Meu cabacinho
Vou iniciar meu relato escrevendo que sempre fui muito safadinha. Sou a caçula e tenho cinco irmãs sendo que a mais nova antes de mim, é cinco anos mais velha que eu. Meu aniversário de quatorze anos parece ter sido o tiro de largada pela disputa de meu cabacinho entre meus cunhados. No aniversário de meu pai, a casa estava cheia, gente dormindo em cada cantinho do casa. Eu tive que abrir mão da minha cama para a minha irmã mais velha que estava grávida. Fui dormir no chão da sala ao lado da minha irmã e de seu marido Paulinho, o mais reservado entre meus cunhados ou o que provou ser o mais sonso entre eles, pois era o que nunca brincava ou falava besteira sobre o meu corpinho. O carrinho com meu sobrinho estava estacionado a nossos pés, meu cunhado junto a parede, minha irmã ao lado dele e eu ao lado dela, estávamos quase todos quase pegando no sono, quando minha irmã teve que levantar pois o menino começou a chorar, ela percebendo que a criança estava com fome, o levou para cozinha para dar de mama e meu cunhado safado, rolou para o meu lado e encostou a piroca dura na minha bunda e começou a se esfregar em mim, foi o suficiente para eu pegar a pica adulta e começar a punheta-la, o taradinho sussurrou no meu ouvido: Sandinha por que você não mama. Não precisou falar de novo, enquanto meu sobrinho mamava na minha irmã, eu mamei pela primeira vez o cacete de seu pai. Mas meu cabaço continuou sendo disputado, Paulinho era o franco favorito, pois ficava sempre na dele e depois da chupeta, nem ria quando os outros falavam dos meus peitinhos durinhos ou de minha bundinha carnuda. Próximo dos feriados da semana da Pátria, quando sabíamos que a casa voltaria a ficar lotada por morarmos no litoral e minhas irmãs na capital, minha mãe que não é boba, acho que já desconfiada de alguma coisa, resolveu mandar-me passar uns dias na casa de tia Clara, a irmã solteirona de meu pai que também é minha madrinha. Naquele ano, fiz o caminho inverso de toda a família, eles indo para minha casa no Litoral e eu indo para a casa da madrinha no interior. Tia Clara morava em um apartamento de dois quartos, um dos quais tinha transformado em escritório e no quarto que ela dormia havia uma só cama de casal e já na primeira noite, dormi abraçadinha com ela sem ainda conhecer seus segredos, retribui seus carinhos sem qualquer conotação sexual, mas quando ela me acordou sentada ao lado da cama alisando minhas nádegas, meu cuzinho piscou, disfarcei e sentei na cama e ela colocou a bandeja no meu colo e sorriu para mim, nesse instante, olhei dentro de seus olhos e li suas intenções, mas com medo de estar interpretando mau a atenção daquela mulher quarentona mas ainda com um corpo cheio de curvas, não falei nada, mas passei a notar que ela não perdeu uma oportunidade me alisar no ombro, no braço e quando passou os dedos na minha nuca, o arrepio que sofri, fez com que eu derramasse café na penhoar, ela mais do que depressa, tentou impedir que o liquido quente queimasse meus peitinhos, os segurou com as duas mãos e nos encaramos, eu acabara de descobrir o que jamais eu ou qualquer outra pessoa de minha família poderíamos desconfiar, tia Clara gostava de uma novinha e para que não restasse dúvida, ela ainda segurando meus seios me beijou lascivamente, o fogo baixo que a muito estava acesso na minha bucetinha virgem, transformou-se em uma grande fogueira e eu correspondi a seu beijo. Clara, tirou a bandeja do meu colo e me conduziu pela mão até a ducha, acompanhando com brilho no olhar eu me despir enquanto ela fazia o mesmo. Em baixo da ducha a madura mamou em meus peitinhos mostrando toda sua técnica me levou a um estado desesperador por meu primeiro gozo, mas a sacana sabia como alternas as mamadas e as passadas de dedo no meu grelo, mantendo-me tesuda sem gozar e me levou para cama, onde me deitou, levantou meus joelhos, abriu minhas pernas e mergulhou entre elas, aquela primeira passada de língua na minha racha e meu gritinho safado que dei , jamais esquecerei, foi como um choque de alta tensão, desesperada segurei a cabeça da chupadora em minha primeira penetração. A língua de minha sedutora abriu meus lábios vaginal fazendo eu sentir cada milímetro dela e eu tive meu primeiro orgasmo profundo em que meu corpo se debateu enquanto eu segurava aquela cabeça com medo de perder aquela língua deliciosa. Durante aquele estado pós gozo, beijei minha fodedora como uma faminta e senti o gostinho de minha buceta naquela língua gostosa quando a chupei naquele beijo demorado. Por razões que só entendi bem mais tarde, Clara segurou-me quando eu me preparava para chupa-la e ela me ensinou como gostava de ser masturbada, abriu suas pernas e eu encontrei seu grelo duro como pedra, enquanto eu a mamava, ela me orientava de como fazer com os dedos e onde e eu a levei a um gozo forte. Ver aquela mulher gozar nos meus dedos foi intenso e excitante, eu queria gozar novamente e a experiente não se fez de rogada quando implorei a ela para continuar me fodendo. Clara não deixou de tocar meus pontos críticos em um só instante, enquanto sussurrava sacanagem no meu ouvido e quando eu já estava novamente desesperada ela virou o corpo na cama, trancou nossas pernas e encostou sua buceta molhada na minha que já estava ensopada, nos esfregamos gemendo como duas doentes e tivemos nosso primeiro gozo juntas. Tia Clara passou o feriadão inteiro me comendo, só me deixando chupava quando percebeu que eu estava preparada para faze-lo, ensinando-me todos os truques da arte. No final do período voltei para casa ainda com meu cabaço para continuar a disputa de meus cunhados.
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