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Raízes Entrelaçadas - 13 - Memórias de uma Puta

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Tugolândia

Mariana fechou os olhos e deixou que a memória a levasse de volta a Sintra. Aos 18 anos, o seu corpo jovem tornou-se moeda de sobrevivência num lar de idosos.

A noite caíra pesada sobre Algés. O ar condicionado zumbia baixo, mas o calor dos corpos entrelaçados na cama king-size ainda impregnava o quarto. O cheiro era denso: suor misturado com porra seca, humidade feminina, perfume tropical de Mariana e o leve toque de lavanda que Ana sempre deixava na pele. Sete corpos nus descansavam, respirando devagar, mãos preguiçosas ainda roçando coxas, seios e ancas.
Inês estava deitada de lado, a cabeça apoiada no peito de João, os dedos traçando preguiçosamente os pelos escuros da barriga dele. Sofia dormia quase, enroscada contra a mãe, um seio macio de Ana pressionado contra o seu rosto. Miguel, do outro lado, tinha uma mão possessiva na anca de Mariana.
Mariana, deitada de barriga para cima aos pés da cama, sentia o esperma de Miguel e João ainda escorrer devagar da sua cona e do cu. A sensação era familiar e reconfortante. Fechou os olhos. O corpo latejava, saciado, mas nunca completamente. Um sorriso suave curvou-lhe os lábios carnudos.
- Lembras-te da primeira vez que me contaste, Mariana? - murmurou Ana, voz rouca e maternal, enquanto passava os dedos pelo cabelo cacheado da brasileira.
Mariana abriu os olhos castanhos-escuros, brilhantes mesmo na penumbra.
- Lembro, patroa. Foi naquela noite em que vocês me apanharam na cozinha, de gatas, a limpar o chão só de calcinha… e eu confessei que já tinha sido puta antes.
Inês ergueu a cabeça, curiosa.
- Conta outra vez. Quero ouvir com detalhes. Quero imaginar-te aos dezoito.
Mariana respirou fundo. O cheiro do quarto misturou-se com a memória. E, como sempre acontecia quando falava do passado, a cona dela contraiu-se, soltando mais um fio quente de porra misturada.
Mariana desembarcou no Aeroporto de Lisboa aos dezoito anos exatos, em março de 2018. Tinha saído de uma favela de Recife com uma mala velha, o passaporte recém-emitido e a promessa de um emprego de “cuidadora de idosos” arranjado por uma agência brasileira. O ar de Portugal cheirava a chuva fria e a asfalto molhado. O corpo dela - pele mulata brilhante, cabelo cacheado negro até à cintura, seios médios firmes, ancas largas e rabo redondo - chamava a atenção mesmo com a roupa simples que trazia. Sentia-se pequena, assustada, mas determinada. Queria dinheiro para mandar para a mãe e para os irmãos mais novos.
A agência mandou-a diretamente para o Lar de Idosos “Santo António”, em Sintra. Um edifício antigo, paredes brancas descascadas. O cheiro enojou-a logo: desinfetante forte, comida cozida demais, urina velha e um fundo doce de medicamentos. A diretora, Dona Rosa, uma mulher de sessenta e dois anos seca e severa, recebeu-a no escritório pequeno.
- Tens dezoito anos? Perfeito. Os nossos residentes são homens entre setenta e noventa e cinco anos. A tua presença vai animá-los. Se trabalhares muito, ganhas mais. Quarto próprio, comida, roupa lavada e um extra de trezentos euros por mês se fizeres 10 horas de trabalho diário.
Mariana percebeu logo o que aquelas palavras escondiam por trás do tom profissional. Não era só limpar e dar banho. Era trabalhar sem descanso. Aceitou. Precisava do dinheiro.
A primeira semana foi só limpeza. Mas na segunda, o Sr. António - setenta e oito anos, viúvo, magro, mas ainda com força nas mãos - chamou-a para o quarto dele depois do jantar. O quarto cheirava a linimento, a velhice e a colónia barata. Ele estava sentado na cama, pijama aberto, pau meio mole pendurado entre as pernas finas, o corpo magro coberto de manchas senis e pele flácida que cheirava a suor azedo acumulado.
- Menina… vem cá. Preciso de uma ajudinha especial.
Mariana fechou a porta. O coração batia forte, mas o estômago vazio e a lembrança da família no Brasil falaram mais alto. Ajoelhou-se devagar. Pegou no pau dele com as mãos quentes. Era fino, pele solta, cheiro forte a sabão velho misturado com urina seca e suor rançoso de homem antigo. Começou a masturbar devagar, dedos subindo e descendo, sentindo-o endurecer pouco a pouco. O Sr. António gemeu rouco, cabeça para trás.
- Assim… boa menina… mais rápido…
Ela baixou a boca. Lábios macios envolveram a cabeça. Língua rodando devagar, saboreando o gosto salgado e amargo. Chupou com calma, subindo e descendo, baba escorrendo pelo pau e pelas bolas enrugadas e peludas que exalavam um odor acre. O velho tremia. Mãos dele no cabelo dela, puxando levemente. Veio-se em menos de dois minutos - jorros fracos, quentes, na língua dela. Mariana engoliu tudo. Ele deu-lhe vinte euros e um pacote de bolachas.
- Amanhã voltas, sim?
Voltou. E continuou voltando.
O Sr. Manuel era o mais exigente. Quarto ao fundo do corredor, cheiro intenso a urina velha, cigarros antigos e suor rançoso que impregnava as paredes. Tinha próstata operada, mas ainda conseguia. Mariana entrava depois das vinte e duas horas, quando as luzes se apagavam. Ele estava sempre nu na cama, pau já meio duro, pele flácida coberta de manchas escuras e feridas mal cicatrizadas, o corpo magro e enrugado exalando um cheiro forte de descuido e velhice.
Ela tirava a roupa devagar. Corpo jovem exposto: seios firmes, mamilos escuros, rata depilada brilhando. Subia para a cama. Primeiro chupava-o. Boca quente envolvendo o pau mole, língua lambendo as bolas peludas e suadas que cheiravam a urina seca e suor acumulado, sugando devagar até ele endurecer. O gosto era forte - suor velho, restos de urina, anos de vida. Depois montava-o. Descia devagar sobre o pau fino, sentindo-o entrar. Mexia as ancas em círculos lentos, apertando os músculos da buceta. O Sr. Manuel gemia, mãos trémulas nos seios dela, apertando, mamilos entre dedos ossudos e unhas amareladas.
- Ai que rabo bom… mexe mais… assim…
Ela acelerava um pouco. Suor escorrendo entre os seios, pingando no peito magro e peludo dele. O som molhado enchia o quarto pequeno. Ele vinha dentro dela - jorro fraco mas quente. Depois pedia mais. Mariana virava-se de quatro. Ele entrava no cu dela devagar, com lubrificante que ela trazia. Fodia devagar, gemendo rouco. Mariana masturbava-se ao mesmo tempo, clitóris inchado, vindo-se com um gemido abafado.
Em troca, ele dava-lhe cinquenta euros e um telemóvel.
O quarto doze era o mais movimentado. Quatro homens: Sr. Joaquim (setenta e cinco), Sr. Fernando (setenta e nove), Sr. Luís (oitenta e quatro) e Sr. Carlos (setenta e um). Jogavam cartas à tarde e, à noite, chamavam Mariana. Ela entrava já nua por baixo do roupão. Fechava a porta. O cheiro do quarto era forte - suor velho e azedo, medicamentos, cerveja barata e urina que ninguém limpava bem, misturado com hálito podre.
Primeiro sentava-se no colo do Sr. Joaquim. Ele chupava-lhe os seios enquanto os outros olhavam. Mamilos duros na boca desdentada e babosa, língua áspera e húmida que cheirava a tabaco velho. Depois deitava-se na cama grande. Os quatro rodeavam-na. Um na boca - pau fino e mal lavado, chupando devagar, garganta relaxada. Outro na buceta - entrando devagar, estocadas curtas. Outro no cu - lubrificado, abrindo-a. O quarto masturbava-se vendo. Mariana gemia alto, corpo jovem contrastando com a pele enrugada, flácida e manchada deles. Vinha-se várias vezes, squirt molhando os lençóis. Eles vinham um atrás do outro - porra fraca, mas quente na cara, nos seios, dentro dela.
Em troca, davam-lhe dinheiro extra e perfume.
O Sr. Eduardo era especial. Quarto privado, cama hospitalar. Quase não conseguia mexer-se. Mariana ia todas as noites. Despia-se devagar. Subia para a cama, sentava-se na cara dele. Ele lambia devagar - língua lenta, mas experiente. Saboreava a buceta jovem, chupava o clitóris inchado. Mariana mexia as ancas devagar, esfregando-se na boca dele. Depois descia. Masturbava o pau dele - quase mole - enquanto ele chupava. Quando endurecia um pouco, sentava-se devagar, sentindo-o entrar. Mexia-se devagar, apertando. Ele gemia rouco, mãos fracas nas ancas dela. Vinha-se com um suspiro longo.
Em troca, ele dava-lhe o anel de ouro da falecida mulher e dinheiro para mandar para o Brasil.
Mariana melhorava de vida. Dinheiro no banco, roupa bonita, perfume, comida boa, telemóvel novo. Sentia-se poderosa. O corpo jovem era a moeda. Os velhos tratavam-na bem - chamavam-na “minha princesa brasileira”, davam-lhe carinho, ouviam as histórias dela.
A noite em que tudo acabou foi uma sexta-feira quente de Verão. Mariana estava no quarto do Sr. António outra vez. Ele deitado, ela de quatro em cima dele, cavalgando devagar, buceta apertando o pau fino. Gemidos baixos. Suor escorrendo pelo corpo dela. De repente a porta abriu.
Dona Rosa estava ali, olhos arregalados. Viu tudo: Mariana nua, cavalgando um residente, porra escorrendo pelas coxas, o velho gemendo de prazer.
- Sua puta! Fora daqui agora!
Mariana levantou-se devagar. Roupão no chão. Vestiu-se em silêncio. Dona Rosa gritava, ameaçando chamar a polícia. Mariana pegou na mala pequena, o dinheiro escondido, as joias e saiu pela porta da cozinha.
Caminhou pela noite de Sintra. Lágrimas misturadas com suor. Mas não chorou muito. Tinha poupado o suficiente. No dia seguinte, respondeu a um anúncio: “Empregada de limpeza para casa familiar em Algés – boa remuneração e quarto próprio”.
Chegou à casa dos irmãos dois dias depois. Ana abriu a porta. Olhou para a jovem mulata bonita, corpo curvilíneo, sorriso tímido.
- Entra, Mariana. Bem-vinda.
O resto… o resto é a história que todos conhecem agora.
Mariana abriu os olhos no presente. O quarto em Algés estava silencioso, apenas o som das respirações pesadas e o leve rangido da cama quando alguém se mexia. Sentiu a mão de Ana acariciar-lhe o rosto.
- E agora… és livre - sussurrou Ana, beijando-lhe a testa com ternura maternal. - Aqui não és puta por necessidade. És puta porque queres. Porque te fazes feliz. E nós também.
Mariana sorriu, os olhos brilhando. Virou-se de lado e encostou o corpo quente contra o de Sofia, que acordou devagar e imediatamente começou a roçar a cona depilada contra a coxa dela.
- Pois é, patroa… - murmurou Mariana, voz rouca com sotaque brasileiro. - Agora escolho quem me fode. E escolho todos vocês. Todos os dias.
João riu baixinho, o caralho já a endurecer outra vez contra a anca de Inês. Miguel apertou a nádega redonda de Mariana. Inês esticou a mão e enfiou dois dedos devagar na cona ainda cheia da brasileira, sentindo a mistura quente escorrer.
Mariana gemeu baixo, arqueando as costas.
- Me fode de novo… - pediu, olhando para todos. - Me usa como quiserem. Sou vossa. Completamente vossa.
E a noite, que parecia ter acabado, recomeçou devagar, quente, molhada e sem pressa. Corpos que se procuravam outra vez, bocas que se encontravam, caralhos que endureciam, conas que se abriam. O passado de Mariana não era vergonha. Era combustível. Era a prova de que o seu corpo sempre soubera o que queria: prazer, poder e, agora, uma família que a aceitava exatamente como era.
Na cama grande de Algés, a puta que chegara de Recife aos dezoito anos tornara-se, finalmente, a puta escolhida. E nunca se sentira tão livre.

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A novela "Raízes Entrelaçadas" é escrita em Português de Portugal, passa-se em Portugal com personagens Portuguesas e de outras nacionalidades, é uma obra de ficção com 24 capítulos, inspirada em acontecimentos reais, publicada em primeira mão nestes site (ContosEroticosCNN), qualquer semelhança com situações e pessoas reais é mera coincidência.
Todas as imagens são criadas com recurso a ferramentas de inteligência artificial, não correspondem a pessoas reais e têm como único propósito dar rosto e corpo às personagens.
Agradecemos a todos a classificação atribuída e os comentários, mesmo os menos positivos.

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