#Assédio #Gay #Voyeur

Meu inimigo ganhou a disputa e se tornou capitão do time de futebol, mas reviravoltas acontecem…

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André

Descobri que meu rival do futebol era uma putinha

Cresci jogando bola desde cedo no campinho perto de casa com os mulekes, o que me deu um corpo legal sou moreno, 1,80, barriga sarada, coxas grossas e um volume que ostento com orgulho na frente que chama a atenção. Me chamo André, tenho 22 anos, sempre fui bom de bola, acabei entrando em um time do meu bairro para jogar alguns campeonatos, nesse time tinha um mano chamado Lucas que sempre foi meu rival por ser um excelente jogador também, toda menina que eu ficava afim ele ia atrás em uma espécie de joguinho para mostrar quem era o Alpha da parada e eu fazia a mesma coisa, já chegamos até a discutir algumas vezes.

Ele também era alto um pouco mais baixo do que eu 1,77 de altura, branquinho, olhos verdes, cabelo loiro toda pose de galã, também era sarado, coxas grossas, um pau também volumoso e ainda ostentava uma bundinha grande durinha pelos anos de esporte que fazia sucesso com as meninas. Ele tinha a cara limpa, já eu usava um bigodinho safado de malandro. Estava chegando a época dos campeonatos e o capitão da equipe ainda não havia sido escolhido, a tensão Lucas e eu estava grande dentro e fora do campo. Como as duas estrelas do time que éramos, a posição de capitão estava entre a gente. Todos consideravam que provavelmente eu seria o capitão, pois realmente era o melhor. Até os parças dele davam o braço a torcer, embora com muita raiva. Meus amigos já até zoavam me chamando de capitão e isso deixava ele e a galera dele enfurecidos. Depois do treino do dia em que aconteceu os episódios deste conto, nosso treinador, um moreno alto de 1,85, careca, jogador profissional que largou a chuteira pra se dedicar a outra atividade, chamou todo mundo no centro do campo para fazer o anúncio.

- Bora menininhas, ta na hora de anunciar o capitão de vocês desse ano. - Ele falava com voz grossa e impondo ordem, sua figura era de respeito. - Parabéns, Lucas.

Não contive minha expressão de choque e decepção. Na verdade, nem acreditei que aquilo estava acontecendo. Apesar dele ser um bom jogador, todo time ainda achava que eu era melhor e merecia mais a posição. Ele se levantou sorrindo e olhando para a minha cara com um certo deboche e começou a agradecer todo mundo que o cumprimentava, levantei e decidi não dar os parabéns na hora. Fui até o vestiário peguei minhas coisas e fui embora sem tomar banho mesmo, sai rápido só queria f1 para relaxar.

- Fala mano, ficou chateado com a escolha do treinador? - Disse Arthur, meu colega de time chegando na pracinha perto do centro esportivo onde a gente treinava e eu estava sentado fumando o beck.

- Foda mano, pensava que seria eu, coloquei maior expectativa. Agora é aturar a soberba daquele babaca. - Disse passando o skank para ele, que apenas sorriu e balançou a cabeça em concordância.

Fui pegar meu celular para ver as horas e lembrei que tinha deixado em cima do banco perto do campo. Na pressa pra sair dali, nem lembrei de pegar. Chamei Arthur pra voltar comigo e procurar, mas ele não quis ir, pois tinha que estar em tal lugar em 10 minutos e realmente não podia se atrasar.

Pedi pelo menos o celular dele emprestado para quando chegar lá, ligar pro meu e ficar mais fácil de achar quando tocasse. Claro que ele relutou muito, pois emprestar um celular assim é foda. Mas como confiava em mim acabou me falando qual era a senha de desbloqueio e me entregou. Prometi que iria deixar na casa dele assim que encontrasse o meu e fui correndo pro campo.

Chegando lá, já não tinha mais ninguém. Felizmente, nem precisei ligar, pois o celular estava exatamente onde imaginei que estaria. Quando ia dando meia volta, percebi que a luz vestiário estava acesa, pensei que alguém poderia ter esquecido e resolvi ir até lá apagar.
Escuto o barulho de água caindo então penso em voltar já que alguém ainda estava tomando banho, mas algo me fez parar: escutei um estalo, depois gemido manhoso.
A curiosidade falou mais alto, quem poderia tá fudendo uma hora dessas lá dentro? Entrei devagar sem fazer barulho e me posicionei atrás do armário para tentar ver o que acontecia nos chuveiros que eram todos abertos. E tive um choque ao ver meu rival Lucas, ajoelhado no meio das pernas do nosso treinador sendo segurado pelos cabelos e levando tapa na cara, eu não tive reação nenhuma de início.

- Isso chupa sua putinha, você mereceu a vaga de capitão sendo uma cadela bem obediente. - Dizia o treinador, enquanto olhava decima subjugando Lucas ajoelhado no chão que apenas obedecia.

- Obrigado senhor, eu queria muito essa posição, só de ver a cara de derrota do André já valeu tudo. - Ele falava olhando nos olhos do técnico e voltando a chupar.

Eu nunca havia imaginado que Lucas era gay, aquela cena de um negão imenso e nosso treinador pelado e ele branquinho ajoelhado sendo tão submisso começou a deixar meu pau duro dentro do calção de futebol. Até aquele dia ele pegava todas as meninas, se achava o Alpha e exemplo de masculinidade. E não passava de uma putinha. Mais que depressa, assim que o choque passou, saquei o celular de Arthur e comecei a filmar a foda dos dois. De repente o treinador levanta ele pelos cabelos e coloca ele na parede e da um tapão que ecoa em todo vestiário na bunda dele, deixando a marca da mão vermelha na pele branquinha. Lucas apenas gemia, pedindo mais.

- Vou te comer que preciso ir embora, minha mulher tá me esperando sua putinha. - Ele disse já enfiando uma pica bem grande deveria ter uns 19cm grossa no Lucas, que para minha surpresa nem reclamou, com a facilidade que entrou dava para ver que ele já tinha experiência naquilo.

Ele bombava mandando Lucas gemer enquanto rebolava, batia na bunda dele sem parar ficaram nisso por uns 10 minutos até ele tirar a pica mandando ele ajoelhar novamente.

- Ajoelha puta e mama que seu leite ta chegando. - Ele dizia forçando a pica na garganta do Lucas que nessa hora já estava vermelho de tanto ser usado, só escutei o urro quando ele gozou jogando tudo na garganta do meu rival que engoliu sem nem ter opção. Jogando Lucas no chão depois e continuando seu banho.

Meu pau tava duro feito pedra na cueca e já saia pré gozo. Não sinto atrações por homens, quando eu tinha 13 anos, até fiz uma vez umas putarias com um primo meu que depois acabou se assumindo o viadinho da família, mas como nunca mais se repetiu e logo depois eu comecei a torar bucetinhas, praticamente não me restam lembranças daquele episódio antigo. Porém, toda aquela cena que eu estava presenciando me deixou excitado: ver meu rival subjugado daquele jeito. Quando eu vi que o treinador estava já desligando o chuveiro e o Lucas ainda no chão, eu desliguei a filmagem e me escondi atrás de outro armário, ele se vestiu rapidamente pegou suas coisas e foi embora.

Tive outra ideia. Encerrei a filmagem com o celular do Arthur, mandei rapidão uma cópia do vídeo pro meu drive e comecei a gravar novamente, desta vez com o meu celular. Deixei ele posicionado filmando as duchas, no mesmo lugar em que eu estava escondido. Meu iphone era de última geração, então a qualidade e som da filmagem ficariam ótimas. Nessa hora, escutei o chuveiro abrindo novamente e resolvi entrar em cena.

- Que show foi esse Lucas, não sabia que voce batia um bolão no vestiário também. - Disse rindo, Lucas virou assustado e com os olhos claros arregalados de susto não falava nada e eu continuei.

- Então foi assim que você virou capitão sendo a putinha do treinador, o machão pegador gosta de ser puta então. - Eu dizia sorrindo, quando ele veio para cima de mim. Eu era maior e mais forte derrubei ele na mesma hora que caiu ajoelhado no chão molhado.

- Você não sabe o que tá falando ninguém vai acreditar nessa porra, vão falar que é inveja de você não ter conseguido. - Ele dizia me olhando debaixo.

Eu comecei a rir e peguei meu celular mostrando a filmagem a ele no celular de Arthur. Sabia que meu celular estava filmando tudo de longe. O choque no seu rosto era indescritível. Ele até tentou avançar em mim para apanhar o aparelho, mas já avisei logo que era inútil, pois cópias do vídeo estavam bem salvas na nuvem.
Ele sentou no chão e começou a tremer e me implorar para não compartilhar aquilo com ninguém. Ele estava desnorteado. Aquela sensação que a gente tem quando algo muito grave acontece e nem conseguimos processar, pois a alma sai do corpo.
Aquela posição de poder... ele implorando ajoelhado na minha frente; o meu rival que sempre me provocou ali ajoelhado e com medo e as lembranças do técnico fudendo ele deixaram meu pau duro novamente e eu tive uma ideia para humilhar ele mais ainda.

- Tudo bem putinha não vou mostrar pra ninguém, só que agora você tá na minha mão, você sabe né? Vai ter que andar na linha e fazer o que eu mandar e como você gosta de ser puta eu tive uma ideia. - Nunca havia pensado em ficar com outro cara só que aquela situação toda havia me dado muito tesão. Ele me olhava sem falar nada apenas tremendo.

Eu dei um tapa na cara dele, que surpreso não reagiu apenas colocou a mão no rosto.

- Que foi não gosta de apanhar? Tava apanhando até agora. - Tirei minha roupa toda jogando no banco e fui até o chuveiro. A água tava quentinha. Fiquei olhando ele ajoelhado que não falava nada, só ficava olhando pro meu corpo pelado e meu pau meia bomba. Ele sempre me peitava, mas agora ficou o tempo todo ajoelhado em silencio. Vendo ele ali, me olhando de baixo pra cima, fez meu pau terminar de endurecer. O prepúcio foi se abrindo lentamente e sozinho, exibindo o cogumelo rosa. Dei a ordem que estava mais ansioso.

- Chupa, Viadinho. - Ele olhou assustado e não conseguia nem se mover.

O ar gelado do chuveiro contrastava com a chama que me percorria por dentro. Lucas continuava ajoelhado, imóvel, os olhos claros fixos no meu pau pulsante. A água escorria por suas costas, realçando a marca vermelha da mão do treinador em sua nádega.

— Vamos, capitão — sibilei, minha voz um tom mais baixo e carregada de uma autoridade que eu mesmo não conhecia. — Você sabe fazer isso. Acabei de ver.

Um estremecimento percorreu seu corpo. Lentamente, seu olhar subiu do meu pau até meus olhos, e pela primeira vez não vi desafio, nem deboche. Vi medo, submissão e algo mais… uma centelha de entrega.

- André...

- Cala a boca, putinha! - Fui até ele em passos rápidos. - Abre esse bocão, anda.
Ele abriu a boca eu segurei o caralho pela base e inseri na boca dele. Ele se deixou controlar. Respondeu envolvendo sua língua em torno do meu cogumelo vermelhão e brilhando.

Um gemido rouco escapou dos meus lábios. Era quente, úmido, e a língua dele trabalhava com uma habilidade que confirmava todas as minhas suspeitas. Coloquei a mão em sua nuca, sentindo os fios loiros molhados entre meus dedos. Não forcei. Apenas guiei. E ele seguiu, sugando e lambendo com uma devoção que me fez tremer nas bases.

— Isso, putinha — murmurei, os dedos se apertando em seu cabelo. — Tá vendo como você nasceu pra isso?

Ele gemeu em resposta, a vibração enviando ondas de prazer pela minha espinha. Com a outra mão, puxei seu rosto para que ele me encarasse com a boca entalada com meu pau duraço e pulsando na garganta dele. Lágrimas se misturavam à água do chuveiro em seus olhos, mas ele não parou.

Posicionei nossos corpos no ângulo que eu sabia que era o perfeito para a câmera registrar cada detalhe. Tirei o pau da boca dele e fiquei passando ele nos lábios dele como se fosse um batom. batendo com ele nas bochechas plot, plot, plot, esfregando o caralho pelos olhos dele. A visão era surreal: o príncipe do campo, o galã, meu rival de sempre, de joelhos, se afogando em mim.

Coloquei minha perna direita em cima de um banquinho ali perto e comecei a foder a boca dele como se fosse uma xota.

Tirei dele, uma linha de saliva conectando a ponta do meu pau aos seus lábios já inchados das pirocadas.

— Vira. De quatro! — ordenei, minha voz rouca e tesa.

Ele obedeceu, lentamente, apoiando as mãos na parede fria e molhada do box. Suas costas arqueadas, a curva daquela bunda empinada e marcada, tudo me convidava. Cuspi na minha mão e passei na cabeça do meu pau, depois diretamente no seu buraco apertado. Ele estremeceu violentamente, um soluço abafado escapando.

— Relaxa, Lucas. Você já tá acostumado.

E então empurrei, devagar, vencendo a resistência inicial com uma firmeza que fez seus nós dos dedos branquearem no piso. Ele fazia cara de dor e choramingava, mas eu apenas dizia: "não adianta, vai tomar!" Senti que ele respirou com certo alívio, provavelmente pensando que eu já tinha enfiado tudo, mas eu disse: passou a cabeça, agora entra tudo." Deve ter doído bastante, pois ele gemeu muito enquanto o caralho era enfiado dentro de seu buraquinho. Ele era apertado e quente por dentro, delícia viciante.

Eu alucinado: "Tá doendo, tá?" e a lingüiça entrando. Era uma zombaria e afirmação. Eu não ligava e até gostava que doesse mesmo.

Um grito rouco e quebrado saiu dele quando eu me encaixei completamente. Era apertado, incrivelmente quente, e a sensação de poder era mais intoxicante do que qualquer gol que eu já tivesse feito. Fiquei ali rebolando nele, a fricção dos meus pentelhos na rabeta dele fazia um barulho de lixa.

Comecei a me mover, um ritmo lento e profundo, cada botada um ato de posse.

Fui bombando, ele estava molhado de suor. Eu gemia de prazer, sua respiração ofegava, mas sentia que ele estava gostando sim. Dobrava meu corpo e fazia ele sentir meu peito, meu tórax, meu tanquinho raspando nas costas dele. Eu tinha espasmos sobre o corpo dele. Macetava e macetava, comendo o cuzinho dele com fúria sem parar. As estocadas eram fortes, eu enfiava até o talo, tirava até a cabeça e metia de novo. Ele claramente estava sentindo algo muito bom. Minhas mãos se agarravam aos seus quadris, as unhas afundando na carne branca, deixando novas marcas por cima das antigas. Cada tapa que eu dava em sua bunda ecoava no vestiário vazio, e cada um era respondido com um gemido mais alto, mais rendido.

Deitei no chão, a estaca estirada pra cima.

- Vem, senta! Ele foi sentando devagar, mas eu não estava pra brincadeira. Suspendi as ancas dele e fiquei metendo com velocidade por baixo, enquanto ele ficava de cócoras fazendo cara de muita dor. Nessa posição, os gomos do meu tanquinho ficavam flexionados, delineados.

Ele odiava estar gostando, acho até que no fundo desejava isso. Ele arranhava meu peito com as unhas, enquanto fazia cara de dor. Depois, inclinou-se para a frente e ficou gemendo e rebolando, esfregando o pau no meu tanquinho.

Botei ele de 4 e continuei socando pica.

Eu perguntava com a voz rouca: "tá, doendo, tá?, viadinho!" com pura excitação na voz. "Responde, caralho!" “tá sim, André”. Eu repetia a pergunta e ele a resposta. "Você é meu. Quem é seu macho? Fala." E ele respondia: "É você. Você é meu homem." "Seu cuzinho é só meu? Só eu posso bombar a pica nesse cuzinho?" Ele gemia e respondia "anrram" pra tudo o que eu perguntava. "É você, André. Só você! Seu ferrão tá me picando."

Eu virava a cabeça pra trás e me contorcia, indo ao êxtase quando escutava ele respondendo isso. Eu chamava ele de viadinho e dizia “vai, toma”. Dava tapas na bunda dele que estralava, enquanto dizia com voz rouca. “Rebola na pica, vai. Isso. Eu sou seu homem! Não foi isso que você disse? Que eu sou seu homem? Venha cá!” Puxei ele pelos cabelos. Ele não se moveu imediatamente. "Venha cá!", puxei com um pouco mais de força para ele ir mais rápido.

— Quem manda aqui, viado? — grunhi, aumentando o ritmo, as coxas batendo pele com pele e ecoando. Ploc, ploc, ploc.

— V-você… você, André — ele gemeu, a voz estrangulada pelo prazer e pela humilhação.

— E o que você é? Fala que é minha piranha, vai. E puxei o cabelo dele pra trás, enquanto jogava própria cabeça para trás também e metia muito fundo, enfiando até o talo da pica. Sentindo ele por dentro. Eu metia e fazia ele ficar sentindo os pelinhos do meu caralho.

— Sou… sou sua putinha.

As palavras, saídas da boca dele, foram o gatilho. O mundo não gira, capota. Algumas horas atrás eu tava me sentindo muito mal por causa desse puto. Sentindo que ele era melhor do que eu. E, agora, ele estava ali nos meus braços, tomando botadas de meu cacete. Pensar nisso enviou uma onda avassaladora de tesão que subiu pelo meu corpo. Puxei os cabelos dele, curvando suas costas para trás, meu corpo colado no dele.

Num gesto de pura luxúria, estiquei o quadril pra frente, bombando mais e mais e urrei gozando dentro do cuzinho dele. Sua respiração, seu corpo retesado, a forma como ele me apertava e gemia, a súbita falta de ritmo nas estocadas, tudo me levou a crer que ele tinha gozado.

E por surpreendente que pudesse parecer (ou nem tanto), o viadinho também gozou sendo comido por mim. Um tremor violento percorreu Lucas, e um jato branco atingiu o chão molhado na sua frente, seus gemidos se transformando em um choro rouco de libertação. Sentindo seu corpo se contraindo em espasmos ao meu redor

Falei: "Vai, goza, seu vadio. Goza sendo comido por teu macho."

Enterrei mais uma vez meu meu pau até o fundo, um rugido baixo saindo do meu peito, e jorrei um restinho de porra dentro dele, deixando-o inundado com minha marca, meu domínio.

Ficamos assim por um longo momento, só o som da nossa respiração ofegante e da água caindo. Quando me soltei, ele desabou no chão, exausto, um borrão de submissão derretida. Olhei para baixo, para o homem que tinha sido minha sombra por tanto tempo, agora possuído, conquistado.

O vestiário nunca mais seria o mesmo. E nem nós. O jogo tinha mudado, e as regras agora eram minhas. Peguei a toalha, me sequei lentamente, o olhar nunca deixando o seu corpo tremendo no chão.

— Toma banho, capitão — disse, minha voz voltando ao normal, mas com uma borda de ferro. — Amanhã no treino, quero você em campo como se nada tivesse acontecido. E jogue bem. Porque de agora em diante, você joga por mim.

Virei as costas e saí. Peguei meu celular que tava escondido filmando tudo, fiz isso para ele ver que nossa foda também foi filmada. Dei gargalhadas com a situação toda, mas ele nem teve reação de nada. Sai deixando-o ali, processando todo o acontecido e sabendo que aquele era apenas a introdução de uma nova dinâmica entre nós. Os telefones, com seus vídeos preciosos, pesavam no bolso do meu calção. Não era mais apenas uma arma. Era a garantia de que a putinha do time agora era, e sempre seria, minha.

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  • Sossegado: Adorei! Você escreve bem e virei seu fã. Continue! Tenho contos publicados aqui também da saga "Garoto Rural".

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