Filha de peixe, peixinha é
História real de como o adultério do meu pai mudou nossa relação pra pior, mas o meu adultério mudou ela pra melhor
Os fatos que vou descrever são reais, então não vou falar meu nome, mas só a forma abreviada como me chamam. Eu sou a Ma, tenho 32 anos e vou completar 33 esse ano. Sou de São Paulo, nascida em lar cristão e crescida por pais evangélicos. Não tenho irmãos, então meus pais sempre foram muito protetores comigo. Me levaram desde cedo à igreja e sempre me trataram muito bem, como a menininha dos olhos deles. Meus pais fizeram de tudo pra me dar a melhor educação, nunca deixaram faltar nada, e sempre foram uma ótima referência pra mim. Quando era criança, eu olhava para os meus pais e já pensava que quando crescesse eu queria ter um casamento igual o deles. Sempre vi meu pai como um modelo de homem, fiel, provedor, cuidadoso. Mas, quando eu tinha 22 anos, aconteceu uma coisa que me deixou muito decepcionada. Aconteceu que, depois de deletar umas fotos do celular dele, fui apagar da lixeira também, e vi que tinha umas fotos de uma mulher. Eram fotos sensuais, posando seminua e nua. Por um momento pensei que fossem fotos pornô normais, mas ao abrir percebi que em todas as fotos a mulher estava no mesmo lugar, e era a cama dos meus pais. Era o quarto deles!
Naquele momento fiquei arrasada. Fiquei profundamente chateada, uma mistura de tristeza, raiva e frustração. Deixei o celular em cima da mesa, me tranquei no banheiro e chorei muito. Foi como se meu mundo tivesse desabado. O homem que sempre me ensinou sobre fidelidade, tanto por palavras quanto (assim eu acreditava) por atitudes, havia traído minha mãe na cama deles. Pior, ele não tinha se arrependido, e continuava escondendo aquela traição. Me esforcei pra me recompor e decidi não contar nada pra ninguém. Eu precisava esfriar a cabeça e processar bem aquilo tudo. Como uma mulher da igreja, sei que deveria ter conversado com meu pai, entendido melhor a situação, convencido ele a confessar pra minha mãe. Mas não foi isso que eu fiz. Tive medo das consequências, então simplesmente fiquei quieta. Evitei ficar procurando coisas, provavelmente com medo de achar, e ainda tinha esperança que meu pai se arrependesse e confessasse ele mesmo. Mas isso nunca aconteceu. Até hoje, minha mãe acha que meu pai sempre foi fiel.
Toda essa situação mudou bastante a percepção que eu tinha sobre meu pai. Passei a alimentar um rancor e uma raiva por ele, não apenas por ter enganado minha mãe, mas a mim também. Ele chegou a questionar minha mudança de comportamento, mas eu sempre desconversava, e sempre deixei ele sem entender. Toda vez que quis conversar comigo pra que eu desabafasse, eu sabia que poderia ter falado o que era, mas escolhia não falar. Confesso que, de certa forma, era uma maneira de retribuir o mal que ele me fez. Afinal, ele deveria ter dito algo no passado e não disse, então eu fiz o mesmo. E assim a nossa relação mudou, e por muito tempo ficou fria, estranha. Minha mãe percebia, os parentes mais próximos percebiam, mas chegou uma hora que cansaram de perguntar e simplesmente aceitaram.
Nesse mesmo período, tinha um homem de uma outra igreja, e ele já tinha ido visitar a nossa algumas vezes. Eu achava ele atraente e percebia que lançava uns olhares pra mim, então imaginei que podia rolar algo se nós nos víssemos mais vezes. Eu sabia onde ele congregava, então decidi mudar de igreja porque queria estar mais próxima dele. Sei que essa não é a motivação correta pra mudar de igreja, mas é a verdade. Queria me relacionar com alguém, esquecer um pouco esse rolo todo do meu pai, e quem sabe sair de casa. E logo fiz isso, apesar dos meus pais não entenderem e até discutirem comigo por causa disso. Comecei a ir na igreja desse homem, fomos ficando cada vez mais próximos, e não demorou pra começarmos a namorar. Meus pais ficaram contentes com a notícia porque viram que ele era bom, que era de Deus, um homem de boa família e com uma boa profissão. Ele já morava num apartamento de sua propriedade, que tinha comprado há pouco tempo, e não era muito longe da casa dos meus pais. Então aquela situação era o ideal pra mim. Eu realmente me sentia atraída por ele, estava animada em casar logo, sair da casa dos meus pais e viver a minha própria vida. Cerca de um ano e meio depois, já estávamos casados e morando no aparamento.
Foi aqui que a coisa começou a ruir de uma forma que eu não esperava. Descobri que a traição de meu pai contra a minha mãe havia afetado minha segurança nos homens (afinal, se meu pai traiu, quem não poderia trair?), e isso me tornou ciumenta e, confesso, paranóica. Ele demorava um pouco mais pra chegar em casa, e eu já ficava emburrada. Ele perguntava o que era, e eu já perguntava se ele estava me traindo. Ele compartilhava a senha do celular comigo, mas mais de uma vez me pegou checando o Instagram dele e as fotos na lixeira. Com isso as discussões foram aumentando, o relacionamento foi pesando e o sexo também acabou esfriando. Aos meus 26 anos, tivemos uma filha (hoje está com 6). Melhoramos a relação, ficamos bem de novo, mas o sexo nunca mais foi o mesmo. Fazíamos com menos frequência e sem aquele ímpeto do começo. Eu comecei a ficar mais triste e insegura. Achava que ele estava me traindo, mas não voltei a questionar.
Há três anos, quando eu tinha 29, minha menina estava na escolinha e meu marido estava trabalhando. Eu ficava em casa nessa hora do dia, limpava, fazia as tarefas domésticas e as vezes ficava entediada. Um dia, descobri um aplicativo onde dava pra conversar com outras pessoas. Numa dessas conversas, conheci um homem que me disse que morava longe, em outro estado. Conversa vai, conversa vem, eu falei que era casada, que tinha uma menina pequena, mas que meu marido quase não me procurava mais, e que eu estava carente, que não sabia o que fazer (tudo isso ele perguntou pra mim). Nisso o safado começou a jogar aquelas conversas difíceis de resistir, dizendo que pela minha descrição eu devia ser bonita e gostosa. Isso já mexeu com minha autoestima e despertou coisas em mim. Elogiou minha conversa, meu jeito, criticou meu marido, me deu abertura pra falar tudo o que eu queria. Quando me dei conta, eu já estava com a mão na calcinha, com a buceta molhada. Me assustei com o que eu estava fazendo, disse a ele que tinha que sair e fui tomar um banho. Tentei esquecer, mas tive que me esforçar bastante pra não tocar uma no chuveiro.
De noite, depois do jantar e quando minha menina já tinha sido colocada na cama, tentei transar com meu marido. Estava com o tesão acumulado desde a tarde, então parti pra cima. Mas ele veio com papo de que tava cansado, que tinha trabalhado muito, e pediu desculpa mas garantiu que no dia seguinte a gente ia fazer. Fingi que estava tudo bem, mas fiquei chateada porque queria gozar. Fui ao banheiro depois que ele dormiu, tirei a roupa e toquei uma. Eu tava muito melada, mas quando comecei a me masturbar, me dei conta que estava pensando no homem do chat, e não no meu marido. Mas dessa vez não consegui parar, e continuei pensando no homem do chat, pensando no que poderia ter acontecido se não tivesse interrompido aquela conversa de mais cedo. Gozei gostoso, senti um choque percorrendo todo meu corpo, como não sentia há muito tempo. Minhas pernas tremiam, e tive que esperar e me recompor até voltar pra cama.
Na tarde seguinte, tentei mandar mensagem pro homem do chat, mas não respondeu. Só respondeu no outro dia. Chegou a tarde e lá estava eu, sozinha novamente. Meu marido trabalhando, minha menina na escolinha. Respondi o homem e pedi desculpa por ter saído de repente na última vez. Ele perguntou o que houve e eu respondi que fiquei muito excitada, e que não quis fazer algo do qual fosse me arrepender, mas brinquei com ele que acabei me arrependendo do mesmo jeito. Ele riu, e logo a conversa ficou picante novamente. Dessa vez, desci a mão na calcinha intencionalmente, sabendo muito bem o que estava fazendo. A sensação foi indescritível, e quando comecei a mexer no meu grelinho, e falei pra ele o que estava fazendo, se tornou um caminho sem volta. Trocamos mensagens e ele me mandou uma foto do meu pau dele. Eu não mandei nada, mas fiquei no chat até o final. Ouso dizer que foi a melhor gozada que tive desde que comecei a transar, nenhuma que tive com meu marido foi tão gostosa.
Quando tudo terminou, confesso que fiquei bem arrependida. Chorei, me senti um lixo. Eu fiz com meu marido o mesmo que meu pai fez com minha mãe, apesar de não ter feito fisicamente. Eu, que tanto julguei ele, que mudei com ele e o fiz sofrer por causa disso, acabava de fazer o mesmo. Bloqueei o homem, apaguei o aplicativo e decidi que iria contar ao meu marido, mas esperaria a hora certa. Os dias foram passando, e essa hora não chegou. Antes que a hora certa para confessar chegasse, aconteceu outra coisa. Estava novamente entediada, lembrei daquela tarde em que gozei com o homem no chat, e fiquei completamente excitada. Tentei evitar, por duas ou três vezes desviei os pensamentos, mas não consegui. Me masturbei lembrando e gozei muito gostoso. A vontade de confessar pro meu marido diminuía à medida em que as lembranças daquele ato voltavam mais e mais na minha cabeça.
Alguns dias depois, lá estava eu, sozinha em casa de novo. Meu marido trabalhando, minha menina na escolinha. Baixei novamente o aplicativo, desbloqueei o homem e contei pra ele o motivo de tê-lo bloqueado. Contei, também, o motivo de tê-lo desbloqueado… fizemos putaria de novo naquela tarde, repetindo pela primeira vez. A partir daí, a vontade de confessar ao meu marido havia praticamente desaparecido. Mantive o aplicativo e começamos a fazer putaria todas as tardes. Minha autoestima melhorou, meu humor melhorou, até o meu casamento melhorou. Meu marido perguntava o que tinha acontecido, ele dizia que eu estava diferente. Eu ainda me sentia um pouco mal quando ele perguntava, mas conseguia desconversar e tocar a vida normal. Isso continuou por mais ou menos uns dois meses (claro que depois não conseguimos sustentar de fazer todo dia como no começo, mas sempre que possível fazíamos ali no aplicativo). Depois de uns dois meses, o homem me confessou que na verdade ele não era de outro estado. Disse que era de São Paulo também, mas que mentiu porque imaginou que se eu soubesse que ele era de perto, provavelmente eu não fosse querer conversar. No começo fiquei puta, me senti enganada mais uma vez, mas depois ficou tudo bem. Só que aí ele começou a me propor de fazer pessoalmente. Disse que queria me encontrar, me comer e me fazer gozar fisicamente. Eu não queria, dizia pra mim mesma que traição física era pior que mensagens, mas ele era esperto e disse que não tinha diferença (o que é verdade, no fim das contas… ele tinha razão). Então acabou que, depois de muito ele insistir, eu aceitei. Combinamos para o outro dia que eu iria levar minha menina pra escolinha, e logo depois iríamos nos encontrar em um ponto de referência ali perto, e seguiríamos pra um motel. Nos encontramos e ele era agradável como eu imaginava, já tinha visto por fotos e vídeos. Conversamos rapidamente e fomos pro motel, porque não queríamos perder tempo.
No caminho para o motel, eu estava tensa, bastante nervosa. Quando chegamos e descemos do carro, fiquei mais tensa ainda. O medo de ser vista por algum conhecido… confesso que na hora quis ir pra casa, mas ele me tranquilizou e me levou rapidamente pro quarto. Me colocou sentada na cama, sentou ao meu lado, me beijou… meu coração batia acelerado, minha calcinha melou no mesmo instante. Ele me beijava e me alisava, descendo com a mão. Sentir a boca e a língua de outro homem naquele momento, um homem que não fosse meu marido, foi algo que eu não tenho palavras pra descrever. Sentir a mão daquele homem na minha coxa, e eu abrindo as pernas pra facilitar o toque. Ele veio por dentro da calcinha e me deitou com cuidado sobre a cama, vindo por cima. Com a outra mão, subiu a minha blusa e chegou tocando nos meus peitos. O safado sabia o que fazia… beijava meu pescoço, brincava com meus mamilos entre os dedos. A essa altura eu já pedia pra ele me foder, estava completamente solta. Ele tirou minha roupa, me colocou de lado, veio por trás e me pegou de ladinho. Me abraçava com vontade, agarrava meus peitos, me beijava por trás. Tocava meu grelinho e metia com força. Nunca havia experimentado um sexo tão gostoso, alguém que me comesse com tanta vontade. Me comia e me chamava de gostosa, eu me sentia a melhor das mulheres, nunca me senti tão bem. Gozei três vezes, uma assim de ladinho, uma de quatro e uma sentando nele de frente. Depois, punhetei e mamei o pau daquele garanhão. Deixei ele gozar na minha boca, algo que eu odiava quando meu marido pedia. Fiz questão de engolir, mesmo não gostando do sabor.
Começamos a transar regularmente no motel, uma vez por semana praticamente, mas algumas semanas ficávamos sem ir (principalmente quando surgia algum imprevisto). Eu já havia desistido de confessar as traições ao meu marido e as vezes me arrependia, mas o tesão sempre falava mais alto. Comecei a entender melhor aquilo que meu pai fez. Comecei a entender melhor o motivo de ele não ter confessado. Por mais errado, estranho e escroto que isso pareça, a verdade é que meu adultério me fez entender o adultério do meu pai, removeu qualquer mágoa ou sentimento negativo que eu tinha sobre ele e melhorou meu casamento. Isso continuou por praticamente um ano, até que meu marido descobriu e pediu separação. Isso foi há dois anos, quando eu tinha 30 pra 31.
Depois disso voltei pra casa dos meus pais, decidida a me consertar com Deus. Mas mal sabia eu que meu maior obstáculo pra isso estaria debaixo daquele mesmo teto. Se vocês quiserem, vou trazer outro conto relatando como foi que acabei transando com meu próprio pai, uma experiência que mudou nossa relação mais uma vez, de uma forma totalmente inesperada.
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Comentários (3)
Maluzinha: Eu amo todos os contos que tem uma pegada assim, amo tudo de pesado t Daianarsk
Responder↴ • uid:g61ztr4zkLuiz: Quero sabe como seu pai macetou vc vou ficar no aguardo
Responder↴ • uid:1daibs6whjEngula: Lindo conto e detalhes picantes, conta como foi com o papai.
Responder↴ • uid:gzeerjmkve6