#Coroa #Incesto #Teen

Minha mãe me emprestou pra comer a vizinha

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Fodiminhamãe

A dona Janú era a melhor amiga da minha mãe, mas eu não podia imaginar que ela estava planejando dividir com a vizinha outra coisa que acabaria me envolvendo.

A dona Janú morava na mesma rua, tipo umas duas casas antes da nossa. E se eu chegava da faculdade e minha mãe não tava em casa, eu já sabia que ela devia tá lá. As duas eram como unha e carne, sempre compartilhando uma xícara de açúcar ou alguma receita nova. Eu só não podia imaginar que a minha mãe estava planejando dividir com a vizinha uma outra coisa que acabaria me envolvendo.

Depois de ouvir as duas conversando ao telefone, eu descobri que elas talvez fossem bem mais íntimas do que eu imaginava.

Minha mãe e eu estávamos deitados depois do nosso primeiro encontro sexual. Ela estava tão excitada, feliz e satisfeita. Fomos tomar banho juntos. Ensaboamos os corpos um do outro, com uma intimidade nova que agora partilhávamos.

Estávamos nos secando quando, de repente, minha mãe disse:

"Preciso ligar pra Janú, pra contar como foi maravilhoso transar com você. Como foi bom sentir seu pau me preenchendo e como foi excitante quando você gozou dentro de mim."

"Mãe, você acha que é uma boa ideia?", eu me surpreendi. "Porque, se mais alguma vizinha souber do que fizemos, a coisa toda pode se espalhar, e a gente pode se meter em algum problema."

"Digamos que eu e ela partilhamos não só uma xícara de açúcar, e temos lá uns segredos que ela me confia e que eu confio a ela. Vai ficar tudo bem, querido", disse minha mãe, enquanto ia pegar o telefone.

Pelo que ela disse, já fazia tempo que a dona Janú não transava. Ela era viúva e o filho único tinha ido fazer faculdade numa cidade vizinha. No fundo, aquela ideia maluca, de que a minha mãe podia dividir com a vizinha a nossa intimidade, podia ser muito excitante. Não muito diferente da minha mãe, a dona Janú era uma gordinha de seios fartos, com uma bunda enorme, capaz de deixar com inveja muita garota mais nova. Mas de repente aquilo começou a me preocupar.

Fui pro meu quarto e deitei na cama, quando de repente minha mãe entrou meio excitada.

"Ai, me sinto tão bem contando pra alguém como eu gozei!", ela sentou do meu lado.

"E então, o que ela disse sobre o nosso segredinho?", perguntei, sem conseguir tirar os olhos dos seios dela, com a toalha enrolada no corpo.

"Ela estava muito interessada em todos os detalhes."

"E pelo visto, você contou tudo."

"Ai, querido, fiquei molhadinha só de lembrar de tudo!", ela parecia mais excitada. "Por falar nisso, o que acha da Janú, filho? É um mulherão, né? Os velhos daqui são maluquinhos por ela."

"Já vi que tem coisa aí", eu conhecia aquele seu olhar. "Vai, mãe, fala logo o que tá tramando."

"Queria que fizesse um favor pra sua mãe", ela disse finalmente. "Queria que fizesse com a Janú o mesmo que fez comigo!"

"Quer que eu transe com a vizinha?", eu mal podia acreditar.

"Que foi? Tá com medo de uma buceta peluda?", ela pegava no meu pau. "Da minha você bem que gostou, né?"

"Não é isso. Só não sei se é uma boa ideia. Pode ser arriscado. Além disso, como se sentiria se isso acontecesse? Não quero que nada nem ninguém se interponha entre nós dois no nosso novo relacionamento, mãe."

"E não vai, meu amor!", ela me beijou.

"Mas me diga, como se sente em relação a isso tudo? Quer mesmo que eu faça sexo com ela?"

"Pra ser sincera, eu ficaria muito excitada sabendo que a Janú estava sendo fodida pelo meu filho. Não sou o tipo de mãe egoísta quando se trata da minha melhor amiga aproveitar o que eu acabei de ter. Aliás, se você não se importar, ela sugeriu que eu assistisse. Não se importa que eu assista, né?"

"O que acha, mãe?", respondi. "Como acha que eu vou transar com outra mulher na sua frente?"

"É só fazer com ela o mesmo que fez comigo, querido. E vai fazer sua mãe muito feliz", ela me sorria, como se me pedisse uma coisa trivial.

Nossa, eu não esperava por essa, principalmente vindo da minha mãe. Eu estava tentando processar a ideia da minha mãe me assistindo transar com a vizinha. Aí veio a parte que de repente me ocorreu: E se, no meio da coisa toda, ela quisesse também participar? Fiquei em silêncio por um tempo até que minha mãe falou de novo.

"Bem, o que você acha?", ela disse, enquanto estendia a mão e acariciava o meu pau por sobre o tecido do meu short.

"Acho que não teria problema. Eu faço tudo por você, mãe. E se o que quer é me ver comendo a vizinha, por mim tudo bem."

"Mal posso esperar!", ela deu um risinho de pura excitação.

Então, se inclinou e abaixou o meu short até o joelho pra me chupar. Primeiro, ela começou lambendo a cabeça do meu pau lentamente, fazendo isso como uma verdadeira puta, enquanto me olhava. Até que engoliu o meu pau de uma vez, levando cada vez mais fundo na boca, até que eu estivesse completamente na garganta dela.

Ela me chupou por alguns minutos, até que tirou a toalha enrolada no seu corpo e sentou em cima de mim, guiando a cabeça do meu pau até a entrada da sua buceta molhada.

Ela pegou um dos seios e levou na minha boca pra eu chupar, enquanto cavalgava o meu pau toda fogosa. Eu segurava a sua bundona, puxando mais pra cima do meu pau e metendo tudo, ao mesmo tempo em que mamava e chupava intensamente o seu mamilo durinho. E a ideia de fazer o mesmo com a vizinha me deixava ainda mais excitado, sabendo que minha mãe estaria assistindo a tudo.

"Não esqueça disso, querido", ela sussurrava no meu ouvido. "No final, você é só meu... e eu sou todinha sua!"

Ela continuou cavalgando meu pau até que eu gozasse dentro dela de novo. Depois, deitou na minha cama toda satisfeita. Nossa, eu tava tão excitado, vendo a buceta dela toda vermelha e com os lábios inchados, que me ajoelhei ao lado da cama e comecei a chupar o seu grelo.

E depois de fodê-la com meu pau, eu ainda tentava fodê-la com a minha língua. Eu metia bem fundo, provando na sua buceta molhada a minha porra misturada com o seu gozo. Depois, comecei a beijá-la, dividindo com ela tudo o que tinha colhido do seu interior.

Naquela noite, pela primeira vez eu dormi na sua cama. E é claro que a gente fodeu a noite toda, até ela desabar nos meus braços e a gente dormiu de conchinha. Até o fim da semana, eu já tinha me tornado amante da minha mãe, e a gente fodia todo dia, com um apetite que ela revelava que me impressionava... mas eu estava mais do que feliz em satisfazê-la.

No sábado de manhã, eu tinha à academia pra malhar até. Depois voltei pra casa por volta do meio-dia. Deixei o carro na garagem e entrei pela porta dos fundos. E assim que entrei em casa, ouvi vozes femininas na sala de estar. Eram a dona Janú e mamãe conversando.

Tanto minha mãe quanto a dona Janú estavam usando vestidos leves de verão, daqueles com a parte de cima cobrindo os seios. E pelo tamanho avantajado dos peitos das duas, era como se ambas estivessem sem sutiã, mas não consegui ter certeza, enquanto passava por elas.

Fui pro meu quarto, tirei a roupa suada de ginástica e fui pro banheiro tomar um banho. Na sala, minha mãe e a dona Janú ainda estavam conversando. Vi que estavam bebendo um vinho que minha mãe tinha colocado na geladeira pela manhã.

"Por que não pega um copo e se serve um pouco aqui com a gente, querido?", disse minha mãe.

Fui até a cozinha e peguei um copo, voltando em seguida e me sentei entre elas. Mamãe me serviu, depois encheu os copos dela e da dona Janú e colocou a garrafa na mesinha, enquanto eu era literalmente devorado pela vizinha, que não parava de me olhar.

Mamãe deu um gole no vinho e colocou a taça ao lado da garrafa na mesinha. Podia ver como estava excitada, pelo jeito como seus mamilos saltavam no relevo do vestido. E os da dona Janú não estavam menos eriçados. Com certeza minha mãe devia estar excitada em exibir o filhão pra vizinha.

"Como foi seu treino na academia?", perguntou mamãe.

"Foi bom. Encontrei uns amigos lá", respondi.

"Bem, mostra isso então!", ela me fez levantar do meu lugar no sofá. "Deixa a gente ver como suas pernas estão bem definidas."

Dei outro gole no meu copo de vinho e fiquei de pé entre as duas. Eu sabia onde isso ia dar, mas agi como se nada estivesse acontecendo. Só que meu pau resolveu ficar um pouco duro, parado entre duas mulheres maduras, com os olhos na altura da minha virilha.

Mamãe então começou a esfregar a mão na minha perna esquerda, sentindo como ela estava firme. Depois, esfregou as duas pernas, subindo um pouco mais a cada movimento. Meu pau definitivamente estava ficando duro feito pedra, começando a marcar o meu short de ginástica.

Olhei pra baixo e vi que o volume se pronunciava mais do que eu conseguia disfarçar. E a dona Janú estava encarando a silhueta da cabeça do meu pau no meu short, mordendo o lábio inferior. Então olhei pra minha mãe, que apenas sorriu e sussurrou:

"Pelo visto, tá tudo bem definido aí!"

Apenas sorri, meio constrangido por estar de pau duro na frente das duas.

"Bem, Janú, o que você acha das pernas firmes do meu filho?", perguntou ela, passando as mãos pela frente do meu short, acariciando meu pau agora completamente ereto.

"Parecem... Quer dizer, parecem firmes, duras e musculosas pra mim", disse a dona Janú, lambendo os lábios.

Minha mãe perguntou: "Gostaria de ver o que me deixou tão feliz esta última semana?", ela sorriu maliciosamente pra amiga.

Enquanto prendia os polegares no cós do meu short, ela por um instante levantou os olhos em busca dos meus. Então, sem perder mais tempo, minha mãe abaixou lentamente o meu short, trazendo junto a cueca e fazendo o meu pau duro saltar pra fora.

Com a cara mais safada do mundo, ela olhava pra vizinha em busca de uma resposta. A dona Janú olhava pro meu pau boquiaberta, depois olhou pra minha mãe e disse:

"Ai, Beth! Quer dizer que esse é o pauzão que você tanto me falou a semana toda?!", ela ainda fez menção de querer tocá-lo, só não teve coragem.

"Sim, esse é o meu bebê!", foi a resposta da minha mãe, com uma expressão de cumplicidade.

Então, com toda naturalidade, ela puxou meu short até os tornozelos, fazendo o meu pau bater na minha barriga um pouco acima do umbigo, com a ponta curvada para cima, apontando diretamente para o rosto dela. Minha mãe começou a esfregar meu pau com a mão esquerda enquanto a direita massageava meus testículos. Então, ela o envolveu com a mão esquerda, puxando-o para baixo. E enquanto me olhava, ela estendeu a língua e lambeu a ponta com a língua.

E pro deleite da sua amiga, que olhava excitada, minha mãe começou a chupar a cabeça do meu pau, brincando com a língua em volta. Depois, engoliu tudo e de repente eu podia sentir meu pau no fundo da sua garganta. Devagar ela foi recuando, fazendo o meu pau surgir da sua boca todo molhado de saliva. Então, tendo mostrado à amiga o que fazer, ela pegou a mão da dona Janú, colocando-a em volta do meu pau e guiando-a para acariciá-lo.

A dona Janú entendeu o recado e começou a acariciar o meu pau duro. Ela se inclinou para a frente até que a cabeça brilhante de saliva quase tocasse seus lábios. Minha mãe sorriu e a incentivou a fazer o que ela tava morrendo de vontade de fazer.

"Vai em frente e experimenta como é gostoso."

A dona Janú segurava o meu pau, com um brilho nos olhos. Então, inclinando-se para a frente, ela começou a beijá-lo. Havia uma gota de líquido pré-ejaculatório escorrendo da ponta e ela simplesmente lambeu, fechando os olhos e suspirando enquanto sentia o meu gosto.

"Não é uma delícia?", minha mãe provocava.

A dona Janú então engoliu de vez e começou a chupar o meu pau, metendo tudo na boca feito uma menina gulosa. Depois tirou da boca, sem largar dele, e olhou pra minha mãe. "Tem certeza de que está tudo bem pra você, Beth?", ela olhava pra minha mãe.

"Sim, com certeza, porque quero que você experimente o êxtase que eu tenho experimentado a semana toda. Você é minha melhor amiga e quero compartilhar meu filho com você. Agora é a sua vez, enquanto eu vou ficar aqui sentada assistindo meu filho te dar prazer como ele me dá."

E sem perder tempo, a amiga da minha mãe voltou a me chupar. Aos poucos ela foi se soltando e já estava se empolgando, metendo o meu pau cada vez mais fundo na garganta.

Pra quem tava não sei há quanto tempo sem transar, ela era muito boa em chupar um pau, quase tão boa quanto minha mãe. Ela lambia meu pau de cima a baixo, depois começava a engolir meus testículos, um de cada vez, metendo tudo na boca. Depois, voltou a chupar o meu pau, enquanto eu sentia a glande tocar o fundo da sua garganta.

Ela continuou se esbaldando no boquete, fazendo meu pau deslizar pela sua língua até a sua garganta. E então voltava, recobrando o fôlego, pra em seguida engolir de novo, fazendo uma pressão gostosa de sucção enquanto mamava. Àquela altura, eu já não aguentava mais, então disse a ela que tava quase gozando.

A dona Janú então tirou meu pau da boca, olhando pra mim e disse:

"Goza na minha boca, quero sentir o gosto da sua porra!"

Envolvendo os lábios novamente em volta do meu pau, ela continuou me chupando. E eu segurei a sua cabeça e comecei a foder a sua boca, metendo lá no fundo. Ela se agarrava à minha cintura, de boca aberta e recebendo tudo. Até que eu senti o sêmen subindo pelo meu pênis, vindo dos meus testículos, e de repente comecei a ejacular, sem mais parar.

Podia sentir jatos do meu esperma encherem a sua boca, e ela bebia o que podia. Então, com a língua estendida, ela ainda queria mais, deixando a minha porra deslizar e descer pela sua garganta, enquanto ela engolia o mais rápido que podia. Era tanto que um pouco escorreu pelos cantos da sua boca, e pelo queixo.

Quando a dona Janú deixou meu pênis sair da boca, em busca de ar, minha mãe estendeu a mão, limpando o fio de porra que lhe escorria. E então levou o dedo à boca, chupando o resto do meu gozo.

Depois, minha mãe colocou a mão na minha bochecha, virando meu rosto para o dela, enquanto começava a me beijar apaixonadamente. Sua língua veio em busca da minha e eu comecei a chupá-la, ao mesmo tempo agarrando o seu peito por cima do vestido.

Quando nossos lábios se separaram, a dona Janú virou meu rosto para o dela e continuou o beijo, com língua e tudo, sem se preocupar com a minha mãe do lado. Continuamos nos beijando, e ela queria agora chupar a minha língua, como fez com meu pau. E eu, por minha vez, meti a mão nos seus peitos, tirando pra fora e apertando cheio de tesão. Mamãe finalmente nos interrompeu, feito uma menina impaciente.

"Vamos logo com isso, vocês dois!", ela começou a ajudar a amiga a tirar a roupa.

Eu olhava as duas se despindo e mal podia acreditar naquilo. Era uma bela putaria que minha mãe e sua amiga estavam querendo, bem ali na sala.

Enquanto A dona Janú se deitava no sofá, com a cabeça no colo da minha mãe, estendi a mão e acariciei seus seios enormes. Acho que nem me surpreendi quando vi que ela não estava mesmo usando sutiã. Só faltava ter saído de casa sem calcinha, a safada.

A dona Janú tinha seios grandes, com aréolas do tamanho de uma moeda e mamilos grossos e compridos, que davam vontade de chupar só de olhar, duros do jeito que estavam.

Sem perder mais tempo, me ajoelhei ao lado do sofá e caí de boca entre eles, mamando feito um moleque naqueles dois peitões. Chupei e mordi levemente o mamilo esquerdo dela enquanto minha outra mão apertava o outro seio, beliscando e rolando o mamilo entre o polegar e o indicador. Depois, troquei de seio, dando ao outro o mesmo tratamento.

Olhei pra minha mãe e ela estava nua, exceto por sua calcinha fio-dental de renda preta. Ela massageava os seios da amiga, colocando na minha boca e se deleitando enquanto eu mamava neles.

Pedi pra dona Janú se levantar enquanto eu abaixava a sua calcinha fio-dental vermelha transparente de renda. Beijei e lambi seu monte de Vênus logo acima da borda da calcinha. Fiz com que ela se sentasse novamente no sofá, abri suas pernas e vi pelo fino tecido que ela tinha uma bucetona peluda, não muito diferente da buceta da minha mãe.

Puxei-a para que sua bunda ficasse bem na beirada do sofá enquanto beijava a parte interna de suas coxas até chegar à sua vagina úmida coberta de pêlos. Passei a língua longamente do ânus até o clitóris, saboreando seu doce suco vaginal.

Então, pra deixá-la peladinha como eu, segurei as laterais da calcinha dela, puxando-a toda enquanto ela ofegava de excitação. Deslizei a calcinha pelas suas pernas enquanto admirava o triângulo de pêlos pubianos, logo acima da sua bucetona de lábios enormes. A dona Janú se recostou, abrindo bem as pernas pra revelar seus lábios úmidos e inchados, que imploravam por um beijo, e ela tinha o maior clitóris que eu já vi. O clitóris dela era do tamanho da ponta do meu dedo mindinho, e era suculento ao primeiro contato na ponta da língua.

Por um instante olhei pra minha mãe e vi que ela já tinha se livrado da calcinha e estava também completamente nua. Nossos olhares se encontraram e ela disse: "Vai em frente, lambe a Janú e a faz ela sentir o mesmo que você fez comigo ontem à noite."

Encostada no braço do sofá, com uma mão ela massageava o seio esquerdo, e com a outra esfregava freneticamente a vagina e o clitóris, observando a dona Janú e eu.

Usei meu dedo para esfregar os lábios externos dela, umedecendo-o com os fluidos que lhe escorriam. Nossa, o grelo enorme dela chegava v brilhar, com tanto gozo, se nem ainda ter sido penetrada. Eu mal podia esperar para chupá-lo.

Adicionei outro dedo, levando à boca pra provar o seu sabor. Depois, meti bem fundo de novo e trouxe de volta, todo melado de gozo. Então, só de provocação, ofereci à minha mãe pra que ela também provasse do suco vaginal da amiga. Minha mãe, por sua vez, não se fez de rogada e começou a lamber e chupar os meus dedos, fazendo aquela sua cara de safada e olhando pra dona Janú, que pelo visto ficou bem excitada com aquilo.

Voltando minha atenção à sua buceta, lambi e penetrei com a língua, enquanto minha mãe chupava os meus dedos. Então voltei a enfiá-los na dona Janú, enquanto colocava minha boca sobre o clitóris dela, chupando e estimulando-o com a língua. A mulher a essa altura começou a gemer, segurando a minha cabeça e mantendo entre as suas pernas.

Eu movia meus dedos para dentro e para fora, fodendo ela o mais fundo que podia, enquanto chupava seu clitóris. Ela gritou que ia gozar, então acelerei o ritmo, enfiando meus dedos mais rápido e mais fundo, o tempo todo chupando e estimulando seu clitóris.

A dona Janú agarrou minha cabeça ainda mais forte, movendo os quadris na minha cara. Até que começou a gozar na minha boca e por todo o meu rosto. Ela então se jogou no encosto do sofá, meio exausta e tentando recobrar o fôlego.

Minha mãe me puxou e me beijou, sentindo o gosto da sua amiga na minha boca e lambendo em volta o que me escorria do seu gozo.

E enquanto a dona Janú se recuperava do êxtase do orgasmo, minha mãe me jogou no chão, até que eu estivesse deitado de costas no carpete da sala, com meu pau apontando pra cima. Depois, antes mesmo que eu pudesse perceber, ela sentou em cima de mim e pegou no meu pau.

"Eu sei que a noite é sua, Janú. Mas enquanto você se recupera, eu preciso me aliviar um pouco no meu filho!"

Ela passou a perna por cima de mim enquanto segurava o meu pau, guiando-o em direção à sua vagina. Com as mãos no meu peito, ela se encaixou até que eu estivesse enterrado bem fundo. E, depois de um suspiro profundo de puro prazer, ela se ajeitou, ficando ereta, jogando a cabeça para trás e balançando para frente e para trás no meu pau.

Ela então foi acelerando os movimentos, se fodendo cada vez mais rápido e forte, enquanto eu apertava seus seios, rolando seus mamilos entre meus polegares e indicadores. E antes que eu pudesse gozar, ela abriu os olhos e me sorriu satisfeita, como se tivesse feito um xixizinho depois de chegar da rua.

"Prontinho, Janú, agora tá lubrificado e pronto pra você!", minha mãe se levantou e deixou sua amiga se ajeitar sobre o meu pau, descendo devagar e se deixando penetrar com uma expressão de puro prazer.

"Ah, meu bem, seu pau é tão bom! Faz muito tempo que não sinto um pau dentro de mim, muito menos um desse tamanho. Ah, me fode, meu bem! Me fode gostoso!"

Minha mãe se aproximou, ficou de frente pra dona Janú, acariciando os peitos dela. Então, ela passou uma das pernas sobre a minha cabeça, abrindo bem a outra e abaixou sua buceta molhada na minha cara.

"Chupa a minha buceta enquanto a Janú cavalga você, filho", e ela já tinha sentado.

Ao mesmo tempo em que a dona Janú rebolava e se fodia ela mesma sobre o meu pau duro, eu me dedicava a lamber e a penetrar a buceta da minha mãe com toda a minha força.

Eu estava na verdade sendo fodido por duas coroas gordinhas de seios fartos bem no tapete da sala. Enquanto a minha mãe fodia a minha cara, esfregando a buceta e me fazendo enfiar a língua toda dentro dela, sua amiga continuava a usar o meu pau pra se foder, movendo os quadris para a frente e para trás.

Àquela altura, já não tava mais agüentando com as duas. Você olha uma dessas mulheres com cara de boazinhas, algumas com um netinho nos braços, e nem imagina do que são capazes quando estão em cima de você.

Minha mãe continuava gemendo, com seu gozo encharcando o meu rosto. Mas ela não se continha tão-somente com a minha língua. Na verdade, acho que ela queria uma outra língua... mais exatamente a da sua amiga.

Nesse instante, as duas me usavam como um brinquedinho... e ao mesmo tempo se beijavam intensamente, como se já tivessem feito aquilo. E a santinha da dona Janú se revelava uma outra safada. Enquanto estendia a língua na boca da amiga, ela dedilhava o seu clitóris, mostrando que de fato as duas já tinham feito aquilo antes.

Então, com um tesão que eu já tinha visto no seu rosto antes, minha mãe se inclinou e pegou na sua mão um dos seios da dona Janú, levou à boca e começou a chupar.

Era o que eu tinha imaginado, que em algum momento, no meio da nossa pequena festinha, alguma sacanagem acabaria rolando entre as duas. Nunca soube que minha mãe tenha transado com outra mulher antes, mas como ela disse, as duas eram bem mais íntimas do que meras vizinhas.

De repente, não consegui mais segurar e, meio excitado por descobrir aquele outro lado da minha mãe, eu comecei a gozar na buceta da sua amiga, que estava em êxtase, sentindo a minha porra fluindo dentro dela.

"Ai, Beth, seu filho tá gozando dentro de mim!", ela sorria feito uma menina. "Isso, meu bem, goza na minha buceta! Quero sentir sua porra bem lá no fundo!"

Eu tentava acompanhar o seu ritmo, no mesmo movimento para baixo, enquanto enterrava a cabeça do meu pau no fundo do seu útero. E um jato após o outro do meu gozo jorrava nas suas entranhas, fazendo as paredes da sua vagina apertarem o meu pau, em seu próprio orgasmo.

Exausta, a dona Janú rolou para o lado, deitando ao meu lado no chão com as pernas abertas, enquanto eu observava o gozo escorrer da sua buceta dilatada.

Nesse instante, mamãe se inclinou sobre mim, pegando meu pau na boca e limpando nossos fluidos do meu pau e me chupando tomada de tesão. Ainda querendo mais gozo, ela se moveu entre as pernas abertas da dona Janú, lambendo e chupando o gozo da sua buceta. Definitivamente as duas já tinham feito aquilo antes... isso eu tinha certeza agora.

Depois de nos limpar, ela olhou pra sua amiga e disse, com uma cara bem safada:

"Você vai passar a noite aqui em casa, não é, Janú?"

Continua...

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Comentários (4)

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  • Maluzinha: Eu amo todos os contos que tem uma pegada assim, amo tudo de pesado t Daianarsk

    Responder↴ • uid:g61ztr4zk
  • Mommy: Ansiosa pra continuação, muito bom T. Fan_taassy

    Responder↴ • uid:1daiccfyd0
  • Muito bom: Fiquei com tesão

    Responder↴ • uid:1cs0k892fq2i
  • Kinamen: Muito bom.

    Responder↴ • uid:w9mjmk0j