#Gay #Incesto #Sado #Teen

Escravo Familiar: Capítulo 23 (Uma Nova Felicidade)

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Tártaro

Era por volta das 8:00 quando acordei. Papi estava aconchegado em mim na cama, ainda dormindo.

Sua respiração calma e seu aconchego me alegravam. Senti uma pressão na bexiga e uma forte vontade de usar o banheiro. Dei uns tapinhas no braço de papai pedindo para que ele me deixasse levantar. Ele resmungou um pouco, protestando, mas me libertou de seus braços.

Saí da cama e fui correndo para o banheiro. Ao entrar, sentei na privada e despejei a urina, que estava segurando por um tempo que parecia menor do que realmente era.

Xiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii

Levantei-me, dando descarga e me secando. Lavei as mãos e saí do banheiro, voltando para o aconchego dos braços de papai.

...

Um tempo depois, papai despertou. Olhei no relógio; eram 10:00.

— Já está acordada, minha flor! Papai me disse, beijando-me o pescoço.

— Sim, papai.

Ele continuou a beijar-me o pescoço, alisando minha pele nua do peito e da barriga. Aconcheguei melhor minha bunda nua no seu quadril, buscando sentir seu cacete.

Papai sorriu para mim quando acomodei minha bunda no seu pau, fazendo com que ele alisasse meu rego suado.

Papai, sorrindo, deu uma reboladinha, esfregando seu delicioso cacete, que começava a ganhar vida.

— Parece que alguém acordou querendo pica. Papai falou baixinho no pé do meu ouvido.

— Sonhei com você hoje, papai.

— A foi é? Conta para papai como foi, que aí poderei realizar seu sonho.

— Sonhei com você me levando para comprar roupas novas, principalmente novas calcinhas. Na loja, depois de algum tempo que chegamos, você pediu para eu experimentar algumas lingeries. Compramos algumas, mas o que mais marcou o sonho foi você estourando-me o cuzinho, pedindo para eu não fazer barulho para não sermos pegos.

— Que delícia, minha putinha. Quer dizer então que você tem fetiche em ser fodido em lojas? Papai perguntou-me.

— Fantasia, papai! Eu tenho essa fantasia.

— Vamos fazer o seguinte então: agora de manhã papai faz amor com você, levantamos e tomamos nosso café. Você avisa sua mãe que vamos sair e que não temos horário para voltar. Papai vai te levar para comprar algumas coisinhas novas, para poder atiçar os machos da família e a mim. E aí realizamos essa sua fantasia hoje. O que acha da ideia? Papai perguntou-me, dando vários beijos na minha boca.

— Eu topo, e vai ser bom mesmo você me torar agora de manhã, estou bastante fogoso.

— Ah, minha putinha, papai vai apagar seu fogo rapidinho e te dar muito leite paterno. Argh!

Papai rosnou para mim, dando-me mordidinhas de brincadeira. Em seguida atacou minha boca, dando-me um beijo de língua molhado e demorado. Ele passeava com a boca pelo meu pescoço, beijando, mordiscando, lambendo e me tirando gemidos baixos e manhosos.

Foi descendo com a boca para meus peitos, beijando e lambendo, até chegar nos meus mamilos, que, com a provocação de papai, estavam duros.

Papai segurou meu peito com uma das mãos e aproximou seus lábios do meu mamilo esquerdo, e o sugou, fazendo-me tremer e gemer de excitação.

— Aaaah!

Depois foi para o direito, repetindo os mesmos movimentos. Eu enfiei os dedos nos seus cabelos crespos, afundando seu rosto na minha pele, para expressar toda a excitação que eu estava naquele momento.

Em seguida, papai saiu dos meus peitos e foi se dirigindo para a minha barriga suada. Desceu intercalando beijos e lambidas o caminho de penugem da minha barriga. Enfiou gostoso a ponta da sua língua áspera e molhada na cavidade do meu umbigo, fazendo-me sentir uma fisgada gostosa no meu cacetinho duro.

Papai o segurou com uma das suas mãos grandes e macias e passou a masturbar-me, tirando-me gemidos de total êxtase.

— ãããã! Eu gemia fininho e baixinho, arqueando as costas, apertando meus mamilos duros e envolvendo minhas pernas em volta do seu pescoço.

Em seguida, ele abaixou sua cabeça e, expondo a cabeça rosa do meu cacetinho grosso, começou a chupar.

— Huuuummmmm! Gemi, sentindo sua deliciosa boca quente me chupando.

Sua boca quente e molhada abraçava minha pica como um cachecol de veludo. Ele desceu sua cabeça até fazer seus deliciosos lábios tocarem no meu púbis, fazendo seu ralo bigode e sua rala barba grossa rasparem minha pele fina.

Em seguida, pegou em minhas mãos, colocando-as atrás de sua cabeça, olhou-me no fundo dos meus olhos, com uma carinha de pidão, de cachorro abandonado, e pediu-me com a boca cheia:

— Fode seu cacete com minha boca e garganta.

Ah!, naquele momento eu abri um belo sorriso para ele e segurei firme com as duas mãos sua cabeça, deixando-a imobilizada.

Preparei meu quadril e comecei lentamente a subir e descer, entrando e saindo da sua boca quente e molhada, chegando a penetrar até sua garganta.

Papai delirava, apertava as mãos no lençol da cama. A essa hora, o nosso cobertor já se encontrava há muito tempo no chão frio do quarto.

Ainda segurando firme em sua cabeça, passei a aumentar a velocidade das estocadas, fazendo-o babar cada vez mais.

— Isso, meu papai, chupa gostoso o cacete do seu filhote.

Logo comecei a foder forte sua garganta.

PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC...

— Aaaah!, Huuuummmmm!, Assim!, Ôôô!, Chupa meu cacete grosso, papai. Huuuummmmm!

PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC...

Eu fodia sem pena a maravilhosa boca do meu pai, sentindo a maciez e a umidade que faziam meu cacete brilhar. Até que explodi fartamente em sua boca.

PFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFF

Papai engoliu cada gota de porra que saiu do meu pênis. Lambendo-o em seguida para não desperdiçar nenhuma gota.

Depois que ele engoliu, ele segurou nos meus tornozelos e ergueu minhas pernas, fazendo-as encostar no colchão do lado da minha cabeça. Nessa posição, ele teve total acesso ao meu cuzinho lisinho.

Não perdendo mais tempo, papai meteu sua boca quente, enfiando fundo sua língua no meu cu, tirando-me mais gemidos de prazer.

— Huuuummmmm!

Sua língua úmida passeava pelo interior do meu cu, deixando tudo molhado, alargando o caminho para que sua deliciosa pica em breve pudesse entrar.

Papai cuspiu fartamente dentro do meu rabo e em seguida enfiou um, dois dedos, entrando e saindo, rodando de um lado para o outro. Eu gemia sempre baixinho, aproveitando cada movimento que ele fazia.

Logo, ele se ergueu, deixando-me na mesma posição, com o tronco um pouco elevado, junto com a bunda e as pernas, e a cabeça e o pescoço apoiados no colchão da cama. Segurou em seu pau duro, cheio de veias e sem preservativo, mesmo, e sem lubrificante algum, a não ser sua saliva, que escorria no meu cuzinho. Ele apontou a cabeça da sua pica na entrada do meu cuzinho, pincelou delicadamente e, em seguida, começou a forçar a entrada, tirando-me gemidos entrecortados.

— Aaah! AA! Alguns gemidos falhavam por conta da posição.

Seu membro me invadia lentamente; papai gemia mais alto e grosso:

— AAAAAÃH!

Quando ele me penetrou até as suas bolas baterem nas minhas nádegas, ele esperou um pouco para meu cuzinho se acostumar.

Ofegando, ele começou a bombar lentamente.

PLOC PLOC PLOC PLOC

Ele subia e descia sua virilha de encontro com a minha bunda, seu pau entrava e saía ritmado, massageando vigorosamente minha próstata. Papai rodou um pouco seu membro dentro de mim, permitindo que ele ficasse de lado, com seu delicioso pé 40 largo e com um cheiro leve salgado de chulé, pisou na minha cabeça e voltou a foder.

PLOC, PLOC, PLOC, PLOC, PLOC, PLOC, PLOC, PLOC, PLOC

— HUUUUMMMMM! Ele gemia alto e grosso. Seus gemidos me arrepiavam; era um som de extremo prazer. Nunca tinha escutado antes papai gemer naquela intensidade, e eu queria escutá-lo gemer cada vez mais, então comecei a rebolar no seu cacete, fazendo-o gemer ainda mais.

PFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFF

Gozamos juntos.

...

Um tempo depois, papai saiu de cima de mim, eu me levantei.

Papai me pôs em pé fora da cama, estendeu-me a mão, peguei-a e ele me conduziu para o chuveiro.

...

Depois do banho, nos trocamos. Papai avisou minha mãe que iríamos sair naquele momento pelo celular, por meio de mensagem.

Separamos uma roupa da mesma cor; papai queria sair combinando comigo hoje. Ele escolheu uma roupa vermelha para nós, calça e camisa para ele, e um short curto e uma camiseta baby look para mim.

Tênis branco para ambos. Papai colocou um relógio grande de ouro no pulso e em mim devolveu a minha coleira cravejada com ametista, que meu padrinho me presenteou e que eu sempre usava.

Passamos um perfume e papai pegou carinhosamente na minha mão e saímos do quarto em direção à garagem.

...

Papai tirou o carro da garagem; sentei-me no banco do carona a seu lado, colocando o cinto de segurança.
— Você está um tesão com essa roupinha. Papai me disse.

— Você também, papai!

Ele sorriu, dando-me um beijo na boca. Passou a marcha no carro e partimos.

...

Cerca de 45 minutos depois, chegamos ao centro da cidade vizinha, onde era cheio de lojas de roupas. Papai estacionou na rua, retirou seu cinto de segurança e saiu do carro. Eu retirei o meu e esperei meu papai cavalheiro abrir a porta do carro para mim.

Ele deu a volta e abriu a porta; dei a mão para ele me ajudar a sair do carro. Em seguida, fomos a pé passear de loja em loja.

...

Papai me levou até uma sex shop; foi nossa primeira parada. Ao entrarmos, fomos atendidos por uma moça morena alta que usava uma roupa justa.

— Olá, bom dia, tudo bem? Meu nome é Francielle. No que posso ajudá-los?

— Eu trouxe meu filhote para comprar umas lingeries novas. Pode mostrar para ele, e o que ele quiser eu levo.

— OK, senhor, venha, querido.

— A atendente da loja me levou para uma parte onde tinha lingeries masculinas, jockstraps, algumas tanguinhas e até asa deltas.

Gostei de duas fio dental: uma branca com correntes nas laterais e outra preta transparente com aplicação de spikes.

Papai estava andando pela loja, e o vi de relance separar um vibrador em formato de varinha e alguns lubrificantes.

Fui para uma arara de fantasias, onde encontrei uma de gatinho, preta e roxa. Vinha com as orelhas, um plug anal de rabinho, prendedores de mamilos, algemas de pelúcia e um chicote de nylon.

— Eu quero essa; meu senhor vai ficar encantado quando eu a colocar.

— Vou separar para você. A atendente disse-me.

Um tempinho depois, papai veio ao meu encontro.

— Achou algo que gostou? Ele disse-me, com uma cestinha na mão com vários lubrificantes, um vibrador de varinha e um plug anal.

— Sim, você me chama tanto de gatinha que comprei uma fantasia para usar com o senhor.

— Que delícia, minha princesa, não vejo a hora de te ver usando. Que cor você comprou?

— Roxa, ela vem com algemas de pelúcia, um plug de rabinho, orelhas, prendedores de mamilos e um chicote de nylon.

— Uau, que safadinha você está. Papai não vê a hora de te ver usando essa fantasia e usar esses brinquedos em você.

— Eu também, papai!

A atendente voltou com uma sacolinha com as minhas compras; papai colocou o que ele havia pegado junto e pediu para ela fechar a conta.

...

Alguns minutos depois, saímos da loja e papai me levou para uma outra de roupas comum.

Ele se aproximou de mim e disse no meu ouvido:

— Só vamos entrar nessa loja para eu te foder no provador. O que achas?

— Quero. Essa compra que fizemos me atiçou de novo.

— Então vem, Fogosa, vamos para o provador. Pega alguma peça para disfarçar.

Peguei a primeira peça que vi da área masculina e fui para o provador, com papai me seguindo.

....

Entramos discretamente juntos no provador. Papai foi logo retirando minha blusa e me beijando intensamente. Ele enfiava a língua na minha boca enquanto apertava minha bunda e abria meu chortinho. Ajudei ele a retirar suas roupas e deixamos elas jogadas no chão do provador.

Papai me fez agachar no chão e expôs seu delicioso cacete para mim. Segurei firme, expondo a cabeça rosa da sua pica, e a cheirei.

Fssssssssssssss

Nossa, que delícia! Sua pica estava quente e suada, o cheiro estava razoavelmente forte, o que poderia nos denunciar, mas não nos importamos.

Chupei com gosto a pica do meu papai, ele segurava na minha cabeça, ajudando-me a controlar o ritmo da mamada. Eu fazia vai e vem com a boca chupando, deixando seu membro brilhando com minha saliva.

Papai estava com a expressão de tesão absurdo. Sua cabeça estava jogada para trás, encostada na parede do provador, expondo seu delicioso pomo de Adão. Sua boca estava aberta em formato de Ó, sem emitir som; seus olhos estavam fechados e apertados.

Enquanto isso, eu saía da sua pica dura e descia para seu saco, chupando suas bolas penduradas, pentelhudas, dando um bom banho de saliva nelas.

Levantei seu saco e lambi a região da próstata; papai se virou em seguida e me ofereceu seu delicioso cu peludo rosado. Meti fundo minha língua nele, fazendo-o se contorcer.

Eu enfiava minha língua fundo dentro do seu cu, babando, rodando, entrando e saindo, fodendo com minha língua molhada e macia.

Papai então puxou minha cabeça, retirando-me do seu cu. Virou-se e me mandou sentar no chão do provador.

Sentei-me e, ele, com seu delicioso pé descalço e com chulé, passou a esfregá-lo na minha cara.

Eu o devorava, cheirando e lambendo; papai passava o outro pé no meu pau, esfregando, até eu gozar.

Depois ele me ergueu e, pondo-me de costas para ele, apoiado na parede do provador, ele empinou minha bunda, se agachou, chupou e lambeu meu cu, me tirando gemidos.

— Huuuuuuuuuum! Gemi baixinho para não dar bandeira.

Papai não perdeu tempo, levantou-se e pincelou seu cacete na entrada do meu cu e começou a forçar.

— Huuuummmmm!

— Xiiiu! Não geme alto, vai nos trazer problemas.

Ele disse isso e cravou fundo no meu rabo.

— Filho da puta, vai com calma! Eu disse.

Ele mordeu meu ombro como punição pelo que eu disse e começou a bombar no meu cu.

PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC...

— Huuuuuuuuuum! Gemiamos baixo juntos. Eu rebolava para ele, enquanto ele metia forte e ritmado no meu cu, segurando em minha cintura.

PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC

20 minutos depois, gozamos juntos, sujando um pouco a cortina do provador.

— Huuuummmmm! PFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFF.

Gememos baixinho e gozamos.

...

Nós nos trocamos e saímos do provador discretamente. Devolvemos as peças que pegamos de volta à arara de roupas e saímos da loja.

Pedi para papai me levar para comer; estava com fome depois de tanto exercício.

Paramos em uma lanchonete; pedi um misto-quente e um suco de uva, papai me acompanhou com o mesmo pedido.

Quando chegou o pedido, devoramos em segundos. As atividades do dia foram tantas que precisávamos repor as energias.

...

Por volta das 18:00, voltamos para casa. Papai, quando colocou o carro para dentro, me avisou:

— Deixa o que compramos no quarto e vai visitar sua mãe.

Subi para o quarto em que eu e papai dormíamos e deixei as fantasias que compramos.

Desci novamente as escadas e fui visitar mamãe.

— Eita, vocês demoraram, já comeram? Mamãe perguntou-me.

— Comemos um lanche na rua. Como foi seu dia, mãe?

— Bem, querido, tem bolo na geladeira se quiser um doce.

— Oba!

Fui para a cozinha e abri a geladeira, peguei um pedaço do bolo de chocolate que mamãe fez e o devorei em alguns minutos.

— Mãe! Gritei da cozinha. Vou indo, depois nos falamos. Preciso tomar banho, estou sujo.

— Tá bom, amor, até amanhã!

— Até, boa noite!

— Boa noite!, querido.

Fui de volta para casa.

...

Quando subi para o andar de cima de casa, encontrei papai já pelado me esperando pro banho.

— Hora do banho, minha flor.

Retirei minhas roupas e entrei no banheiro. Papai veio logo atrás.

...

Depois do banho e ainda pelados, eu e papai fomos para sua cama.

— Vai ter descanso ainda não, meu dengo, vou te macetar mais uma vez.

— Eita, papai, é a terceira do dia!

— Ué, não estava toda fogosa agora há pouco?

Me joguei pelado na sua cama, mas papai não subiu em cima de mim.

— Tenho outra ideia e não vai ser assim, não. Agora quem vai dar o cuzinho vai ser eu, então pode levantar, e eu quero ver você com a fantasia de gatinha que compramos.

Levantei-me e peguei a sacola com as fantasias, o brinquedo novo que papai comprou e os lubrificantes.

Comecei a colocar a fantasia de gatinha na sua frente. Primeiro coloquei as orelhas, depois a coleira por cima da minha de hormônios, joguei o chicote de nilon para ele e peguei o plug anal de rabinho.

Chupei o aço frio do plug, e em seguida passei um pouco de lubrificante no plug e no meu cuzinho. Em seguida virei a bunda para papai e a empinei, mostrando meu cuzinho. Comecei então a introduzi-lo lentamente, fazendo papai se masturbar assistindo.

Quando terminei de me arrumar, olhei para ele:

— Miau!

— Vem, gatinha do pai, papai vai te estourar o rabinho.

Beijei meu pai na boca e já fui logo descendo para seu pênis, não queria perder tempo.

Seu pau já estava duro e pingava o pré-gozo; comecei a chupar a cabeça rosa redonda, tirando suspiros da sua boca.

— aah!

Papai segurou firme na minha cabeça e começou a foder minha garganta.

PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC

Em seguida, saiu de dentro dela sem gozar, oferecendo seu cuzinho peludo.

Caí de boca, sugando forte, fazendo-o gemer.

— Huuuummmmm! Huuuuuuuuuum!

Papai rebolava igual a uma puta, dei alguns tapas nas suas nádegas e pincelei meu pai na entrada do seu cu.

Apontei a cabeça na entrada e comecei a forçar.

— Huuuummmmm! Papai gemia alto.

— Cuidado com meu cuzinho, gatinha.

— Não queria pica, papai? Então toma!

Cravei gostoso no seu rabo e comecei a foder.

PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC

Estávamos suados, as nossas peles se grudavam e pediam arrego, já que fodemos incansavelmente por longos tempos.

Não durei muito e gozei fundo dentro dele.

Pffff!

Saí de dentro de papai e sugeri:

— Papai, estou cansado e, como o senhor viu, gozei rápido. Que tal mudarmos de tática? Vamos brincar de outra forma.

— Tudo bem, meu bebê, papai também está desgastado. Tenho uma ideia: vamos brincar com nossos pés, roupas íntimas e nossos calçados, ok?

— Tá bom!

Saí de trás de papai e ele se deitou na cama de frente, todo esticado.

Fui para seus maravilhosos pés 40 largos, estavam com um bom chulé igual ao que eu gostava.

Peguei seu tornozelo, erguendo seu pé, e o cheirei.

Fssssssssssssss

Comecei a passar ele pela minha cara, depois comecei a chupar e lamber. Primeiro cheirei suas solas, FSSSS! Depois, entre seus dedos, FSSSSS! Depois, comecei a chupar seus dedos, um por um.

Lambi suas deliciosas solas grossas e chulezentas, depois repeti tudo no outro pé.

Logo em seguida, papai se levantou e buscou suas meias e cuecas sujas, suadas, e começou a esfregar na minha cara.

— Senti o cheiro do seu macho, sente! É desse cheiro que eu sei que você gosta.

Eu aspirei fundo suas roupas íntimas sujas, FSSSSS, deliciando-me com o cheiro de macho que elas tinham. Papai as largou e foi buscar o tênis que passou o dia todo com ele no seu pezão.

Puxou a lingueta e, segurando na minha cabeça, enfiou o tênis no meu nariz.

— Cheire! Ele ordenou.

— FSSSSS!

Papai pegou uma fita daquelas prateadas autocolantes e prendeu o tênis com chulé no meu nariz.

Depois pegou a cueca que ele passou o dia inteiro usando, colocou-a do lado do avesso, com a parte onde protegia seu cuzinho rosado, e a enfiou na minha boca, com a parte onde acomoda o cu na minha língua; em seguida, passou a fita, fixando tudo.

Ele foi para trás de mim e me virou de barriga para cima. Começou a estimular meu cacetinho até ele ficar duro, depois passou um lubrificante e pegou o açoite, subiu em cima de mim, arrumou meu cacete no seu cu e sentou.

— Huuuuuuuuum Ele gemeu.

Em seguida, começou a quicar, cavalgando loucamente no meu cacete, gemendo.

— Huuuuuuuuuum.

Ele rebolava, erguia seu quadril com as mãos para trás e quicava frenético.

PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC

Com os estímulos, gozei mais uma vez dentro dele.

PFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFF

Papai saiu de cima de mim, retirou o tênis do meu rosto vermelho e desabou ao meu lado.

...

Levantamos depois de um tempo. Exaustos, encaminhamo-nos para o chuveiro.

No banho, papai disse que queria mijar dentro de mim. Agachei-me aos seus pés e abri a boca, com o pau meia-bomba apontado para minha boca. Papai soltou seu delicioso mijo, quente, salgado e de coloração clara.

Terminamos de tomar banho e papai desligou o chuveiro.

Pegamos a toalha e nos enxugamos. Eu estava muito exausto, saí do banheiro e olhei o relógio: 23:59.

Porra, estava muito tarde, estava imensamente cansado.

Deitei-me na cama; papai saiu do banheiro e veio se deitar atrás de mim. Beijou-me no pescoço, aconchegando-se em mim, e disse-me no pé do ouvido:

— Boa noite, gatinha do papai!

— Boa noite, papai!

E assim me aconcheguei no seu peito e deixei que a escuridão me tomasse.

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