#Incesto

"Preso no Cu da Minha Irmã Dentro da Fantasia do Dragão"

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Era março de 2026, um sábado abafado em São Paulo. O calor ainda batia forte mesmo à noite. Minha irmã mais velha, Daniela, tinha acabado de se divorciar do terceiro marido e resolveu dar uma festa à fantasia na mansão que ganhou no acordo. Ela me chamou, junto com minha esposa, pra comemorar.

Daniela sempre foi a vadia da família. Quatro anos mais velha que eu, loira, peitos enormes (36D desde os 16 anos), cintura fina e uma bunda que fazia qualquer macho babar. Eu e ela brigávamos pra caralho quando mais novos, mas depois viramos quase amigos… quase. Eu já tinha pego ela várias vezes transando com namorados na casa dos nossos pais. Ela sabia que eu sabia e, às vezes, acho que fazia de propósito pra me provocar.

Eu casei com a Jéssica, uma loira platinada gostosa pra porra, inteligente, safada e que adora dar pra mim. Já Daniela pulava de pau em pau, casamento atrás de casamento.

A festa era à fantasia. Jéssica ia de enfermeira bem puta: vestidinho branco curtíssimo, decote até o umbigo e quase transparente. Eu ia de médico safado, terno preto apertado, estetoscópio no pescoço e maleta de couro.

Enquanto eu terminava de me arrumar, não resisti. Abracei Jéssica por trás, enfiei a mão dentro do decote e apertei aqueles peitos macios.

— Calma, amor… se você continuar assim a gente nunca sai de casa — ela ronronou, rebolando a bunda contra meu pau já duro.

— Por favor, tira esse sutiã, vai… quero ver teus mamilos marcando esse pano fino.

Ela riu safada:

— Se eu tirar, todo mundo vai ver meus bicos duros. O que tua irmã vai pensar?

— Daniela? Aquela puta vai estar vestida pra dar pra metade da festa. Tira logo, sua safada.

Jéssica cedeu, tirou o sutiã e os mamilos duros ficaram marcando o tecido fino. Dava pra ver até a aréola escura. Meu pau latejava.

— Caralho, amor… você tá uma puta gostosa. Deixa eu te comer rapidinho antes de ir.

— Depois, safado. Quando eu voltar da casa da minha irmã, você me fode do jeito que quiser.

Ela rebolou a bunda pra mim, pegou as chaves e saiu. Fiquei sozinho, pau duro, arrumado e sem acompanhante. Decidi ir mesmo assim pra casa da Daniela. Ia beber pra caralho e dormir lá.

Cheguei na mansão em Alphaville e a casa tava lotada de gostosas fantasiadas. Mulher-Maravilha com os mamilos marcando, pirata com os peitos quase pulando pra fora, tudo putaria pura. Meu pau não baixava.

De repente Daniela me chamou pro quarto dela. Ela não tava fantasiada ainda, só de vestidinho curto.

— Preciso da tua ajuda, irmãozinho.

— Que foi?

Ela apontou pra uma fantasia gigante de dragão em cima da cama.

— Comprei essa porra pra usar com uma amiga, mas ela furou. São duas pessoas dentro. Me ajuda?

Eu ri.

— Tô bêbado pra caralho, mana. A gente vai cair de cara no chão.

— Por favor… só dessa vez. Eu nunca mais te peço nada.

Ela fez aquele biquinho de sempre. Eu cedi.

Daniela tirou o vestido na minha frente sem vergonha nenhuma, ficando só de biquíni minúsculo. A calcinha era tão pequena que mal cobria a boceta depilada. Os mamilos duros marcavam o top.

— Tira a roupa também — mandou ela.

— Tá louca? Sou teu irmão!

— Relaxa, você tá de cueca. Tá quente pra porra aqui. Tira logo.

Acabei tirando, ficando só de cueca. Entramos na fantasia. Eu na frente, curvado, cabeça dentro da cabeça do dragão. Daniela atrás de mim, em pé, braços nas asas. Ela fechou o zíper e puxou meu corpo pra trás.

Minha virilha ficou grudada na bunda dela. O pau, ainda meio duro da Jéssica, encostou direto na fenda da bunda da minha irmã.

— Porra, Daniela… tá muito apertado.

— Aguenta aí, irmãozinho.

Começamos a andar pela festa. Cada passo fazia a bunda dela deslizar pra cima e pra baixo no meu pau. O suor começou a escorrer. Meu pau foi endurecendo sem controle.

— Caralho… — murmurei.

Ela deu uma risadinha baixa:

— Tá sentindo, né? Relaxa… ninguém tá vendo.

Quanto mais andávamos, mais ela rebolava disfarçadamente contra mim. Meu pau ficou duro pra caralho, pressionando entre as nádegas dela. O biquíni dela começou a desamarrar com o suor e o atrito. Depois de uns minutos, a calcinha caiu completamente.

Agora era bunda nua da minha irmã roçando direto no meu pau. O suor servia de lubrificante. Cada passo era uma punheta lenta e quente.

— Ops… minha calcinha caiu — sussurrou ela, rindo.

— Daniela… a gente precisa voltar pro quarto.

— Calma, irmãozinho… só mais um pouco.

De repente ela tropeçou. Caiu pra frente. Eu tentei segurar. Na confusão, meu pau escapou da cueca e, quando ela se mexeu pra se equilibrar, a cabeça grossa entrou direto na boceta molhada dela.

— Aaaahhh… porra! — gemeu ela baixinho.

Ficamos parados uns segundos. A boceta dela apertava meu pau como um punho quente e encharcado. O cheiro de boceta molhada misturado com suor encheu a fantasia.

— Temos que voltar pro quarto agora… — ela sussurrou, mas a voz tremia de tesão.

Cada passo que dávamos era uma estocada. Meu pau entrava e saía da buceta da minha irmã enquanto andávamos devagar pela casa lotada. Ela gozou pela primeira vez ainda dentro da fantasia, apertando meu pau e tremendo inteira.

— Caralho, irmão… tô gozando no teu pau…

Chegamos no quarto quase arrastando. Assim que fechamos a porta, ela se inclinou sobre a cama. Eu comecei a meter de verdade, socando forte.

— Me fode, irmãozinho! Me fode essa buceta! — ela gritava sem medo.

Eu metia sem parar, suado, bêbado e louco de tesão. De repente, na pressa, meu pau escorregou e entrou direto no cuzinho apertado dela.

— Aaaaiiii… no cu! Tá no meu cu, porra!

Ela não tirou. Pelo contrário, empinou mais a bunda.

— Enfia no meu cu, irmão! Fode meu cu gostoso!

Eu segurei os quadris dela e comecei a arrombar o cuzinho da minha irmã com força. O cheiro de suor, boceta e cu enchia o quarto. Ela gemia como uma vadia:

— Mais fundo! Arromba meu cu, seu safado! Me usa!

Eu não aguentei. Gozei forte dentro do cu dela, enchendo de porra quente. Daniela gozou junto, gritando e tremendo.

Caímos no chão, ainda dentro dos restos da fantasia rasgada. Meu pau saiu do cu dela com um barulho molhado, todo lambuzado de porra e suor.

Ficamos uns minutos em silêncio, ofegantes. Depois ela subiu em cima de mim, me beijou com língua e começou a cavalgar meu pau de novo, agora na boceta.

— Chupa meus peitos, irmão… morde os mamilos da tua irmã!

Eu devorei aqueles peitos enormes enquanto ela rebolava loucamente. Ela gozou mais duas vezes antes de eu encher a buceta dela de porra novamente.

No dia seguinte, de ressaca, ela sentou ao meu lado no sofá e confessou baixinho:

— Foi o melhor sexo da minha vida… Eu fantasiava com isso desde adolescente. Te provocava de propósito.

Eu sorri:

— Eu também não consigo parar de pensar em como é gostoso foder tua buceta e teu cu, mana.

Dois meses depois ela me ligou:

— Consertaram a fantasia do dragão… Quer repetir?

Meu pau ficou duro só de ouvir.

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