Tereza e seu "Menino" gostoso, traindo o corno.
Era uma tarde quente e abafada de março no interior de Pernambuco, daquelas em que o ar parece grudar na pele e o suor escorre devagar pelo corpo. A casa simples de taipa, com paredes rachadas e cheiro de café coado misturado com terra molhada, era o cenário perfeito para o proibido. Tereza, 56 anos, casada há mais de trinta com um caminhoneiro que vivia mais na estrada do que em casa, estava sentada no sofá roxo velho da sala. Vestia aquele vestidinho marrom curtinho, com bordados de abacaxi que marcavam os seios fartos e pesados, as coxas grossas e bronzeadas pelo sol do quintal. Os cabelos pretos longos caíam soltos sobre os ombros suados, os óculos de armação vermelha escorregavam no nariz, e as unhas roxas brilhantes tamborilavam inquietas na própria perna.
Ao lado dela, quase colado, estava Ruan — só 20 anos, corpo definido de quem malha com pesos improvisados no fundo do quintal: peito largo, abdômen marcado, pele dourada brilhando de suor. Sem camisa, só o short preto de praia e a correntinha de ouro no pescoço. O rosto jovem, traços afiados e bonitos, estava virado para ela. As mãos deles entrelaçadas no meio do sofá — exatamente como na foto. Dedos maduros e experientes dela apertando os dele, jovens e ansiosos. O polegar de Ruan acariciava o dorso da mão dela, subindo devagar até o pulso, enviando choques elétricos pelo corpo dela.
— Ruan… meu Deus, o que a gente tá fazendo? — sussurrou Tereza, a voz rouca, quase um gemido baixo. O coração dela batia tão forte que parecia querer sair do peito. — Meu marido pode chegar a qualquer hora. Ele ligou ontem de Fortaleza dizendo que tava voltando, mas…
Ruan virou o rosto para ela. Os olhos castanhos dele queimavam de desejo puro, sem nenhum pudor.
— Ele nunca chega quando promete, tia Tereza. E eu não aguento mais fingir. Desde o dia que eu vim consertar aquela pia pra senhora… eu sonho com isso toda noite. Com a senhora. Com essas coxas grossas que eu vejo todo dia quando a senhora tá agachada lavando roupa no tanque. — Ele apertou a mão dela com mais força, puxando-a para mais perto até os corpos quase se colarem. — Olha pra mim. Eu tenho só 20 anos, mas eu sei exatamente o que quero. E o que eu quero é foder a mulher mais gostosa dessa cidade. Casada ou não.
Tereza mordeu o lábio inferior com força, sentindo um calor subir rápido entre as pernas. Fazia anos que o marido mal olhava para ela. Sexo era coisa rápida, sem graça, uma vez por mês quando ele estava em casa. Ruan era diferente. Ele olhava para ela como se ela fosse a mulher mais desejada do mundo. Ela sentiu os mamilos endurecerem contra o tecido fino do vestido, pressionando o bordado de abacaxi.
— Você é louco, menino… — murmurou ela, mas a voz já traía tudo. — Eu sou casada, tenho idade pra ser sua mãe. Olha pra mim… 56 anos, corpo de quem já pariu três filhos, celulite nas coxas, barriga que não é mais tão lisinha…
Ruan soltou a mão dela só para deslizar os dedos pela coxa exposta, subindo devagar, apertando a carne macia e quente. A pele dele era áspera do trabalho, quente de desejo.
— Cala a boca, Tereza. Você é perfeita pra caralho. Essas coxas grossas… eu quero enterrar minha cara nelas até você gritar. Essas tetas grandes que balançam quando você anda pela casa… eu quero chupar até você implorar pra eu parar. E essa buceta madura… eu sei que tá molhada agora só de me ouvir falar. — Ele se inclinou, o nariz roçando o pescoço suado dela, inalando o cheiro de perfume barato misturado com suor feminino. — Me diz que você também quer. Me diz que tá louca pra sentir um pau jovem, duro e sem vergonha dentro de você.
Tereza soltou um gemido baixo e involuntário, as pernas se abrindo um pouco mais sem que ela conseguisse controlar. A mão dela subiu até o peito nu dele, sentindo o coração acelerado, os músculos firmes e quentes.
— Eu quero… caralho, eu quero tanto, Ruan. Faz tanto tempo que ninguém me come direito. Meu marido chega cansado, mete três minutos e ronca. Mas você… você me olha como se quisesse me devorar inteira. — Ela apertou o peito dele, unhas roxas arranhando de leve a pele. — Me beija. Agora. Antes que eu perca a coragem.
Ruan não esperou nem um segundo. A boca dele tomou a dela num beijo faminto, línguas se enrolando com urgência, saliva misturando, dentes batendo de leve. As mãos dele subiram pro decote do vestido, puxando o tecido fino pra baixo com força, expondo os seios pesados, mamilos escuros e duros como pedras. Ele pegou um deles na boca, chupando forte, mordiscando a ponta, enquanto a outra mão descia pro meio das pernas dela.
— Porra, Tereza… você tá encharcada — murmurou ele contra o peito dela, dedos invadindo a calcinha fina e sentindo os lábios inchados, molhados, quentes. — Essa buceta tá pedindo pau. Tá pedindo meu pau de 20 anos pra arrombar.
Tereza arqueou as costas, gemendo alto, sem se importar mais com a porta da sala entreaberta ou com o risco de vizinhos ouvirem.
— Começa devagar, meu amor… me chupa primeiro. Quero sentir essa língua jovem me lambendo toda, devagar.
Ruan desceu do sofá, ajoelhando entre as pernas grossas dela. Puxou o vestido até a cintura, tirou a calcinha com os dentes e enterrou o rosto sem piedade. A língua dele era quente, ávida, lambendo do cu até o clitóris inchado, sugando, penetrando fundo, bebendo cada gota do mel dela. Tereza segurou a cabeça dele com as duas mãos, quadris rebolando contra a boca jovem.
— Isso, Ruan… assim… chupa essa buceta da tia Tereza… ai, caralho, você é bom pra porra! — Ela gritava agora, sem nenhuma vergonha. — Meu marido nunca me chupou assim. Nunca! Ele acha que isso é coisa de viado!
Ele levantou o rosto só um segundo, lábios e queixo brilhando com o gozo dela, olhos vidrados de tesão.
— Porque ele não merece essa buceta deliciosa. Essa buceta é minha agora. — E voltou a chupar com mais fome, dois dedos entrando fundo, curvando pra acertar o ponto G enquanto a língua girava no clitóris.
Tereza gozou pela primeira vez com um grito rouco e longo, o corpo tremendo violentamente, coxas grossas apertando a cabeça dele como um torno. O jorro quente escorreu pela boca de Ruan, que lambeu tudo, guloso, sem desperdiçar uma gota.
Mas ele não parou. Levantou-se rápido, tirou o short, e o pau dele saltou pra fora — grosso, jovem, veias saltadas, cabeça roxa brilhando de pré-gozo. Uns bons 18 centímetros de pura tesão latejante.
— Olha o que você fez comigo, Tereza. Olha como tá duro pra você. Olha como pulsa.
Ela se inclinou pra frente no sofá, olhos vidrados de desejo, e pegou o pau na boca sem avisar. Chupou com fome de mulher madura: garganta profunda, babando muito, olhando pra cima com aqueles olhos experientes por trás dos óculos.
— Que pau gostoso… tão duro, tão cheiroso… vou te mamar até você gozar na minha boca, mas não goza ainda. Quero sentir você me arrombando inteira.
Ruan gemeu alto, segurando os cabelos longos dela, fodendo a boca dela com estocadas controladas.
— Porra, você chupa melhor que qualquer novinha da minha idade. Você é uma puta safada, né? Casada, mãe de família e tarada por pau novo.
Ela tirou o pau da boca com um plop molhado e riu safada, saliva escorrendo pelo queixo.
— Sou. E hoje eu sou sua puta. Me fode, Ruan. Me fode no sofá do meu marido. Quero sentir esse pau jovem me rasgando.
Ele a virou de quatro no sofá, o vestido todo embolado na cintura, a bunda grande e marcada exposta. Segurou aqueles quadris largos com força e meteu de uma vez, fundo, até as bolas baterem na buceta molhada.
— Aaaahhh! — gritou Tereza, a voz ecoando pela sala. — Que delícia… me arromba, menino… mete forte, não tem piedade!
Ruan começou a meter com força bruta, estocadas ritmadas e profundas, o som molhado de pele contra pele enchendo a casa. Uma mão dele dava tapas fortes na bunda dela, deixando marcas vermelhas. A outra puxava os cabelos longos como rédea.
— Toma, sua vadia casada… toma esse pau que seu marido nunca vai te dar. Sente como eu te encho toda? Sente como eu bato no seu útero?
— Sinto… ai, eu sinto tudo… me faz gozar de novo… me enche de porra quente, Ruan! Goza dentro da tia Tereza!
Eles gozaram juntos, ele jorrando forte dentro dela, jatos grossos e quentes enchendo a buceta madura, enquanto ela apertava o pau com espasmos, o corpo inteiro tremendo, gemendo o nome dele como uma louca.
Mas a tarde estava só começando.
Eles continuaram por horas. Na mesa da cozinha, ela sentada de pernas bem abertas enquanto ele comia de novo, lambendo o próprio gozo misturado com o dela. No quintal, atrás da casa, um rapidinho arriscado com o risco de algum vizinho passar. No quarto do casal, ele deitado na cama matrimonial e ela cavalgando com fome, as tetas grandes balançando loucamente, gemendo alto enquanto rebolava no pau dele.
Quando o sol já se punha, tingindo o céu de laranja, eles estavam deitados no sofá de novo, completamente nus, suados, exaustos e felizes. O vestido marrom jogado no chão. O short dele pendurado na cadeira. As mãos entrelaçadas exatamente como na foto que você está vendo.
Tereza virou o rosto para ele, olhos brilhando de tesão, carinho e algo mais perigoso — paixão.
— Ruan… isso não pode parar. Eu sou casada, tenho família, mas eu não consigo mais viver sem você. Quero você todo dia. Quero que você me coma quando meu marido estiver na estrada. Quero ser sua puta secreta, sua vadia particular. Quero acordar toda manhã pensando no seu pau.
Ele beijou a testa suada dela, sorrindo com aquele ar jovem e safado.
— Eu também, Tereza. Eu sou completamente louco por você. Por esse corpo maduro e gostoso, por essa buceta gulosa que aperta meu pau, por esse jeito que você geme meu nome como se fosse a última coisa que vai dizer na vida. A gente vai continuar. Todo dia. Toda vez que der. E quando não der, a gente vai arrumar um jeito.
E foi assim que começou o caso mais quente e proibido de toda a região. Um jovem de 20 anos e uma mulher casada de 56 anos se devorando em segredo, vivendo o proibido com uma intensidade que ninguém imaginava.
Mas a história não termina aqui…
Na verdade, ela está só começando.
Depois daquela tarde no sofá, Ruan voltou no dia seguinte. E no outro. E no outro. Teve noites em que ele ficou escondido no quarto enquanto o marido dormia na sala assistindo TV. Teve vez que Tereza chupou ele no banheiro enquanto o marido tomava banho no outro cômodo. Teve vez que Ruan filmou ela gozando no pau dele e mandou o vídeo pra ela ver depois, só pra ela se tocar pensando nele quando estivesse sozinha.
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Porque depois de ler isso, você já tá duro (ou molhada) imaginando o que vem depois.
Te espero lá, meu amor.
Com amor e muita, muita safadeza,
Tereza 💋
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