#Teen #Virgem

Minha namoradinha do beco pt. 1

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Cleber

Este acontecimento se deu a cerca de dois meses atrás. Me chamo Cleber, tenho 30 anos, magro, 1.80 cabelo castanho, pele clara, óculos, um pênis de 15cm... um homem comum, com nada muito especial.
Apesar da aparência comum, minha mente não segue exatamente a mesma normalidade, principalmente se tratando de sexualidade. Fui sexualisado muito cedo, em torno dos meus 3 ou 4 anos minha irmã poucos anos mais velha que eu estava se descobrindo sexualmente e me usava para suas experiências, então desde sempre eu soube o que era e tive necessidades sexuais, logo coisas comuns não me saciavam, incluindo mulheres comuns... desde cedo tive relações com meninas novas, tive minha primeira namorada com 14 anos e ela tinha 2 anos a menos, minha segunda namorada quando eu estava com 18 era 5 anos mais nova, inclusive foi com ela que perdi minha virgindade de fato... com o passar dos anos tive relacionamentos com mulheres adultas pouco mais novas que eu mas nunca me senti saciado, comecei a ter caso com uma senhora de 74 anos e com ela o sexo era intenso, me levava ao extremo e me permitia fazer qualquer coisa com ela chegando ao ponto de fazermos golden shower. Ou seja, para me agradar de fato tinha que ser bem novinha ou bem idosa. A 2 meses atrás me mudei para a cidade de cruz alta interior do RS, uma casa simples na entrada de um beco. Como eu estava desempregado passava o dia em casa enquanto minha esposa trabalhava, e por ter tempo de sobra me ofereci ao dono da casa para fazer algumas pequenas reformas em troca do abatimento do aluguel. Neste dia eu estava pintando a frente de casa quando passou uma menina empurrando um carrinho com um nenê que provavelmente era irmão ou algo do tipo. Essa menina passou me olhando e sorrindo, de forma simpática como se quisesse que eu conversasse com ela, esperava uma ação minha. Porém eu apenas sorri de volta e segui pintando a parede. Poucos minutos depois ela passou novamente com o carrinho sorrindo para mim, e isso se repetiu umas 5 vezes naquele dia, era evidente que ela era o tipo de menina simpática e dadinha da vizinhança, e provavelmente havia me achado um "tio bem bonito", para o tipo de menina dela eu de fato era um galã. Ela tinha em torno de 1.50 de altura, era gordinha, pele morena, cabelo preto preso e com aquele aspecto de mal cuidado, tinha um rostinho oval e usava um vestidinho de tecido simples, aquele tipo de menina de igreja evangélica de bairro humilde sabe? Eu permaneci sem fazer muito contato visual, mas sabia que quando eu parasse a tarefa que estava fazendo iria pensar nela com bastante carinho...
Foi o que aconteceu, fui tomar meu banho e logo pensei naquela menina, toda dadinha querendo ser minha amiga, e o fato de ela ser uns 16 anos mais jovem que eu preenchia os meus requisitos. Na tarde seguinte resolvi tentar algo, movido pelo tesão e adrenalina fui para frente de casa e fingi estar fazendo algo, estava nublado, havia chovido a manhã toda, o beco estava vazio, apenas eu na rua. Logo ela saiu de casa, ela morava no final do beco e precisava passar pela minha casa para ir a qualquer lugar. Me tremendo todo de medo eu resolvi aborda-la, ela vinha com o mesmo sorrisinho do dia anterior, virei para ela dando-lhe toda a minha atenção e falei em um tom amigável e ao mesmo tempo sedutor:
- Oi, tudo bem?
Ela num tom de vergonha, com o rostinho corado me retribuiu com um "oiii".
Ali eu tive certeza que ela havia gostado de mim, aquelas paixonites da adolescência com pessoas bem mais velhas sabe?!
- Somos vizinhos então?
~ É, eu moro naquela casa branca no final do beco.
- Ah sim, eu sou o Cleber, muito prazer!
~ prazer, Maria Antônia.

Um diálogo curtinho mas cheio de desejo no tom, no caso dela claro um desejo inocente cheio de fantasias românticas de uma adolescente.
Ali eu tinha duas opções, deixar como estava e ir pra dentro bater uma punheta pensando no que poderia ter feito com ela, ou ser ousado. Me tremendo de medo eu decidi ousar, ja que naquele ponto eu ja sentia que havia uma paixonite dela por mim. Perguntei:
- Você tem namorado?
~ Não (respondeu extremamente envergonhada)
- Você é muito bonita sabia?
~ obrigada (mais envergonhada ainda)
E após uns 2 segundos de silêncio e tensão, quase que de forma inaudível e no auge da vergonha ela disse:
~ você é muito bonito.
Pronto, estava feito. Parece um diálogo bobo né, mas para aquela menina já era uma declaração de amor.
Eu só precisava finalizar:
- quer que eu seja teu namorado?
Ela acenou positivo com a cabeça, com tanta vergonha que não conseguiu falar...
- Mas você sabe que precisa ser escondido né? Eu sou bem mais velho que você.
~ sim eu sei
- Ta bem então amor, esse é nosso segredo!
Ela sorriu e brilhou os olhos quase lacrimejando de emoção. Perguntei:
- quer me dar um beijo?
~ quero
- vem aqui dentro então pra ninguém ver.
Entramos na garagem, e ali estava eu, de frente para aquela baixinha, passei a mão por debaixo dos cabelos dela e segurei carinhosamente sua nuca, olhando fixamente no seu olho... Eu só precisava ativar o instinto dela, sabia que na idade que ela estava era o auge dos hormônios das meninas, mesmo pra uma totalmente inocente criada por família evangélica...
Prensei ela carinhosamente contra a parede, com a outra mão comecei a acariciar seu rosto e sua boca, sempre olhando fundo no olho dela, criando uma conexão de carinho e confiança. Me aproximei da boca dela e dei um selinho, recuei alguns centímetros para ver a reação e ela estava completamente entregue ao momento, então beijei ela, com meus lábios abri espaço nos lábios dela para entrar com minha língua, com poucos segundos entrelaçando minha língua na dela ela entendeu como era, botou suas duas mãos meus rosto pressionando minha boca na dela e se entregou por completo, a respiração ficou pesada, os corpos inquietos e o beijo profundo já meio descompassado, não era pra ser bonito, era pra ser intenso, molhado com muita língua, eu estava devorando a boca dela e ela a minha. Ficamos cerca de 3 minutos assim, apertei muito a bunda dela, seus peitos que por ser gordinha eram um pouco avantajados, enquanto esfregava meu pau extremamente duro na altura na barriga dela ja que ela estava na ponta dos pés... após esses minutos de pegação intensos paramos, respiramos fundo, nos olhamos novamente nos olhos e perguntei:
-Gostou?
~Muito (respondeu extremamente ofegante)
- Como agora somos namorados podemos fazer muito mais, tu quer?
~Quero, mas como eu sai para ir no mercado não posso demorar muito
- Vamos nos encontrar amanhã novamente então para fazermos mais, ta bem?
~ ta bem
Nos beijamos mais um pouco e nos despedimos, e foi assim que nosso namorinho começou...

Posso contar mais na sequência caso gostem do relato.

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