Leite Ninho – O Fim de Semana que Mudou Tudo
Meu primo que tinha me ensinado a bater punheta me chamou para passar um fim de semana com seus amigos e acabei viciando um deles no meu leitinho
Desde novinho eu já sabia o que era tesão de verdade. Meu primo, seis anos mais velho, tinha sido o responsável por me iniciar. Tudo começou no sítio do vô, quando a gente dividia o mesmo quarto nas férias. Ele tinha o pau já grande e grosso pra idade, e eu ainda com o piruzinho fino e sem pelo nenhum.
A primeira vez foi inocente: ele me ensinou a bater punheta. Depois veio a mamada mútua. Logo ele estava chupando meu pauzinho com vontade enquanto eu tentava enfiar o dele na boca. Com o tempo a coisa evoluiu. Ele me comeu pela primeira vez numa noite quente de verão, deitando por cima de mim, cuspindo na mão e empurrando devagar até eu sentir o pau dele abrindo meu cu. Doeu um pouco no começo, mas depois virou um prazer fodido. E o mais safado: ele sempre deixava eu meter nele também. “É justo, né?”, ele dizia rindo, enquanto eu enfiava meu piruzinho na bunda dele e gozava seco rapidinho.
A gente continuou assim por anos. Sempre que dava, no sítio, na casa dele quando os pais viajavam, até no banheiro da casa da família em algumas festas. Era nosso segredo. Ele me tratava como irmão mais novo na frente de todo mundo, mas quando ficava sozinho comigo virava um puto safado que adorava me ensinar coisas novas.
Quando ele fez 20 anos e eu já estava com 14, ele me chamou pra passar o fim de semana no sítio do vô junto com três amigos dele da mesma idade. Meus pais deixaram porque confiavam nele. No caminho, ele avisou baixinho:
— Eu apronto com esses caras também… mas eles não sabem nada sobre nós dois. Fica na sua, mas se rolar alguma coisa, só deixa acontecer.
Chegamos, tomamos banho de piscina o dia inteiro. Eles bebendo cerveja, eu só refrigerante. Risada, zoação, tudo de boa.
À noite, depois do jantar, a gente se jogou no sofá grande da sala pra assistir um filme de ação. A luz azul da TV iluminava os corpos. Meu primo, já com uma cerveja a mais, quebrou o silêncio de repente:
— E aí, galera… bora bater uma punheta?
Os três amigos congelaram. O Rodrigo foi o primeiro a reclamar:
— Mano, tá doido? O Leo tá aqui, caralho!
Meu primo sorriu, olhou pra mim e falou alto:
— Relaxa. O Leo já bate punheta melhor que vocês três juntos. Pode crer.
Eu senti o rosto queimar de vergonha e tesão ao mesmo tempo. Meu pauzinho já estava duro dentro do short. Um por um, os caras foram abaixando as bermudas. Quatro rolas grossas, grandes, de homem de 20 anos apareceram na sala. Eu tirei a minha também. Meu pau, ainda fino, sem muito pelo, ficou ali no meio deles, bem durinho.
O Danilo foi o primeiro a se mexer. Ele se ajoelhou na minha frente, segurou meu pau com a mão quente e enfiou na boca de uma vez. A sucção foi forte, molhada, gulosa. Ele chupava como se estivesse com fome há dias. A língua girava na cabeça, descia até as bolas e voltava. Eu gemi sem conseguir segurar.
— Porra… olha o Danilo já mamando o moleque — alguém riu.
Logo os outros quiseram provar. Meu primo ficou só olhando no começo, sorrindo orgulhoso. Um por um, os três amigos mamaram meu pauzinho. Mas nenhum chegava perto do Danilo. Ele era insaciável. Assim que eu gozava na boca dele — jatos finos mas fortes de porra de adolescente —, ele engolia tudo, lambia os lábios e voltava a chupar pedindo mais.
— Me dá mais leitinho, vai… — ele murmurava baixo, só pra eu ouvir.
Os caras começaram a zoar pesado:
— Olha o Danilo, mano! Vou começar a te chamar de Leite Ninho kkk
— Leite Ninho? — o Danilo perguntou tirando meu pauzinho da boca
— Sim, porque tu tá doido por leite de criança kkk — todos riram da piada.
Ele nem ligava. Só gemia e chupava mais fundo, quase engasgando no meu pau.
Eu também chupei todos. O pau do meu primo eu já conhecia de cor: grosso, veioso, com gosto familiar. Os outros eram diferentes — um mais curvado, outro com a cabeça bem inchada. Mas foi o Danilo que eu mais curti. O pau dele era grosso, cheiroso, e ele gemia alto toda vez que eu descia a boca até o fundo.
Depois da roda de mamada veio a putaria geral: punheta dupla, esfrega de rola contra rola, beijos molhados com gosto de porra. Mas ninguém metia ainda.
Até que meu primo me puxou pro centro da sala.
— Vem, Leo. Mostra pra eles como a gente faz de verdade.
Ele abaixou a bermuda, ficou de quatro no sofá e abriu a bunda. Eu cuspi na mão, passei no meu pauzinho e empurrei devagar. O cu dele já estava acostumado comigo. Entrei fácil. Comecei a meter ritmado enquanto os três amigos assistiam em silêncio, rola na mão, batendo devagar.
Depois trocamos. Meu primo me virou de quatro, cuspiu bastante no meu cu e enfiou o pau grosso dele. Eu gemi alto. Ele metia fundo, segurando minha cintura, batendo a virilha na minha bunda com barulho molhado. Os caras ficaram olhando tudo, sem piscar.
— Caralho… que safado — murmurou um deles.
Quando terminamos, suados e ofegantes, o Danilo me puxou pelo braço pra varanda dos fundos, onde a luz não chegava.
— Leo… eu quero mais — ele sussurrou.
Ele abaixou a bermuda, ficou de quatro no chão de madeira e abriu a bunda com as duas mãos. O cuzinho dele era rosado, apertado. Eu cuspi bastante, posicionei meu pau ainda molhado da porra do meu primo e empurrei. Ele gemeu baixo, mordendo o próprio braço.
— Vai devagar… porra, é apertado…
Eu segurei na cintura dele e comecei a meter. Cada vez mais fundo, mais rápido. O cu do Danilo apertava meu pauzinho como se não quisesse soltar. Ele tremia inteiro.
— Me enche… me dá leitinho dentro… — ele pedia baixinho.
Eu gozei forte, jorrando porra quente bem no fundo do cu dele. Fiquei ali pulsando até esvaziar tudo.
Naquela noite eu comi o Danilo mais duas vezes: uma no banheiro, rápido e nervoso, e outra de madrugada, quando todo mundo dormia. Ele sempre queria mais. Sempre pedia meu leitinho.
E o apelido “Leite Ninho” pegou pra sempre. Até hoje, quando os caras se encontram, alguém solta:
— E aí, Leite Ninho? Ainda tá tomando leitinho de criança?
E todo mundo ri, sabendo exatamente do que se trata.
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