Escravo Familiar: Capítulo 22 (A Iniciação do Escravo Punitivo)
Bem-vindos a um crossover. Essa nova fase vai trazer de volta uma personagem que vi alguns leitores me pedindo para trazer de volta. Espero que gostem.
Ato 0: Aprendendo o Ofício.
Já era tarde quando desliguei o computador. Escutei papai, no andar de cima, se preparar para ir para a cama.
Olhei no relógio: 22:50. Fui para o banheiro fazer minhas necessidades e escovar meus dentes. Um tempo depois, escutei papai descer as escadas do andar de cima.
— Acordado ainda, meu amor?
Papai estava com cara de exausto, os olhos meio caídos, ele bocejava bastante, passou por mim e foi tomar um café e fumar seu cigarro.
— Já estou indo para a cama, papai, só vim usar o banheiro e escovar meus dentes.
— Claro, querido, você deveria ter ido dormir mais cedo. Amanhã você precisa estar descansado. Não se esqueça de que você será material de estudo para o treinamento do seu irmão.
— Claro, meu senhor pai, já vou dormir.
— Te amo, filhote!
— Também te amo!
Entrei no banheiro e fiz minhas necessidades, dei descarga e escovei meus dentes.
Ao sair do banheiro, a casa já estava toda escura e silenciosa. Ao passar no corredor, espiei o quarto do meu irmão Thiago e o vi de bruços, pelado e com a bunda vermelha e empinada. Ele se remexia um pouco e, em seu rosto, aparentava um desconforto, uma cara de dor.
Saí dali e fui para meu quarto, abri a porta, retirei as minhas roupas e me deitei pelado na cama, cobrindo-me logo em seguida. Virei-me de lado e fechei meus olhos. Minutos depois a escuridão tomou conta de mim e, assim, caí em um sono profundo.
...
Acordei na manhã seguinte com papai batendo levemente na porta do meu quarto.
TOC TOC
Levantei sonolento da cama e, pelado mesmo, abri a porta.
— Bom dia, minha flor. Papai vai ser direto: levante-se e arrume-se. Hoje é o dia da iniciação do seu irmão como escravo.
— Bom dia, papai! Tudo bem, vou levantar e me arrumar. Vai ser na chácara do tio Chico novamente?
— Com certeza, aquele lugar se tornou o lugar dos grandes eventos da família.
— Pois é, percebi.
— Ande logo, vou acordar o vagabundo do seu irmão Thiago e, depois de nós prontos, sairemos.
— Ok, papai!
Arrumei minha cama, esticando o lençol e dobrando o cobertor, e fui me trocar.
...
Era por volta das 13:00 quando chegamos à chácara do meu tio. Aquele lugar já tinha visto de tudo um pouco. Minha iniciação, algumas punições, já viu tanto prazeres como súplicas.
Entramos na chácara e já havia vários membros presentes. Meu tio veio nos receber. Papai ficou tenso quando ele me cumprimentou.
— Olá, meu sobrinho lindo, aqui estamos de novo.
— Oi, tio! Eu disse não querendo muito afeto, até porque tivemos um contato nada amigável naquele lugar, se é assim que posso dizer.
Fui para a área onde o pessoal estava para cumprimentar quem já havia chegado.
...
No meio da tarde, papai pediu a atenção de todos:
— Escutem-me, quero dizer que, a partir desse exato momento, iremos dar início ao rito de iniciação do meu filho Thiago. A partir de hoje, ele vai ser o responsável por administrar as punições daqui para frente. Tanto do escravo familiar quanto dos membros que infligirem as regras.
— Ah, mas isso é injusto! Não aceitamos isso!
A galera protestava, não estava satisfeita com quem seria o escravo auxiliar, até porque a maior parte do seu trabalho nem era como um escravo em si.
— Acalmem-se! Papai pediu para nossos familiares.
— Olha, eu entendo a frustração de vocês, mas essa vai ser uma oportunidade de usufruir do talento do meu filho em criar castigos. Eu espero que vocês entendam, e, de qualquer forma, vai ser melhor assim. Meu filho tem potencial para castigar, ser um carrasco, então por que não usar isso para me auxiliar?
Mesmo insatisfeita, a galera meio que desistiu de contrariar, até porque poderia ser que meu senhor não deixasse mais o escravo familiar ser usufruído por eles, então foi meio que a força que tiveram que engolir o que meu senhor dizia.
— Então, vamos começar. Sentem-se e se deliciem com a visão.
Papai me chamou com a mão para que eu me aproximasse.
Ao me aproximar, papai me orientou:
— Tire suas roupas, meu amor, e fique de quatro no chão, querido!
Comecei tirando minha camiseta preta, depois retirei os tênis e minhas meias, abri o botão da minha calça jeans escura e o zíper, em seguida deixei a calça escorregar até meus tornozelos, as puxei pelos meus pés descalços e joguei minha roupa para o lado no gramado.
Me abaixei no gramado aos seus pés, ficando primeiro de cócoras e depois de quatro, com a minha bunda bem empinada, deixando meu cuzinho rosa lisinho à mostra. Dei uma rebolada provocativa e esperei novas ordens.
Papai virou-me com a bunda para nossos familiares, tirando suspiros de todos. Meu cu rosado piscava loucamente, fazendo todos arfar. Percebi que os homens pegavam com força em seus membros duros, apertando por cima de suas vestes, fazendo caras e bocas para expressarem seu prazer.
Papai chamou meu irmão Thiago com o dedo, pedindo para que se aproximasse.
— Retire suas roupas! Meu pai falou para meu irmão.
Meu irmão Thiago é delicioso; ele é alto, tem por volta de 1,90, é musculoso, cabelos castanho-escuros e lisos, cortados em estilo social, mais baixos dos lados e cheios em cima.
Com ele nu, papai falou:
— Para a primeira lição, você precisa entender que existem limites, que, por mais que os membros da família e o escravo familiar tenham feito merda, você não poderá castigá-los ao ponto de eles pararem no hospital. Entendido?
— Sim, senhor! Meu irmão respondeu.
— As punições serão proclamadas primeiramente por mim, depois você as colocará em prática, ou seja, você é um instrumento de punição. A intensidade vai depender tanto das regras infringidas quanto do seu humor, e sim, você terá o direito de extravasar sua ira nas punições.
— Tudo certo!
— Outra coisa, você terá o direito de punir seu irmão quando ele desobedecer, se recusar a satisfazer algum membro da família.
— Entendido.
— E a melhor parte: você poderá solicitar novamente o escravo familiar para te satisfazer sexualmente.
— Essa foi a melhor parte. Obrigado, senhor pai, por me devolver esse benefício.
— É claro, filho, mas lembre-se, eu estarei sempre de olho. Por mais que você seja um punidor, você também poderá ser punido.
Meu irmão estremeceu, mas no fundo ele sabia que ele era um escravo também; ele só se tornaria um instrumento de tortura, não o senhor, como gostaria.
— Ótimo, já que tudo foi definido, vamos dar início à cerimônia. Para concretizar sua função a partir de hoje, você irá receber um treinamento que envolve práticas de punições, limites e prazeres.
...
Lição 1
O QUE É PUNIÇÃO, E ATÉ ONDE ELA É PRAZEROSA?
— Primeiro, meu filho, antes de você aprender os limites da punição, você terá o direito de ter um sexo prazeroso. Então foda gostoso o cu do seu irmão mais novo, aproveite.
Comemorando, meu irmão veio para minha frente e se ajoelhou; seu pinto duro foi apontado na minha boca, e ele segurou no topo da minha cabeça.
— Abre a boca, putinha! Ele me ordenou.
Abri minha boca e recebi seu primeiro escarro.
Pff!
Em seguida, ele começou a manipular seu cacete duro, que começava a soltar uma babinha de pré-gozo transparente, aproximou seu cacete do meu rosto e esfregou a cabeça da pica molhada sobre minha cara toda.
— Cheire! Ele me disse, passando seu cacete duro e grosso no meu nariz.
Fssssssssssssss!
Nossa, que delícia! Seu pau tinha um cheiro salgado e forte, que mexia com algo dentro de mim que eu não conseguia identificar. Em seguida, não esperei mais nenhuma ordem e comecei a chupar com força seu membro.
GLUB Glub Glub Glub
— Isso, meu irmão, chupe, dedique-se ao meu pau, ou eu vou te castigar por uma mamada mal feita. Ele me disse, dando-me um tapinha na bochecha.
PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC
— Aaaaaah!
Seu quadril se movia com cadência, fazendo seu cacete duro entrar e sair da minha boca gulosa.
Eu babava gostoso seu pau, já pensando em facilitar a penetração que posteriormente viria.
Meu irmão contorcia as pernas e os imensos e largos pés tamanho 44 de prazer, enquanto eu chupava seu cacete de 17 centímetros de comprimento por 15 de espessura.
Com o tempo, senti meu irmão segurar firme na minha cabeça e acelerar as deliciosas bombadas que ele dava com seu quadril em minha boca, urrando de prazer, rebolando seu quadril largo e forte.
Algumas bombadas fortes depois, ele explodiu dentro da minha boca, sufocando-me com a quantidade de porra que ele despejou.
PFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFF
— aaaaa! Ele arfou baixo, quase sem emitir qualquer som. Em seguida, soltou minha cabeça, permitindo-me controlar os movimentos.
Sem parar de chupar, mas diminuindo gradativamente os movimentos, eu engoli toda a sua porra, sem desperdiçar uma gota sequer.
Ele retirou seu membro ainda duro da minha boca, esfregou seu cacete na minha cara, me deixando todo melado de porra e saliva, e foi em direção ao meu cu.
Quando chegou atrás de mim, me deu um tapa, PLAFT!, se agachou e abriu minhas nádegas.
Em seguida, enfiou a cara no meu rabo, se sufocando e cheirando meu cu.
Fssss!
Eu comecei a rebolar na sua cara, louco, gemendo baixo, sentindo um dos melhores prazeres da vida.
Suas mãos grandes alisavam minhas nádegas, apalpando e apertando levemente. Enquanto isso, sua língua áspera, molhada e forte fodia o mais fundo possível o meu cuzinho, que piscava louco, querendo pica. Com um dedo da mão direita, ele chupou, deixando-o molhado e enfiou no meu cu, girando e brincando para começar a preparar meu cu para socar seu mastro grosso.
Depois enfiou dois, fazendo o mesmo processo de chupar, rodar e fuçar com seus dedos as minhas pregas, que naquela altura do campeonato já não existiam mais.
Depois ele se levantou, posicionou seu pau duro na entrada do meu cu, ficando de lado atrás de mim. Ele pisou com o seu pé esquerdo suado na minha cabeça, permitindo-me sentir o seu chulé quente. Em seguida, começou a introduzir lentamente seu cacete no meu cu, me rasgando e fazendo eu gritar de prazer e dor.
— Aaaaãããh!
Quando terminou de introduzir seu delicioso cacete duro, cheio de veias, no meu cu, não me deu chance de acostumar e já foi fodendo com brutalidade.
PLOC PLOC PLOC PLOC
Seu pé grande e chulezento pressionava forte minha cabeça no chão, seus dedos dos pés compridos e quadrados acariciavam minha cara delicadamente, me provando que meu irmão poderia ser um carrasco quando queria, mas também um macho carinhoso quando achava que sua putinha merecia.
Depois de alguns minutos, ele retirou o pé da minha cabeça e saiu de dentro de mim, me libertando.
Mudamos de posição. Ficamos de pé um de frente para o outro; ele colocou suas imensas mãos na minha cintura, ergueu-me com os braços fortes até sua boca, deixando meu quadril na altura da sua boca.
Meu pauzinho estava duro e, com a posição em que estávamos, ele ficou na altura da boca do meu irmão. Ele então colocou meu pênis pequeno e fino na boca e começou a chupar, proporcionando-me um prazer absurdo.
— Aaaaah! Que boca quente e molhada. Isso me chupa para todos verem que você pode ser um bom mamador de rola. Aaah!
Meu irmão chupava forte não só o meu pau, mas também meu saco pequeno e duro, causando-me sensações delirantes e extremamente prazerosas.
— Huuuummmmm. Eu gemia alto, rebolando na sua boca, segurando firme em seus cabelos para não cair.
Depois de alguns minutos, gozei, inundando sua boca com minha porra quentinha. Em seguida, ele retirou meu pau da boca e virou-me com a bunda para sua boca e voltou a chupar meu cuzinho, enfiando fundo sua língua.
— Huuuummmmm! Eu gemia com dengo, deixando-o mais louco e alucinado.
Alguns minutos depois, fui colocado no chão de quatro, meu irmão abriu minhas nádegas e apontou seu cacete no meu cuzinho, deu aquela pincelada que arrepia até a alma e afundou seu cacete até as bolas baterem nas minhas nádegas, se alojando fundo no meu cu.
— Ããããã! Gemi alto.
Ele segurou firme nos meus ombros com as duas mãos e começou a bombar forte, entregando-se ao prazer de olhos fechados, gemendo enquanto eu rebolava e apertava com o cu seu cacete.
PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC...
Estava tão bom que não percebi que as estocadas tinham aumentado, e que papai tinha ido para trás do meu irmão, se ajoelhado e chupado seu cu, e depois introduzido seu cacete até às bolas nele, e começado a bombar, fazendo assim um trenzinho.
Gemiamos alto os três. Eu escutava papai e meu irmão se beijando, os estalos de beijos, mais os barulhos das virilhas batendo de encontro com ambas as nádegas. Tanto nas minhas quanto nas do meu irmão eram altos e proporcionavam não somente prazer a nós três, mas a toda a família que assistia.
Fodemos por longos 50 minutos, até papai querer trocar de posição. Ficamos em pé novamente; meu irmão Thiago ficou na frente e papai foi para trás dele, penetrando-o. Em seguida, eu fui para trás de papai e o penetrei, sentindo sua próstata madura contrair inúmeras vezes no meu cacete, e juntos voltamos a foder, bombando forte.
Depois de mais alguns minutos, nós três gozamos fartamente e caímos sem forças no chão.
...
Levantamo-nos um tempo depois e papai pegou um açoite preto, entregando-o para meu irmão; se virou e pegou outro para si. Olhando nos olhos do meu irmão, ele disse:
— Para finalizar essa primeira parte de aprendizados, vamos castigar um pouquinho seu irmão caçula, do jeitinho que você gosta. Vamos dar uma surra nele; faz tempo que essa putinha não apanha, e essa vai ser por se permitir tanto prazer. É claro que ela merece o prazer, mas nós machos merecemos mais, e só conseguimos ter um prazer melhor quando subjulgamos um viado.
Papai disse isso e me colocou de pé, me levou até um tronco de árvore, com nossa família nos acompanhando logo atrás, me amarrou, deixando minha bunda empinada. Ele e meu irmão rodaram os açoites no ar, fazendo aquele barulho característico de vup vup, e desceram o rei no meu lombo.
PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT
Eles riam enquanto desferiam golpes em mim, rindo e aumentando as intensidades dos golpes.
PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT
Levei em média umas sessenta chibatadas, até os dois suados, cansados e satisfeitos se largarem no chão e a família se dispersar.
...
Fiquei sozinho, amarrado até escurecer na árvore. Alguns pernilongos vinham em minha pele se alimentar, fazendo minha pele ficar cheia de picadas vermelhas e aquilo coçava pra caralho.
Papai me desamarrou e me pegou no colo, beijando meu pescoço e minha boca. Eu me coçava e, com muita manha, disse no seu ouvido:
— Papai, estou cansado, leva-me para o banho, alimenta-me e deixa-me descansar?
— Claro, minha princesa! Papai vai cuidar de você; daqui para frente, o sexo com você vai ser ainda mais intenso. Te amo, meu garoto!
— Também te amo!
Entramos na casa e fomos direto para o banho.
...
Depois do banho, mamãe veio me ver.
— Como você está, filhote?
— Cansado e dolorido, mas estou bem.
— Que bom, você sabe que a partir de amanhã as coisas serão bem diferentes, né?
— Sim, mamãe, tenho essa consciência.
— Então tá bom, meu dengo, durma, descanse, amanhã é um novo dia, e você precisa estar preparado.
— Claro, mamãe, até amanhã, boa noite!
— Até amanhã, meu bem! Boa noite.
E assim caí no sono.
...
Algum tempo depois, senti papai se aconchegar em mim e me abraçar, e voltei a dormir.
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