#Estupro #Grupal #Teen #Virgem

Mulheres de negócios

1.8k palavras | 0 | 5.00 | 👁️
Alberto

Para chegar ao meu relacionamento com Suzi, tenho que explicar como foi a vida de nossos avós.
No início da década de sessenta dois jovens acadêmicos de engenharia civil descobriram que para serem bem sucedidos teriam que ter também sólidos conhecimentos jurídicos e continuaram o curso de engenharia durante o dia e passaram também cursar direito no período noturno. Tão logo formaram-se em engenharia compraram uma construtora falida e a levantaram, em pouco tempo, abriram um escritório de advocacia, casaram-se no mesmo ano com duas socialites, ambas com expectativas de receberem boas heranças, cada um deles teve uma descente Martha e Silvia. Ambas as famílias já com patrimônio razoável foram morar nas coberturas de um prédio construídos por eles mesmo, as esposas receberam suas heranças o que ampliou significativamente os negócios, porém nem tudo foram só alegrias, em um grave acidente aéreo as duas mulheres perderam a vida, os trabalhados resolveram criar as filhas nas mesmas coberturas, mantendo-as no mesmo colégio que resultou em grande amizade entre Martha e Silvia que ainda crianças passaram a frequentar os escritórios de negócios dos pais e viram o risco que corriam com as "farras" dos velhos, comiam todas que viam pela frente e bolaram um plano. Estudaram atentamente as tabelas de seus ciclos e verificaram que exatamente no dia vinte de dezembro daquele ano, dia da festa de encerramento do ano das firmas de seus pais era também o inicio do período fértil das duas virgens. Conhecedoras da rotina esperaram os pais entrarem nos banheiros da diretoria para se aprontarem para a festa, onde certamente sairiam acompanhados de algumas funcionárias para "festinhas" que certamente varia a madrugada. Quando Martha entrou no banheiro o pai de Silvia estava colocando a calça já de banho tomado quando viu aquela novinha levinha entrando já com a saia levantada para urinar, mesmo sendo filha de seu sócio e melhor amigo ele não podia perdoar e resolveu lhe roubar um beijo, a jovem inocente correspondeu ao beijo e o coroa malandro colocou o cacete já duro na mão dela, a menina virou de costas mas deixando claro sua excitação, o garanhão levantou uma de sua pernas presa e colocou o cacete onde certamente penetraria aquele cuzinho e empurrou com força, quando Martha deu um gritinho o comedor continuou forçando e logo gozou gostoso, quando tirou o cacete, a menina mostrou-lhe o sangue na rola e passou a chorar repetindo várias vezes que ele a havia deflorado, na intenção de acalma-la, acabou dando mais uma metida naquela bucetinha recém inaugurada. Já Silvia entrou no banheiro apressada com um vestido para a festa nos braços e rapidamente tirou o uniforme da firma e a roupa de baixo fingindo não notar que o pai de Martha, soltou os cabelos diante do espelho. O pai da amiga já estava se enxugando dentro do box e quando percebe que o velho estava paralisado analisando seu corpinho, entra no box e simula surpresa olhando fixamente para a piroca dura dá as costas para sair do box, mas como tinham prevista foi abraçada por trás, sentindo aquele roliço nos meios das pernas e ao sentir a boca do conquistador no pescoço, finge perder a vontade própria, apoia um braço nos ladrilhos e com a mão livre dirige o cacete a sua racha ao mesmo tempo que o garanhão empurrou para a frente ela empurrou o corpo para trás e nesse instante ela fala com voz de tesuda "Você me fez mulher, agora me faz gozar". O cinquentão atendeu o pedido da donzela e ela o conquistou com seu primeiro gozo ali de pé e para não restar dúvida, ela ainda ficou de quadro no chão do box e pediu uma segunda. Na festa daquele encerramento de ano os dois amigos estavam bem desconfortáveis e as filhas deram a ideia de irem todos para o apartamento da incorporadora no Litoral, os coroas espertões não tiveram como negar. No dia vinte e eu desceram apara o Litoral e as duas controlaram os horários de tal forma a serem devoradas todos os dias até dois de janeiro. De volta a cobertura torcendo para estarem grávidas, passaram a viverem como amantes dos dois. Na páscoa, fim de março, novamente as duas convenceram os dois comedores a irem juntos para uma Cidade no Sul do Pais famosa por seus chocolates, e lá levaram os dois amigos para um restaurante e apresentaram os exames que revelavam que as duas estavam grávidas, nenhum dos dois perguntaram quem eram os pais, pois a consciência dos dois falou mais alto, as duas sacaninhas puseram a última fase do plano em execução, levaram os dois para a mesma suíte, para satisfazer suas próprias taras, deitaram seus pais lado a lado em uma cama e baixando as calças dos dois deram início ao sexo no mesmo ambiente, as duas chuparam bem aqueles cacetes que estavam acostumadas a engolir com as bocetas, queriam que seus respectivos pais as visem tendo seus primeiros anais e assim ambas de cócoras desceram ao mesmo tempo de mãos dadas naqueles cacetes que as tinham deflorado. Viveram meses fazendo todas as loucuras possíveis e imagináveis na cama, impedindo que seus machos saíssem com outras mulheres. Em setembro Martha teve um filho Alberto (eu) e Silvia teve uma filha, minha amada Suzi. As duas mães mais amigas que nunca, pouco mais que adolescentes, mãos solteiras, não aceitaram casar com seus respectivos sedutores usando como desculpa a grande diferença de idade, exigindo ainda o direito de terem um relacionamento aberto. Nossas mães aos poucos foram assumindo o controle das empresas enquanto cursavam suas faculdades de direito promoveram uma grande expansão e diversificação dos negócios, dirigiam tudo com mão de ferro e nossos avós/ pais acabaram se afastando dos negócios, aproveitando a vida já vectorizados por exigências das amantes e filhas . Nossas mães nos contaram essa parte da vida delas muitas vezes e sempre faziam questão de salientar que nunca deitaram com os próprios pais, mas conhecendo-as, nós temos sérias dúvidas quanto a isso, especialmente pelo ênfase que dão quando nos fazem essa afirmação. As empresárias só não contavam que eu e Suzi convivendo tão próximos acabaríamos nos apaixonando e sendo rotina as viagens que as duas faziam juntas aos finais de semana com a desculpa que eram viagens de negócios, Suzi começou a tomar anticoncepcional e tivemos a oportunidade, uma sexta feira a noite, elas viajaram com previsão de volta no domingo a noite, quando chegamos do cursinho preparatório para o vestibular, cada um de nós foi para a sua suíte, tomei um demorado banho, tirei o champanhe do condicionador, colocando-o em um balde de gelo, vesti meu robe atoalhado e fui para a suíte de Suzi, onde a encontrei usando seu sensual baby dool azul piscina sentada em sua cama encostada em uma dois travesseiros com seu sorriso nervoso ciente de que aquela seria nossa noite. Beijei minha amada sentindo seu corpo tremer, abrimos o champanhe e bebemos com os braços entrelaçados e nos desnudamos completamente e admirei aquele corpinho que seria todo meu pela primeira vez. Depois de tantos anos fantasiando fazer, Suzi pegou meu cacete duro, fez um "O" com a boca e o chupou com força, fazendo-me emitir um som gutural de prazer, a deitei e passei a língua naquela fenda virgem, ouvido o seu gritinho nervoso, levantei seus joelhos e os travei com meus braços com meu corpo sobre o dela, forcei a entrada da minha caceta em sua racha e ela arregalou os olhos e senti estava encaixado na direção certa e aumentei a pressão, mas entrada estava bem apertada e ela movimentou o quadril, coloquei mais força e vi as lágrimas correrem por seu rosto e passamos a movimentar juntos e não resisti, gozei pela primeira vez naquela bucetinha que acabara de perder a virgindade. Passamos o fim de semana todo nos amando e assim fizemos as escondidas. Foi aprovado no vestibular de engenharia na Federal do Rio de Janeiro e Suzi contraindo as tendencias em Medicina em Curitiba. No primeiro feriadão combinamos nos encontrar no apartamento recém adquirido pelas firmas de nossas mães em Guarujá, mas foi aí que fomos inocentes, um prédio moderno, cheio de recursos, não previmos que dentro do apartamento haveria câmeras, cheguei primeiro pouco depois do nascimento do sol. Tendo dirigido a noite toda, tomei um banho e esperando por Suzi adormeci na sala, nu como gostávamos de ficar quando estávamos só eu e ela, sem saber que nossas mães velavam meu sono pelo celular, Suzi chegou e correu para a ducha sem me acordar e para o horror das duas bisbilhoteiras, me acordou com uma maravilhosa chupetinha e para descarregar a adrenalina, a virei de costas e penetrei seu cuzinho, Suzi enquanto rebolava, metia os dedos na buceta e gozamos como dois loucos. Achando que nossas mães poderiam chegar a qualquer momento, nos apresamos para tomar banho, mas um mês distante um do outro, como nunca tinha acontecido abamos metendo no chão do banheiro e nossa foda foi interrompida pelas duas que invadiram o banheiro como duas loucas na tentava de evitar o que tinham feito com os pais delas anos atrás. Enquanto as duas se descabelavam a nosso lado gozamos juntos no chão daquele banheiro e as duas rendendo-se a nossos sons de gozo assumiram suas bissexualidade e trocaram um beijo lascivo a ali mesmo.

❤️ Contos Eróticos Ilustrados e Coloridos ❤️
👉🏽 Quadrinhos Eroticos 👈🏽

Comentários (0)

Regras
- Talvez precise aguardar o comentário ser aprovado - Proibido numeros de celular, ofensas e textos repetitivos