Garoto Rural 6 - A minha primeira vez dando para um macho
Primeira vez que dei o cú e foi para um baita macho nordestino que vendia redes na minha cidade.
Foi a primeira pica que entrou no meu rabo, a minha primeira vez.
Nasci em 1990 numa cidade pequena do Vale do Ribeira, próximo ao litoral Sul de São Paulo, antes de mudar com a família para Curitiba. Sou filho único de pais de idade avançada (falecidos). Eu vivia feliz na minha cidadezinha, uma vida pura e inocente, com amigos e liberdade de andar pela cidade, sem perigos. As vezes chegava em casa e meus pais já dormiam. Numa dessas vezes avistei um vendedor de redes indo um pouco à frente na rua de terra e de pouca iluminação pública. Ele era um rapaz forte, atarracado, de estatura mediana e pernas firmes, carregando uma pilha considerável de redes dobradas sobre o ombro. Usava uma bermuda e um chinelo desgastado desses que parecem crocks. Sobre a cabeça um chapéu tradicional de couro dos vaqueiros do Nordeste. Apressei o passo com uma imensa curiosidade, pois já tinha visto esse moço andando pela cidade vendendo suas redes e mantas bordadas e ele tinha me chamado a atenção, mas não entendia o porquê. Eu não havia identificado o meu desejo sexual de fato, achava que era só curiosidade pura e simplesmente. Encostei ao seu lado e dei um boa noite educadamente. Ele parou e respondeu ao cumprimento de forma máscula, quase com um grunhido de sotaque carregado: “Boas... Homi... O quê você está fazendo de noite na rua, minin?”. Ele tinha 23 anos, mas achei que era mais velho. Respondi: “Sossegado... A Cidade é tranquila... Aqui não acontece nada. Aqui a gente peida e a cidade inteira ouve”. Ele caiu na gargalhada e mudou repentinamente o seu humor., apesar daquele fardo que carregava. Continuei: “Moro um pouco mais à frente e estou indo para casa. E você vai pra onde?”. E ele: “Homi, hoje é o segundo dia aqui na sua cidade e estou parando numa construção abandonada ali na frente (apontou com os lábios ao fazer um bico). Viajo num furgão com a minha família de cidade em cidade e meus irmãos e primos estão espalhados pela redondeza e amanhã eles passarão aqui pra nos pegar e seguirmos para outra região. Meu pai é o chefe da equipe e dirige o furgão”. Eu estava morrendo de curiosidade com aquele estilo de vida nômade, pois eles vinham desde o interior da Paraíba varrendo o Brasil com o seu comércio. Eu caminhando junto com ele, crivando-o de perguntas: “Mas cara, como você consegue descansar assim, numa casa abandonada, depois de andar o dia inteiro pela cidade com esse peso todo?”. E ele: “Oxxi! Tô acostumado minin, sempre tem uma construção ou casa abandonada que usamos pra dormir e quando não tem jeito, a gente dorme numa pensão barata, para economizar”. Eu estava intrigado com aquele relato e passei admirar mais ainda aquele forte rapaz, ao ponto de desejar passar a mão pelo seu corpo e sentir a dureza dos seus músculos forjados pelo trabalho duro. Esse pensamento me arrepiou e fiquei instantaneamente com tesão. Eu estava encantado e excitado com tudo, mas não entendia esse turbilhão de desejos e sensações que se apossavam de mim, igual quando íamos com os amigos nadar nos rios da região. Eu ficava excitado dentro d’água ao vê-los de cueca e era sempre o último a sair da água para que não percebessem a minha ereção. Mesmo assim eu ainda achava que iria arrumar uma namorada igual à maioria deles que já andavam de beijos e abraços com as meninas da cidade. Naquele momento eu queria saber mais da vida do vendedor de redes e ele me convidou para ir com ele e ver como preparava o local para dormir. Fui, pois eu conhecia a casa de construção paralisada há tempos por conta do falecimento do proprietário. O mato crescia em volta e apenas uma parte estava coberta. Entrei com ele, que colocou a pilha de redes sobre um amontoada de tijolos velhos que havia organizado e puxou, de um local escondido, um colchão de solteiro, limpo, com lençol, enrolados dentro de um saco plástico. Ao lado havia um pote de barro que mantinha a água fresca, que ele chamava de “bilha” e um pequeno dispositivo de iluminação chamado de “lamparina” com um pavio que era regulado por uma espécie de registro lateral, que acendeu como num passe de mágica deixando o ambiente com um certo charme, sob efeito daquela luz bruxuleante. Ele estendeu o colchão sobre um encerado para que não pegasse a umidade do solo, cobriu com o lençol e disse que eu poderia me sentar ali para conversarmos, enquanto acendia um cigarro de palha no fogo da lamparina. Perguntei como ele fazia as suas necessidades e cuidava da higiene. Me respondeu que usava os postos de gasolina e que tinha acabado de tomar banho num deles e que estava “cheroziun” e eu ri do jeito como ele disse isso. Ele estava à vontade comigo e se divertia com a minha curiosidade. Determinado momento ele se levantou do colchão e tirou a camiseta, o chapéu de couro e a bermuda, que era de um tecido grosso, como lona de caminhão. Ficou de cueca como se preparasse para dormir, pois fazia calor naquela noite. Eu fiquei paralisado com aquela visão. Sua cueca era surrada, mas contornava perfeitamente as suas coxas firmes e torneadas, mas não dava conta de conter aquele pacote robusto e sedutor logo abaixo da virilha, que do meu ângulo de visão, era descomunal. Dava para ver o seu pau delineado e o tamanho das suas bolas. Ele estava em pé de frente para mim e institivamente enfiou a mão dentro da cueca e organizou melhor aquele volume todo, que por enquanto estava no seu estado normal. Eu estava ainda sem conseguir identificar as minhas reações, só achava que iria morrer de infarto naquele momento. Eu tremia e suava. Ele percebeu, porque passei a gaguejar e não tirar os olhos do volume protuberante que estava ali à frente. Ele sentou novamente no colchão, ao meu lado e perguntou: “E então? Gostou do meu hotel cinco estrelas?”. E eu: “Sim... Gostei... Mas como você faz pra.... Foder... Traz as meninas num lugar assim?”. E ele: “Oxxi... Homi... Nenhuma muié dá pra nós não! Elas não querem saber de pobre kkkk, fico na punheta mesmo... Hoje mesmo vou bater uma pra poder dormir...”. Dizendo isso já foi alisando o pau que começava a crescer até que o tirou pra fora fazendo movimentos lentos e o olhando de forma intimidadora. A minha alma já tinha saído do corpo, ido lá na lua e voltado. Me recompus com a pergunta dele: “Visse?... Tu achas que meu pau é grande?” E o mostrou para mim e eu só consegui responder com o que a minha alma achava: “Lindo!!!”. E ele: “Pode pegar, sinta a firmeza da chibata”. Eu nunca tinha chegado nem perto disso, mas não pensei duas vezes. Era o meu instinto me chamando ao que seria o meu futuro, o qual eu nem havia me dado conta ainda que poderia ser assim. Só sabia que queria pegar naquele cacete, acaricia-lo, adorá-lo. Ele se deitou por completo no colchão, cruzando os braços por traz da cabeça e pediu para eu tirar a sua cueca. Eu o fiz e fiquei manipulando aquele enorme pau nordestino, tão grosso que a minha mão não consegui fechar no seu diâmetro. Ele pediu para eu chupar e respondi-lhe que nunca tinha feito isso e que tinha um pouco de ... nojinho... Mas ele garantiu que estava limpinho e foi me ensinando que não podia encostar os dentes e usar mais a língua. Ele era um excelente professor e assim fui, devagar, engasgando, babando, até que cheguei ao ponto que ele aprovou totalmente repetindo: “Isso... Isso...”. Ele pediu que eu tirasse a minha roupa e deitasse ao lado dele. Obedeci e ele veio por cima das minhas costas e começou a se esfregar com aquele pau imenso, duro, riscando o meu rego macio e novinho em folha. Eu tinha uma bundinha macia, sem músculos ainda, mas bem feitinha, de cuzinho rosadinho, inteiramente virgem. Ele foi com a língua áspera desde a minha nuca até a entrada do meu furico, onde enfiou a língua com vontade, abrindo as polpas da bunda e entre uma chupada e outra perguntava: “Vai dar esse cuziun pra mim, vai? Vou colocar o meu pau todiun nele...”. E eu delirando respondi: “cara, nunca dei... Tenho medo... Deve doer”. E ele: “Que nada! Vou fazer tudo direitiun, com muito cuidado, e tu vai gostar”. E eu: “Então tá...” e tremia de excitação. Ele veio, lubrificou bem com saliva, trabalhou com um dedo demoradamente e quando eu estava um pouco mais confortável com aquilo, enfiou mais um dedo e foi muito paciente com isso. Doía um pouco e eu pedia para parar e depois ele voltava dizendo sempre: “Relaxa...”, e aquela voz máscula me causava um efeito abrasador me excitando e pedindo mais. Até que senti a ponta do seu pau vagarosamente me abrindo e eu aceitando e até ajudando ao contrário com o movimento da minha bunda. Quando doía, ele parava e esperava, fazia algum tipo de carinho e avançava até eu sentir as suas bolas deitarem sobre a parte inferior do meu cú. Ficou assim por algum tempo deitado sobre mim até que começou com os movimentos e foi acelerando. Eu estava maravilhado e aquele pau já fazia parte de mim para sempre. Decidi naquele momento que viveria isso pelo resto da vida. Fiquei de quatro e ele de joelhos me puxando pela anca fortemente. Demorou para ele acelerar a respiração e desabar sobre mim e eu senti sua pulsação peniana expelindo o seu leite dentro do meu cuzinho. Eu estava morrendo de tanto prazer. Ele ficou parado sobre mim até que o seu pau saiu de dentro naturalmente e ele rolou suado para o lado e eu fiquei ali, enquanto ele passava a mão nas minhas costas como agradecendo por aquele momento. “Você é muito gostoziun... Gostou?”. E eu: “Adorei, foi a primeira vez que um cara me comeu, você tirou o meu cabaço”. Ele riu e disse que eu esperasse um pouco que ele queria mais. Eu senti que o leite dele já queria escapar e fui atrás da parede e o expeli. Não parava mais de sair, fazendo um barulho borbulhante constrangedor e o cheiro era muito forte. Era um esperma produzido com os melhores leites de cabras que podia existir. Era a sua saúde máscula escorrendo do meu rabo à rodo. Ele me deu um pano, pois já tinha lavado o pau com água da bilha. Me limpei e voltamos para o colchão e conversamos mais um pouco. Ele tinha diminuído a chama da lamparina que soltava um cheiro acre do combustível. Isso servia para espantar também os pernilongos enquanto ele dormia. Eu queria brincar o seu pau amolecido e o fiquei beijando e chupando, até que se ergueu majestoso novamente. Ele mandou que eu sentasse sobre e fui lentamente vencendo cada centímetro daquele mastro até me acomodar confortavelmente sobre o tronco de suas coxas e virilha. Comecei a cavalgar e fazer movimento para frente e para trás, como se já os tivesse feito antes. Puro instinto. Ele pegou no meu pau que se esfregava sobre sua barriga definida dizendo: “Vou fazer meu bichin gozar também” e o segurava com a mão enquanto eu bailava sobre a sua sela. Veio o meu gozo e inundou o seu peito indo algumas gotas até o seu pescoço. A minha argola pulsava com a minha ejaculação comprimindo o seu pau e ele não aguentou também. Gozou fartamente me inundando por dentro. Depois de descansarmos, nos despedimos e fui para minha casa e no dia seguinte cedo, ele viajou com a família, nunca mais o vi e nunca o esqueci. Passei a me afastar dos meus amigos e levar uma vida mais reclusa, com os meus pensamentos e fantasias que ram só meus. Não tinha coragem de sair com ninguém da minha cidade, embora tivesse uma lista enorme de gostosinhos com os quais sonhava e morria de tesão, agora com a certeza do que eu queria na vida.
Passara-se 01 mês e o desejo de repetir aqueles momentos estava a me consumir. Fiquei inquieto e me masturbava incessantemente. Meus pais perceberam a minha alteração de humor e inquietação, mas não deram muita importância. “Adolescentes...!”, diziam. Resolvi “matar aula” numa segunda feira, pois o verão já estava invadindo a primavera. Peguei um ônibus e fui para a Ilha Comprida, que era perto. Andei pela Sul da ilha até encontrar um banco debaixo de uma árvore. O mar a minha frente estava calmo e atrás do banco tosco de madeira, havia uma pequena mata. Fiquei ali, triste e pensativo no que seria a minha vida doravante. A praia estava deserta. Poderia até nadar sem roupas. De repente em meio à areia reverberante vem surgindo um rapaz carregando uma prancha de surf e sacodindo os cabelos para ajudar a secar. Não o tinha visto no mar, talvez pela sensação da areia escaldante parecer estar se movendo criando uma cortina difusa que distorcia a visão. Só consegui enxergá-lo quando já estava próximo ao banco onde eu estava sentado. Ele não era muito alto e seu peito era magro, com pouco cabelo entre os mamilos, apesar de todo bem desenhado. Pernas e braços magros e do seu umbigo nasciam alguns pelos pretos sensuais que desciam e se perdiam por dentro do calção colorido, o que ele chamava de “caminho da felicidade”. Eu já era um experiente “manja rola” sem mesmo tomar conhecimento, pois fazia isso institivamente. Pude ver um “charuto cubano” pendente numa perna lateral da bermuda, como se o cara não estivesse usando cueca. Ele disse “Olá!” animadamente. Eu respondi e ele se sentou ao meu lado, deixando sua surrada prancha sobre a areia. E continuou: ”Dia quente, mas o mar está uma merda... Sem onda!”. E aí vieram aquelas perguntas, de onde você é, o que faz, etc... Ele trabalhava com o irmão no ramo de refrigeração e que preferia trabalhar domingo e folgar na segunda para surfar sem ter muita gente na praia. As vezes vinham uns amigos juntos, umas “minas” e que eles traziam um “bazê” (E eu: O que é isso? kkk), ele riu e respondeu: “Erva! Palha! Marijuana, caralho! Kkkk” e disse que às vezes rolava até sexo por ali mesmo, às vezes dentro d’água. Me interessei, quis saber mais. Ele contou um monte de orgias e mentiras. Falava pelos cotovelos, mas era adorável e gentil. Seus olhos eram apertados como dos japoneses, mesmo não tendo quaisquer parentescos. Seus dentes eram naturalmente brancos e bem cuidados, apesar de fumar a erva do capeta e demais cigarros. Até acendeu um tirando-o de uma mochila velha que havia deixado na mata logo atrás. E ele perguntou: “E você? Meninão responsa desse deve estar pegando um montão de minas...”. Engoli seco, virei para ele e disse acanhado, quase chorando: “Que nada... Cara, descobri faz 01 mês que não gosto de meninas, só de meninos... Eu... Eu não sabia até ter o contato” e abaixei a cabeça envergonhado. Ele parou o olhar sobre o mar, deu uma profunda tragada no cigarro, pensou, se virou para mim passando uma das pernas sobre o banco ficando de frente para a minha lateral. “Me fale sobre isso... Você tem certeza? Você é um belo rapaz e nem tem jeito de ...”, parou. Eu respondi ainda triste: “Eu não conseguia identificar as minhas reações até que conheci um rapaz e ele...”, parei. O surfista: “Como foi isso? Me conte”. Contei-lhe tudo, nos mínimos detalhes e quando vi, o seu charuto cubano tinha virado um salame daqueles bem grandes. Fiquei hipnotizado olhando para aquela terceira perna. “Você está de pau duro...”, consegui dizer. Ele: “Desculpe, mas você é tão bonito e essa história me deixou assim...”. E eu: “Você deixa eu ver?”. Ele: “Claro! Vem comigo”, e me levou um pouco mais para dentro da mata, encostou numa árvore, deixou suas coisas ali, arreou a bermuda e aquele salcichão pulou pra fora como se fosse um periscópio procurando terra firme. Era um pau retilíneo, longo, calculei uns 20 cm e de diâmetro sem exageros. Ajoelhei e comecei a sugá-lo com tanta força que ele pediu para eu me acalmar. O seu saco era daqueles magros e compridos, quase do tamanho do próprio pau quando mole. Chupei tudo que tinha direito. Depois tirei a minha roupa e ele deu uma boa lubrificada e foi enfiando devagar até não ter mais o quê. Eu estava inclinado segurando o tronco da árvore e seu saco me avisava quando a base da rola encostava na minha bunda. Eu delirava. Era aquela sensação que iria buscar para sempre. Ele demorou bombando e cheirando o meu pescoço, falando um monte de coisas como seu fosse a sua putinha, que na verdade, naquele momento eu era. Passei a me masturbar para gozar e assim contrair a argola pulsando-a, pois sei que ele não resistiria a isso. Dito e feito! Gozei um monte e a contração anal o fez despejar a sua gala dentro de mim. Ao tirar o pau, o leite veio todo esguichando para fora do meu cú. Nos recompomos e fui de cueca com ele para nos lavarmos no mar. Ele me deu o número do seu telefone fixo e voltei para a minha casa realizado. Às vezes eu ligava e marcávamos de nos encontrar nas segundas feiras no mesmo local e repetir tudo. Uma vez ele ficou tomando conta da casa do irmão, que viajou com a família e fui passar o fim de semana com ele. Fodemos um monte. Uma vez ele veio com a moto do irmão até minha cidade, pois queria me comer no mesmo local da minha primeira vez, na casa que continuava abandonada. Até que chegou o momento de eu mudar com a minha família para Curitiba e assim nos despedimos. Eu não o amava, apenas gostava e tinha tesão por ele. Eu voltei à minha cidade pouco antes de terminar a faculdade. Revi alguns poucos amigos e fui à Ilha Comprida na tentativa de saber do surfista. Me informaram que ele havia se mudado para Santos e que foi morto por traficantes, por dívida de drogas. O banco na areia não estava mais lá, apenas a frondosa árvore balançando triste os seus galhos sob o vento. Fiquei no local por um bom tempo, olhando o mar, imaginando o meu surfista emergir e caminhar ao meu encontro. Comecei a chorar lamentando o seu triste destino.
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Comentários (1)
Roberto: Show. Realmente é difícil esquecer a primeira rola, principalmente quando foi gostoso.
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