuamente as conas molhadas e inchadas no riacho isolado, a água fria a lamber-lhes os corpos nus enquanto as línguas entravam fundo, sugando o clitóris, os dedos a penetrarem os cus virgens ao mesmo tempo, os gemidos a ecoarem pela margem. Rapaz com rapaz chupando caralhos duros atrás da arrecadação do tio, as bocas cheias, as gargantas a engolirem até ao fundo enquanto as raparigas viam e se masturbavam. Duas semanas de fodas monumentais que ela me descreveu com voz rouca de tesão anos depois, o corpo dela montado no meu, a cona deslizando devagar no meu pau enquanto falava: na arrecadação do tio, onde um gémeo a deitou de quatro sobre um saco de feno, enfiou o caralho grosso na cona virgem com uma estocada funda que a fez gritar de dor e prazer, o som molhado de carne contra carne ecoando entre as ferramentas velhas, enquanto o outro gémeo lhe enfiava o pau na boca, fodendo-lhe a garganta devagar, as bolas pesadas a baterem no queixo dela, o cheiro a suor jovem, a porra fresca e a terra molhada enchendo o ar até ela sentir o primeiro jorro quente a inundar-lhe a boca. No riacho isolado, deitada na relva húmida e fresca, uma cona no caralho de um irmão, o cu no caralho do outro, o corpo dela tremendo entre os dois, esticada ao limite, os paus a roçarem um no outro através da parede fina que os separava, estocadas sincronizadas que a faziam gozar sem parar, sucos misturados com água do riacho a escorrer pelas pernas, os gemidos dela misturados com o som da correnteza. No palheiro, de pernas abertas sobre uma manta velha e áspera, a prima sentada na cara dela a esfregar a cona molhada e quente contra a boca, a língua de Andrea entrando fundo enquanto os gémeos a fodiam alternadamente, primeiro um na cona, depois o outro no cu, depois os dois ao mesmo tempo, o cheiro a sexo cru, a porra e a feno a tornar o ar pesado e denso. Caralhos, conas, cus e bocas não tinham dono. Valia tudo. E eu, ao ouvir isso anos depois, enquanto a fodia devagar na nossa cama em Oeiras, o pau enterrado fundo na cona dela que ainda se lembrava daqueles caralhos jovens, senti o meu próprio caralho latejar de excitação apesar da dor no peito, apesar de saber que ela nunca seria só minha. Amava-a precisamente por ser aquela puta insaciável, por ter aquela cona que precisava de mais, de sempre mais, e amo-a ainda hoje com a mesma força doente e absoluta.
Se ela quiser voltar, perdoo tudo, aceito tudo, continuo a ser o homem que a deixa ser livre, que a deixa foder quem quiser, quantos quiser, com caralhos mais grossos, mais longos, mais duros, desde que volte para os meus braços no fim, desde que me deixe lamber a cona inchada e ainda pingando de porra alheia, desde que me conte cada detalhe com aquela voz rouca que me faz endurecer. Porque o meu amor por ela é maior que qualquer caralho que a foda, maior que qualquer noite que ela passe com outro, maior que a dor que sinto agora ao escrever isto. Andrea, se leres isto um dia, sabe que ainda te quero toda, com a tua cona gulosa, o teu cu apertado, as tuas mamas pequenas que sabem dar espanholas que levam qualquer homem à loucura. Volta quando quiseres. Eu espero. Sempre.

sexta-feira, 15 de maio de 2020
Faz hoje uma semana exata
Chegaste a casa, à nossa casa em Oeiras, com aquele olhar distante que eu já conhecia demasiado bem, e desferiste o golpe seco: “Temos de conversar.” Eu já sabia o que lá vinha, os sinais estavam todos lá há meses, acumulados como nuvens pesadas antes da tempestade - o telemóvel sempre virado para baixo na mesa da cozinha, os sorrisos que não me pertenciam, o cheiro subtil a outro homem na roupa quando voltavas “das amigas”, um almíscar alheio misturado com o teu próprio cheiro de cona ainda húmida. Fiquei sem chão, um murro no estômago que me deixou a arfar, o ar preso na garganta como se o próprio peito se tivesse fechado à volta do coração. “Eu já não te amo, gosto de ti, preciso de ti ao pé de mim, não vejo a minha vida longe de ti, és o meu melhor amigo… mas já não sou tua mulher.” A pergunta inevitável saiu-me da boca, rouca e desesperada: “Existe outra pessoa?” E tu, com aqueles olhos castanhos que me foderam a alma tantas vezes, respondeste que não, com a voz calma e firme que usavas quando mentias para me proteger. Mas eu sabia. Sempre soube. Porque te conheço melhor do que ninguém, porque te vi gozar em tantos caralhos diferentes e ainda assim voltar para os meus braços, porque o meu amor por ti é tão grande que engole tudo, até a dor de te imaginar agora com outro pau dentro da cona.
Enquanto escrevo isto, as mãos a tremerem sobre o teclado, a memória regressa com força brutal a uma das primeiras vezes em que me contaste, com voz rouca de tesão, sobre as fodas com o matulão da natação, o namorado oficial que achava que te tinha só para ele. Era uma noite quente de Verão, ainda antes de casarmos, estávamos na cama velha do meu apartamento em Lisboa, o lençol colado à pele suada, e eu comia-te devagar, o meu pau deslizando fundo na tua cona molhada e quente, os teus músculos pélvicos apertando-me como se quisessem ordenhar-me até à última gota. Tu arqueavas as costas, as mamas pequenas e firmes saltando ao ritmo das minhas estocadas, mamilos rijos como pedrinhas escuras que eu chupava com fome enquanto tu começavas a falar. Contaste-me como ele te fodia no carro estacionado em Cascais depois do treino, o banco de trás reclinado, o cheiro a cloro da piscina misturado com o teu suor e o dele. Ele puxava-te para cima dele, tu de pernas abertas, cona engolindo o caralhão desmesurado centímetro a centímetro, os lábios da tua rata esticados ao máximo, brilhantes de lubrificação natural, até sentires as bolas pesadas dele contra o teu cu empinado. Depois virava-te de lado, uma perna tua levantada bem alto, e fodia-te assim, estocadas longas e fundas que faziam o carro abanar, o pau grosso a bater no fundo da tua cona, o som molhado e obsceno de carne contra carne ecoando no interior fechado, o vidro embaciado com o vosso bafo quente. Tu apertavas os músculos, ordenhando-o como só tu sabes fazer, sucos escorrendo pelas coxas e manchando o estofamento, e gozavas gritando o nome dele, o corpo todo a tremer, as unhas cravadas nas costas dele. Ele enchia-te de porra quente, grossa, que escorria quando saía, e tu voltavas para casa ainda com a cona inchada e latejante, o cheiro dele colado à pele. Eu, em vez de raiva, sentia o meu próprio pau endurecer mais dentro de ti enquanto me contavas, e fodíamos com mais força, o meu caralho substituindo o dele, provando que o teu corpo aceitava tudo e mais alguma coisa.
Depois, anos mais tarde, já casados, veio a confissão sobre o primeiro patrão de meia-idade, aquele gordo casado que te promovia tão depressa. Estávamos na nossa cama em Oeiras, a luz baixa do candeeiro a iluminar o teu corpo nu, e eu lambia-te a cona devagar, língua entrando fundo entre os lábios inchados, sugando o clitóris enquanto tu me contavas cada detalhe com a voz entrecortada de prazer. Ele chamava-te ao gabinete depois do expediente, fechava a porta, baixava as calças e mostrava o caralho grosso e veioso, já meio duro só de te ver. Tu ajoelhavas-te no chão de linóleo frio, fazias-lhe um broche lento e molhado, a língua enrolada na glande salgada, chupando as bolas pesadas e peludas até ele gemer rouco, as mãos gordas no teu cabelo. Depois sentava-te na secretária, abria-te as pernas bem escancaradas, e enfiava o pau todo de uma vez, fodendo-te com estocadas pesadas e ritmadas que faziam as tuas mamas pequenas saltarem, o som slap-slap molhado enchendo o escritório vazio. Tu usavas a tua especialidade, as espanholas perfeitas, apertando o caralho entre os seios firmes, subindo e descendo o rego enquanto lambias a glande que subia e os próprios mamilos rijos, saliva escorrendo para lubrificar tudo, levando-o à loucura. Ele gozava-te nas mamas, jorros grossos e quentes que tu esfregavas na pele como creme, lambendo os dedos devagar com aquele olhar de puta satisfeita. Chegavas a casa com a cona ainda vermelha e sensível, e eu, sabendo tudo, puxava-te para a cama, lambia-te o resto do sabor alheio e enfiava o meu pau, fodendo-te com amor e tesão, porque o meu amor por ti era maior que qualquer porra que te enchesse.
E o segundo patrão, o mais safado de todos, aquele que gostava de te foder na casa de banho da empresa. Tu de pé contra a parede, uma perna tua enrolada na cintura dele, saia subida até à cintura, cona aberta e pingando enquanto ele te martelava com estocadas rápidas e profundas, o espelho embaciado com o teu bafo quente, o cheiro a urina e a sexo cru misturando-se no ar apertado. Depois pedia o cu, raro, mas quando lho davas era com paciência e lubrificante, o olho do cu dilatando-se devagar à volta do pau grosso, o aperto quente e proibido que te fazia gemer rouco contra o ombro dele. Eu imaginava cada segundo quando tu voltavas, o corpo ainda marcado, e ainda te amava mais, porque te aceitava toda, com todas as marcas de outros caralhos.
Agora, nesta semana que passou desde que me disseste que já não eras minha mulher, imagino o que se passa contigo e com o João R. Nas saídas que dizes ser com as amigas, eu sei que estás com ele, no carro dele estacionado em algum lugar escuro no Montijo, tu de joelhos no banco do passageiro a fazer-lhe um broche lento e guloso, a boca cheia do pau dele, língua enrolada na glande grossa, chupando as bolas pesadas enquanto ele te segura o cabelo e geme o teu nome. O cheiro a sexo no carro fechado, o som molhado dos teus lábios a deslizarem, saliva escorrendo pelo queixo até ao decote. Ou então no fim de semana que passaste fora, tu de quatro na cama de hotel em Reguengos, ele atrás a foder-te a cona com força, estocadas fundas que fazem o teu cu empinado tremer, o som slap-slap das bolas contra a tua pele suada, o teu gemido rouco ecoando nas paredes enquanto ele te chama puta e tu imploras por mais, a cona apertando-o, ordenhando-o até ele te encher de porra quente que escorre pelas coxas.
E apesar de tudo isso me rasgar por dentro, amo-te com a mesma força doentia de sempre, amo-te pela puta que és, pela cona gulosa que nunca se satisfaz, pelos gemidos que dás a outros paus. Se quiseres voltar, perdoo tudo, aceito tudo, continuo a ser o homem que te deixa ser livre, que te deixa foder quem quiseres, quantas vezes quiseres, com caralhos mais novos e mais duros, desde que voltes para os meus braços no fim da noite, desde que me deixes lamber a tua cona inchada e ainda pingando, desde que me contes cada detalhe com aquela voz que me faz endurecer. Porque o meu amor por ti é maior que qualquer dor, maior que qualquer porra alheia, maior que o fim que anunciaste. Andrea, volta quando quiseres. Eu espero. Sempre. Com o coração e o caralho prontos para ti.

Nota: Este conto é uma obra de ficção, qualquer eventual semelhança com acontecimentos ou pessoas reais é mera coincidência.
Todas as personagens são pessoas maiores de idade e todas as relações relatadas são consensuais.

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