Escravo Familiar: Capítulo 20 (Sendo Estourado pelo amigo Negro da Família )
Era uma quarta-feira de manhã. Acordei na cama com papai me abraçando por trás; estávamos os dois pelados e suados.
Papai me dava beijinhos no ombro enquanto alisava meu peito e minha barriga magra. Ao perceber que eu estava acordado, ele veio até meu ouvido e, com a voz grave e sonolenta, me disse:
— Bom dia, princesinha do papai! Dormiu bem, querido?
— Bom dia, papai. Respondi, dengoso: — Dormi que nem um anjo, e o senhor?
— Muito bem, dengoso! Meu pai respondeu, esfregando-se no meu corpo, cheirando e beijando meu pescoço.
— Está preparado para voltar para sua rotina rolistica? Ele me disse, rindo baixinho.
— Estou. Sinto-me recuperado e pronto para dar meu cuzinho.
— É assim que se fala, meu amor. Papai hoje vai te emprestar a um amigo; essa vai ser sua primeira vez com um macho preto e com uma pica de jumento. Que dar esse seu delicioso cuzinho para um negão?
— Huun! Que delícia. Eu disse, espreguiçando-me na cama ao seu lado.
— É muito bom saber que meu bebê está animado. Papai já o orientou; você vai ter um dia mais hardcore do que o costume. Esse meu amigo você conhece desde pequeno. Se lembra do Kiko?
— O que, quando eu e minha irmã éramos pequenos, chamávamos ele de Negão, e anunciávamos dessa forma: "Pai, o Negão chegou! "
— Hahaha! Sim, querido, esse mesmo; faz anos que não o vemos e ele disse que viria aqui em casa para nos visitar. Aí comentei com ele que tinha transformado você em um escravo sexual para a família. Ele me perguntou se eu te emprestava para pessoas de fora da família. Disse que não, mas que, para ele, se ele quisesse, poderia te comer. Ele topou. Então, meu anjo, espero que você não decepcione papai. Elogiei muito você para ele e ele ficou extremamente curioso e empolgado para te foder.
— Prometo não te decepcionar, papai!
— Acho bom mesmo, se não já sabe, você apanha dele e, quando chegar em casa , do papai.
Fazia alguns dias que não apanhava , a última surra foi a do meu tio Dim. A experiência foi ruim , mas são águas passadas.
— Papai vai te levar agora de manhã para ele. Você vai passar o dia com ele; você só volta lá para umas 17:00-18:00, tá bom, amorzinho?
— Claro, papai!
— Então, vamos levantar. Hoje não vou te foder, mas, se quiser, pode tomar meu mijão e meu leite.
— Hum, eu quero, papai!
— Então, nesse caso, ajoelhe-se no chão do lado da cama e abra a boquinha. Estou com a bexiga cheia e estou segurando há muito tempo já.
Levantei da cama e me ajoelhei no chão frio. Papai se sentou primeiro e depois se levantou. Seu pau estava duro para segurar a urina; ele o apontou para minha boca, segurando no meu queixo. Eu abri minha boca e esperei que ele derramasse seu delicioso mijo, que eu amava.
Xiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii
Coloquei meus lábios em volta da sua glande para não perder nenhuma gota sequer.
— Hãm! Papai gemeu baixinho quando meus lábios macios encostaram na cabeça aveludada da sua pica dura.
Engoli com maestria seu mijo; ele tinha um gosto salgado e ácido, mas eu amava e sentia falta dele escorrendo pela minha garganta.
Papai olhava fundo nos meus olhos, fazendo carinho na minha bochecha com uma mão, enquanto a outra segurava seu membro duro, direcionando seu xixi. Papai tinha uma expressão de puro prazer ao me olhar engolindo seu mijo amarelado.
Quando terminou de despejar o mijo, ele bateu com a glande do seu pau na minha língua, fazendo as últimas gotas saírem. Chupei a cabeça da sua pica, sorvendo as últimas gotas e não deixando nada para sua cueca no chão.
Papai soltou minha cabeça depois que engoli tudo e me deu um beijo no topo da cabeça. Virou-se e foi para o banheiro fazer suas necessidades.
Levantei-me do chão frio do quarto e fui atrás dele para poder escovar meus dentes e começar a me arrumar.
...
Por volta das 10:00, saímos de casa, entramos no carro e papai me informou que a viagem seria rápida. O Kiko não morava muito longe da nossa residência, então, em questão de minutos, estaríamos lá.
...
Quando chegamos, fomos recebidos por ele. O Kiko é um homem negro retinto, alto, tem por volta de 1,94 m, musculoso, um sorriso lindo com dentes extremamente brancos, o cabelo curto estava encaracolado e contido por um creme de pentear cheiroso. Ele vestia uma roupa creme, camiseta de manga curta e bermuda; seu pezão largo, tamanho 43, estava em um chinelo de couro bege e marrom claro. O macho exalava um cheiro de perfume aquático que lembrava a praia, misturado a uma noite intensa de sexo selvagem.
— Bom dia, meus queridos. Nossa, como você cresceu, Pepê. Seu João, como vai? Ele apertou a mão do meu pai e a minha.
— Estamos bem, Kiko, e você? Meu pai respondeu por nós dois.
— Maravilhoso! Entrem, já estava esperando por vocês.
Entramos na casa do Kiko. Era um lugar bacana; a casa tinha tons terrosos na parede, e o chão claro tinha uma tonalidade bege clara.
Ele nos levou até a sala de estar e pediu para nós nos acomodarmos no imenso sofá branco.
— E então, queridos, hoje vou finalmente poder usufruir do corpo do escravo familiar? A propaganda foi muito bem feita.
— Claro! Disse papai:
— Só precisamos combinar tudo. Por mais que meu filho seja um escravo sexual, eu tive que impor algumas regras. E, mesmo assim, ainda aconteceram alguns problemas que não vêm ao caso agora. A única coisa que quero é que você prometa que vai cuidar bem dele.
— Claro, seu João, sem problemas.
— Você pode foder ele como quiser, mas com limites. Preciso que, no final do dia, você o me devolva inteiro e sem graves ferimentos.
— Sim, senhor! Sem problemas.
— Ótimo, você pode castigá-lo se ele for rebelde, tudo bem? E acho que é isso.
— Tudo certo então, seu João, prometo tomar cuidado com ele, mas vou querer dar umas palmadas nesse bumbum branquinho, quero ver a bundinha dele ficar rosada.
— Hahaha! Tudo bem, amor de papai, vou deixar você com o Kiko agora, tudo bem? Mais tarde, papai volta para te buscar.
— Ok, papai!
Meu pai se levantou, cumprimentou o Kiko e me deu um beijo no topo da minha cabeça.
Quando papai saiu, o Kiko pegou com a mão direita a minha mão esquerda, segurou com a esquerda meu queixo, levantando-o de leve, e em seguida me tascou um imenso beijo de língua.
Sua boca tinha um gosto doce, sua língua macia passeava pela minha, dando um dos melhores beijos que já recebi em toda a minha vida.
Ele se afastou depois de me beijar, segurou firme na minha mão e me conduziu para seu quarto no andar de cima da sua casa.
...
Quando entramos no quarto, ele me pegou no colo, batendo a porta atrás de nós. Ele voltou a me beijar forte de língua, apertando-me forte de encontro com o seu corpo, apertava minha bunda com a mão direita, enquanto sua mão esquerda segurava firme minha cabeça. Sua boca molhada escorregou da minha boca, indo em direção ao meu pescoço.
Ele me lambia e me sugava forte, causando-me arrepios pelo corpo todo. Em seguida, fui arremessado no centro da imensa cama king size com lençóis rosé. Ele foi retirando sua roupa, começando pela sua camiseta, mostrando seu peito largo e malhado da academia.
Depois retirou a bermuda de linho creme e, em seguida, a cueca box branca que marcava a sua deliciosa rola grossa de 22 centímetros. De relance, vi sua imensa bunda preta empinada e durinha; ela brilhava como se ele acabasse de passar um óleo corporal. Seus pés largos 43 tinham uma beleza à parte, as unhas eram bem cortadas e cuidadas, a pele parecia que era hidratada diariamente, já que demonstrava maciez.
Ele veio até mim, pegando na barra da minha camiseta baby look preta e a erguendo lentamente, fazendo-a passar pela minha cabeça raspada. Em seguida, me beijou de língua e foi descendo, lambendo e chupando meu pescoço, sussurrou baixinho no meu ouvido:
— Nossa, que pele clara e rosada você tem.
Seu cheiro gostoso me embriagava; ele roçava lentamente o pescoço no meu nariz, fazendo-me cheirá-lo.
Fsss!
Enlacei meus braços em seu pescoço e, com a mão direita, enterrei meus dedos no seu cabelo encaracolado. Logo ele foi descendo, deixando um rastro de beijos pelo meu corpo. Quando chegou ao meu peito, ele primeiro lambeu, depois rodou a ponta da língua no meu mamilo e o sugou com força, fazendo-me gemer de prazer.
— aaãh !
Repetiu os movimentos no outro mamilo e desceu dando beijos na minha barriga. Quando chegou no meu púbis, ele cheirou, FSSSSS.
— Nossa, que cheirinho de princesa.
Meu pau pequeno de 15 centímetros ficou duro nessa hora; ele o pegou com delicadeza e expôs a cabeça rosada, olhou para cima fazendo contato com meus olhos e caiu de boca no meu pau.
— Huuuummmmm!
Eu não sabia o que me causava mais tesão, se era sua boca quente me chupando ou seu olhar feroz.
Ele subia e descia com destreza a boca no meu pau, sugando forte a cabeça e deixando escorrer uma porção grande de saliva no meu cacetinho grosso e curto; logo ele iniciou uma mamada farta, bruta.
GLUB Glub Glub Glub
— Ai, caralho, isso mama minha pica, Kiko!
Ele segurava firme meus testículos, puxando-os para baixo levemente, massageava meu saco com as pontas dos dedos, me causando arrepios; depois deu tapinhas fracos, me fazendo gritar de tesão.
— Ããããh! Isso, querido, faça-me gozar.
Ele, escutando isso, aumentou o ritmo das chupadas e meteu dois dedos no meu cu. Começou a massagear minha próstata até que não aguentei mais e gozei, inundando sua boca gostosa com minha porra.
PFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFF
— Huuuummmmm!
Gozei farto, erguendo as pernas em um exctase alucinante.
Comigo ofegando, ele subiu de volta para o meu rosto, beijou minha boca, transferindo minha porra para ela. Em seguida, eu a engoli, deliciando-me; o gosto era doce com um fundinho salgado que lembrava a urina.
Ele me deu vários selinhos e me disse no pé do ouvido:
— Sua vez, putinha, venere seu macho preto.
Ele se deitou de barriga para cima, eu subi em cima dele, atacando sua boca, beijando-o, suguei sua língua e puxei seu lábio inferior com os dentes.
Em seguida, desci pelo seu pescoço, beijando, cheguei aos seus peitos malhados e chupei forte seus mamilos duros, depois desci até a barriga sarada, lambendo seus gominhos suados e depois enfiei minha língua no seu umbigo.
— Ai, viadinho, isso faz meu caralhão fisgar. Ele me disse.
Brinquei um pouco com seu umbigo, provocando-o; em seguida desci mais um pouco, chegando ao seu púbis. Seus pelos pubianos estavam aparados, proporcionando-me uma coceguinha gostosa.
Segurei seu pau duro, grosso de 22 centímetros, e o cheirei.
Fssssssssssssss!
O cheiro de macho invadiu minhas narinas, fazendo-me delirar. Em seguida, expus a cabeça arroxeada da sua pica e comecei a chupar, tirando gemidos de sua boca.
— Huuuummmmm!
GLUB Glub Glub Glub Glub
Seu sabor era delicioso; sentia o gosto do seu pré-gozo invadir minha língua, o sabor salgado era delicioso. Eu chupava com força, querendo sugar tudo o que seu pau poderia me entregar. Comecei a subir e descer, chupando lentamente, e aos pouquinhos aumentei a velocidade.
Nesse momento ele perdeu o controle, urrava de prazer, gemendo alto, segurava minha cabeça careca com as duas mãos e passou a foder minha garganta, tomando o controle do boquete.
GLUB GLUB GLUB, PLOC PLOC PLOC…
Eu me engasgava e ansiava por cada vez mais; seus pés se contorciam, se esfregando em meu corpo até que ele não se aguentou e gozou.
PFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFF
— Ããããããh!
Ao me soltar, eu engoli sua gala farta e grossa, abrindo a boca e mostrando que não tinha desperdiçado uma gota sequer.
Em seguida, chupei suas bolas grandes e redondas, mordisquei-as e as lambi. Desci pelas suas pernas grossas e musculosas, beijando e lambendo até chegar nos seus maravilhosos pés 43, largos e quadrados.
Primeiro eu cheirei, absorvendo seu chulé quente.
Fssssssssssssss!
Depois comecei a chupar seus dedos, cheirei as solas, comecei a passar aquelas delícias no meu rosto, tentando deixar o cheiro do seu chulé no meu rosto. Fiquei de joelhos e comecei a esfregar meu cacete nos seus pezões, fazendo ele me masturbar com eles.
Eu os fodia sem pressa, aproveitando as solas macias, quentes e chulézentas. Depois fiquei de cócoras e peguei em seu tornozelo esquerdo, abri minhas nádegas e soquei seu pezão no meio delas, fazendo com que a ponta do seu dedão ficasse na entrada do meu cu e comecei a sentar, fazendo com que seu dedão entrasse no meu cu.
— Hãã. Gemi para ele.
Eu comecei a quicar, fazendo com que seu dedão entrasse e saísse do meu rabo. Eu gemia, rebolava e gozava com seu dedão no meu cu.
...
Um tempo depois, levantei-me, ele me jogou na cama de bruços, pegou um lubrificante e uma camisinha rosa de framboesa e a colocou, passou o lubrificante no seu cacete e um pouco no meu rabo, deu aquela pincelada clássica que arrepia e começou a introduzir seu pauzão preto no meu cu.
— Huuuummmmm
A cabeça da pica deslizou igual manteiga na faca quente, ele foi entrando devagar, centímetro por centímetro, eu rebolava para facilitar e fazia força para cagar.
Quando entrou até as bolas, ele deu uma rebolada que me arrepiou todinho, segurou firme no meu ombro e me perguntou:
— Pronto?
— Sem sombras de dúvidas.
— Então toma, Viado do caralho.
PLOC!
— Aaaaaaah! Gritei com a invasão do seu caralho no meu cu, rasgando tudo.
Ele não quis nem saber, não me deixou acostumar com seu pau e já foi metendo forte.
PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC…
Ele metia ritmado, seu pau preto como ébano entrava e saía violentamente do meu cuzinho, eu rebolava a bunda, empinava e urrava de prazer.
Em um determinado momento, ele parou de meter e me disse:
— Se fode no meu pau, putinha.
Comecei a me movimentar para trás e para frente, sempre rebolando. Fiz um sinal para ele, para que ele apertasse o botão da minha coleira.
Ele fez cara de desentendido, mas mostrei para ele o botão.
— O que isso faz? Ele perguntou sem parar de bombar.
— É surpresa, só aperte!
Ele apertou e a magia aconteceu.
Senti a dose de hormônios invadir minhas veias, meu pau pulsou e meu cuzinho começou a piscar ferozmente.
— Eita porra! Ele exclamou.
Em seguida, comecei a rebolar loucamente e a me autofoder no seu caralho preto.
PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC
Eu dava bundadas violentas em seu púbis, ele me dava tapas fortes na bunda, me xingando de cachorra, puta safada, viado do cu arrombado.
Eu parecia que iria enlouquecer, sentia seu delicioso membro grosso rasgando inúmeras vezes com toda força possível meu cu largo. Ele, suado, metia forte e rápido, tentando suprir meu fogo no cu.
Mudamos de posição; ainda de quatro, deitei-me com o tronco no chão, colocando as mãos para trás. Ele se posicionou do lado direito do meu corpo, pisando com seu pezão 43 na minha cabeça, permitindo que eu sentisse seu chulé, apontou novamente seu pau no meu cu e voltou a bombar.
PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC
Nessa posição, o seu cacete entrava mais fundo, arrebentando toda a pele interna do meu cu. Ele gemia mais alto, bombando; eu sentia meu pau gozar inúmeras vezes sem eu precisar em momento algum me tocar.
Ele já havia gozado inúmeras vezes e parecia que agora iria demorar muito mais para gozar.
...
Um bom tempo depois de ele me macetar, ele urra.
— ÃÃÃÃÃÃÃÃÃH! E explodi no seu último gozo.
PFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFF!
Cansado, ele desaba em cima de mim.
...
Depois de um tempo, nós levantamos, ele me pega no colo e vamos para o chuveiro.
— É putinha, está chegando a hora de te devolver para seu pai. Infelizmente, se eu pudesse, pediria para ele me deixar casar com você.
Isso para mim era novidade; nunca pensei em me casar, mas gostava de dar prazer para os machos da minha família, e de quem meu pai e dono achasse que seria bom eu satisfazer.
No chuveiro, tomamos banho. Senti que ele queria mijar, então me abaixei na sua frente, pegando no seu pau.
— Nossa, depois dessa surra de pica você ainda quer mais?
— Na verdade, eu quero tomar seu mijo, me permite?
— Oh! Claro, sinta-se à vontade.
Segurei seu pau com uma das mãos e o coloquei na boca; em seguida, ele começou a despejar seu saboroso mijo.
Xiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii
Quando terminou, suguei forte para retirar até a última gota, fazendo carinho atrás do seu saco para retirar as últimas gotas da uretra.
Me levantei e terminei de tomar banho com ele.
...
Depois de banho tomado e de me trocar, nós dois comemos um hambúrguer que o gostoso fez.
Por volta das 20:00, papai apareceu para me buscar.
— E aí, filhão, acho que me atrasei um pouco!
— Sem problemas, papai.
— E aí, Kiko, o que achou da experiência?
— Olha, seu João, foi a melhor experiência que já tive em toda minha vida, e esse adereço que você colocou nela deixou uma experiência aí da melhor.
— Você fala da coleira com hormônios? Hahaha, ah não, esse adereço não fui eu que coloquei nela, não; foi o padrinho dela que deu de presente de batismo há alguns meses atrás.
— Aé, de qualquer forma foi um belo presente tanto para nós machos quanto para essa putinha gostosa.
— Sim!
— Espero que em breve possa usufruir dessa delícia novamente.
— Claro, em breve combinamos uma nova diversão. Agora precisamos ir; tenho que dar banho nessa dengosa e dar um pouco de descanso para ela.
— Entendo, acabamos de tomar banho juntos, mas aí é com o senhor e ela. Foi um prazer imenso fode-la.
— Bom, precisamos ir agora.
— É claro, eu entendo.
— Vamos, amor de papai!
— Vamos!
Dei um belo beijo de língua no meu amante, com papai fazendo cara de surpresa. Peguei na mão de papai e nos despedimos do Kiko, saímos pela porta e entramos no carro.
Papai deu a partida e fomos embora para casa.
...
Quando chegamos, fui para a casa de mamãe vê-la, dei um beijo nela, ela perguntou se queria comer, mas neguei com a cabeça.
Depois de alguns minutos, dei um beijo nela, dei boa noite e fui para casa.
Em casa, papai tomava banho; retirei minhas roupas e deitei pelado na cama, cobrindo-me.
Papai saiu do banho e, ainda nu, deitou atrás de mim, me abraçando.
— Tudo certo, meu amor?
— Tudo!
Papai pôs o braço para eu deitar nele; já era tarde e o sono vinha aos poucos. Alguns minutos depois, senti a escuridão me abraçar e caí em sono profundo.
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Comentários (1)
Roberto: Que delicia, um negão é tudo de bom.
Responder↴ • uid:6stwykbgv1