A nova realidade que mudou o mundo parte 99 - Vida de negra I
Eu não sei quantas horas se passaram desde que nos jogaram no galpão das negras. O lugar era um inferno úmido e escuro, cheirando a suor azedo, porra velha, sangue seco e mofo. O chão era de concreto rachado, frio e grudento, com poças de líquidos que eu nem queria identificar. As paredes eram de madeira podre, cheias de correntes enferrujadas penduradas. Ali não havia feno macio, só concreto duro, algumas esteiras sujas e um poste central de metal onde eles prendiam as que iam ser “disciplinadas”.
Fomos jogadas lá dentro nuas, como sempre. Julie ainda mancava por causa do cinto de castidade, cada passo um gemido baixo, o metal rangendo entre as coxas finas dela, apertando a bucetinha virgem sem piedade. Eu tentei protegê-la, mas os peões nos separaram na hora. “Três dias aqui”, foi só o que disseram antes de trancar a porta pesada.
As negras do galpão eram umas quinze ou dezesseis mulheres, todas de pele escura, corpos fortes, mas marcados, cheios de cicatrizes de chicote nas costas, queimaduras nos seios, marcas de mordidas e hematomas roxos por toda parte. Elas nos olharam sem pena. Sabiam que éramos novatas. E sabiam o que fazer.
O castigo começou na primeira hora.
Elas nos amarraram primeiro. Eu fui presa de braços abertos num par de correntes penduradas no teto, pés mal tocando o chão, corpo esticado como um animal no abate. Julie foi amarrada ao meu lado, mas de joelhos, o cinto de castidade brilhando cruelmente contra a pele clara dela. Uma negra alta, com seios pesados e cicatrizes nos mamilos, se aproximou com uma mangueira grossa, e nos falou: “Primeira lição: limpeza.”
A água saiu gelada, jato forte como um soco. Elas nos esfregaram com vassouras de cerdas duras, as mesmas que usaram comigo no celeiro, mas aqui era pior. As cerdas arranhavam meus seios, minha barriga, entre as pernas, abrindo a pele já sensível da buceta e do cu. Eu gritava enquanto a água gelada entrava em mim, queimando por dentro. Julie chorava alto quando a vassoura passou entre suas coxas, batendo contra o metal do cinto, forçando a placa a pressionar mais fundo no clitóris dela. “Olha como a branquinha se contorce com o cinto”, riam elas. “A bucetinha dela deve estar inchando lá dentro.”
Eu ainda sinto o fedor daquele galpão grudado na minha garganta, como se ele tivesse entrado pelos poros e nunca mais saísse. Esse mundo trata as mulheres como lixo, como buracos descartáveis que só servem para abrir as pernas, engolir porra e aguentar dor. Mas com as negras é pior. Muito pior. Para eles, as pretas são o fundo do poço, animais de carga feitos para ser fodidas mais forte, humilhadas mais fundo, quebradas até não sobrar nada. Porque a lei machista já diz que mulher não tem direito, e mulher preta então… nem gente é. São só carne escura para ser usada, marcada, vendida e jogada fora quando o corpo não aguenta mais.
O galpão era um forno imundo. Sem janelas, telhado baixo de telhas metálicas que transformavam o sol lá fora num calor de inferno lá dentro. O ar era grosso, úmido, pesado, quase impossível de respirar. O cheiro era forte, enjoativo, uma mistura podre de corpos sujos, suor azedo de dias sem banho, bucetas meladas e grudentas de porra velha, mijo seco no concreto, sangue e merda. O chão de concreto rachado estava coberto de poças grudentas, uma gosma branca-amarelada que escorria das bucetas inchadas delas, misturada com suor e terra. As negras andavam nuas, peles escuras brilhando de sujeira, bucetas inchadas e abertas, lábios grossos cobertos de uma camada pegajosa de sêmen seco que nunca secava direito por causa do calor. O cheiro de boceta suja, de cu suado, de axilas e pés sujos enchia tudo. A gente suava sem parar, o suor escorrendo pelos peitos, pela barriga, misturando com a gosma do chão.
Quando as negras viram eu e Julie, duas brancas novatas, pele clara, corpo limpo ainda, o ódio e a fome nos olhos delas explodiram. Elas nos cercaram como lobas. “Olha as branquinhas no nosso buraco”, rosnou Nádia, a mais velha. “Vamos ensinar o lugar delas.”
Elas me jogaram de joelhos primeiro. Quatro mãos grossas abriram minhas pernas e enfiaram minha cara na buceta de uma delas, uma mulher alta, peitos pesados, buceta fedida, melada de porra velha e suor. O cheiro era ácido, forte, de carne não lavada há dias. “Chupa, vadia branca. Limpa o que os homens deixaram.” Eu obedeci tremendo, língua enfiada entre os lábios grossos, lambendo a gosma salgada, amarga, grudenta que escorria. O gosto era nojento, terra misturada com sêmen azedo. Elas riam enquanto eu me engasgava. Depois me viraram e me fizeram limpar o cu delas com a língua, uma por uma. O cu de Nádia ainda tinha resto de merda seca do dia anterior; eu enfiei a língua fundo, girando, sentindo o gosto amargo e quente enquanto ela gemia e empurrava a bunda contra minha cara. “Isso, branquinha, come meu cu sujo.” Julie assistia tudo, olhos arregalados de horror.
Elas mijaram na minha boca. Uma atrás da outra. O mijo quente, amarelo e forte jorrava direto na minha garganta. Eu engolia o que conseguia, o resto escorrendo pelo queixo, pelos peitos, queimando a pele. O cheiro de amônia era insuportável. Julie foi forçada a lamber o chão imundo, o concreto sujo de porra seca, mijo, terra e gosma das bucetas delas. Ela chorava baixinho, a linguinha rosa passando na sujeira, o cinto de castidade rangendo a cada movimento, o metal apertando cruelmente a bucetinha virgem dela. Eu via o nojo no rostinho dela, as lágrimas caindo enquanto lambia o chão como um cachorro. Era cruel demais para mim, ver minha filha reduzida a isso, e pra ela, que ainda era só uma menina, sentir o gosto da humilhação nojenta que o mundo reservava para as mulheres.
Depois, no meio da tarde, a porta rangeu e eles entraram, cinco homens negros, fortes, peões do hotel, paus já duros balançando pesados entre as pernas. Não vieram para fazer amor. Vieram para foder como animais.
Eles não falaram. Só agarraram as negras mais próximas. Uma delas, chamada Aisha, perto dos vinte e cinco anos, foi jogada de quatro no concreto sujo. O primeiro homem negro, pau grosso e veioso, cuspiu na mão, passou rápido e enfiou tudo no cu dela de uma vez. Sem aviso. Ela gritou, corpo se arqueando, mas ele segurou os quadris e meteu com força bruta, bolas batendo contra a buceta melada dela. Outro homem enfiou o pau na boca dela, fodendo a garganta até baba e lágrimas escorrerem. Eles trocavam buracos sem parar, animalesco, suados, grunhindo como porcos. O pau entrava seco no cu, saía brilhando de porra e sangue, depois voltava para buceta inchada. Eles gozavam dentro, enchendo tudo, e continuavam, paus duros de novo em minutos. O cheiro de sexo bruto enchia o galpão, suor, porra fresca, buceta aberta.
Outra negra foi levantada no ar, pernas abertas, e dois homens meteram ao mesmo tempo, um na buceta, outro no cu, esticando ela até o limite. O corpo dela balançava, peitos pesados pulando, enquanto eles metiam com fúria, mãos cravadas na carne escura, deixando marcas roxas. “Toma, preta safada”, rosnava um. Porra escorria pelas coxas dela, pingando no chão já imundo.
E então aconteceu com a única que ainda tinha clitóris inteiro. Ela se chamava Zuleika, corpo magro e marcado, a única que não tinha sido mutilada ali. Eles a jogaram de costas no concreto grudento, abriram as pernas dela bem abertas. Um homem negro enorme enfiou o pau grosso na buceta dela, metendo fundo, batendo o osso púbico direto no clitóris inchado. Ela começou a tremer. Os outros dois seguravam os peitos dela, torcendo os mamilos. O pau entrava e saía rápido, brutal, molhado do creme branco que escorria dela. Zuleika começou a gozar feito uma cadela no cio, o corpo se contorcendo, olhos revirando, boca aberta num grito animal. “Aaaaahhh… porra… estou gozando… tô gozando!!!” Ela gritava alto, rouca, sem vergonha, o corpo sacudindo como se levasse choque. O gozo esguichou longe, em um jato forte, claro, quente, saindo da buceta em arco, batendo no peito de um dos homens, no chão, molhando tudo ao redor. Ela esguichava sem parar, jatos e jatos enquanto o pau continuava metendo, o clitóris latejando visivelmente, inchado e vermelho. O orgasmo durou quase um minuto inteiro, ela uivando como animal, baba escorrendo da boca, corpo tremendo violentamente. Quando o homem gozou dentro dela, enchendo a buceta de porra grossa, ela ainda esguichava fraquinho, gemendo, olhos perdidos no nada.
Eu assistia tudo, ajoelhada na gosma, Julie tremendo ao meu lado com o cinto apertando. O galpão era isso, um lugar onde mulheres, especialmente as negras, eram tratadas pior que animais. E onde eu e minha filha estávamos aprendendo, a cada lambida, a cada mijada, a cada estocada animal, que nesse mundo não existia mais humanidade. Só buracos, dor e a obrigação de aguentar.
E eu sabia que ainda faltavam dois dias.
Eu acordei no meio da madrugada do primeiro para o segundo dia, o corpo dolorido e suado colado no concreto frio e grudento do galpão. O calor ainda não tinha diminuído; o ar continuava pesado, úmido, sufocante, como se o telhado de telhas metálicas prendesse todo o fedor dentro daquele buraco. O cheiro era insuportável, suor azedo de corpos sujos, bucetas meladas e grudentas de porra velha, mijo seco, sangue e o leve cheiro de merda que nunca saía do chão. Eu estava deitada de lado, Julie encolhida contra mim, o cinto de castidade frio e duro pressionando contra minha coxa. Ela tremia mesmo dormindo, o rostinho sujo de lágrimas secas.
Foi quando eu ouvi um ruído leve, arranhando, depois outro, eram ratos grandes, pretos, gordos, passeando entre as escravas adormecidas como se o galpão fosse deles. Eu vi um deles passar bem perto do meu rosto, bigodes tremendos, olhos brilhantes na pouca luz que entrava pelas frestas. Outro subiu pela perna de uma negra dormindo, cheirando a buceta melada dela, depois desceu e foi lamber uma poça de gosma no chão. O silêncio era mórbido, pesado, quase sobrenatural. Ninguém se mexia. Nenhuma respiração alta, só o som ocasional de um rato correndo, o gotejar distante de alguma goteira e o rangido baixo do metal do cinto de Julie quando ela se mexia no sono. Era como se o galpão inteiro estivesse morto, só esperando o próximo horror. Meu coração batia forte, o nojo subindo pela garganta. Eu queria gritar, acordar todo mundo, mas o medo me paralisava. Julie estava ali, vulnerável, e eu não podia fazer nada além de abraçá-la mais forte e rezar para que os ratos não chegassem perto dela.
De repente, a porta rangeu baixinho. Não eram os peões, eram garotos, uns cinco ou seis, entre quinze e dezoito anos, provavelmente filhos de funcionários ou hóspedes mais novos que tinham conseguido a chave. Eles entraram rindo baixo, cheios de tesão e crueldade infantil. “Olha só as macacas dormindo”, sussurrou um. Eles acenderam uma lanterna fraca e começaram a andar entre os corpos.
Escolheram uma negrinha jovem, devia ter uns quinze anos, corpo magro, seios pequenos, buceta ainda não tão destruída quanto as outras. Eles a acordaram com um chute. Antes que ela pudesse gritar, enfiaram uma mordaça de pano sujo na boca dela, amarrando forte atrás da cabeça. Os olhos dela se arregalaram de puro pavor, implorando para todo mundo ao redor. Eu vi, Julie também viu. A menina olhava para mim, pra Nádia, para qualquer uma, os olhos cheios de lágrimas, suplicando ajuda. Ninguém se mexeu. Ninguém ousou. O medo era maior.
Os garotos pegaram um maço de cigarros e acenderam um. O primeiro queimou o braço dela, depois o ombro, depois desceu para o seio esquerdo. A pele escura chiou, um cheiro forte de carne queimada misturando com o fedor do galpão. Ela se contorceu, gemendo abafado pela mordaça, lágrimas escorrendo. Eles riam. “Olha como ela dança.” Acenderam outro cigarro e queimaram o mamilo direito, apertando até a pele estourar e formar uma bolha. Depois desceram mais. Abriram as pernas dela à força e queimaram os lábios da buceta, primeiro um lado, depois o outro, depois bem no clitóris. O chiado foi mais alto, o cheiro de carne queimada mais forte. A negrinha se debatia loucamente, olhos revirando de dor, urina escorrendo involuntariamente pela coxa enquanto o cigarro pressionava a carne sensível. Eles apagaram o cigarro dentro dela, enfiando a ponta acesa na entrada da buceta e girando. Ela soluçava pela mordaça, o corpo inteiro tremendo em espasmos. Julie apertou o rosto no meu peito, chorando baixinho. Eu sentia o nojo e o pavor me consumindo, nojo daqueles garotos tratando uma menina como brinquedo, pavor de que fizessem o mesmo com a minha filha.
Quando se cansaram da tortura, eles baixaram as calças. Um por um, defecaram no chão sujo, bem no centro do galpão. Fezes moles, fedidas, quentes, formando uma pilha nojenta no concreto já imundo. O cheiro piorou dez vezes, merda fresca misturada com o suor e a porra velha. Depois, apontaram para uma negra mais velha, de uns trinta e cinco anos, e ordenaram: “Pega com a boca, vadia. E beija todas as outras. Compartilha o banquete.”
Ela obedeceu tremendo. Ajoelhou-se, abaixou o rosto e pegou um pedaço grande de merda com a boca, os lábios e o queixo sujos de marrom. Depois foi de uma em uma, beijando na boca, língua com língua, passando a merda de boca em boca como um beijo imundo. Algumas engoliam um pouco, outras deixavam escorrer pelo queixo. O som era molhado, nojento, lábios se grudando, merda sendo trocada, gemidos abafados de nojo e humilhação.
Chegou a minha vez. A negra se aproximou, olhos baixos, boca suja de merda marrom e baba. Eu tentei virar o rosto, mas um dos garotos segurou minha cabeça com força. “Beija, branquinha. Aprende o que é se envolver com as macacas do hotel.” A boca dela colou na minha. O gosto foi horrível, amargo, azedo, quente, textura pastosa e grudenta invadindo minha língua. Eu senti a merda sendo empurrada para dentro da minha boca, misturando com minha saliva. Engoli um pouco sem querer, o vômito subindo pela garganta, mas segurei. O garoto riu: “Isso, agora você é igualzinha a elas. Macaca branca.”
Julie foi poupada dessa parte, talvez por ser nova demais, ou porque o cinto ainda a protegia de certas coisas, mas ela viu tudo. Viu a mãe beijando merda na boca de uma negra, viu o nojo no meu rosto, viu o pavor nos olhos da negrinha queimada que ainda soluçava amordaçada no canto.
Os garotos saíram rindo, trancando a porta de novo. O silêncio mórbido voltou, agora ainda mais pesado, quebrado só pelos soluços baixos da negrinha torturada e pelo barulho ocasional de ratos voltando para lamber o resto de merda no chão.
Eu fiquei ali, boca ainda com gosto de merda, corpo tremendo, abraçando Julie enquanto o cheiro de fezes frescas enchia o galpão. O nojo era tão grande que eu queria morrer. O pavor era ainda maior, porque eu sabia que aquilo não era o pior. Era só a madrugada do segundo dia. E ainda faltava muito até o fim daqueles três dias no inferno do galpão das negras.
❤️ Contos Eróticos Ilustrados e Coloridos ❤️👉🏽 Quadrinhos Eroticos 👈🏽
Comentários (1)
White cock WINS: Impossível não gozar
Responder↴ • uid:1ebnz3yr6p7w