Mudanças e incertezas! Gay ou bi? (conto 4)
No último conto, eu mostrei como as coisas evoluíram bem e a grande sacada era trabalhar para minimizar potenciais problemas. Desta vez, as mudanças foram as responsáveis pela manutenção e maturação sexual definitiva tratando de relacionamento com homens. Por fim, o conto revelará o surgimento de mulher começando a colocar em xeque minha pureza gay. Conseguiria?
Os meus dezessete anos voaram e neste caminho, eu mantive o sexo com o Barros. Seu caralho preto excitava a ponto de pedir cada vez mais rola e sua experiência havia chegado aos quarenta e nove anos, mandando sexo quente e rápido sem temer a minha jovem idade. Uma linha constante e reta é a melhor forma para dizer sobre esta idade. Não houve progressos e fiquei amarrado ao Barros muito em função do emprego e menos do sexo em si pois meu corpo demandava experiências que eu alimentava mentalmente.
Outra questão foi o divórcio dos meus pais resultando na minha decisão em morar com a Sílvia. Nós tratávamos desta possibilidade real, eu não queria viver com nenhum dos dois e trabalhando, eu pulei fora, deixando que eles se entendessem. Esgotado, eu fiz o certo e tive a paz.
Este foi meus dezessete anos, sem muito sal e sem açúcar, dando para o Barros como um exercício de agradecimento ao dar um emprego que permitiu juntar grana para projetar uma iniciativa aos dezoito.
Os dezoito trouxeram mudanças mais significativas. Arrumei outro emprego, entrei na faculdade e procurei liberdade maior ao conversar com a Sílvia que deu apoio. Buscando novas descobertas no sexo, abri o jogo para realizar um desejo há muito pensado: sexo grupal. Adulto, eu queria fazer isto e só com homens. Sílvia falou que isto já era um pouco fora do padrão, quem sabe eu procurasse, ela não tinha como atender este pedido. Apoiou e mandou tomar cuidado evitando dores de cabeça.
Na prática, branco, baixo, gordinho, cara de adolescente, eu pensei e não agi, ao contrário, passei a procurar o sexo casual, a falta de tempo pesou nesta hora, quando chegava Sábado a tarde após a aula da faculdade, eu estava literalmente moído pela semana que havia passado e isto afetou muito na parte sexual. O máximo que fazia era um bate e volta no sítio da Sílvia quando ela passava na porta da faculdade e voltávamos após o almoço de Domingo e olhe lá.
Atento para não ficar sem, comprei a ideia das rapidinhas oportunistas! Aos Domingos quando não viajava, saía para um bar no centro da capital e após um tempo, o dono de lá passou a investir e acabei dando o rabo! Cara de trinta e dois anos, preto, magro, lá pelas 14 horas, eu já estava no banheiro mamando rola e dando o cu sem camisinha para levar porra de pica preta no cu ou na boca! Foi um caso bem rápido, ao menos, eu não parei totalmente.
Outra situação foi um conhecido da faculdade que pegava carona. Cursos diferentes, ele alto, magro e moreno, quase quarentão, era chegado em sexo rápido. Casado, sua tara por cu novo era forte e dei bem para ele durante uns três meses dentro do carro ou mamando para receber gozada na boca. Dono de pau delicioso e quase dotado, ele optou por parar, saiu da faculdade logo no início e nunca mais vi.
A Sílvia sabia de tudo e apoiava como sempre fazia. Ela achou que eu precisava solidificar com alguém pois viver de sexo assim era perigoso. Por outro lado, eu estava na fase do não vínculo. Eu estava ciente que quando acabasse teria que procurar outro cara. Ainda que tivesse um período de sexo com algum, meu intuito era o ato em si e nada mais. Os citados acima aproveitaram e quando viram a necessidade sumir, pararam.
Voltar com o Torres e o Barros era impossível. Cada um deu seu pau como contribuição e agora a pegada era outra. A verdade: eu estava dando mais visando não parar, pois, não estava trazendo o prazer esperado que desejava. Não sei se pelo excesso durante o ano anterior com o Barros ou pela falta de sexo melhor trabalhado, eu percebi que o melhor era dar um tempo e quando realmente eu tivesse mais quente, carente, eu retomaria. A Sílvia brincava que eu havia virado “um anjinho de rabo quente” e ri alto.
Por fim, dei precedente para tirar a virgindade do pau, saber como era e quem sabe ter uma namorada fixa só para não dizer que não saía com mulher. Arrumei uma morena quase negra de dezenove anos, aluna da faculdade em outro curso, rosto redondo, cabelos curtos, baixa e levemente gordinha. Transamos duas vezes, ela ganhou esperma no corpo e bebeu leite, buceta quente e rosada bem deliciosa, namoramos um mês e pediu um tempo!
Ao chegar nos fins do dezoito, eu concluí que não tinha maturidade para segurar relacionamentos apesar da responsabilidade que carregava há muito. A Sílvia que arrumara o Torres e o Barros para mim e quando era minha vez de procurar não dava certo. O corpo não ajudava e eu era visto como adolescente e não adulto apesar da idade no documento. Isto afastou a mulherada. No caso dos homens, eu vivi sexo casual e também não estava muito animado em fixar uma pica no cu numa idade ainda para novas descobertas. A Sílvia, vendo a coisa ficar crítica, resolveu dar uma mãozinha. O certo: eu estava indefinido e não sabia qual das 3 estradas seguir. Segue o conto.
❤️ Contos Eróticos Ilustrados e Coloridos ❤️👉🏽 Quadrinhos Eroticos 👈🏽
Comentários (0)