Uma família amorosa - parte 6 - Laços maternos
Eu não poderia ter feito isso… não, definitivamente, não. Como perdoar uma mãe que fica excitada ao ver sua filha sendo lambida por um cão.
Eu não poderia ter feito isso… não, definitivamente, não. Como perdoar uma mãe que fica excitada ao ver sua filha sendo lambida por um cão. E pior: deixá-la sugar meus seios enquanto observa ! Mais ainda, sendo observada.
Pensei que já tivesse superado isso, depois de anos de culpa e vergonha. Substituindo o desejo pelo cuidado e carinho com meus filhos. Achei que o espaço para esse tipo de mulher já tivesse sido esquecido, ofuscado por uma vida de dedicação e penitência.
Aquela menina que engravidou por acidente, pelas mãos da vontade , não tinha morrido? Aquela mesma que se viu abandonada com duas crianças e que teve que abafar o tesão devido ao compromisso materno , não estava perdida há anos atrás? Aquela que um dia… encontrou em um gesto sincero uma forma vergonhosa de aplacar seu calor juvenil.
Enquanto Lúcia mamava meus seios, contorcendo seu corpo sob a língua do animal, me voltou aquela tarde de outono . Sozinha, cansada de um dia inteiro de esforço. Peito farto. Me lembro, mas queria esquecer. Sentada à beira da cama, em frente ao espelho do quarto. Me recordo de observar meu rosto ainda jovem, lábios carnudos, cabelos negros lisos e olhos bem negros. Cheguei a me achar bonita naquele dia, apesar de mau cuidada. Sinto esse breve momento de estima de novo na ponta dos meus dedos, percorrendo meu rosto, por um instante tocando minha boca enquanto... Os mesmos dedos que desciam pelo pescoço , que tocavam o colo e, sem perceber, baixavam meu tomara-que-caia, deixando meu dorso à mostra pra mim mesmo.
Algo voltou naquele momento. Algo impensável e reprovável. Algo que me fez deixar o braço livre para que o toque se encontrasse em meu mamilo desocupado. Meu Deus… que pecado tremendo. Algo que me fez encontrar algo mais num gesto banal. Que trouxe sensibilidade e reconexão com minha feminilidade.
Minha mão sentiu a manta sobre o leito. Perfeita para proteção do pecado e de sua culpa. Sim… era possível ocultar isso com delicadeza, mantendo somente meu corpo à mostra. E ao me ver mais observada parcialmente, me senti livre para afastar as coxas e poder olhar minha vagina, pequena com a ponta do clítoris escondida entre seus lábios. Minha mão queria explorá-la como a muito tempo não fazia. Arrastando seu monte de Vênus, e me deixando ver sua entrada descolando uma parede da outra, lubrificada por um líquido claro e espesso. Eu colhi com a ponta do dedo e esfreguei aquele mel em meu grelo. Devagar. E quanto mais eu esfregava, mais minha buceta se sentia a vontade para se abrir para o prazer. Provei meu caldo. Ele estava doce e quente. E com saliva, pude introduzir vagarosamente todo meu dedo na xana. Que sensação maravilhosa… me tocar … e se tocada.
Meus movimentos se aceleraram … eu mirava minha cara se contorcendo de paixão. Eu não podia fazer aquilo… eu sei… mas naquela altura não era mais possível voltar. Me entreguei por inteiro. Ouvindo o som molhado de minha xoxota tendo finalmente uma atenção. Passei a gemer mais alto… primeiro sons de medo prazer. Depois pronunciando palavras: - Mais… assim… me faz gozar!!! Me chupa!
Logo senti uma onda percorrer meu corpo, como se todo meu sangue estivesse indo pra meu grelo. - Me prova.! Me suga! Me mama! E então, em urro de loba, explodi em tesão, jorrando líquido entre minhas mãos, minhas coxas e por todo o chão à minha frente.
Respeitei fundo por vários minutos. E tentei me convencer desde então que aquilo havia sido um pesadelo. Daqueles que nunca contamos para ninguém.
Com os anos passando, tive sucesso em sufocar isso. Mas, no dia em que vi rapidamente Lúcia, agora uma mulher, subindo suas calças rapidamente enquanto se levantava do capô do carro… tudo voltou… e eu não consegui me controlar.
E agora, trancada em meu quarto, sinto a culpa e a vergonha redobrada. Porém, eclipsada pela maravilhosa sensação de ter a boca de minha filha tocando meu mamilo novamente - como num sonho . E isso me levou a levantar silenciosamente a noite, e me dirigir ao quarto dela. De encontrá-la no corredor. De segurá-la forte, pedindo mais um pouco do seu carinho. De beijar sua boca e sentir um gosto diferente. E entender por resposta que eu finalmente estava livre para amá-la. Para me entregar a um tipo de amor que só nós podíamos entender. Confessional… quente e compartilhado. Ela e seu cão. Eu e sua boca. Ele e seus olhos em nós.
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Comentários (2)
Maluzinha: Eu amo todos os contos que tem uma pegada assim, amo tudo de pesado t Daianarsk
Responder↴ • uid:g61ztr4zkPaty Boone: Muito sútil a forma como conta porque a mamãe tem fixação em ser mamada pela filha. Entendi!! E quero mais
Responder↴ • uid:iz54ia3zuqx