A nova realidade que mudou o mundo parte 108 - Menos virgens
Eu não conseguia acreditar no que estava acontecendo.
Depois de mais de vinte quilômetros caminhando descalças, acorrentadas, o corpo fraco, magro e imundo, fomos levadas direto para o centro da cidade. Não voltamos para o hotel. O homem carrancudo nos empurrou para uma enorme praça pública, iluminada por tochas, que chegando perto, vi que eram garotas presas de bunda para cima, e com velas enormes enfiadas no cu delas, escorrendo cera pela bunda, e alguns poucos holofotes fortes. Havia uma multidão de homens, centenas, talvez milhares, formando filas organizadas em volta de plataformas de madeira elevadas. No meio da praça, presas em argolas de ferro, estavam dezenas de garotas jovens, todas virgens, nuas, pernas bem abertas e amarradas. A “Cerimônia de Utilidade das Jovens Garotas” estava começando. É esse o nome que esse lugar dá para uma sessão de estupro coletivo para escravas virgens que são públicas. Desse dia para frente, elas são escravas funcionais.
Eu e Julie fomos amarradas lado a lado, de joelhos, num lugar privilegiado, quase em cima de uma das plataformas. A corrente curta entre nossos pescoços nos mantinha coladas. Meu vibrador continuava ligado em potência baixa, zumbindo dentro de mim, me forçando a sentir prazer mesmo enquanto eu tremia de horror. Julie, com a mordaça de bola ainda na boca, choramingava baixinho. Uma placa grande foi pendurada no peito dela por alfinetes perfurando os mamilos, com os dizeres “Virgem intacta, goze na minha cara, limpe o pau no meu cabelo, bata com ele na minha boca. Use como quiser.” E então a mordaça dela foi retirada.
Eu recebi uma placa menor: “Mãe da virgem. Goze também em mim.” Também com um alfinete que atravessou cada um dos meus mamilos. A dor é indescritível.
A cerimônia começou ao som de aplausos e gritos roucos.
A primeira garota era uma loirinha de uns dezesseis anos, peitos pequenos, buceta completamente depilada e rosada. Eles a amarraram de quatro sobre a plataforma, pernas abertas ao máximo. O primeiro homem da fila, um gordo suado, enfiou o pau grosso nela sem piedade. Ela gritou alto quando ele rasgou o hímen, sangue escorrendo pelas coxas. Ele meteu com força bruta, batendo os quadris contra a bunda dela, enquanto a multidão aplaudia. A garota chorava, o corpo sacudindo, mas depois de alguns minutos o prazer forçado começou a trai-la. Seus gemidos mudaram de dor para algo confuso, quase um soluço de prazer. Ela gozou pela primeira vez na vida enquanto o homem gozava dentro dela. Ele saiu, e o próximo já entrou, depois outro, depois outro. Centenas de paus. A buceta dela foi ficando vermelha, inchada, escorrendo porra e sangue misturados. A cada homem que gozava dentro, ela tremia mais, os olhos vidrados, o corpo se contorcendo em orgasmos forçados que ela não queria sentir.
Eu assistia tudo, o vibrador me fazendo pulsar, e sentia uma vergonha doentia ao notar que parte de mim estava excitada com a visão daquela garota sendo destruída.
A segunda era uma ruiva de peitos grandes, amarrada de costas, pernas para cima. Eles a foderam na buceta e no cu ao mesmo tempo desde o começo. Dois paus esticando ela, entrando e saindo enquanto ela gritava. O prazer veio rápido demais. Ela gozava sem parar, o corpo convulsionando, leite dos machos escorrendo dos mamilos enquanto os homens se revezavam. A fila era interminável. Cento e cinquenta, duzentos homens. A buceta e o cu dela viraram um buraco aberto, escorrendo porra branca e grossa que formava poças no chão da plataforma.
Julie tremia ao meu lado, os olhos enormes de terror, vendo o que poderia acontecer com ela em breve.
A terceira garota era morena, magrinha, quase infantil. Eles a deixaram de pé, amarrada com as pernas abertas, e os homens fodiam ela em pé, segurando-a pela cintura. Ela tentou resistir no começo, mas depois de trinta paus já estava mole, gozando em espasmos, as pernas tremendo, urina escorrendo misturada com porra enquanto o corpo traía a mente.
Eu não conseguia desviar o olhar.
A garota que escolheram logo depois da morena era uma loirinha delicada, de no máximo dezesseis anos. Ela se chamava Ana. Tinha o corpo pequeno e fino, pele muito clara, peitos quase inexistentes com mamilos rosados e pequeninos, cintura fina e pernas longas e magras. A buceta era completamente depilada, os lábios pequenos e fechados, ainda com aparência infantil. Ela tremia inteira quando a amarraram de costas na plataforma elevada, pernas bem abertas e presas em argolas de ferro, os braços esticados acima da cabeça.
A multidão aplaudiu quando o primeiro homem da fila se aproximou. Era um homem grande, uns quarenta e poucos anos, pau grosso e veioso já duro. Ele cuspiu na mão, passou rápido na cabeça do pau e encostou na entrada da bucetinha virgem de Ana.
Ela começou a chorar antes mesmo de ele entrar. “Por favor… por favor, não…” — a voz dela era fina, desesperada.
Ele não respondeu. Segurou os quadris dela com força e empurrou. O pau grosso rasgou o hímen de uma vez só. Ana soltou um grito agudo, o corpo inteiro se arqueando, os olhos se arregalando de dor. Um fio de sangue escorreu imediatamente pela fenda, escorrendo pela bunda e pingando no chão da plataforma. O homem grunhiu de prazer e meteu até o fundo, enterrando tudo dentro dela. A garota soluçava, o corpinho magro sacudindo violentamente com cada estocada.
Eu via tudo com clareza dolorosa. O pau dele entrando e saindo, brilhando de sangue e umidade forçada. A bucetinha dela se esticando ao redor do membro grosso, os lábios pequenos ficando vermelhos e inchados. Ana chorava sem parar, mas depois de uns dez minutos o corpo começou a trai-la igual ao que fez com as outras antes dela. Os gemidos de dor misturaram-se com algo diferente, um soluço mais agudo, mais involuntário. Ela gozou pela primeira vez na vida enquanto era estuprada. O corpo dela tremeu, a buceta apertou o pau do homem, e um jorro pequeno e claro escorreu pela fenda. Ela soluçou de vergonha ao sentir o prazer contra a vontade.
O homem gozou dentro dela com um grunhido, enchendo a bucetinha virgem de porra quente. Quando saiu, a porra misturada com sangue escorreu em fio grosso pela abertura inchada.
O segundo homem já estava pronto. Ele entrou mais fácil, mas meteu com ainda mais força, batendo os quadris contra a bunda dela. Ana gemia alto, o corpo balançando, os peitinhos pequenos tremendo. Ela gozou de novo, mais forte, o rosto vermelho de vergonha e prazer forçado. O homem gozou dentro, adicionando mais porra à mistura que já escorria.
E assim continuou.
Homem após homem. Cento e oitenta homens, pela minha contagem, mas deve ter sido mais, passaram por ela naquela noite e durante o dia seguinte. A buceta de Ana foi ficando cada vez mais inchada, vermelha, aberta. A porra escorria sem parar, formando uma poça branca e grossa embaixo dela. Alguns homens fodiam o cu dela também, alternando buracos, esticando os dois até ela parecer um buraco só. Outros gozavam na cara dela, no peito pequeno, no cabelo loiro. Ana parou de gritar depois da trigésima foda. Ficou só gemendo, o olhar perdido, o corpo convulsionando em orgasmos forçados que ela não queria, mas que o corpo entregava mesmo assim.
Eu via os detalhes mais grotescos e eróticos ao mesmo tempo, a bucetinha antes rosada e fechada agora vermelha, inchada, aberta como uma flor destruída, escorrendo porra branca e grossa a cada novo homem que saía. Os lábios pequenos estavam tão inchados que pareciam lábios de mulher madura. O clitóris dela, pequeno e delicado, estava vermelho e latejante de tanto atrito. Toda vez que um pau entrava fundo, o ventre dela inchava levemente, mostrando o contorno do membro dentro dela. E a cada orgasmo forçado, o corpo dela se arqueava, os dedinhos dos pés se curvavam, e um gemido rouco e involuntário escapava da garganta.
Julie, ao meu lado, tremia violentamente, os olhos fixos na cena, chorando em silêncio pela mordaça de bola. Eu sentia o vibrador dentro de mim zumbindo baixo, me fazendo pulsar de excitação doentia enquanto via aquela garota sendo destruída publicamente.
No final do segundo dia, Ana mal se mexia. Estava deitada na plataforma, pernas ainda abertas, a buceta e o cu completamente abertos, escorrendo porra sem parar. O cabelo loiro estava grudado de sêmen seco. O rostinho estava coberto de porra, os olhos semiabertos, olhando para o nada. Ela tinha sido usada por mais de duzentos homens. O corpo pequeno estava exausto, marcado de tapas e apertões, a bucetinha destruída para sempre.
Eu olhei para Julie, minha filha virgem, e senti um terror frio no peito. Porque eu sabia que, em breve, poderia ser ela ali, amarrada naquela plataforma, sendo desvirginada por centenas de homens enquanto eu assistia, impotente.
E o pior era que, mesmo com o horror, uma parte doente de mim ainda sentia um calor baixo na barriga ao lembrar do corpo daquela garota se contorcendo em orgasmos forçados, da bucetinha inchada escorrendo porra, dos gemidos misturados de dor e prazer. Eu sou uma mãe horrível, e esse mundo está me transformando em algo ainda pior.
A cerimônia continuava. E eu continuava assistindo, gozando baixinho, babando pela argola, enquanto minha alma se desfazia lentamente.
Durante toda a noite e o dia seguinte, as garotas ficaram ali. Algumas desmaiaram e foram acordadas com água fria ou tapas. Outras simplesmente pararam de gritar e ficaram olhando para o vazio, o corpo sendo usado como um buraco vivo. A praça cheirava a porra, suor, sangue e sexo. O chão estava escorregadio de sêmen.
Enquanto isso, homens vinham até nós.
Muitos paravam na frente de Julie, liam a placa e batiam o pau sujo no rosto dela, gozando jatos grossos e quentes na testa, nas bochechas, nos olhos. Outros limpavam o pau melado de porra e sangue no cabelo loiro dela, esfregando devagar, lambuzando os fios. Alguns forçavam o pau na boca dela, segurando a cabeça e fodendo a garganta virgem até gozar fundo, fazendo ela se engasgar e vomitar baba branca. Julie chorava, engasgava-se, o rostinho cada vez mais coberto de porra fresca e seca.
Alguns também gozavam em mim. Senti jatos quentes batendo nos meus seios, na barriga, escorrendo pela argola aberta da minha boca. O vibrador continuava zumbindo, me fazendo gozar baixinho enquanto estranhos me usavam como alvo.
Pouco antes da cerimônia de renovação começar, quando o chão da praça já estava escorregadio e brilhante de porra, sangue, mijo e fluidos das garotas jovens que tinham sido desvirginadas, os guardas trouxeram as escravas negras.
Eram umas vinte ou vinte e cinco. Todas nuas, corpos marcados de cicatrizes antigas, pele escura brilhando de suor sob o sol forte. Elas vieram de quatro, acorrentadas pelo pescoço em uma longa fila, sem nenhuma ferramenta nas mãos. Só a boca. Os guardas gritaram a ordem: “Limpa tudo, macacas. Com a língua. E façam direito.”
As negras se espalharam pelo chão da praça como animais. Ajoelhadas, bundas empinadas, elas baixaram o rosto e começaram a lamber. O som era molhado, obsceno, línguas passando no concreto sujo, sugando a mistura grossa de sêmen branco, sangue vermelho-claro das virgens, mijo amarelo e o creme viscoso que escorria das bucetas destruídas. Elas lambiam sem hesitar, por medo ou por submissão tão profunda que já não questionavam mais nada. Algumas se engasgavam, outras tossiam, mas continuavam. A língua delas recolhia grandes quantidades de porra, engolindo audivelmente, o queixo e o pescoço ficando cobertos da gosma nojenta.
Elas não limparam só o chão.
Algumas se aproximaram das plataformas onde as garotas jovens ainda estavam amarradas, pernas abertas, bucetas e cus completamente abertos e escorrendo. As negras subiram nas plataformas e começaram a lamber os corpos das virgens estupradas. Línguas longas e rosadas passavam devagar pelos seios pequenos, pelos mamilos inchados, descendo pela barriga até chegar às bucetas destruídas. Elas chupavam os lábios inchados, enfiavam a língua fundo nas aberturas vermelhas e inchadas, sugando a porra misturada com sangue e creme que escorria sem parar. As garotas gemiam baixinho, algumas ainda em choque, outras já sem forças para reagir.
Uma negra mais velha, de seios pesados e flácidos, se aproximou de Julie, e meu coração apertou.
Ela se ajoelhou bem na frente da minha filha, o rosto negro brilhando de suor e porra alheia. Julie, arregalou os olhos de medo. A negra olhou para ela por um segundo, um olhar profundo, triste, carregado de submissão e resignação. Depois, com as mãos presas atrás das costas, aproximou o rosto e pressionou os lábios grossos contra o rostinho lambuzado de Julie. Foi um beijo longo, molhado e nojento.
A língua da negra saiu e lambeu devagar as bochechas de Julie, recolhendo a porra seca e fresca que cobria a pele clara da minha filha. Ela lambeu o nariz, a testa, os cantos dos olhos, o queixo. Depois colou a boca na de Julie, e deu um beijo profundo, quase carinhoso, cheio de tristeza. A língua negra passou pelos lábios da minha amada filha, tentando alcançar a boquinha de Julie, como se quisesse confortá-la e ao mesmo tempo se humilhar ainda mais.
Julie soluçou baixinho, o corpo tremendo. Eu vi lágrimas escorrendo pelos olhos dela enquanto aquela escrava negra, quebrada há anos, dava-lhe um beijo de submissão absoluta, um beijo que dizia “eu sei o que vão fazer com você” e “eu já passei por isso”.
Outras negras se aproximaram e fizeram o mesmo. Uma depois da outra, lambeu o rosto de Julie, limpando a porra com a língua, dando beijos molhados e tristes em sua testa, em suas bochechas, até mesmo nos olhos fechados dela. Julie chorava em silêncio, o corpo pequeno sacudindo, enquanto aquelas mulheres negras, mais velhas e mais destruídas, a limpavam com a boca como se estivessem prestando uma espécie de ritual de passagem.
Ver aquelas negras, que já tinham perdido tudo, lambendo o chão imundo, chupando a porra das bucetas destruídas das virgens e depois dando beijos tristes e submissos no rostinho da minha filha… era uma humilhação profunda, quase espiritual. Elas não tinham mais orgulho. Só obediência. Só a boca como ferramenta. E usavam essa boca para limpar o que os homens sujavam.
Quando terminaram, o chão da praça estava mais limpo, mas as negras tinham o rosto, o peito e o queixo completamente cobertos de porra, sangue e fluidos. Elas voltaram para a fila de quatro, cabeças baixas, sem ousar olhar para ninguém.
Julie ficou ali, o rostinho ainda molhado de saliva negra e porra, os olhos perdidos, tremendo. Eu olhei para ela e senti o coração se partir mais uma vez. Porque aquelas negras não estavam só limpando o chão. Estavam mostrando para Julie, e para mim, o que nos esperava. O futuro de todas nós.
E eu, Caroline, só conseguia babar pela argola e chorar em silêncio, sabendo que um dia… talvez em breve… seria eu quem estaria de quatro, lambendo o chão com a boca, enquanto minha filha assistia.
A cerimônia de renovação estava prestes a começar.
E o horror continuava.
No final da cerimônia, quando o sol já estava alto, passaram a noite toda estuprando as moças, foi quando veio o ritual de renovação.
Duas escravas velhas, uma de uns cinquenta anos, outra de quase sessenta, foram trazidas para o centro. Elas foram amarradas de pernas abertas em duas mesas de madeira. Os homens da administração pública usaram alicates e facas pequenas. Cortaram os clitóris delas devagar, enquanto elas gritavam. Depois enfiaram arames farpados nas bucetas e giraram, rasgando por dentro. Uma delas teve os lábios vaginais costurados com linha grossa enquanto ainda sangrava. A outra teve os mamilos cortados fora. Em seguida, elas foram amarradas colocadas em uma estaca de madeira enfiada na buceta delas, e elas foram levantadas de forma que seus pés não tocaram mais o chão, e à estaca foi entrando bem devagar dentro delas. Elas morreram lentamente, em agonia, enquanto a multidão aplaudia e gritava “renovação!”.
Eu assisti tudo, o vibrador me fazendo gozar mais uma vez de forma humilhante, o corpo convulsionando enquanto via aquelas mulheres serem destruídas até a morte. Julie estava ao meu lado, o rostinho completamente coberto de porra, o cabelo grudado, os olhos mortos. Eu soube, naquele momento, que nós duas tínhamos acabado de entrar na fase final. E que o leilão estava muito, muito perto.
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