Descobri o segredo de meu filho virgem e hoje seu cu eo da mãe é todo meu e de meus amigos.
Meu nome é Marcos. Tenho 43 anos, sou casado e pai de um garoto de 18 anos chamado Lucas. Ele é branquinho, pele clarinha e macia, cabelos loiros longos e lisos que descem até o meio das costas, quase como uma cortina de seda. E a bunda… nossa senhora, a bunda dele é uma obra-prima: grande, redonda, empinada, duas bolas perfeitas que balançam gostoso quando ele anda pela casa. Eu sempre fingia não notar, mas no fundo sabia que aquilo não era normal pra um menino.
Há uns dois meses eu instalei uma câmera escondida no quarto dele. Não foi por desconfiança, foi curiosidade. O Lucas andava trancando a porta, passando horas lá dentro, e eu ouvia gemidinhos abafados quando passava pelo corredor. Achei que era só pornô. Mas o que os vídeos mostraram me deixou em choque.
No primeiro dia que assisti, quase não acreditei. Eram quase 22h. Lucas entrou no quarto, tirou a roupa devagar e foi direto na gaveta da mãe. Pegou uma calcinha preta rendada, daquelas bem safadas, e vestiu. A calcinha mal dava conta da bunda grande dele; a carne branca e macia transbordava dos lados, o tecido fino enfiando bem no meio das nádegas. Ele se olhou no espelho, deu uma voltinha lenta, fazendo a bundona balançar, e sorriu de um jeito safado.
Depois pegou um dildo grande, preto, bem grosso, cuspiu nele e se posicionou de quatro na cama, de frente pro espelho. Baixou a calcinha só o suficiente e começou a socar o brinquedo na própria bunda. Gemendo baixinho no começo:
— Ai… papai… me fode… fode o cuzinho do seu filhinho…
Eu fiquei paralisado na frente do computador. Raiva subiu primeiro: meu filho usando a calcinha da mãe? Se masturbando enquanto chamava por mim? Mas meu pau endureceu na hora, latejando dentro da calça. Ele metia o dildo cada vez mais fundo, a bunda grande tremendo a cada estocada, os cabelos loiros longos caindo no rosto. Enfiava o dedo no cu junto, abrindo mais, gemendo cada vez mais alto e gostoso:
— Papai… soca forte… arromba seu filhinho… eu sou sua putinha…
Ele gozou sem nem tocar no pauzinho, só do dildo no cu, jorrando dentro da calcinha da mãe. Depois tirou o brinquedo, lambeu o próprio gozo e sussurrou:
— Papai… eu quero seu leite de verdade dentro de mim…
Eu assisti os vídeos dos quatro dias seguintes. Todo santo dia a mesma cena: calcinha da mãe, dildo socando fundo na bundona, dedo no cu, gemidos safados, sempre chamando por mim. “Pai, me usa como sua escrava… me fode de quatro… enche meu cu de porra quente…” No quarto dia eu não aguentei mais. Fiquei confuso pra caralho — raiva porque era incesto, porque ele usava as coisas da mãe, porque era meu filho. Mas o tesão venceu. Meu pau babava só de lembrar daqueles gemidos e daquela bunda grande balançando. Eu decidi: ia transformar aquele filhinho safado na minha escrava puta particular. Sem volta.
Naquela noite, quando a mãe saiu para o turno noturno, eu entrei no quarto dele sem avisar. Lucas estava exatamente na mesma posição: de quatro na cama, com uma calcinha vermelha rendada da mãe, socando o dildo na bunda grande, cabelos loiros espalhados nas costas, gemendo:
— Papai… me fode… arromba seu filhinho…
Eu fechei a porta com força. Ele virou assustado, o dildo ainda enfiado até o meio no cu.
— Pai… eu… desculpa… eu não…
Eu tirei a camisa devagar, o pau grosso já marcando a calça.
— Eu vi tudo, Lucas. Todos os dias. A calcinha da sua mãe, o dildo na sua bundona, você gemendo meu nome como uma vadia no cio. Você quer ser fodido pelo pai, né? Quer ser minha putinha?
Ele baixou a cabeça, rosto vermelho, mas a bundinha ainda empinada, tremendo.
— Quero… desde sempre, papai…
Eu segurei os cabelos loiros longos dele, puxei com firmeza e falei bem perto do ouvido:
— Então hoje você vira minha escrava puta. Sem volta. Eu vou tirar sua virgindade anal de verdade. Você vai servir o pai todo dia, de calcinha, gemendo, peidando na minha pica e obedecendo como uma boa empregada de bunda. Entendeu?
— Sim, papai… eu sou sua putinha agora… sua escrava…
Eu tirei toda a roupa, o pau grosso e latejando. Sentei na cama e puxei ele pro meu colo. Abracei ele bem apertado, peito contra peito, e dei o primeiro beijo na boca dele — beijo molhado, demorado, língua entrando fundo enquanto ele gemia baixinho. Minha mão desceu, puxei a calcinha pro lado e enfiei um dedo no cuzinho dele, ainda melado do dildo. Dedada lenta, girando, abrindo o buraco virgem.
— Tá apertadinho mesmo… mas hoje o pai vai abrir esse cu de verdade.
Deitei ele de lado na cama, abracei por trás como um casal, beijando o pescoço, os cabelos loiros, cheirando ele. Passei bastante manteiga no meu pau e no cuzinho rosado. Encostei a cabeça grossa e empurrei devagar.
Lucas deu um grito agudo de dor:
— Aaaaiiii, papai! Tá rasgando! É muito grosso! Dói muito!
Eu segurei ele firme nos braços, beijando a orelha, sussurrando:
— Calma, filhinho… respira fundo. O papai tá aqui abraçadinho com você. Deixa a rola do pai entrar no seu cuzinho virgem. Vai doer só no começo.
Entrei centímetro por centímetro. Quando estava quase todo dentro, ele soltou um peidinho forte e longo — prrrrrrrrrt — bem na minha pica. Eu gemi de tesão puro.
— Porra… peidou na rola do pai… que delícia, minha putinha safada.
Comecei a meter devagar, ainda abraçado, beijando a boca dele enquanto socava fundo. A dor virou gemido gostoso:
— Ai, papai… tá tão fundo… me fode… eu sou sua escrava…
Mudei de posição. Coloquei ele de quatro, segurei os cabelos loiros longos como rédea e meti mais forte. A bunda grande batia contra minha barriga, fazendo barulho molhado. Enfiei dois dedos junto com o pau, abrindo mais o cuzinho.
— Chupa a primeira pica da sua vida, vadia — ordenei.
Lucas virou o rostinho, olhos molhados de prazer e dor, abriu a boquinha e engoliu meu pau até a garganta, babando muito, chupando com vontade enquanto eu fodia a boca dele.
Depois coloquei ele de frente, perninhas pra cima, abraçado de novo, metendo fundo enquanto beijava. Depois ele cavalgou, subindo e descendo na minha rola, a bundona grande quicando, cabelos loiros voando, gemendo alto:
— Papai… sua putinha tá cavalgando… ai… tá me enchendo…
Voltei pra quatro, metendo com força, dando tapas na bunda grande. Ele peidava de vez em quando quando eu tirava quase todo e socava de volta — prrt… prrrt — e isso me deixava louco.
No final, eu deitei ele de bruços, abracei por trás e meti bem fundo:
— Papai vai gozar dentro do seu cuzinho virgem, filhinho.
Lucas gemeu desesperado:
— Goza, papai… enche sua putinha…
Eu gozei forte, jorrando leite quente bem no fundo do cu dele. Quando tirei o pau, gozei o resto na bundona grande, pintando as nádegas brancas de porra.
Mas não parei. Virei ele, passei a porra na cara dele e mandei chupar de novo até eu gozar pela segunda vez na boquinha.
Depois ficamos abraçados na cama, suados, ele com a cabeça no meu peito, cabelos loiros espalhados, meu dedo ainda brincando no cuzinho melado de porra.
— Agora você é minha escrava de bunda, Lucas. Vai usar calcinha da mãe todo dia pra mim. Vai servir como empregada: limpando a casa de calcinha, me chupando quando eu mandar, abrindo o cu sempre que eu quiser. Entendeu?
— Sim, papai… eu sou sua empregada puta agora…
Quando a mãe chegou em casa no outro dia, eu contei tudo pra ela. No começo ela ficou chocada, mas depois que mostrei os vídeos e ela viu o Lucas de calcinha gemendo “papai me fode”, ela aceitou. Agora o Lucas vive em casa usando calcinhas da mãe o dia todo, servindo nós dois como escrava de bunda. Limpa a casa de quatro, de calcinha fio-dental, bunda grande balançando. Quando eu chego do trabalho, ele já está de joelhos esperando pra chupar. À noite, dorme abraçado comigo, cu sempre disponível.
E toda vez que eu meto nele, ele ainda geme:
— Papai… fode sua putinha… enche o cuzinho da sua escrava…
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Depois de transformar meu filhinho Lucas na minha escrava puta particular, eu virei um viciado completo. Todo dia ele andava pela casa só de calcinha rendada da mãe, bunda grande balançando, cabelos loiros longos soltos até o meio das costas, servindo como empregada de bunda. Limpava a casa de quatro, me chupava quando eu chegava do trabalho e abria o cu sempre que eu mandava. A mãe já tinha aceitado tudo – até participava às vezes, mandando ele lamber ela enquanto eu fodia. Mas eu queria mais. Queria ver até onde meu filhinho aguentava.
No trabalho, meu amigo Paulo era o cara que todo mundo zoava. 45 anos, mulato forte, casado, mas com um segredo: ele tinha um pau descomunal, 27 centímetros de rola grossa, veiosa, cabeça enorme como uma maçã. Nenhuma mulher deixava ele comer o cu delas – diziam que doía demais, que rasgava, que era impossível. Ele vivia reclamando no bar depois do expediente: “Porra, Marcos, eu só quero comer uma bundinha apertada uma vez na vida… mas com essa porra de pau ninguém aguenta”. Eu sorria por dentro, porque agora eu tinha a solução perfeita.
Uma sexta-feira à noite eu liguei pra ele:
— Paulo, vem aqui em casa depois do trabalho. Eu tenho algo que você sempre quis. Uma bundinha virgem de verdade… branca, grande, empinada. E ela aguenta tudo. É meu segredo. Traz cerveja que eu te mostro.
Ele chegou às 20h, curioso pra caralho. Eu abri a porta e lá estava o Lucas, de joelhos na sala, só com uma calcinha fio-dental rosa da mãe, bunda grande pra fora, cabelos loiros caindo no rosto, maquiagem leve que a mãe tinha passado nele.
— Essa é a minha escrava de bunda, Paulo. Meu filho Lucas, 18 anos. Ele vira putinha pra mim todo dia. Hoje ele é seu também. Pode usar como quiser.
Paulo quase derrubou a cerveja. Olhos arregalados, pau já marcando a calça grossa.
— Caralho, Marcos… seu filho? Isso é loucura… mas… porra… olha essa bundona…
Eu ri e puxei Lucas pelos cabelos loiros, fazendo ele empinar mais a bunda.
— Mostra pro tio Paulo, filhinho. Abre bem esse cu que o papai já arrombou.
Lucas obedeceu, baixando a calcinha e abrindo as nádegas com as duas mãos. O cuzinho rosado apareceu, ainda um pouco marcado das fodas anteriores, mas apertado o suficiente pra dar trabalho.
Paulo tirou a calça. O pau dele era monstruoso – grosso, pesado, latejando, cabeça roxa brilhando. Lucas engoliu em seco.
— Pai… esse é maior que o seu… vai doer muito…
— Cala a boca, putinha — eu disse, dando um tapa na bunda grande dele. — Hoje você vai sofrer pro tio Paulo. Ele sempre quis comer cu e nenhuma mulher deu. Você vai dar pra ele. E vai aguentar tudo.
Eu sentei no sofá, pau pra fora, batendo devagar enquanto via o show. Paulo pegou a manteiga, passou uma camada grossa na rola dele e no cuzinho do Lucas. Colocou meu filho de quatro no tapete da sala, segurou aqueles cabelos loiros longos como rédea e encostou a cabeça enorme.
— Respira, garoto… — rosnou Paulo.
Empurrou. Lucas deu um grito que ecoou na casa inteira:
— AAAAAAIII! Tio! Tá rasgando! É gigante! Pai, me ajuda! Dói muito!
Só a cabeça tinha entrado e o cuzinho já estava esticado ao máximo, vermelho, pulsando. Paulo não parou. Metia devagar, centímetro por centímetro, enquanto Lucas chorava e tremia, bunda grande balançando de dor. De repente, quando quase meio pau tinha entrado, Lucas soltou um peido alto misturado com algo mais – um barulho molhado. Ele se cagou todo. Merda quente escorreu pela rola do Paulo, sujando a bunda grande, as coxas, o tapete.
— Porra! — gritou Paulo, mas não tirou. Pelo contrário, ficou mais excitado. — A putinha se cagou no meu pauzão! Tá sujando tudo!
Eu ri, pau latejando:
— Isso mesmo, filhinho. Sofre. Se caga todo pro tio. Ele merece. Continua, Paulo, mete tudo. Arromba ele mesmo sujo.
Paulo meteu com força, ignorando a sujeira. O pau descomunal entrou todo, abrindo o cu do Lucas de um jeito que eu nunca tinha visto. Meu filho gritava sem parar, lágrimas escorrendo, corpo inteiro tremendo:
— Papai! Tá me matando! Tá no meu estômago! Eu me caguei… ai, meu Deus… dói demais!
Mas o cuzinho aguentou. Paulo começou a socar forte, de quatro, a barriga batendo na bunda grande, barulho molhado e sujo enchendo a sala. Merda, manteiga e porra pré-gozo misturavam. Lucas peidava e se cagava a cada estocada forte – prrrrrt… ploft… mais merda escorrendo pela rola grossa.
Eu me aproximei, segurei a cabeça do meu filho e enfiei meu pau na boquinha dele:
— Chupa o papai enquanto o tio te arromba, vadia. Engole a dor.
Lucas chupava babando, gemendo abafado, enquanto Paulo metia sem piedade. Mudamos de posição pra deixar mais pesado. Colocamos ele de lado no sofá, Paulo metendo de conchinha, eu segurando as perninhas dele pra cima. Depois de frente, perninhas no ombro do Paulo, o pauzão entrando e saindo sujo, Lucas gritando e se cagando mais, o cu piscando aberto, merda escorrendo pela bundona.
— Olha como ele tá destruído — eu dizia pro Paulo. — Continua, amigo. Goza dentro dessa bundinha suja.
Paulo rosnou, suado:
— Vou encher esse cu de porra, Marcos! A putinha aguentou meu pauzão!
Ele meteu fundo e gozou forte, jorrando jatos grossos bem no fundo do intestino do Lucas. Meu filho convulsionava, gozando sem tocar no pauzinho, misturando gozo com a merda que ainda escorria.
Eu não aguentei. Tirei o pau da boca dele, coloquei no cuzinho já arrombado e cheio de porra e merda do Paulo e meti de uma vez. O cu estava quentíssimo, escorregadio, destruído. Fodi com força, abraçando meu filho, beijando a boca dele enquanto ele choramingava:
— Papai… eu me caguei todo… sou sua putinha suja…
Eu gozei logo depois, enchendo ele com mais uma carga quente, misturando tudo dentro daquela bundona.
Quando tirei, o cuzinho do Lucas ficou escancarado, vermelho, piscando, com porra, merda e manteiga escorrendo sem parar pela bunda grande. Ele estava ofegante, corpo mole, olhos vidrados, mas ainda sussurrava:
— Obrigado, papai… obrigado, tio…
Paulo, limpo e satisfeito, bateu na minha mão:
— Caralho, Marcos… melhor foda da minha vida. Seu filho é uma puta de primeira. Posso voltar sempre?
— Sempre que quiser, amigo. Essa bundinha agora é nossa.
Depois que o Paulo foi embora, eu limpei meu filhinho no banho, carinhosamente, passando a mão nos cabelos loiros molhados. Ele estava destruído, cu inchado, mas sorrindo fraco.
— Eu aguentei, né, papai?
— Aguentou, filhinho. Você é a melhor escrava de bunda do mundo. Amanhã vamos chamar mais um amigo meu… e você vai se cagar de novo pra eles.
Lucas só gemeu baixinho e encostou a cabeça no meu peito, já sabendo que a vida dele agora era essa: servir bundinha pra mim e pros meus amigos, de calcinha, gemendo, sofrendo e se entregando.
Depois da noite em que meu filhinho Lucas se cagou todo no pauzão do Paulo, eu percebi que não tinha mais limite. Ele era minha escrava de bunda 24 horas por dia: andava pela casa só de calcinha fio-dental da mãe, cabelos loiros longos soltos, bundona grande balançando, servindo cerveja, limpando o chão de quatro e abrindo o cu sempre que eu ou meus amigos mandávamos. O cu dele vivia inchado, melado, marcado de porra e tapas. E o pior (ou melhor): ele estava gostando cada vez mais de ser usado como puta.
No trabalho, eu tinha outro amigo chamado Renato, 47 anos, divorciado, um cara quieto mas com um fetiche bem específico e nojento que ele confessava só depois de algumas cervejas. Ele era louco por mulher peidando na cara dele. Não qualquer peido: queria peidos demorados, quentes, podres, daqueles que saem bem molhados e cheiram a ovo podre misturado com merda. Ele falava que sonhava em ter uma vadia sentando na cara dele como um sanitário, soltando peido atrás de peido bem na boca e no nariz, enquanto ele cheirava e lambia. “Porra, Marcos, nenhuma mulher topa fazer isso direito… elas acham nojento demais”, ele reclamava.
Eu sorri quando ele disse isso pela milésima vez no bar. Naquela mesma noite, quando cheguei em casa, chamei o Lucas na sala. Ele estava de calcinha preta rendada, de joelhos, cabelos loiros caindo no rosto.
— Filhinho, o papai tem um amigo chamado Renato. Ele tem um fetiche bem sujo: adora mulher peidando na cara dele. Peidos longos, quentes, podres, bem fedidos. Ele quer uma vadia sentando na boca dele como sanitário. Você topa fazer isso pro tio Renato? Depois ele vai te arrombar com o pau dele.
Lucas ficou vermelho, mas o pauzinho dele deu uma mexida dentro da calcinha. Ele baixou a cabeça e respondeu baixinho:
— Eu topo, papai… se for pra te agradar… eu sou sua puta. Posso peidar na cara dele o quanto ele quiser.
Eu sorri orgulhoso e mandei ele se preparar: tomar bastante leite com ovos, feijão e proteína pra deixar os peidos bem pesados e fedorentos.
No sábado à noite eu chamei o Renato pra casa. Ele chegou curioso, achando que eu ia apresentar alguma puta qualquer. Quando abriu a porta e viu o Lucas de quatro no tapete da sala, só de calcinha fio-dental rosa, bunda grande empinada, cabelos loiros longos espalhados nas costas, ele congelou.
— Marcos… que porra é essa? Esse é… seu filho?
— É sim, Renato. Meu filhinho Lucas, 18 anos. Ele virou minha escrava puta de bunda. Hoje ele vai ser seu sanitário. Ele já topou. Vai sentar na sua cara e soltar peidos bem demorados, quentes e podres bem na sua boca, como você sempre sonhou. Depois você pode arrombar ele.
Renato ficou pálido de choque, mas o volume na calça dele cresceu na hora. Ele engoliu em seco.
— Caralho… isso é doentio… é seu filho… mas… porra… eu sempre quis isso de verdade.
Eu sentei no sofá, pau pra fora, batendo devagar.
— Então senta no sofá, tira a roupa e deixa minha putinha trabalhar.
Renato obedeceu, tirou tudo e deitou no sofá, pau duro apontando pro teto. Lucas se aproximou tímido, mas obediente. Eu segurei os cabelos loiros longos dele e guiei:
— Senta na cara do tio Renato, filhinho. Abre bem a bundona e solta aqueles peidos podres que você preparou pro tio.
Lucas subiu no sofá, virou de costas, abaixou a calcinha e sentou com a bundona grande bem em cima do rosto do Renato, cobrindo boca e nariz completamente. A bundinha grande e branca engoliu a cara dele. Eu vi o peito do Renato subir e descer rápido, já sentindo o cheiro.
— Vai, Lucas. Solta o primeiro peido bem demorado pra ele.
Lucas fez força, apertou a barriga e soltou. Um peido longo, quente, molhado e podre saiu direto na boca do Renato — pppppppppppppppffffffffffffffrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrt — durou quase 8 segundos, barulhento, com cheiro forte de ovo podre e merda que chegou até onde eu estava sentado.
Renato gemeu alto debaixo da bunda, mãos segurando as coxas do Lucas, mas não tirou o rosto. Pelo contrário, ele abriu mais a boca e lambeu o cuzinho enquanto o peido ainda saía. O cheiro era insuportável — eu mesmo senti nojo forte, quase vomitei, mas meu pau estava babando de tesão vendo meu filho usando a cara do meu amigo como vaso sanitário.
— Isso, filhinho… solta mais. Dá peido podre pro tio cheirar.
Lucas soltou outro, ainda mais fedido e molhado — prrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrt — bem quente, com um pouquinho de sujeira molhada saindo junto. Renato tremia inteiro, cheirando, lambendo, gemendo abafado:
— Porra… que peido nojento… tá podre… mas eu adoro… continua, putinha…
Eu tinha nojo. Muito nojo. Ver meu filho de 18 anos, branquinho e delicado, usando a cara do meu amigo como privada, soltando peidos quentes e podres direto na boca dele… era imundo. Mas o tesão era maior. Eu batia punheta vendo a cena.
Lucas continuou por quase vinte minutos. Sentava, levantava um pouco, soltava peido atrás de peido — alguns curtos e secos, outros longos, molhados, barulhentos e fedorentos pra caralho. A cara do Renato estava vermelha, brilhando de suor e umidade dos peidos. Ele lambia o cuzinho o tempo todo, enfiando a língua, pedindo mais.
— Mais forte, putinha… peida na minha boca… me usa como sanitário…
No final, Lucas soltou o peido mais longo e podre de todos — um que durou quase 12 segundos, quente, com bolhas, cheiro de merda pura. Renato quase sufocou, mas gozou sem nem tocar no pau, jorrando no ar só de cheirar e lamber.
Eu não aguentei mais.
— Agora fode ele, Renato. Arromba essa bundona que acabou de peidar na sua cara.
Renato, ainda com o cheiro no rosto, virou meu filho de quatro no tapete. O pau dele era grosso, não tão monstruoso quanto o do Paulo, mas bem grande. Ele cuspiu no cuzinho já melado de peido e meteu de uma vez. Lucas gritou:
— Aaaaiii! Tio… tá fundo!
Renato fodeu com raiva, segurando os cabelos loiros longos, socando forte enquanto ainda sentia o gosto dos peidos na boca. A bundona grande balançava, o cuzinho fazendo barulhos molhados. Lucas gemia alto, misturando dor e prazer:
— Ai, tio… me arromba… eu sou o sanitário do tio…
Renato meteu uns dez minutos sem parar, suado, cheirando ainda a peido podre. No final ele rosnou:
— Vou gozar bem fundo nessa bundinha peidora!
E gozou forte, enchendo o cu do Lucas com porra grossa e quente, jatos longos e abundantes. Quando tirou, o cuzinho piscava aberto, com porra escorrendo.
Eu levantei na hora, pau latejando.
— Agora é a vez do papai, filhinho.
Coloquei meu filho de quatro de novo, meti no cuzinho já cheio da porra do Renato e fodi com força, sentindo o cu quentinho e escorregadio. Abracei ele por trás, beijei o pescoço, puxei os cabelos loiros e gozei logo depois, misturando minha porra com a do Renato bem no fundo daquela bundona.
Quando tirei, o cu do Lucas estava destruído, escancarado, com porra branca escorrendo pelas coxas brancas. Ele caiu no chão, ofegante, rosto vermelho, mas com um sorrisinho safado.
Renato, ainda cheirando a peido, olhou pra mim e disse:
— Marcos… isso foi a coisa mais nojenta e gostosa que eu já fiz na vida. Seu filho é uma puta perfeita. Posso voltar pra usar ele como sanitário de novo?
Eu ri, passando a mão na cabeça do Lucas:
— Pode voltar quando quiser. Essa bundinha peidora agora serve pros meus amigos também.
Lucas só gemeu baixinho, ainda de quatro, e sussurrou:
— Obrigado, papai… eu sou sua escrava… e do tio também.
Depois das noites com o Paulo e o Renato, meu filhinho Lucas já tinha virado a puta oficial dos meus amigos do trabalho. Ele sabia que quando eu chegava em casa com aquele olhar, era sinal de que ia servir bundinha de novo. Aos 18 anos, branquinho, cabelos loiros longos até o meio das costas, bundona grande e empinada, ele andava pela casa só de calcinha fio-dental da mãe, obediente, gemendo “sim, papai” toda vez que eu mandava.
Naquela quarta-feira, depois do expediente, eu estava no bar com dois amigos: o Paulo (aquele do pauzão de 27 cm que fez o Lucas se cagar todo) e o Renato (o do fetiche de peido na cara). Os dois estavam bebendo e o papo esquentou quando o Paulo soltou:
— Porra, eu sempre quis fazer DP anal… dois paus no mesmo cu ao mesmo tempo. Imagina uma bundinha apertada esticada ao limite, quase rasgando. Deve ser insano.
Renato riu, já meio bêbado:
— Eu também, cara. Ver o cu abrindo pra dois paus grossos, o garoto gritando, chorando… mas nenhuma vadia topa. Elas fogem só de ouvir falar.
Eu fiquei quieto uns segundos, sentindo o pau endurecer só de imaginar. Então entrei no papo com a voz rouca:
— E se eu disser que tenho uma putinha que topa? Branquinha, 18 anos, bunda grande, cabelão loiro… e já tá acostumada a levar rola grossa. É meu filho, o Lucas. Ele é minha escrava de bunda agora. Se vocês quiserem, eu chamo ele pra amanhã à noite. Vocês dois podem arrombar ele juntos. DP anal de verdade. Quase rasgando ele ao meio.
Os dois ficaram em silêncio por um segundo, depois Paulo arregalou os olhos:
— Caralho, Marcos… você tá falando sério? Seu próprio filho?
— Seríssimo. Ele já levou meu pau, o seu pauzão, e até peidou na cara do Renato. Ele obedece tudo. Amanhã às 20h na minha casa. Tragam cerveja e bastante manteiga. O cuzinho dele vai precisar.
Renato lambeu os lábios:
— Porra… eu topo. Quero ver esse cu branco esticado com dois paus dentro. Quero ouvir ele gritando “me rasga, tios”.
Paulo bateu na mesa, pau já duro na calça:
— Fechado. Vou levar o maior lubrificante que tiver. Quero sentir meu pau roçando no seu enquanto a gente abre esse filhinho ao meio.
Voltei pra casa e contei pro Lucas. Ele estava de quatro limpando o chão, calcinha rosa enfiada na bundona.
— Filhinho, amanhã o tio Paulo e o tio Renato vêm aqui. Eles querem fazer DP anal em você. Dois paus ao mesmo tempo no seu cu. Vai doer pra caralho, quase rasgar você. Topa?
Lucas parou, rosto corado, mas o pauzinho dele marcou a calcinha.
— Dois paus, papai? Ao mesmo tempo? Vai me rasgar mesmo…
— Vai. Mas você é minha puta. Vai aguentar e vai gemer pedindo mais. Entendeu?
— Sim, papai… eu sou sua escrava. Se os tios quiserem me rasgar, eu deixo.
No dia seguinte, às 20h em ponto, os dois chegaram. Lucas já estava preparado: só de calcinha fio-dental branca, maquiagem leve, cabelos loiros soltos e brilhantes. Ele recebeu os dois de joelhos na sala.
Paulo sorriu safado:
— Olha só a putinha… pronta pra levar dois paus no cu. Tá com medo, Lucas?
Lucas respondeu baixinho, olhos no chão:
— Tô com medo, tio… seu pau é muito grande… dois juntos vão me destruir…
Renato já tirando a roupa:
— É pra isso mesmo, vadia. Hoje você vai ser nosso buraco duplo. Vamos quase rasgar esse cuzinho branco ao meio.
Eu sentei no sofá, pau pra fora, batendo devagar enquanto via o show começar.
Primeiro eles mandaram Lucas chupar os dois paus ao mesmo tempo. Ele ajoelhado, boquinha tentando abocanhar as duas cabeças grossas, babando muito, olhos molhados.
— Isso, filhinho… chupa os paus dos tios. Prepara eles pra te arrombar juntos — eu dizia.
Depois de uns minutos babando, colocaram ele de quatro no tapete. Muita manteiga no cuzinho e nos dois paus. Paulo e Renato se posicionaram atrás, paus encostados um no outro.
Paulo falou rouco:
— Relaxa o cu, putinha. Vamos entrar juntos.
Eles empurraram ao mesmo tempo. A cabeça dos dois paus forçando o cuzinho apertado.
Lucas deu um grito animal:
— AAAAAAHHHHH! PAI! TÁ RASGANDO! DOIS PAUS! EU VOU MORRER! TÁ ME ABRINDO AO MEIO!
Só as cabeças tinham entrado e o cuzinho já estava esticado ao limite, pele branca ficando vermelha, anel do cu fino e brilhante. Lucas tremia inteiro, lágrimas escorrendo.
Renato gemeu de tesão:
— Porra… olha como o cu tá esticando… parece que vai rasgar de verdade. Mais um pouco, Paulo.
Eles empurraram mais. Mais dois centímetros entraram juntos. Lucas berrou, corpo convulsionando:
— Papai! Me ajuda! Tá doendo demais! Meu cu tá rasgando! Ai, meu Deus… dois paus me fodendo ao mesmo tempo!
Eu me aproximei, segurei os cabelos loiros dele e falei perto do ouvido:
— Aguenta, filhinho. Você é puta do papai. Deixa os tios entrarem fundo. Deixa eles quase te rasgarem ao meio. Papai tá aqui vendo tudo.
Devagar, centímetro por centímetro, os dois paus grossos foram entrando juntos no cu do Lucas. O anel do cu estava tão esticado que parecia transparente. Quando finalmente os dois paus entraram quase até a metade, Lucas soltou um peido alto e molhado de dor — prrrrrrrrrrt — e começou a chorar alto.
— Tá me partindo… eu sinto os dois paus roçando dentro de mim… papai… eu sou um buraco agora…
Paulo e Renato começaram a meter devagar, sincronizados. O barulho molhado era obsceno. Lucas gemia e gritava sem parar:
— Ai… ai… mais devagar… não… mais fundo… me rasga, tios! Eu sou a puta de vocês! Fodem meu cu juntos!
Renato ria, ofegante:
— Olha como ele pediu pra rasgar… que putinha gulosa. Toma, vadia! Dois paus no seu cu de menina!
Eles aumentaram o ritmo. Metiam mais fundo, os paus roçando um no outro dentro do intestino do Lucas. A bundona grande tremia violentamente. Lucas estava babando, olhos revirados, quase desmaiando de dor e prazer.
— Papai… eles tão me destruindo… meu cu nunca mais vai fechar… ai… vou gozar só com dois paus dentro…
Eu não aguentei. Fui pra frente dele, enfiei meu pau na boquinha e segurei a cabeça enquanto ele chupava entre gritos.
Depois de uns quinze minutos de DP brutal, Paulo rosnou primeiro:
— Vou gozar! Vou encher esse cu esticado com porra!
Renato logo depois:
— Eu também! Toma, putinha! Duas cargas no seu cu rasgado!
Os dois gozaram quase ao mesmo tempo, jorrando porra quente e grossa bem fundo no cu do Lucas. Tanto leite que escorria pelos lados enquanto os paus ainda estavam dentro.
Quando eles tiraram devagar, o cuzinho do Lucas ficou escancarado, um buraco vermelho e aberto, do tamanho de um punho, com porra branca borbulhando e escorrendo em fio grosso pela bundona.
Eu não esperei. Coloquei meu pau no meio daquela bagunça quente e meti fundo, sentindo o cu completamente destruído e cheio de porra dos meus amigos.
— Agora o papai vai gozar também, filhinho. Você aguentou dois paus ao mesmo tempo como uma boa puta.
Fodi ele com força, segurando os cabelos loiros, enquanto Lucas gemia fraco:
— Papai… me enche também… eu sou seu buraco… sua escrava rasgada…
Eu gozei forte, adicionando minha porra no meio da mistura.
Quando tirei, o cu do Lucas estava completamente destruído: aberto, vermelho, piscando devagar, com três cargas de porra escorrendo sem parar. Ele caiu de lado no tapete, corpo tremendo, cabelos loiros colados no suor, mas com um sorrisinho débil.
Paulo e Renato batiam palmas, pau ainda semi-duro.
— Porra, Marcos… seu filho é a melhor puta que já existiu. Quase rasgamos ele ao meio e ele pediu mais.
Lucas sussurrou, voz rouca:
— Obrigado, tios… obrigado, papai… podem me usar sempre que quiserem… meu cu é de vocês.
Eu acariciei os cabelos dele e falei pros amigos:
— Ele tá disponível sempre. Próxima vez vamos tentar três paus. O que acham?
Os dois sorriram. Lucas só gemeu baixinho, já sabendo que a vida dele agora era ser o buraco coletivo dos meus amigos.
Depois de transformar meu filhinho Lucas na puta oficial dos meus amigos e de ver ele aguentar DP anal quase rasgando o cu ao meio, eu tive a ideia que mudou tudo: alugar ele como esposinha eventual. Quando as esposas dos caras da empresa viajavam pros finais de semana (o que acontecia bastante), eu oferecia o Lucas como “substituta”. Dois dias e duas noites inteiras na casa do amigo, vestido com as roupas da própria esposa, fazendo faxina, cozinhando, servindo e, principalmente, dando a bundona grande de todas as formas que o macho pedisse. O lucro a gente dividia meio a meio. Eu ficava com 50% pelo “aluguel da putinha” e ele guardava o resto pra comprar lingerie nova e brinquedos pro cu.
Lucas topou na hora. Aos 18 anos, branquinho, cabelos loiros longos até o meio das costas, bundona de bolha que balançava, ele já vivia pra servir. “Se é pra agradar o papai e ganhar dinheiro, eu vou ser a melhor esposinha do mundo”, ele me disse de joelhos, chupando meu pau enquanto eu combinava o primeiro aluguel.
O primeiro cliente foi o Rodrigo, 24 anos, recém-casado com uma esposa de 20 anos que viajou pro aniversário da irmã. Rodrigo era novinho, pau grosso e cheio de energia, louco por roleplay de “esposinha jovem”. Paguei pro Lucas ir sexta à noite e voltar domingo à noite. Ele vestiu o guarda-roupa dela: vestidinho curto de algodão florido, calcinha fio-dental branca, sutiã push-up e até o avental de cozinha. Quando chegou na casa, o Rodrigo já estava de pau duro.
— Caralho, Marcos, seu filho tá igualzinho a minha mulher, só que com bunda maior! — ele me mandou mensagem com foto do Lucas de quatro no chão da cozinha, vestidinho levantado, bundona pra cima.
No sábado de manhã o Lucas cozinhou o café da manhã de calcinha e avental, bundona balançando enquanto fritava ovos. Rodrigo filmava:
— Isso, esposinha… rebola esse cu enquanto faz meu café. Hoje você é a minha putinha de 20 anos.
Depois do café, Rodrigo mandou ele limpar a casa de quatro, vestidinho levantado, plug no cu. Enquanto o Lucas passava pano, Rodrigo metia devagar por trás:
— Fala pra mim, esposinha… você é mais apertada que minha mulher?
Lucas gemia, voz fina:
— Sou sim, maridinho… meu cu é virgem pra você hoje… me fode enquanto eu limpo sua casa…
Rodrigo gozou duas vezes só naquele dia: uma na boca enquanto o Lucas lavava louça, outra dentro do cu, de frente na mesa da cozinha, perninhas pra cima, vestidinho todo embolado.
No domingo, antes de voltar, Rodrigo ainda fez ele tomar banho junto, vestindo a lingerie sexy da esposa, e fodeu ele no box, molhado, gemendo “eu pago o dobro na próxima viagem dela, Marcos!”. Lucro: R$ 800 pro fim de semana. Metade pro Lucas, metade pro papai.
O segundo foi o Carlos, 48 anos, casado com uma mulher de 45 que viajou pra praia. Carlos era daqueles tarados por “esposinha madura”. Mandou o Lucas vestir as roupas dela: saia lápis justa, blusa de seda, meia-calça 7/8 e até o sutiã reforçado. Lucas ficou ridículo e delicioso: bundona esticando a saia, cabelos loiros soltos, parecendo uma puta de 45 anos.
Carlos fez ele cozinhar o almoço de saia e salto alto. Enquanto o Lucas mexia o molho, Carlos levantava a saia e metia o dedo no cu:
— Olha só minha esposinha velha… rebolando esse cu grande pra mim. Você cozinha melhor que minha mulher e ainda dá o rabo?
Lucas, voz manhosa:
— Cozinho e dou tudo, maridão… meu cu tá molhadinho pra você me foder enquanto o arroz cozinha…
Carlos fodeu ele de quatro no balcão da cozinha, saia levantada, meia-calça rasgada, bundona batendo forte. Depois mandou ele servir o jantar de quatro, como mesa humana: prato em cima das costas, enquanto ele comia e metia devagar. O Lucas peidava de nervoso e prazer, e Carlos ria:
— Peida na minha rola, esposinha… isso, solta esse cheirinho de puta velha!
Gozo final foi na cama do casal, Lucas de bruços, saia embolada na cintura, Carlos gozando fundo e mandando ele dormir com a porra escorrendo.
Terceiro cliente foi o seu Geraldo, 72 anos, o mais velho da empresa, casado com uma senhora de 68 que foi visitar os netos. O velho era tarado por contraste: queria o Lucas vestido como a esposa idosa dele. Vestido floral largo, calcinha de vovó de algodão, meias 3/4 e até o batom vermelho que a velha usava. Lucas ficou hilário e safado: bundona grande esticando o vestido de vovó, cabelos loiros caindo no rosto maquiado.
Seu Geraldo quase teve um treco quando viu:
— Porra, Marcos… seu filho tá igualzinho à minha velha, só que com essa bundona de menina! Hoje ele vai ser minha esposinha de 70 anos.
O velho fez o Lucas limpar a casa inteira de vestido floral, de quatro, aspirador na mão. Enquanto isso, ele sentava na poltrona e mandava:
— Vem cá, esposinha… senta no colo do vovô e peida na minha cara enquanto eu vejo novela.
Lucas sentou, vestidinho levantado, e soltou peidos longos e quentes bem na cara do velho, que cheirava e gemia:
— Isso, minha velhinha safada… peida mais forte… ah, que cheiro bom de cu jovem…
Depois o velho quis foder na cama do casal, Lucas de lado, vestido levantado, meias 3/4 ainda no lugar. Seu Geraldo metia devagar, mão tremendo na bundona:
— Fala pra mim, esposinha… você dá o cu melhor que minha mulher?
Lucas, gemendo fininho:
— Dou sim, vovô… meu cu é apertado e guloso… me enche de porra velha…
O velho gozou três vezes no fim de semana: uma na boca enquanto o Lucas lavava louça de vestido, outra no cu de quatro na sala, e a última no peito, pintando a bundona de leite ralo. Ele pagou extra: “Esse foi o melhor final de semana da minha vida, Marcos. Quero ele todo mês!”
Teve o quarto cliente também, o jovem engenheiro de 29 anos que viajou a esposa de 26. Ele era fetiche por “esposinha grávida”. Mandou o Lucas vestir um vestido de gestante da mulher, com barriga falsa por baixo. O Lucas cozinhou o almoço com a barriga protuberante, bundona empinada, e o cara fodeu ele de quatro, segurando a “barriga”:
— Olha minha esposinha grávida… rebolando esse cu grande pra mim. Vou te encher de porra e fingir que é meu filho!
Lucas gritava:
— Sim, maridinho… enche a mamãe… me fode enquanto eu carrego seu bebê!
Foram dois dias de foda louca: no sofá, na varanda, até na cama do casal com o Lucas “grávido” cavalgando.
Em dois meses eu já tinha alugado o Lucas pra seis amigos diferentes. Idades de 24 a 72, fetishes de todo tipo: um queria ele como empregada francesa, outro como colegial (usando o uniforme da filha de 20 anos), outro ainda mandou ele vestir lingerie da sogra de 62 e chamar de “mamãe”. Sempre o mesmo roteiro: chega sexta, veste as roupas da esposa, faz faxina, cozinha, serve cerveja de quatro… e depois abre a bundona das formas mais loucas. DP, peidos na cara, gozo na comida, dormir com plug, tudo.
O lucro tá bom pra caralho. Lucas já comprou lingerie nova, plug gigante e até um vibrador que ele usa quando tá sozinho em casa esperando o próximo aluguel. Eu divido o dinheiro e fico vendo os vídeos que os caras mandam: meu filhinho de vestido floral, de calcinha de vovó, de roupa de grávida, gemendo “maridinho, me fode” enquanto leva rola.
Ele voltou de um desses fins de semana com o cu inchado, porra escorrendo e um sorrisinho:
— Papai… eu sou a melhor esposinha eventual da empresa. Quando é o próximo?
Eu acariciei os cabelos loiros dele e respondi:
— Semana que vem tem dois clientes, filhinho. Um de 35 e outro de 65. Prepara essa bundona… o papai tá ficando rico com seu cu.
O negócio de alugar meu filhinho Lucas como esposinha eventual estava bombando. Em poucos meses ele já tinha passado fins de semana na casa de quase dez amigos da empresa, sempre quando as esposas viajavam. Vestia as roupas delas, fazia faxina, cozinhava, servia e, principalmente, dava a bundona grande de todas as formas que os machos pediam. O cu dele vivia inchado, melado e aberto. Lucas estava cada vez mais viciado: voltava pra casa com os olhos brilhando e o cu piscando, contando detalhes enquanto eu contava o dinheiro.
Naquela sexta-feira eu fechei o maior aluguel até então. Três amigos ao mesmo tempo: o Paulo (24 cm de pauzão), o Renato (o do fetiche de peido) e o seu Geraldo (o velho de 72 anos). As três esposas tinham viajado juntas pra um cruzeiro de uma semana. Os caras me ligaram animados:
— Marcos, a gente quer alugar o Lucas pro fim de semana inteiro. Três machos, uma esposinha só. Vamos dividir ele entre nós. Topa?
Eu sorri e respondi:
— Topo. Mas o preço sobe. Ele vai ser a esposinha de vocês três ao mesmo tempo. Vocês pagam e eu divido o lucro com ele. Combinado?
Eles toparam na hora. Levei o Lucas pra casa do Paulo (a maior) na sexta à noite. Ele já estava vestido com as roupas da esposa do Paulo: um vestidinho curto preto de alcinha, calcinha vermelha rendada, sutiã meia-taça e salto alto. Cabelos loiros longos soltos, maquiagem leve. Parecia uma putinha de 25 anos.
Quando entramos, os três já estavam na sala bebendo. Paulo assobiou:
— Porra… olha só nossa esposinha coletiva! Vem cá, vadia. Hoje você vai servir três maridos ao mesmo tempo.
Lucas ficou de joelhos no meio da sala, bundona empinada, e falou com voz manhosa:
— Boa noite, maridinhos… eu sou a esposinha de vocês pro fim de semana. Podem me usar como quiserem. Meu cu tá limpo e apertado pra vocês três.
Seu Geraldo, o velho, já babando:
— Caralho, garoto… você tá igualzinho à minha velha, só que com essa bundona deliciosa. Vem dar um beijo no vovô.
Lucas engatinhou até ele, beijou a boca do velho com língua e já desceu a mão no pau dele. Enquanto isso, Renato mandou:
— Primeiro serviço, esposinha: vai pra cozinha e prepara o jantar pra nós três. De calcinha e avental só. Quero ver essa bundona balançando enquanto você cozinha.
Lucas obedeceu. Tirou o vestidinho, ficou só de calcinha vermelha e avental, cabelos loiros caindo nas costas. Enquanto fritava carne, Paulo se aproximou por trás, abaixou a calcinha e enfiou dois dedos no cu:
— Rebola pra mim, esposinha. Conta pros maridinhos como você gosta de levar rola.
Lucas gemia, rebolando:
— Eu amo levar rola, maridinho… especialmente quando são três ao mesmo tempo. Meu cu aguenta tudo. Podem me rasgar hoje.
Depois do jantar, eles levaram ele pro sofá. Primeiro fetiche da noite: Renato queria peidos na cara de novo. Mandou o Lucas sentar na cara dele enquanto o velho chupava os peitos falsos (sutiã recheado) e Paulo batia punheta.
Lucas sentou com a bundona grande bem em cima do rosto do Renato e soltou um peido longo e quente:
— Pppppppppppffffffffffffffrrrrrrrrrrrrrrrrrt… toma, maridinho… peido podre pra você cheirar enquanto os outros assistem.
Renato gemeu debaixo da bunda, lambendo o cuzinho:
— Isso, esposinha… peida mais! Quero sentir gosto de merda na boca!
Lucas soltou mais três peidos seguidos, cada vez mais fedidos, enquanto ria baixinho:
— Os maridinhos gostam de esposinha fedida, né?
Depois veio a parte bruta. Colocaram ele de quatro no tapete da sala. Paulo e Renato se posicionaram atrás, paus encostados. Seu Geraldo sentou na frente, enfiando o pau na boca do Lucas.
Paulo rosnou:
— Hoje vamos fazer DP de novo, mas com três paus. Um no cu, um na boca, e o terceiro vai revezar. Prepara esse cu, esposinha.
Eles começaram devagar. Paulo meteu primeiro no cu, depois Renato forçou junto. Lucas gritou alto, boca cheia do pau do velho:
— Aaaahhh! Maridinhos! Dois paus no meu cu! Tá rasgando de novo! Vocês vão me partir ao meio!
Renato ria, socando:
— Isso mesmo, vadia! Grita pra seus maridos. Hoje você é nossa puta coletiva. Toma dois paus no cu enquanto chupa o vovô!
O Lucas babava, lágrimas escorrendo, bundona grande tremendo violentamente enquanto os dois paus grossos entravam e saíam juntos. Seu Geraldo segurava os cabelos loiros dele:
— Chupa gostoso, esposinha… mama no pau do vovô enquanto os outros te arrombam. Você cozinha, limpa e ainda dá o cu melhor que minha mulher!
Mudaram várias vezes. Foderam ele no sofá, na cama do casal, na mesa da cozinha. Lucas de vestidinho levantado, de calcinha rasgada, de quatro, de lado, cavalgando. Sempre com diálogos safados:
— Maridinho Paulo, soca mais fundo!
— Vovô Geraldo, goza na minha boca primeiro!
— Tio Renato, me faz peidar no seu pau enquanto você mete!
No sábado à noite eles fizeram o fetiche mais pesado: amarraram o Lucas na cama do casal, pernas abertas, e revezaram. Um fodia o cu, outro a boca, o terceiro descansava ou batia punheta na cara dele. Lucas estava destruído, cu escancarado, voz rouca de tanto gemer:
— Maridinhos… eu sou a esposinha de vocês… usem meu cu o quanto quiserem… encham ele de porra… eu aguento tudo por vocês…
No domingo de manhã, antes de eu buscar ele, os três gozaram juntos. Paulo e Renato fizeram DP final no cu, gozando ao mesmo tempo bem fundo. Seu Geraldo gozou na boquinha. Quando tiraram, o cu do Lucas estava um buraco aberto, vermelho, com porra escorrendo sem parar pela bundona grande.
Ele voltou pra casa mancando, vestido ainda com o vestidinho amassado, cabelos loiros bagunçados, cheirando a porra e suor.
— Papai… foram os dois dias mais loucos da minha vida. Três maridos ao mesmo tempo… meu cu tá destruído… mas eu amei.
Eu contei o dinheiro na frente dele: R$ 2.400 pelo fim de semana. Metade pro Lucas, metade pro papai.
— Bom menino — eu disse, acariciando os cabelos dele. — Semana que vem tem mais. O engenheiro de 29 quer você de “esposinha grávida” de novo, e o velho seu Geraldo quer te alugar sozinho pra uma noite de “vovó e neto”. Prepara essa bundona, filhinho. O papai tá ficando rico com você sendo a puta da empresa.
Lucas sorriu, ainda com porra seca na coxa, e respondeu:
— Pode alugar quantas vezes quiser, papai. Eu nasci pra ser esposinha eventual… e pra dar meu cu pra quem o senhor mandar.
Meu nome é Marcos. Depois de transformar meu filhinho Lucas na esposinha eventual dos meus amigos e ver o dinheiro entrando, eu e a Cláudia (minha mulher) resolvemos levar o negócio pra outro patamar. A gente instalou câmeras escondidas em TODOS os cantos da casa: sala de estar, cozinha, quarto do casal, banheiro, varanda dos fundos e até no quintal. Tudo em HD, com áudio perfeito, gravando 24 horas. A Cláudia ficava no quarto assistindo tudo ao vivo no monitor grande, enquanto eu fingia que tava no trabalho ou na rua. O plano era simples e sujo: fazer o Lucas seduzir e dar o cu pra qualquer trabalhador que aparecesse em casa. Entregadores de pizza, motoristas de app, pedreiros, entregadores de água, eletricistas… todos viravam presa. O Lucas, aos 18 anos, branquinho, cabelos loiros longos até o meio das costas, bundona grande e empinada, virava a putinha oficial da família. A gente dividia o lucro das gorjetas e das gravações que depois vendíamos no Selma Club.
A Cláudia adorava dirigir tudo. Ela mandava o Lucas vestir só uma camisola fina ou shortinho curto sem cueca, maquiagem leve, e ficava no quarto falando no fone de ouvido dele: “Seduz ele, filhinho… rebola essa bundona, abre o cu na cara dele e pede pra ele te foder bem gostoso”.
Aqui vão as histórias completas e longas de cada trabalhador que a gente gravou. Todas com diálogos picantes, posições variadas e a putaria rolando solta.
1. Entregador de pizza (Rafael, 22 anos)
Era uma sexta à noite. Pedimos duas pizzas grandes. O Lucas estava só com uma camisola rosa transparente da mãe, sem nada por baixo, cabelos loiros soltos. A câmera da cozinha pegou tudo.
O rapaz chegou, moreno, musculoso, entregando as pizzas na porta. Lucas abriu sorrindo, rebolando devagar:
— Oi, gostoso… quanto deu? — perguntou, já passando a mão na barriga dele.
Rafael arregalou os olhos:
— R$ 68, senhor… hum… moço.
Lucas entregou o dinheiro e “acidentalmente” deixou a camisola subir, mostrando a bundona branca.
— Ai, desculpa… tá calor hoje, né? Entra um pouco pra eu pegar o troco.
A Cláudia no fone: “Seduz ele, filho… fala que quer pagar com o cu”.
Lucas puxou o cara pra dentro, fechou a porta e já encostou o corpo:
— Na verdade… eu queria te pagar de outro jeito. Olha só essa bundinha… tá piscando pra você. Quer comer ela? Meu pai e minha mãe não estão em casa…
Rafael gaguejou, pau já marcando a calça:
— Caralho… você é menino ou menina? Essa bunda é… porra…
Lucas virou de costas, levantou a camisola e abriu as nádegas:
— Sou o que você quiser. Enfia esse pau grosso aqui. Eu adoro levar rola de entregador.
Eles foram pra cozinha. Rafael sentou o Lucas na mesa, abriu as pernas dele e meteu o pau sem camisinha, bruto. Lucas gritou gostoso:
— Ai, caralho! Que pauzão! Me fode, entregador! Socaaa!
Rafael metia forte, a mesa rangendo:
— Porra, sua putinha… que cu apertado… rebola pra mim!
Mudaram pra de quatro no balcão. Lucas gemia alto:
— Isso, me arromba! Enche meu cu de porra quente! Minha mãe vai adorar saber que o entregador de pizza me fodeu!
Rafael gozou fundo, jorrando. Lucas ainda chupou o resto, limpando o pau. Gorjeta: R$ 200 + as pizzas de graça. A Cláudia e eu assistimos tudo depois, gozando juntos vendo o vídeo.
2. Motorista de app (Bruno, 31 anos)
Cláudia pediu um carro pra “buscar uma coisa”. Mandou o Lucas descer só de shortinho jeans curto, sem cueca, top cropped. Câmera da garagem e da sala pegou tudo.
Bruno chegou de carro preto. Lucas entrou no banco de trás, mas logo pulou pro da frente:
— Oi, motorista gostoso… tá calor né? Posso tirar o short?
Bruno olhou pelo retrovisor:
— Cara… você é o passageiro? Que porra é essa?
Lucas já baixou o short, mostrou a bundona e sentou no colo dele (carro ainda na garagem):
— Eu sou a putinha da casa. Me fode aqui mesmo. Quero pagar a corrida com meu cu.
Bruno hesitou dois segundos, depois baixou a calça:
— Porra… nunca fiz isso… mas essa bunda…
Ele fodeu o Lucas sentado no colo, no banco do motorista, pau entrando fundo. Lucas quicava, cabelos loiros balançando:
— Ai, Bruno! Que rola grossa! Me fode como se eu fosse sua passageira safada! Enfia tudo!
Bruno segurava a bundona com as duas mãos:
— Toma, vadia… que cu guloso… você faz isso com todo motorista?
— Só com os gostosos… goza dentro, por favor! Quero sentir sua porra escorrendo quando eu descer.
Bruno gozou gritando, enchendo o cu. Depois ainda fodeu ele de pé contra o carro, na garagem, com a câmera pegando o cu piscando. Gorjeta: R$ 150 + cinco estrelas. A Cláudia mandou mensagem pro Lucas: “Boa menina, filhinho. Mamãe gozou vendo você quicar”.
3. Pedreiro (Seu Jorge, 54 anos)
Estávamos reformando o muro dos fundos. Dois pedreiros, mas o Jorge era o chefe, forte, pele escura, pau grande que marcava a bermuda. Câmeras na varanda e quintal.
Cláudia mandou o Lucas levar água gelada só de shortinho branco curto, sem camisa. Ele rebolou até o pedreiro:
— Oi, seu Jorge… tá calor né? Quer que eu passe uma água nas suas costas?
Jorge riu:
— Moleque, você é bem assanhadinho… seu pai sabe disso?
Lucas virou de costas, abaixou o short e mostrou o cu:
— Meu pai e minha mãe mandam eu dar pra quem trabalha aqui. Quer comer essa bundinha branca enquanto o outro pedreiro não tá olhando?
Jorge não pensou duas vezes. Levou o Lucas pra dentro do quartinho de ferramentas, de quatro num banco. Metia bruto, suado:
— Porra, que cu apertado… sua putinha de rico… toma rola de pedreiro!
Lucas gemia alto:
— Isso, seu Jorge! Me fode como se eu fosse sua obra! Socaaa fundo! Quero sentir seu pau batendo no meu estômago!
Mudaram pra posição de pé, Lucas encostado na parede, pernas no ar. Jorge socava:
— Fala pra mim, vadia… você é a putinha da casa?
— Sou sim! Meu pai e minha mãe gravam tudo! Goza dentro, por favor!
Ele gozou jorrando, depois ainda fez o Lucas chupar até limpar. O outro pedreiro quase pegou, mas a gente guardou o vídeo pro canal pago. Gorjeta: R$ 300 pro dia.
4. Entregador de água (Wesley, 27 anos)
Pedimos dois galões de água. Wesley era jovem, tatuado, forte. Lucas atendeu só de robe aberto, nu por baixo. Câmera da porta e da cozinha.
— Oi, gostoso… coloca os galões na cozinha pra mim?
Dentro da cozinha, Lucas deixou o robe cair:
— Meu cu tá doendo de tesão… quer foder ele rapidinho enquanto meu pai não chega?
Wesley arregalou os olhos:
— Caralho… você é o filho do cliente?
— Sou… e minha mãe tá no quarto torcendo pra você me arrombar. Me fode na mesa.
Ele fodeu o Lucas de frente na mesa da cozinha, pernas pra cima, galões ao lado. Lucas gritava:
— Ai, Wesley! Que pauzão! Me fode como se eu fosse sua puta de entrega! Enche meu cu!
Wesley metia com força:
— Toma, sua vadia… que bundona gulosa… sua mãe realmente sabe?
— Sabe e adora! Goza dentro, por favor! Quero sentir sua porra quando meu pai chegar!
Gozo forte, porra escorrendo pela bundona enquanto ele ainda segurava os galões. Gorjeta: R$ 100 + bônus.
5. Eletricista (Seu Paulo, 62 anos)
Veio consertar a fiação da varanda. Velho tarado, experiente. Lucas vestiu só uma camiseta longa da mãe, sem nada embaixo. Câmeras na varanda e quarto.
Seu Paulo estava na escada. Lucas subiu atrás dele:
— Seu Paulo… tá precisando de ajuda? Ou quer que eu segure sua ferramenta?
O velho desceu, olhou pro Lucas e sorriu:
— Moleque… você quer levar rola de velho?
Lucas abriu as pernas na varanda:
— Quero sim… meu pai e minha mãe mandaram eu dar o cu pra você. Me fode aqui mesmo, com a vista pro quintal.
Seu Paulo meteu devagar no começo, depois bruto. Lucas de quatro na cadeira da varanda:
— Ai, seu Paulo! Que rola grossa de velho! Me arromba! Quero sentir você gozando fundo!
O velho segurava os cabelos loiros:
— Porra, que putinha… sua mãe sabe que você é uma vadia assim?
— Sabe e assiste tudo pela câmera! Goza, seu Paulo! Enche o cuzinho do filhinho!
Ele gozou gemendo alto, porra escorrendo pelas pernas do Lucas. Depois ainda chupou o cu dele na cozinha, limpando tudo.
A gente gravou horas de putaria. Toda semana tem um novo trabalhador. O Lucas volta com o cu destruído, sorrindo, e fala:
— Papai, mamãe… eu sou a putinha da casa. Podem chamar mais entregadores… meu cu tá sempre pronto.
A Cláudia e eu assistimos tudo juntos, gozando e contando o dinheiro das gorjetas. O negócio tá melhor que nunca.
Depois de ver meu filhinho Lucas virar a putinha oficial da casa — seduzindo entregadores, motoristas, pedreiros e eletricistas enquanto eu e a Cláudia assistíamos tudo pelas câmeras escondidas —, a gente resolveu subir o nível da putaria. A Cláudia, minha mulher, tava viciada. Ela mesma me disse uma noite, enquanto a gente via o vídeo do Lucas levando rola do pedreiro:
— Marcos, eu quero participar. Quero dar meu cu lado a lado com o nosso filhinho. Imagina nós dois de quatro, bundas empinadas, levando rola dos pedreiros ao mesmo tempo… vai ser insano.
Eu fiquei com o pau duro na hora. A reforma do muro dos fundos ainda tava rolando — os mesmos pedreiros (seu Jorge, 54 anos, pau grosso e escuro, e o ajudante dele, o jovem Diego, 26 anos, musculoso e tarado) iam voltar na segunda-feira pra terminar o serviço. A Cláudia preparou tudo: chamou os dois pra trabalhar o dia inteiro, prometeu almoço e “uma gorjeta especial”. Instalamos câmeras novas no quintal, na varanda e até uma portátil pra pegar close.
Naquela segunda, às 7h da manhã, os pedreiros chegaram. Cláudia e Lucas já estavam prontos. Ela vestiu uma camisola curta transparente, sem nada por baixo, cabelos castanhos soltos. Lucas, como sempre, só de shortinho jeans minúsculo, sem cueca, cabelos loiros longos brilhando. Eu fingi que saí pro trabalho, mas fiquei no quarto assistindo tudo pelo monitor grande.
Os pedreiros entraram no quintal e arregalaram os olhos quando viram os dois.
Seu Jorge largou a colher de pedreiro e riu:
— Caralho… a família toda tá de shortinho hoje? A senhora também, dona Cláudia?
Cláudia rebolou devagar, já encostando no corpo dele:
— Hoje a gente quer ajudar no serviço, seu Jorge. Eu e o Lucas vamos trabalhar lado a lado com vocês… de quatro. Querem comer nossos cus ao mesmo tempo?
Diego, o jovem, já com o pau marcando a bermuda:
— Porra, dona Cláudia… o senhor Marcos sabe disso?
Cláudia riu safada e puxou o Lucas pro lado dela:
— Sabe e tá assistindo tudo pela câmera. Ele ama ver a mulher e o filho virando putinhas dos pedreiros. Vem, meninos… vamos pra varanda. Quero meu cu e o cu do meu filhinho bem empinados, lado a lado.
Eles foram pra varanda dos fundos. Cláudia e Lucas se posicionaram de quatro, lado a lado, bundas grandes empinadas uma do lado da outra. A bundona branca e redonda do Lucas ao lado da bunda madura e carnuda da Cláudia. Os dois olharam pra trás, sorrindo.
Cláudia falou primeiro, voz manhosa:
— Seu Jorge… você fode o meu cu. Diego, você fode o cu do meu filhinho. Quero ver vocês dois metendo ao mesmo tempo, lado a lado. Quero ouvir os gemidos da gente misturados.
Seu Jorge cuspiu na mão, passou manteiga no pau grosso e encostou na entrada do cu da Cláudia:
— Porra, dona Cláudia… você é mais safada que eu imaginava. Tá molhadinha já?
Cláudia rebolou contra o pau dele:
— Tô molhada de tesão, seu Jorge. Enfia logo. Quero sentir esse pau de pedreiro abrindo minha esposa enquanto meu filho leva rola do lado.
Ao mesmo tempo, Diego abaixou o short do Lucas e encostou o pau jovem e grosso no cuzinho rosado dele:
— E você, putinha loira? Tá pronto pra levar rola de pedreiro novinho?
Lucas gemeu, empinando mais a bundona:
— Tô sim, tio Diego… me fode forte. Quero sentir você batendo fundo enquanto minha mãe leva rola do seu Jorge bem do meu lado. Vamos gemer juntos, mamãe?
Cláudia olhou pro filho e piscou:
— Vamos sim, filhinho. Vamos ser as duas putinhas da construção.
Os dois pedreiros empurraram ao mesmo tempo. Seu Jorge meteu fundo no cu da Cláudia, e Diego socou o pau no cu do Lucas. Os gemidos saíram juntos:
— Aaaaaiii! — gritou Cláudia. — Que pauzão grosso, seu Jorge! Tá abrindo minha esposa inteira!
Lucas berrou logo depois:
— Ai, Diego! Tá rasgando meu cu! Socaaa, tio! Me fode do lado da minha mãe!
Os dois estavam lado a lado, de quatro na varanda, bundas tremendo ao mesmo tempo. Os pedreiros metiam sincronizados, barulho molhado ecoando no quintal. Seu Jorge dava tapas na bunda da Cláudia:
— Toma, dona Cláudia! Que cu guloso de esposa safada… rebola pra mim!
Cláudia gemia alto, olhando pro filho:
— Isso, filhinho… olha como a mamãe tá levando rola… rebola esse cu loiro pro Diego! Mostra pra ele como você é puta!
Lucas, cabelos loiros caindo no rosto, rebolava enquanto gemia:
— Mamãe… o pau do Diego tá batendo no mesmo ritmo que o do seu Jorge no seu cu… ai… eu tô sentindo ele no estômago! Me fode mais forte, tio!
Eles mudaram de posição sem tirar. Colocaram os dois de lado, ainda lado a lado, pernas pra cima. Seu Jorge fodeu a Cláudia de conchinha, e Diego fodeu o Lucas na mesma posição. Os dois corpos tremendo juntos.
Diego rosnou:
— Porra… mãe e filho lado a lado… que família doente e gostosa. Vocês dois peidam pra mim?
Lucas e Cláudia riram e soltaram peidos ao mesmo tempo — prrrrrt… prrrrrt — quentes e molhados na rola dos pedreiros.
Cláudia gritou:
— Toma peido na rola, seu Jorge! Minha putinha de marido tá vendo tudo!
Lucas completou, gemendo:
— E o meu peido é pra você, Diego! Enche meu cu de porra enquanto eu peido!
Depois de quase uma hora de foda bruta, eles voltaram pra posição inicial: de quatro, lado a lado. Os pedreiros aceleraram.
Seu Jorge avisou:
— Vou gozar, dona Cláudia! Vou encher essa esposa safada!
Diego gritou junto:
— Eu também, Lucas! Vou pintar seu cu loiro de porra!
Os dois gozaram ao mesmo tempo, jorrando fundo nos cus lado a lado. Cláudia e Lucas gritaram juntos:
— Aaaahhh! Tá enchendo tudo! Mamãe tá gozando com porra de pedreiro!
— Papai… eles tão gozando no nosso cu ao mesmo tempo! Eu tô sentindo a porra quente misturando!
Quando tiraram os paus, os dois cus ficaram escancarados, piscando, com porra branca escorrendo pelas bundas grandes — a da Cláudia e a do Lucas, lado a lado, pingando no chão da varanda.
Cláudia ainda virou pro filho, deu um beijo na boca dele com língua e sussurrou:
— Viu, filhinho? Mãe e filho fodendo lado a lado… seu pai vai gozar quando ver o vídeo.
Lucas, ofegante, respondeu:
— Mamãe… eu quero mais. Chama os pedreiros de novo amanhã… quero levar rola com você de novo.
Eu, assistindo tudo pelo monitor, gozei duas vezes seguidas. Quando cheguei em casa à noite, os dois estavam na cama, nus, cus ainda melados. Cláudia sorriu:
— Marcos… a gente gravou tudo. Quer assistir a gente levando rola lado a lado de novo?
Eu sorri, pau já duro:
— Quero. E amanhã vamos chamar mais dois pedreiros. Quatro paus pra mãe e filho lado a lado.
Depois de transformar meu filhinho Lucas na putinha da casa e ver a Cláudia, minha mulher, cada vez mais viciada em assistir tudo pelas câmeras, a gente decidiu ir até o fundo do poço. Cláudia me olhou nos olhos uma noite, ainda com o cu melado da porra que o Lucas tinha chupado dela, e disse:
— Marcos, eu quero foder junto com ele. Quero estar de quatro, bundona empinada ao lado da bundona do nosso filho, levando rola dos pedreiros ao mesmo tempo. Quero gemer, peidar, gritar e tomar porra enquanto o Lucas faz a mesma coisa do meu lado. Quero ser puta junto com ele. Quero que os pedreiros nos tratem como duas vadias da obra.
Eu gozei só de ouvir. No dia seguinte, liguei pro seu Jorge e pro Diego e falei que a reforma ia durar o dia inteiro e que a “dona da casa” queria ajudar pessoalmente. Eles chegaram às 7h da manhã, suados, com ferramentas na mão.
Cláudia e Lucas já estavam posicionados na varanda dos fundos. Os dois completamente nus, só com salto alto. Cláudia, 38 anos, corpo maduro, bundona carnuda e peitos grandes balançando. Lucas, 18 anos, branquinho, cabelos loiros longos até o meio das costas, bundona redonda e empinada de menina. Os dois de quatro, lado a lado, bundas grandes empinadas uma colada na outra, cuzinhos rosados piscando sob o sol da manhã.
Seu Jorge parou na hora, pau já endurecendo na bermuda:
— Porra… que visão é essa, dona Cláudia? A senhora e o menino… lado a lado… pelados?
Cláudia olhou pra trás, rebolando devagar, voz rouca de puta:
— Hoje não tem dona Cláudia, seu Jorge. Hoje eu sou a puta da obra, igual ao meu filhinho. Quero seu pau grosso no meu cu enquanto o Diego fode o cuzinho apertado do Lucas. Quero que a gente leve rola juntos, gemendo lado a lado, como duas vadias da construção.
Diego, o jovem de 26 anos, já tirando a camisa e a bermuda, pau grosso e jovem saltando pra fora:
— Caralho… mãe e filho oferecendo o cu ao mesmo tempo? Isso é doente pra caralho… mas eu vou foder os dois.
Cláudia riu safada e deu um tapa na bundona do Lucas:
— Olha pra minha bundona e pra bundona do meu filhinho, meninos. Qual vocês querem primeiro? Ou vão comer nós dois juntos, lado a lado?
Seu Jorge cuspiu na mão, passou bastante manteiga no pau escuro e grosso dele e encostou na entrada do cu da Cláudia:
— Eu começo com a mãe. Esse cu de esposa madura tá pedindo rola de pedreiro.
Ao mesmo tempo, Diego encostou o pau jovem e veioso no cuzinho rosado do Lucas:
— E eu vou abrir esse cu loiro de filhinho puta. Prepara, vadia.
Os dois empurraram juntos. Cláudia e Lucas gritaram ao mesmo tempo, vozes misturadas:
— Aaaaaiii! Que pauzão grosso! Tá rasgando minha esposa! — berrou Cláudia, bundona tremendo.
— Ai, Diego! Tá me abrindo inteira! Socaaa fundo, tio! — gemeu Lucas, cabelos loiros caindo no rosto.
Os dois pedreiros começaram a meter forte, lado a lado, no mesmo ritmo. Barulho de carne batendo em carne enchia o quintal. Cláudia olhava pro filho, olhos vidrados de tesão:
— Olha, filhinho… a mamãe tá levando rola grossa de pedreiro bem do seu lado… rebola esse cu pra Diego! Mostra pra ele como você é guloso!
Lucas gemia alto, empinando mais:
— Mamãe… o pau do Diego tá batendo fundo… eu sinto ele no meu estômago! E você? Tá gostando da rola do seu Jorge? Tá sentindo ele abrindo sua buceta de cu?
Cláudia gemeu mais alto, babando:
— Tô amando, meu amor… ele tá me arrombando! Peida pra ele, filhinho… peida na rola do Diego enquanto eu peido na rola do Jorge!
Os dois soltaram peidos longos e molhados ao mesmo tempo — prrrrrrrrrrrrrrrrrt… prrrrrrrrrrrrrrrrrt — quentes, fedidos, fazendo os pedreiros gemerem de tesão.
Seu Jorge deu um tapa forte na bundona da Cláudia:
— Porra, dona Cláudia… que peido podre de esposa safada! Solta mais! Eu quero sentir cheiro de merda enquanto eu fodo você!
Cláudia riu entre gemidos e soltou outro peido longo, molhado, com um pouco de sujeira escapando:
— Toma, seu Jorge… peido de puta pra você! Agora me fode mais forte! Quero sentir suas bolas batendo na minha bundona enquanto meu filho leva rola do lado!
Diego segurava os cabelos loiros do Lucas como rédea e socava sem piedade:
— Sua putinha loira… você e sua mãe são as duas maiores vadias que eu já fodi! Grita pra mim… fala que você é mais puta que sua mãe!
Lucas gritava, lágrimas de prazer escorrendo:
— Eu sou mais puta que a mamãe, tio! Meu cu é mais apertado! Me arromba! Me faz cagar na sua rola se precisar! Eu aguento tudo!
Eles foderam assim por quase quarenta minutos, mudando de posição sem parar. Primeiro de quatro lado a lado. Depois de lado, ainda colados, pernas pra cima, os dois paus entrando e saindo ao mesmo tempo. Depois colocaram os dois de bruços na mesa da varanda, bundas uma ao lado da outra, e os pedreiros meteram em pé, olhando de cima.
Cláudia virava o rosto pro filho e dava beijos molhados na boca dele enquanto era fodida:
— Beija a mamãe, filhinho… beija enquanto a gente leva rola juntos… você é a melhor putinha do mundo…
Lucas babava na boca da mãe:
— Mamãe… eu tô gozando só com pau no cu… olha como minha bundona tá tremendo…
Os pedreiros trocaram de cu no meio da foda. Seu Jorge meteu no Lucas, Diego meteu na Cláudia. Os gemidos ficaram ainda mais altos.
Seu Jorge rosnou:
— Porra… o cu do menino é mais apertado que o da mãe! Tá me espremendo a rola!
Cláudia riu, ofegante:
— Fode meu filhinho gostoso, seu Jorge… abre ele bem… depois volta pra mim e enche minha esposa de porra velha!
Depois de quase duas horas de putaria sem parar, os dois pedreiros não aguentaram mais. Colocaram Cláudia e Lucas de quatro novamente, lado a lado, bundas coladas.
Seu Jorge avisou, voz rouca:
— Vou gozar, sua puta de esposa! Vou encher esse cu maduro!
Diego gritou junto:
— Eu também! Vou pintar o cu loiro dessa putinha!
Os dois gozaram ao mesmo tempo, jatos grossos e quentes enchendo os dois cus lado a lado. Cláudia e Lucas gritaram juntos, corpos tremendo:
— Aaaahhh! Tá enchendo tudo! Mamãe tá cheia de porra de pedreiro!
— Papai… eles tão gozando no nosso cu ao mesmo tempo! Sinto a porra quente misturando dentro de mim!
Quando tiraram os paus, os dois cus ficaram escancarados, vermelhos, piscando devagar, com porra branca grossa escorrendo pelas bundas grandes e pingando no chão da varanda. Cláudia e Lucas ainda de quatro, bundas lado a lado, olharam pra trás e sorriram.
Cláudia, voz rouca e satisfeita:
— Gostaram das duas putas da obra, meninos? Amanhã a gente repete… e traz mais dois pedreiros. Quatro paus pra mãe e filho lado a lado.
Lucas, ainda ofegante, cabelos loiros colados no suor:
— Isso, mamãe… amanhã eu quero levar dois paus no cu enquanto você leva os outros dois. Quero ser destruída junto com você.
Seu Jorge e Diego saíram exaustos, prometendo voltar no dia seguinte com reforço.
Eu cheguei em casa à noite e encontrei os dois na cama, nus, cus ainda melados de porra seca. Cláudia me puxou e falou sorrindo:
— Marcos… assistiu tudo? Eu e nosso filhinho fomos as putas mais safadas da construção hoje. Amanhã vamos ser quatro contra dois… mãe e filho lado a lado, tomando rola o dia inteiro.
Lucas encostou a cabeça no peito da mãe e sussurrou:
— Papai… eu amo ser puta junto com a mamãe. Meu cu e o cu dela pertencem aos pedreiros agora.
Eu sorri, pau duro de novo:
— Então amanhã vai ser um dia longo na obra. Quatro pedreiros, duas putas, o dia inteiro. E as câmeras vão gravar cada segundo.
Depois de ver meu filhinho Lucas e minha mulher Cláudia fodendo lado a lado com os pedreiros, eu percebi que o negócio tinha evoluído. Eles não eram mais só putinhas de entrega ou de obra. Agora eram um pacote completo: mãe e filho, duas putas de luxo para alugar o fim de semana inteiro.
Eu criei um “pacote especial”: qualquer macho que quisesse podia alugar os dois para passar o fim de semana inteiro na nossa casa. Eles dormiam na cama do casal, eu dormia no sofá da sala. O cliente tinha total liberdade para usar os dois como quisesse — o dia todo, a noite toda. Eu ficava na sala, ouvindo tudo pelas paredes finas e pelas câmeras que gravavam cada canto da casa. Os gritos, gemidos, tapas, diálogos picantes, o barulho molhado de pau entrando em cu… tudo chegava até mim. E eu adorava.
O primeiro cliente foi o Roberto, 47 anos, empresário rico, divorciado, pau grosso e resistência de touro. Ele pagou R$ 4.500 pelo fim de semana inteiro. Chegou sexta à noite com uma mala cheia de brinquedos, lubrificante e viagra.
Eu recebi ele na porta e falei baixo:
— Eles são seus até domingo à noite. Podem dormir na cama do casal. Eu fico no sofá. Use os dois como quiser. Eles sabem que são suas putas.
Roberto sorriu, já olhando para Cláudia e Lucas que esperavam de joelhos na sala, só de calcinha fio-dental — Cláudia preta, Lucas rosa.
— Porra, Marcos… sua mulher e seu filho de calcinha me esperando… isso é sonho.
Cláudia falou primeiro, voz manhosa:
— Boa noite, papai Roberto… eu e meu filhinho somos suas esposas putas esse fim de semana. Pode nos usar como quiser. Nosso cu e nossa boca são seus.
Lucas completou, rebolando a bundona:
— Pode dormir com a gente na cama grande. Quer que a gente chame você de maridão?
Roberto riu e puxou os dois pelos cabelos:
— Quero. Hoje vocês são minhas duas vadias. Vamos pro quarto.
Eu me deitei no sofá da sala, pau já duro na mão, e liguei o áudio das câmeras. O que eu ouvi nas próximas horas foi puro tesão.
Primeiro eles entraram no quarto. Roberto mandou os dois tirarem a calcinha e deitarem de quatro na cama, bundas lado a lado.
— Olha só essas duas bundonas… uma madura e carnuda, outra jovem e empinada. Vou foder as duas hoje.
Cláudia gemeu:
— Começa pela mamãe, maridão… abre meu cu primeiro pra esquentar.
Roberto meteu fundo no cu da Cláudia. O barulho molhado chegou até a sala. Cláudia gritou:
— Aaaaiii! Que pau grosso! Tá abrindo minha esposa inteira, maridão! Socaaa!
Lucas, do lado, rebolava a bundona esperando a vez:
— Me fode depois, papai… quero sentir você saindo do cu da mamãe e entrando no meu.
Roberto trocava de cu a cada minuto. Metia na Cláudia, tirava melado, enfiava no Lucas, depois voltava. Os dois gemiam juntos:
Cláudia: — Ai, caralho… ele tá alternando entre nós dois… meu cu e o cu do meu filho… que delícia!
Lucas: — Mamãe… o pau dele tá todo melado da sua porra… tá entrando fácil no meu cu agora… me fode mais forte, papai Roberto!
Eu ouvia os tapas ecoando. Roberto dava tapas fortes nas bundas dos dois.
— Toma, sua puta de esposa! E toma você também, filhinho vadia! Essas bundas são minhas esse fim de semana!
Depois de quase uma hora de foda bruta, ele mandou os dois de joelhos na cama.
— Agora chupem juntos. Quero gozar na boca de vocês dois.
Cláudia e Lucas chupavam o pau dele ao mesmo tempo, línguas se encontrando na cabeça grossa, babando muito. Cláudia falava entre chupadas:
— Goza na boca da mamãe primeiro, maridão… depois na boca do filhinho… a gente vai dividir sua porra.
Roberto gozou forte. Primeiro jatos na boca da Cláudia, depois tirou e jogou o resto na boca aberta do Lucas. Os dois engoliram, beijaram com porra na boca e mostraram a língua limpa pra ele.
— Boa noite, maridão… agora vem dormir com suas putas — disse Cláudia.
Eles deitaram na cama do casal. Roberto no meio, Cláudia de um lado, Lucas do outro. Eu ouvia tudo da sala: beijos molhados, dedos no cu, gemidos baixos.
Às 3h da manhã eu acordei com gritos mais altos. Roberto estava fodendo o Lucas de lado enquanto Cláudia sentava na cara dele:
Cláudia: — Senta na cara do maridão, filhinho… não, espera… eu vou sentar primeiro. Lambe o cu da mamãe enquanto fode meu filho.
Lucas gemia alto:
— Papai Roberto… seu pau tá tão fundo… tá batendo no meu ponto… eu vou gozar sem tocar no pau!
Cláudia: — Goza, filhinho… goza enquanto o maridão te fode… mamãe tá gozando na boca dele!
Os gemidos viraram gritos. Roberto gozou de novo, dessa vez dentro do cu do Lucas. Cláudia lambeu o cu do filho logo depois, chupando a porra que escorria.
No sábado de manhã eu preparei café e levei até a porta do quarto. Ouvi a voz de Roberto:
— Hoje vamos fazer DP no filhinho. Eu e você, Cláudia, com dois paus no cu dele.
Cláudia riu:
— Isso, maridão. Vamos rasgar o cuzinho do nosso menino. Ele aguenta.
Eu ouvi Lucas gritando de prazer e dor quando os dois paus entraram juntos:
— Aaaahhh! Dois paus! Mamãe e o papai Roberto me fodendo juntos! Tá me partindo ao meio! Mais fundo!
Os tapas, os gemidos, os barulhos molhados… tudo chegava até mim no sofá. Eu batia punheta ouvindo meu filho sendo destruído pelos dois.
À noite foi a vez da Cláudia levar DP. Roberto e Lucas (com um strap-on grosso) foderam ela ao mesmo tempo. Cláudia berrava:
— Meu Deus! Meu marido e meu filho me arrombando juntos! Enchem a mamãe de porra! Eu sou a puta da família!
No domingo à tarde, antes de Roberto ir embora, ele fodeu os dois uma última vez na cama. De quatro, lado a lado, como no começo. Tapas fortes, porra na boca, porra no cu, porra no rosto. Cláudia e Lucas gemiam juntos:
— Goza na gente, maridão… enche suas duas putas!
— Somos suas vadias de fim de semana… pode voltar sempre!
Roberto saiu satisfeito, pagou mais R$ 1.000 de gorjeta e disse:
— Marcos, sua mulher e seu filho são as melhores putas que já aluguei. Quero reservar o próximo fim de semana também.
Eu dividi o dinheiro com Cláudia e Lucas. Os dois estavam exaustos, cus inchados, corpos marcados de tapas, mas sorrindo.
Cláudia me beijou e falou:
— Foi incrível dormir na cama com outro homem enquanto você ouvia tudo da sala. Quero mais.
Lucas, ainda com porra seca na coxa, completou:
— Papai… aluga a gente de novo. Eu amo ser puta da mamãe e do cliente ao mesmo tempo.
Desde então, todo fim de semana tem um novo macho na nossa cama. Eu durmo no sofá, pau duro, ouvindo os gritos, os tapas, os gemidos e os diálogos picantes que vêm do quarto:
— Me fode mais forte, papai cliente!
— Enche o cu da mamãe!
— Goza na minha boca enquanto fode meu filho!
— Somos suas putas de fim de semana…
E eu gozo ouvindo tudo, sabendo que minha mulher e meu filho estão sendo usados como as vadias que nasceram pra ser.
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Depois do fim de semana com o Roberto, o boca a boca correu rápido entre os caras da empresa e do grupo de amigos dele. Em menos de uma semana eu recebi uma mensagem que fez meu pau latejar:
“Marcos, sou o Roberto. Quero alugar sua mulher e seu filho de novo, mas dessa vez vou levar dois amigos. Três machos pra usar os dois o fim de semana inteiro. Queremos dormir na cama grande, foder sem parar, humilhar, gravar tudo. Pagamos R$ 9.000 pelo pacote completo. Aceita?”
Eu respondi na hora: “Aceito. Eles são de vocês de sexta 20h até domingo 22h. Podem fazer o que quiserem. Eu fico no sofá da sala ouvindo tudo.”
Cláudia e Lucas ficaram loucos quando contei. Cláudia mordeu o lábio e disse:
— Três paus pra mim e pro nosso filhinho o fim de semana inteiro… vamos ganhar uma fortuna sendo putas, Marcos.
Lucas, já com o pauzinho duro dentro da calcinha, completou:
— Quero ser destruído pelos três, papai. Quero dormir entre três homens enquanto você ouve meus gritos do sofá.
Na sexta à noite os três chegaram. Roberto (47 anos, pau grosso), mais o Alan (39 anos, negro, pau enorme de 26 cm) e o Victor (52 anos, sádico, pau veioso e gosto por tapas e humilhação). Os três entraram carregando malas com brinquedos, lubrificante, viagra e câmeras profissionais.
Eu os recebi na porta e falei claro:
— A casa é de vocês. Cláudia e Lucas são suas putas o fim de semana inteiro. Podem dormir na cama do casal, usar os dois como quiserem, gravar, humilhar, encher de porra. Eu durmo no sofá da sala. Quanto mais sujo, melhor. Eles já sabem das regras.
Cláudia e Lucas esperavam de joelhos na sala, completamente nus, só com coleiras no pescoço que eu tinha comprado. Cláudia falou primeiro, voz de puta:
— Boa noite, papais… eu e meu filhinho somos suas três putas de fim de semana. Podem nos usar, nos quebrar, nos encher. Nosso cu, nossa boca e nosso corpo são de vocês. Quanto pagaram pro papai Marcos?
Alan sorriu, já tirando a roupa:
— Nove mil, vadia. Vocês vão ter que trabalhar muito pra valer esse dinheiro.
Victor deu um tapa forte no rosto da Cláudia e depois no de Lucas:
— De quatro na cama agora. Quero ver mãe e filho lado a lado, bundas empinadas, prontas pra levar rola.
Eles foram pro quarto. Eu me deitei no sofá, liguei o áudio das câmeras em volume alto e comecei a bater punheta. Os sons que vieram em seguida foram insanos.
Primeiro os três colocaram Cláudia e Lucas de quatro na cama grande, bundas lado a lado.
Roberto meteu no cu da Cláudia enquanto Alan metia no cu do Lucas. Victor ficava batendo punheta e dando tapas fortes nas duas bundas.
Victor rosnou:
— Olha só essas duas putas da família… mãe e filho levando rola ao mesmo tempo. Grita pra mim, Cláudia. Fala que você é mais puta que seu filho.
Cláudia gritou alto, bundona tremendo:
— Eu sou mais puta que meu filhinho, papai Victor! Meu cu aguenta mais rola! Me fode forte enquanto ele leva a rola do Alan!
Lucas gemia desesperado, cabelos loiros colados no suor:
— Não é verdade, mamãe… meu cu é mais apertado! Alan, soca mais fundo! Me rasga! Quero sentir seu pauzão preto me abrindo!
Os tapas ecoavam sem parar — plá! plá! plá! — nas bundas dos dois.
Alan ria enquanto metia:
— Porra, Roberto… você não mentiu. Essa mãe e esse filho são as melhores putas que já fodi. Olha como o cu do menino tá engolindo minha rola preta.
Eles trocaram várias vezes. Em determinado momento colocaram Lucas no meio: Roberto no cu dele, Alan na boca, Victor dando tapas no rosto e peitos da Cláudia que chupava as bolas do filho.
Cláudia, babando:
— Chupa o pau do papai Alan direito, filhinho… mama gostoso enquanto o Roberto te fode. Mamãe tá aqui do lado tomando tapa na cara.
Lucas, boca cheia, gemia abafado:
— Sim, mamãe… eles vão nos destruir esse fim de semana… eu quero levar porra nos dois buracos…
Por volta das 2h da manhã eu ouvi o primeiro DP no Lucas. Os três o colocaram de quatro. Alan e Roberto enfiaram os dois paus grossos no cu dele ao mesmo tempo.
Lucas berrou como nunca:
— Aaaaaahhh! Dois paus! Tá me rasgando ao meio! Mamãe, me ajuda! Tá muito grosso!
Cláudia, de joelhos ao lado, segurava a cabeça do filho e beijava ele enquanto ele gritava:
— Aguenta, filhinho… mama na boca da mamãe enquanto eles te arrombam. Você vai ganhar muito dinheiro sendo nosso buraco duplo.
Victor metia na boca do Lucas por cima, sufocando os gritos. O barulho molhado e os tapas eram constantes.
— Toma, sua putinha loira! Dois paus no cu enquanto chupa o terceiro! Grita mais alto pro seu pai ouvir lá na sala!
Eu ouvia tudo, pau na mão, gozando pela segunda vez.
Depois foi a vez da Cláudia levar DP. Roberto e Alan no cu dela, Victor na boca. Cláudia gritava entre gemidos:
— Meu Deus! Dois paus na minha esposa! Meu marido tá ouvindo tudo… ele tá gozando no sofá enquanto me ouvem sendo destruída! Mais fundo, papais! Enchem a mamãe de porra!
No sábado o dia inteiro foi putaria sem parar. Eles foderam os dois em todas as posições possíveis: na cama, no chão, no banheiro, na varanda. Gozadas na boca, na cara, dentro do cu, no cabelo. Tapas, humilhação, xingamentos:
Victor: — Vocês dois são só buracos pagos. Fala pra mim, Lucas… você nasceu pra ser puta da mamãe?
Lucas, voz rouca: — Nasci sim, papai… sou a puta da mamãe e de vocês três.
Cláudia, de boca cheia de porra: — E eu sou a puta mais velha da família… podem me usar como sanitário também.
No domingo à tarde, antes de irem embora, os três fizeram o grand finale. Colocaram Cláudia e Lucas de quatro na cama, lado a lado, e os três revezaram gozando dentro dos dois cus e nas duas bocas. Porra escorrendo por todo lado.
Roberto gozou fundo no cu da Cláudia e falou:
— Toma, vadia… nove mil bem gastos.
Alan encheu o cu do Lucas e riu:
— Esse cu loiro ficou destruído. Valeu cada centavo.
Victor gozou na boca dos dois e mandou engolirem juntos.
Quando os três saíram, Cláudia e Lucas vieram pra sala, nus, corpos marcados de tapas, cus vermelhos e escancarados, porra escorrendo pelas coxas e queixo.
Cláudia me beijou com gosto de porra e disse:
— Marcos… foram os melhores nove mil da nossa vida. Eu e o Lucas fomos destruídos o fim de semana inteiro. Eles pagaram mais caro e usaram a gente como verdadeiras putas.
Lucas, exausto mas sorrindo, encostou a cabeça no meu ombro:
— Papai… meu cu tá ardendo… mas eu quero mais. Aluga a gente de novo pra três ou quatro machos. Quero dormir na cama com mais paus enquanto você ouve tudo da sala.
Eu contei o dinheiro na frente deles e dividi:
— Vocês mereceram cada centavo. Semana que vem vamos cobrar R$ 12.000. Quatro machos pra mãe e filho.
Cláudia lambeu os lábios ainda com porra seca:
— Perfeito. Quero ser a puta mais cara da cidade… junto com meu filhinho.
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