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A nova realidade que mudou o mundo parte 98 - Divorciada

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AnãoJediManco

Eu ainda estava encolhida no feno, o corpo latejando de dor, quando a porta do celeiro rangeu e ele entrou, meu marido. O homem que eu um dia chamei de meu. Ele veio sozinho, vestido de terno impecável, sapatos engraxados contrastando com a sujeira do chão. Atrás dele, dois peões fortes esperavam, braços cruzados, olhares vazios. Julie se apertou mais contra mim, tremendo. As outras escravas baixaram a cabeça imediatamente, sem ousar olhar.
Ele parou na nossa frente, me encarando como se eu fosse um objeto qualquer. “Caroline”, disse ele, a voz fria, sem emoção. “Acabou. Não tenho mais laços com você. Você não é mais minha mulher. De agora em diante, você é só uma escrava. Uma puta que eu vou vender no próximo leilão. Até lá, você vai experimentar coisas novas. Castigos terríveis. Humilhações que vão quebrar o que sobrou de você. Tudo para te tornar cada vez mais obediente. Mais útil, mais um buraco. qualquer”.
Eu abri a boca, mas ele não me deixou falar. Continuou andando em volta de nós duas devagar.
“Regras novas, Caroline. Regras machistas, como tem que ser. Você obedece sem questionar. Nunca mais olha nos olhos de um homem a menos que ele mande. Anda de quatro quando estiver no hotel, nunca de pé como gente. Abre as pernas sempre que um homem passar perto, sem esperar ordem. Se alguém quiser foder, você oferece todos os buracos imediatamente. Não fala a menos que perguntem, não chora alto. Não pede nada. Seu corpo não te pertence mais, ele é propriedade do hotel agora. Por isso você nunca mais vai usar uma roupa. Nunca. Nem um trapo. Você vai viver nua, exposta, para todo mundo ver, tocar, usar. Peitos, buceta, cu… tudo à mostra o tempo todo. Porque roupa é para a gente. E você não é mais gente.”
Ele parou na frente de Julie e sorriu daquele jeito que eu odiava.
“E você, garotinha… vai ficar com um cinto de castidade. Quero você virgem. Quero ser eu quem vai comer essa bucetinha apertada quando eu achar que chegou a hora. Mas você vai acompanhar sua mãe até o dia do leilão. Vai ver tudo que vão fazer com ela. Vai aprender.”
Antes que eu pudesse reagir, ele ergueu a mão e me deu um tapa tão forte no rosto que eu caí para trás no feno, a cabeça girando, o gosto de sangue na boca. Julie soltou um gemido baixo de terror.
“Olha só pra você”, cuspiu ele, olhando meu corpo nu caído. “Peitos caídos, flácidos, que nunca me deram tesão de verdade. Buceta frouxa, usada, que nunca apertou meu pau como eu merecia. Durante todo o casamento você fingia que gostava, mas era uma merda de foda. Seca, fria, sem graça. Eu tinha que imaginar outras putas para conseguir gozar dentro de você. Você nunca me satisfez. Nem uma vez. Agora vai aprender a ser uma puta de verdade. Vai abrir essa buceta mole para qualquer um, vai engolir porra como se fosse água, vai gemer pedindo mais. Quanto mais puta você for, menos vai sofrer. Porque se resistir… vai ser pior.”
Ele fez um sinal com a cabeça para os peões. Um deles trouxe uma caixa de metal. O cinto de castidade. Era pesado, de aço brilhante, com uma placa que cobria a buceta e o cu de Julie, trancada com cadeado. Eles a puxaram para longe de mim, forçando-a a ficar de pé, pernas abertas. Julie chorava baixinho, mas não resistia.
O peão mais alto segurou os quadris dela com mãos grandes, abrindo bem as coxas finas. O outro encaixou o cinto frio contra a pele dela. A placa de metal pressionou contra sua bucetinha virgem, o metal gelado roçando os lábios delicados, o clitóris pequeno. Eles apertaram as tiras ao redor da cintura dela, ajustando com força, o aço mordendo a pele macia. Julie soltou um gemido agudo quando a placa se encaixou perfeitamente, cobrindo tudo, deixando só um pequeno furo para ela fazer xixi. O cadeado clicou alto. Eles passaram os dedos por cima do metal, apertando, testando se estava bem firme. A visão daquilo, o corpo jovem e nu dela agora preso, a buceta selada, o metal brilhando contra a pele morna, era erótica de um jeito doentio. Julie tremia, as pernas tremendo, o rostinho vermelho de vergonha enquanto os homens riam baixo e comentavam como ela ia ficar “bem guardadinha” até ele decidir comer.
Ele se virou para mim de novo. “Agora vocês duas vão para o galpão das negras. Três dias lá. Elas vão te ensinar o que é sofrimento de verdade.”
Antes de sairmos, ele apontou para as outras escrava, Yara, Maya, Sofia, Lívia, dona Rosa e todas as oito. “E essas aqui… por terem confortado vocês duas hoje de manhã, vão ser punidas agora. Duramente.”
Os peões não esperaram. Pegaram as escravas uma por uma. Dona Rosa foi a primeira, eles a jogaram de quatro, enfiaram uma vassoura grossa no cu dela sem lubrificante, girando enquanto ela gemia de dor, e mandaram ela lamber o chão sujo enquanto os outros dois a fodiam na boca e na buceta ao mesmo tempo. Yara e Maya foram amarradas juntas, costas com costas, e os homens enfiaram paus nos dois buracos delas ao mesmo tempo, batendo tão forte que o celeiro ecoava com o som de carne contra carne, gozando dentro e depois fazendo elas lambem uma da outra até limpar tudo. Sofia, a da uretra, levou um plugue maior ainda enfiado fundo, trancado, enquanto um peão mijava na cara dela e mandava ela engolir. Lívia, sem clitóris, foi pendurada pelos pés e foderam sua boca até ela vomitar, depois continuaram. As outras sete foram espalhadas pelo chão, levando chicotadas nos seios e nas coxas, paus enfiados em todos os buracos ao mesmo tempo, humilhadas com insultos nojentos, forçadas a implorar por mais enquanto choravam. O ar ficou pesado com cheiro de sexo, suor e lágrimas. Elas gemiam, gritavam baixo, corpos se contorcendo em dor e vergonha, tudo porque tinham ousado me consolar.
Eu assisti tudo, de joelhos, o tapa ainda ardendo no rosto, Julie colada em mim com aquele cinto frio brilhando entre as pernas dela. Os peões nos puxaram pelos braços.
Enquanto nos arrastavam para fora do celeiro, eu só conseguia pensar que aquilo era o começo. Meu corpo não era mais meu. Minha filha estava marcada. E o inferno que meu marido tinha prometido… estava só começando.
Eu ainda sentia o ardor do tapa no rosto quando os peões nos arrastaram pelo corredor sujo que ligava o celeiro ao galpão das negras. Julie caminhava logo à minha frente, puxada pelo braço por um deles, e eu via cada passo dela como uma faca girando na minha barriga. O cinto de castidade era uma coisa cruel, pesada, feita de aço grosso e frio, projetado para torturar. A placa principal, larga, implacável, com bordas afiadas que não tinham piedade, estava encaixada com força entre as pernas finas dela, pressionando direto contra a bucetinha virgem e delicada. Cada vez que Julie dava um passo, o metal rangia e mordia. As tiras de aço ao redor da cintura e entre as nádegas cortavam a pele macia, deixando marcas vermelhas que já começavam a inchar. O pequeno furo para xixi era tão apertado que ela mal conseguia urinar sem sentir que estava sendo rasgada.
Ela tentava andar normalmente, coitadinha, mas o cinto não deixava. As pernas dela tremiam, forçadas a se abrir um pouco mais a cada movimento para não deixar o metal esfregar com mais força no clitóris pequeno e sensível. O peso do aparelho fazia os quadris dela balançarem de um jeito torto, desequilibrado, como se carregasse uma corrente de ferro entre as coxas. A cada passo, a placa batia contra os lábios da buceta dela, apertando, esmagando, roçando de forma que devia ser ao mesmo tempo dolorida e humilhante pra caralho. Julie soltava uns gemidinhos baixos, quase inaudíveis, o rostinho vermelho de vergonha e dor. O metal frio contra a pele quente dela criava um atrito constante, às vezes seco, às vezes molhado de suor e do que restava do choro dela. Ela mancava, os joelhos se dobrando um pouco, as mãos instintivamente querendo tocar ali embaixo para aliviar, mas o peão batia na mão dela e ria: “Deixa o cinto trabalhar, garotinha. Ele vai te lembrar o dia todo que essa buceta não é mais sua.”
Eu via o suor escorrendo pelas costas dela, misturando com as lágrimas que caíam silenciosas. O cinto não a deixava fechar as pernas direito; ela tinha que andar com passinhos curtos, ridículos, como uma boneca quebrada, o metal rangendo alto no silêncio do corredor. Cada movimento fazia a placa pressionar mais fundo, roçando o clitóris de um jeito que eu sabia que não dava prazer nenhum, só uma frustração cruel, uma dor latejante que se espalhava para o ventre. Julie choramingava baixo, o corpo inteiro tenso, as coxas tremendo de esforço. Eu imaginava o que ela sentia. o aço gelado queimando contra a carne quente, o peso puxando pra baixo, o cadeado batendo contra a placa como um lembrete constante de que ela estava presa, selada, reservada para o pau do pai dela quando ele decidisse comer a própria filha. Era uma tortura lenta, humilhante, que fazia minha menininha andar como uma puta barata em treinamento, exposta, vulnerável, incapaz de esconder a dor.
Enquanto a gente era empurrada para o galpão, eu não conseguia parar de pensar. Relembrava a liberdade que eu tinha, minha casa, minhas roupas, meu carro, minha vida onde eu podia dizer não, onde eu era gente. Eu acordava de manhã, escolhia o que vestir, saía na rua sem medo de ser olhada como carne. Agora? Nada. As leis machistas que dona Rosa tinha explicado martelavam na minha cabeça como um martelo no crânio. Por lei, eu não era mais nada. Nenhuma mulher era. Nós éramos descartáveis. Bens. Buracos com pernas. Não tinha direito de reclamar, de processar, de fugir. Um homem podia fazer o que quisesse, me foder até sangrar, me vender, me quebrar, e a lei só dava de ombros. Eu imaginava o leilão onde ele ia me vender, eu nua no palco, de quatro, pernas abertas para todo mundo inspecionar minha buceta frouxa, meus peitos caídos, meu cu já usado. Homens ricos, hóspedes, peões, todos oferecendo lances enquanto me apalpavam, enfiavam dedos, comentavam “buceta mole, mas aguenta porra”, “peitos flácidos, mas servem pra tapa”. Eu seria vendida para o maior lance, arrastada para uma nova vida de escravidão pior ainda, talvez para uma fábrica onde me foderiam até eu morrer. E Julie… ela ia assistir tudo, com aquele cinto cruel apertando a bucetinha virgem dela, sabendo que um dia o pai ia tirar ele só para comer a filha.
Eu olhava para ela mancando na minha frente, o cinto brilhando sob a luz fraca, e o ódio e o desespero me consumiam. Eu tinha vivido numa mentira. Tinha sido esposa, mãe, pessoa. Agora era só isso, uma puta nua que ia ser leiloada como gado. E minha filha, com aquele metal sádico entre as pernas, ia aprender a mesma lição a cada passo dolorido. Não tinha volta. Só dor, humilhação e a obrigação de agradecer por ainda estar viva. O galpão das negras se aproximava, escuro e fedendo a sexo velho. Eu sabia que os três dias lá iam ser piores. Muito piores. E eu só conseguia pensar que tudo isso era culpa dele. Culpa da lei. Culpa do mundo que transformou mulheres em coisas. E que, no final, eu ia acabar agradecendo mesmo. Porque era isso ou morrer.

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