#Estupro #Gay #Grupal #Teen

Diário de um cativo 16

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Cativo

🔞🔞🔞 Conto de dominação bruta e submissão forçada se não aguenta não leia para depois me encher o saco, mas se gosta leia, goze muito, curta e comente. 🔞🔞

Jogado no chão sem forças até pra respirar vi meu entitulado dono se aproximar, mas não me importei acho que nem eu me via mais como uma pessoa. Ele parou atrás do meu corpo e começou a urinar em mim, bem no meu cuzinho aberto e eu sentia sua urina entrando quente em minhas entranhas então a escuridão enfim me envolveu.
•••

Acordei na cama dele, meu corpo estava limpo e muito dolorido principalmente minha barriga que latejava, e ele na cadeira me observava. Fiquei olhando pro teto a mente em branco, não adiantava pensar em nada, minha vida deixou de me pertencer. Não existia planos, sonhos, vontades, nada só existia ele, mesmo que eu não tivesse escolhido.

Ouvi seu assobiou me chamando e resolvi ignorar, permaneci imóvel olhando pro teto.

-Tsc, tsc, tsc venha comer, cadelinha.

Sem me importar virei pra parede ficando de costas pra ele, não estava com fome e nem com disposição pra comer aquilo que ele me oferecia. Sem esperar fui jogado no chão e logo seu corpo estava sobre o meu.

- Quem você pensa que é pra me ignorar, vadia inútil? Não aprendeu nada ainda?

Eu não reagi muito menos respondi alguma coisa apenas permaneci quieto olhando pro nada. Isso irritou muito ele e logo minhas bochechas ardiam pelos tapas, mas nem isso me fez reagir, pois nada mais me importava.

O cocho com uma papa branca foi colocado diante de mim, mas eu não me mexi. Ele se encostou na cama e me puxou pro meio de suas pernas me prendendo, encheu a mão com aquilo, tapou meu nariz e quando tentei respirar aquela papa foi enfiada em minha boca e tampada até eu engolir.

Eu mal tinha forças pra me livrar de seu aperto e com a respiração controlada ficava pior, mal eu respirava e outra mão de papa era enfiada em minha boca e isso se repetiu até o cocho ficar limpo. Meu rosto e meus cabelos estavam completamente sujos daquela coisa sem gosto.

Fui puxado pelos cabelos e jogado dentro do box, a água gelada batia em meu corpo que parecia anestesiado. Ele saiu e eu permaneci no chão, as lágrimas quentes se misturavam a água gelada e eu queria tanto sumir que nem sei quanto tempo passei embaixo d'água.

- Por que eu tenho que viver assim sem cuidado, sem carinho. Eu só queria ser amado nem que fosse por uma pessoa, mas ninguém se importa comigo, todos só me veem como um buraco... eu vou fazer 15 anos na próxima semana e... eu só queria... ser amado... mãe... pai... vem me buscar... me leva com vocês...

Fui erguido do chão, meu corpo tremia, meu queixo batia de frio, ele me enrolou na toalha e secou meu corpo. Minha mente estava embaralhada, eu falava coisas sem sentido, meu corpo foi embrulhado numa manta, mas o frio me consumia.

Tive três dias de febre muito alta com uma inflamação na garganta e ele cuidou de mim o tempo inteiro. Eu já conseguia ficar um tempo acordado, mas não me mexia era como se só o meu corpo estivesse ali sendo comandado por ele.

Eu acordei e estava no colo dele, meu corpo embrulhado como um charuto por uma manta não permitindo nenhum movimento enquanto ele estava encostado na cabeceira da cama. Era bom, quentinho, mas ele me olhava com superioridade como se eu fosse um inseto.

- Você entendeu quem é seu dono e a quem pertence a sua vida?

Baixei as vistas e só assenti com a cabeça que sim.

- Responda com palavras olhando pro seu dono.

- Sim, eu entendi que você é meu dono e minha vida pertence a você, mas...

- Não tem mas, você me pertence, eu faço com seu corpo aquilo que me der prazer e você só obedece, entendeu?

Não respondi, minha vontade era gritar, perguntar se ele era louco, mas um tapa em minha bochecha me jogou de volta a realidade.

- Você entendeu?

- Sim.

- Então me diga o que você é.

- E-eu... não sou... nada... sou apenas um... buraco...

Meus olhos estavam cheios d'água e cada palavra que saia de minha boca ecoava dentro de mim, eu não sou nada. Os olhos dele estavam fixos em mim esperando que eu continuasse.

- Um depósito... de porra... que você usa e... faz o que... o que quiser.

- Muito bem, nunca esqueça isso! Eu tenho todo o direito de fazer o que quiser com seu corpo, eu vou usar, vou vender, vou marcar, tudo o que me der prazer eu vou fazer e você vai aceitar tudo isso calado porque a minha vontade é a soberana e a sua vide só serve para me dar prazer.

Ele falava segurando meu queixo e olhando no fundo dos meus olhos, depois ele me deu um beijo calmo como eu nunca recebi e sem pensar correspondi.

- Eu quero a sua obediência cega, eu penso, eu mando e você só obedece e em troca eu vou cuidar de você, mas qualquer desobediência ou hesitação vai ter um preço muito alto. Você entendeu?

- Entendi, meu dono.

Fui colocado na cama e desembrulhado, minhas pernas foram colocadas em seus ombros e fui penetrado por seu membro lubrificado de uma só vez, e doeu me fazendo apertar os olhos e cravar as unhas em seus braços por instinto.

- Olhe pra mim, cadelinha! Eu vou te fazer sofrer porque esse é o meu prazer e você vai receber cada dor como uma recompensa. Seu corpo vai ser usado por mim e por quem eu quiser e você vai aceitar e agradecer por alguém pagar pra se satisfazer em seu corpo.

Ele falava me dando selinhos e seus movimentos dentro de mim eram cadenciados e fundos, mas eu estava gostando. Seu corpo se ergueu me levando junto, sua boca se encheu com meu peito enquanto sua mão beliscava o outro e eu rebolava em seu colo.

Minhas mãos seguravam em seus ombros me dando apoio para quicar e rebolar forte em seu membro duro que revirava minhas entranhas e sem demora eu gozei sentindo meu baixo ventre e meu cuzinho se contraírem com força, mesmo que nada saisse de meu pintinho, e meu corpo amoleceu em seus braços.

- Você gozou sem permissão sua bichinha?!

- Me perdoa, meu dono! Foi sem querer!

Seus braços passaram por baixo de minhas pernas e de pé ele me prensou contra a parede e intensificou seus movimentos, doía, mas essa dor era conhecida eu gemia alto me contorcendo em seus braços. Sua respiração forte em meu pescoço denunciava que em breve ele me encheria com seu gozo farto.

Seu mastro entrava fundo e veloz em minhas entranhas com seu cogumelo rasgando o caminho e me fazendo ver estrelas, ele gemia rouco em meu ouvido e inebriado de dor e prazer gozei novamente dessa vez sentindo minhas pernas tremerem.

- Isso sua bichinha mastigue o pau do seu dono, o pau que te destrói.

Cada palavra era uma metida profunda que intensificava o meu orgasmo até que senti seus primeiros jatos atingirem meu interior e a pulsação forte de seu membro. Ele deitou na cama girando meu corpo ainda empalado deixando minhas costas coladas em seu peito.

Leves mordidas e chupões foram deixados em meu pescoço enquanto sua mão judiava de meus peitinhos e eu gemia molinho em seus braços.

- Eu te amo, meu Preto e queria que fosse só você a fazer o que quisesse comigo.

Falei bem dengoso rebolando em seu membro que permanecia dentro de mim ainda duro. Senti ele voltar a pulsar forte e lentamente os movimentos de vai e vem recomeçaram.

- Mas sempre vai ser eu fazendo o quero com você mesmo quando forem outros homens a vontade e o prazer serão meus.

A velocidade aumentou, ele puxou me deixando sobre sua barriga e segurando minhas pernas coladas ao meu corpo.

- Se prepare que hoje vou te fazer gozar até desmaiar.

E ele cumpriu o que prometeu, já estava sendo sofrido gozar, mas ele acertava minha próstata sem descanso e na quarta vez uma aguinha escorreu pelo meu pinto que imediatamente foi apertado por seu polegar e indicador me fazendo contorcer de dor.

- Viado goza com o cu, isso aqui só serve pra você mijar.

- Me perdoa... me perdoa... Preto!

Meu corpo estava moído, minha entrada muito sensível, mas ele não parava, dizia que era tesão acumulado dos dias que fiquei doente. Eu já não aguentava mais nem forças pra sustentar meu corpo trêmulo tinha mais, mas ele segurava minha perna suspensa no ar enquanto meu corpo estava caído na cama e metia fundo socando minha próstata até que gozei seco novamente e apaguei.

Pela manhã meu corpo esgotado não conseguia me manter de pé, fui levado no colo pra tomar café, fiquei sentado em seu colo enquanto ele me alimentava com o bolo de pão, ovos, bacon e saliva.

Ele estava cuidando de mim como prometido, meus olhos encheram de lágrimas, mas dessa vez foi de emoção, meu peito se encheu de esperança novamente e eu iria fazer de tudo para agradá-lo e ter sempre esse cuidado.

Depois da barriga cheia tomei os comprimidos e escondi meu rosto em seu pescoço sentindo seu cheiro de macho e chorei agarrado ao seu corpo agradecendo.

- Tá amolecendo, filhão? - meu tio perguntou com deboche.

- Cuide das suas putas que da minha cadela cuido eu.

Sua resposta exalava raiva e eu tive medo que ele voltasse a me tratar como antes, assim que chegamos no quarto fui colocado na cama e ele se deitou ao meu lado. Subi no seu corpo sentando em sua barriga e beijei seu rosto inteiro deixando a boca por último.

O beijo foi calmo, chupei sua língua como nunca pude fazer antes e percebi que é gostosa. Desci beijando e lambendo do seu pescoço até seus pés sem esquecer nenhuma parte e seus gemidos diziam que eu estava fazendo certo.

Era a primeira vez que eu fazia isso por vontade e não por ser minha obrigação, subi cheirei sua virilha peluda e suas bolas, lambi e chupei suas bolas como se eu fosse um bezerrinho desmamado e eu estava amando isso. Ele estava esparramado na cama com as pernas abertas e as mãos debaixo da cabeça só gemendo.

Lambi seu membro da base até a cabeça, lambi seu pré gozo que estava sobre sua barriga e engoli aquela carne dura e quente. Minha garganta já tinha o seu molde, beijei seu cogumelo enquanto massageava seu tronco para então engolir tudo de novo, repeti isso até ele gozar fartamente e eu beber tudo sem perder uma gota.

Beijei seu cogumelo mais uma vez e subi beijando seu corpo até sua boca deitando meu corpo sobre o dele.

- Obrigado, Preto, por cuidar de mim, pelo café da manhã e pelo leitinho. Eu vou ser a cadelinha mais obediente do mundo pra você.

- Você não faz mais que a sua obrigação, vadia!

Um tapa forte acertou minha bochecha enquanto ele falava, mas quando pensei que ia ser castigado fui puxado para outro beijo onde fui completamente dominado e gostei. Acho que a raiva que sentia por ele está se transformando em outro tipo de amor, acho que estou começando a aceitar meu destino.

Ficamos assim entre tapas e beijos até o almoço, ele me deu banho com um cuidado que eu não conhecia, passou remédio no meu bumbum que estava muito inchado e assado. Depois de meses pude comer comida normal e eu nem me importava que fosse da sua boca.

Peladinho sentado em seu colo eu recebia o bolo de comida já mastigado de sua boca como o melhor dos prêmios, minhas mãos alisavam seu peito peludo e entre um bolo e outro eu cheirava seu pescoço.

No quarto ele sentou na cama e me deitou em seu colo, suas mãos grandes amassavam meu bumbum e abriam expondo o anel inchado, achei que ia ser penetrado por seus dedos, mas foi pior.

- Você pensou que ia se rebelar contra mim e eu não ia fazer nada, cadelinha?

Sem tempo nem pra pensar quanto mais responder sua mão desceu forte em meu bumbum e eu gritei. Foram 20 palmadas cada uma mais forte que a outra que me fizeram chorar, mas eu aguentei firme sem fugir.

Quando ele parou controlei meu choro e com dificuldade sentei em seu colo com uma perna em cada lado do seu corpo e me agarrei a ele soluçando.

- Me perdoa... Preto... nunca... nunca mais... eu vou fazer... aquilo... de novo. Eu não tava pensando... me... perdoa.

Fui agarrado pelos cabelos me fazendo encará-lo por um tempo que eu sustentei para provar meu arrependimento e que jamais eu faria novamente. Quando o aperto afrouxou segurei em seu pescoço, o beijei e ele correspondeu.

- Ainda tem mais uma punição, vou deixar você escolher com o que você quer.

Meu coração errou uma batida, não sabia porque seria castigado, mas sem demora desci do seu colo e engatinhando peguei o destruidor com a boca e entreguei em suas mãos. Um sorriso surgiu em seu rosto.

- Por que escolheu esse, cadelinha?

- Eu sei que é o seu favorito, meu dono.

Respondi choroso, pois esse é o que mais dói e machuca, mas eu vou aguentar tudo em troca de seu cuidado.

- Por que você pediu pro pai da sua amiga te salvar de mim?

- Eu ainda não tinha entendido... que meu lugar é aqui, que eu pertenço ao senhor... me perdoe.

- Você gostou de ser fodido por eles?

- Não, senhor! Eu só quero o senhor.

Ajoelhado como estava entre suas pernas enfiei meu rosto em sua virilha me agarrando em seu corpo.

- Por favor, você me prometeu que ninguém mais ia me tocar, eu quero ser só sua cadelinha e de mais ninguém.

Suas mãos agarraram meus cabelos com muita força me fazendo encará-lo, com um gesto abri minha boca e ele cuspiu dentro duas vezes e me autorizou engolir o que obedeci.

- Agora se levante, coloque as mãos sobre a cama e abra bem as pernas que você vai apanhar pra aprender a nunca mais pedir a homem nenhum pra te levar de mim.

Sem demora fiz como ele ordenou e o primeiro golpe me atingiu nas costas me fazendo arquear, os outros atingiram várias partes com muita violência, ele estava descontando sua raiva em mim.

Por duas vezes cai de joelhos no chão, meu corpo tremia, mas eu tinha que ser obediente e voltei a posição. As contas de quantos golpes já tinham me atingido eu já tinha perdido a muito tempo e quando seu braço cansou ele deixou o cinto cair no chão e meu corpo dilacerado o acompanhou.

Minha respiração falhava ainda quando senti suas mãos ásperas espalhando aquele óleo infernal em meu corpo inteiro, até meus braços dessa vez foram atingidos. Depois fui pego no colo e com o resto de forças que tinha me agarrei a ele chorando.

- Nunca ninguém vai te tirar de mim, sua vadia.

- Nunca, nunca ninguém vai me tirar de você, meu dono.

Eu falava entre soluços esfregando meu rosto em seu peitoral e nem quando ele tentou me colocar na cama me desgrudei dele chorando e pedindo perdão até que adormeci em seus braços.

Os dias seguiram tranquilos, realmente eu reagia no automático a cada ordem dele e não fazia mais por obrigação e sim por necessidade, existia em mim uma satisfação em obedecer que era maior que o meu entendimento.

Cada gesto dele era recebido por mim como a maior recompensa, até deitar aos seus pés enquanto ele assistia seu time favorito jogar. Acordar ele de manhã com uma boa mamada era minha parte favorita principalmente quando eu recebia beijos depois.

Hoje é meu aniversário, 15 anos, tudo parecia igual, ninguém parecia lembrar e eu fiquei triste porque sempre comemoramos. Ele já me acordava me dando os parabéns antes e hoje ele esqueceu, foi pra escola depois de tomarmos café sem dizer nada.

Sem nada pra fazer fui tomar banho pra esperar ele chegar, no espelho vi como os 3 meses de tratamento tem mudado meu corpo. Continuo sem nenhum pelo, minha voz está mais suave do que já era, eu tenho peitos de menina mesmo, meu bumbum tá bem grande e minhas coxas engrossaram também.

Por curiosidade apertei o bico do meu peito e uma gotinha branca apareceu, meu coração disparou. Será que era o leite que ele tanto queria? Apertei o outro e a gota logo surgiu, apertei os dois juntos com um pouco mais de força e espirrou o leite no espelho.

Eu não cabia em mim de felicidade, pois sabia o quanto ele queria que saísse leite de meus peitinhos. Tomei banho coloquei uma calcinha fio dental de renda branca e me ajoelhei próximo a porta para esperar ele chegar e contar a novidade.

Assim que ouvi seus passos na escada fiquei de quatro como uma cadelinha esperando seu dono abanando o rabo. Quando ele entrou no quarto tirei toda sua roupa, lami suas bolas e seu mastro e o levei pra cama.

- Minha cadelinha tá animada hoje, tá querendo pau nesse cuzinho?

Ele falava alisando meu corpo como se faz com uma cadelinha mesmo, fiquei de pé entre suas pernas, com uma mão segurei seu pescoço olhando em seus olhos e com a outra mão segurei meu peito e direcionei a sua boca como uma mãe faz com seu filho.

Num instante meu peito foi abocanhado e sugado com força, então meu corpo foi agarrado e jogado na cama debaixo do dele.

- Minha cadelinha tá dando leite?!

Ele falava enquanto revesava em chupar meus peitinhos sensíveis e eu estava emocionado por dar o que tanto ele queria. Enquanto ele mamava eu fazia carinho em suas costas e cabeça.

- Calma, guloso! Assim vai acabar tudo de uma vez.

Falei brincando, mas parecia que tinha acabado de tirar seu brinquedo pelo jeito que me olhou.

- Vou dobrar a dose do remédio, quero ver esses peitos vazando leite igual uma cadela parideira.

Depois de um tempo descemos pra almoçar e ele fez questão de mostrar a todos que eu dava leite como ele queria e entre uma garfada e outra meus peitos já com os bicos inchados eram chupados com força.

Deitado na cama distraído pensando no esquecimento do meu aniversário não percebi que já tinha escurecido quando ele deitou por cima de mim. Beijou meu pescoço e foi descendo os beijos até meu cuzinho que mal se escondia naquele fio tão fino da calcinha.

Ele chupava e enfiava a língua e os dedos me fazendo gemer, seus dedos enterravam em minhas carnes deixando marcas enquanto ele me abria e chupava com força falando um monte de safadezas.

- Puta minha tem que ter rabão assim, gostoso! Você não vale nada, mas é bom de foder...

Fui empalado em seu membro enquanto ele chupava meus peitos, eu quicava forte sentindo as sensações que ele me provocava quando um bolinho em formato de osso foi colocado entre nós.

- Parabéns, cadelinha! Apesar de que quem ganhou presente fui eu.

Meus olhos encheram de lágrimas, ele não esqueceu de mim. Beijei ele rebolando em seu membro duro dentro de mim. Comi o bolo e cada mordida que eu dava dividia com ele no beijo até que acabou.

Enquanto ele metia forte dentro de mim eu lambia seu rosto limpando a cobertura e nós gozamos juntos. Os dias seguiam tranquilos e agora sempre que estava na hora dele chegar meus peitos começavam a encher como se soubessem que seu dono ia chegar esfomeado. E ele adorava chegar e vê-los pingando.

As coisas pareciam mais calmas, menos no sexo que era na maioria das vezes bruto acabando comigo esgotado e ele satisfeito, o que me deixava feliz.

Agora eu sempre usava calcinha, cada uma menor que a outra, mas que deixava meu bumbum lindo. Também podia usar uma blusa dele quando fosse descer e ele não estivesse em casa, mas quando ele chegasse deveria tirar imediatamente.

Esses dias ele está agitado como se estivesse ansioso por algo, mas parece ser bom pela cara dele. Eu acabei ficando ansioso também mesmo sem saber pelo quê. Tô deitado em seu peitoral alisando seus pelos enquanto ele mexe no celular.

- Preto, você vai deixar alguém mamar em mim?

Perguntei num fio de voz com medo da reação dele que logo parou de mexer no celular e agarrou meu maxilar.

- É isso que você quer, sua puta?

- Não, não quero! Mas é que dá última vez que você ficou tanto tempo assim no celular você me levou pra eles. E eu não queria mais...

- Você não tem querer... tô vendo umas coisas aí e sua obrigação é obedecer deixa que eu penso por você, bichinha burra.

- Mas...

- Não tem mas... vá ocupar sua boca com meu pau que é o melhor que você faz.

Preocupado fiz o que ele mandou, mas minha cabeça não parou de pensar no que seriam essas coisas que ele falou, não quero nenhum velho abusando do meu corpo de novo.

Na sexta-feira ele estava bem animado porque era o último dia de aula. Então a noite depois de me aplicar a injeção de hormônio enquanto eu estava deitado em seu peito ele me avisou que amanhã nós iríamos a festa da colheita na fazenda do prefeito. Seria a primeira vez que eu sairia de casa nesses meses.

No fim da tarde ele me deu banho, lavou meu interior, vestiu uma calcinha preta em mim que tinha uma seta apontando pro meu cuzinho no fio e a frente só cobria meu pintinho.

Um vestido rodado, florido e bem curto foi colocado em meu corpo e meus cabelos presos com um laço de fita rosa que combinava com o vestido. Ele me deu um batom rosa com brilhinho pra eu passar e ficou lindo, eu parecia mesmo uma menina com os peitinhos apontando no vestido.

Eu estava envergonhado porque o vestido era muito curto quase mostrando meu bumbum exposto e na parte de cima só cobria os bicos dos meus peitos pontudinhos. Qualquer movimento e todos veriam meu corpo. Sem contar que eu poderia ser reconhecido.

Depois de pronto suas mãos deslizaram por meu corpo dizendo que eu estava igual as putas do bordel da cidade. Suas mãos apertavam meu bumbum e meus peitos que vazavam leite e ele chupava, até que disse estar na hora.

Entrei no carro do lado do carona e fomos o caminho inteiro calados, quando chegamos uma fogueira enorme iluminava uma roda cheia de homens que bebiam e comiam ao som de músicas sertanejas, conversas e risadas altas em frente a um galpão.

Ele estacionou a caminhonete ao lado de outros carros, abriu o porta luvas, tirou uma coleira preta grossa e colocou no meu pescoço de forma justa, mas sem apertar. Meu coração batia forte, eu não fazia ideia do que iria acontecer naquele lugar.

- Não esqueça que você é minha cadelinha, eu sou o seu dono. Eu mando e você obedece sem hesitar, e se você me envergonhar na frente dos outros seu castigo será brutal.

Ele me beijou suavemente como se não tivesse acabado de me ameaçar, saiu do carro e abriu a porta para mim. A guia foi presa na coleira e como um macho alfa ele andava imponente na direção daqueles homens e eu o seguia de cabeça baixa.

Quando nos aproximamos do pessoal as conversas e risos foram diminuindo até que ouvi a voz forte do prefeito anunciando que agora que a festa iria começar de verdade. Passamos pelo meio daquele monte de homem seguindo na direção do galpão.

Ele parou, fez um sinal com a cabeça pro prefeito e me mandou ficar de quatro o que obedeci imediatamente mesmo morrendo de vergonha, pois meu bumbum ficaria exposto. Ele suspendeu meu vestido até minha cintura alisou minha bunda, abriu bem mostrando meu buraquinho e passou o dedo.

Eu devia estar todo vermelho de vergonha com toda aquela exposição, mas ele seguiu pleno me puxando pela guia e a prendendo numa corrente presa num gancho que descia do telhado e se afastou sem dizer nenhuma palavra.

Eu estava de quatro vendo aquele mar de homens me rodear enquanto ele parava ao lado do prefeito que sorria e logo começou a fazer seu discurso.

- Bom pessoal, como costume nós sempre celebramos com muita comida e bebida antes de iniciarmos a colheita como uma forma antecipada de agradecimento e esse ano não poderia ser diferente, mas eu resolvi dar a vocês um presente e ele acabou de chegar!

- Sei como é difícil não ter uma puta pra se aliviar e por isso trouxe mais esse estímulo para vocês. Fiquem à vontade e usem sem moderação, putas foram feitas para serem usadas! A festa hoje vai até o amanhecer!

Quando ele acabou de falar eu estava em choque, tinha muito mais que 100 homens ali e ele tinha acabado de me entregar a eles sem nenhum limite. As vozes já alteradas pela bebida e agora pelo que era oferecido me fez encolher de medo.

Fui erguido do chão e mãos e bocas percorriam meu corpo que era empurrado de um lado a outro, até que ouvi uma voz grossa falar.

- Porra, a puta é um viadinho com peito e tudo.

A algazarra foi maior, seguida por tapas e empurrões que se não fosse pela coleira eu teria caído. Vários membros eram esfregados em meu rosto me obrigando a chupá-los enquanto eu era penetrado violentamente.

Fui violado de várias formas, em várias posições, com penetrações duplas e até triplas. Fui chingado, humilhado e espancado noite a dentro. Eu apagava e voltava e sempre tinha meus buracos ocupados.

Bebi tanto esperma que minha barriga estava cheia e embrulhada, mas o tempo parecia insistir em não passar. Alguns homens começaram a ir embora, mas os que ficavam pareciam renovar suas forças.

Fui amarrado, pendurado, jogaram bebida em meu corpo, tudo o que passou pela cabeça deles foi feito sem nenhum remorso. Meu corpo tremia de exaustão, mas eles continuavam.

Tinha tanto sêmem dentro de mim que escorria por minhas pernas e quando eles metia muito rápido chegava a fazer tipo um creme branco que depois eu tinha que limpar com a boca.

Quando o dia amanheceu fui largado chão sem forças nem para manter os olhos abertos e ele permanecia lá imponente sentado em sua cadeira como um rei sádico de onde era possível ver em seu olhar a sua satisfação.

Nu fui pego e colocado na carroceria da caminhonete ouvindo as risadas dos últimos homens que desciam pro alojamento enquanto o prefeito sorria e agradecendo entregava um pacote ao meu dono e logo fomos embora.

Chegando em casa ele estacionou o carro e subiu na carroceria suas mãos percorreram meu corpo machucado até que seus dedos se abriram dentro de mim causando dor e fazendo uma grande quantidade de sêmem escorrer.

- Você foi perfeita, cadelinha! Agora seu dono vai cuidar de você.

Ali mesmo fui banhado por dentro e por fora, depois de seco fui alimentado e mesmo exausto me forcei pra permanecer acordado e desfrutar do seu cuidado. E ver seu olhar satisfeito me dava ainda mais vontade de satisfazê-lo, mas quando ele começou a subir as escadas me levando em seu colo já não vi mais nada.

Acordei com meu corpo todo dolorido e cheio de marcas de mordidas, de apertos e socos que levei nas costas e costelas, sem contar com o ardor que sentia no bumbum. Até respirar doia, mas ele estava lá tomando posse do que era seu, mamando em meus peitinhos doloridos como se fosse a coisa mais normal do mundo.

Passei dias que mal conseguia andar direito, me sentar era uma tortura, mas ele cuidou de mim mesmo com seu jeito bruto. Em uma semana só restavam algumas marcas já fracas em meu corpo e o sexo já não era mais calmo tinha voltado a ser visceral.

Seu cuidado demonstrava que existia alguma afeição, mas deixava claro em cada gesto sua dominância sobre mim. Mesmo sendo ele o cuidador o submisso era eu, sua cadelinha.

Os dias foram passando e cada vez mais novos vídeos eram acrescentados naquele site, eu morria de vergonha e tristeza enquanto ele se excitava com os comentários e com o quanto aquilo rendia. Eu procurava sempre agradá-lo fazendo as coisas do jeito que ele gostava, principalmente sendo obediente, mas saber que ele não se importava com o que era feito com meu corpo me deprimia a cada dia.

Continua....

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