Sauna do Clube: O Flagra no Quarto dos Meninos
Depois de ensinar meu filho a fazer brotheragem na sauna do clube, foi a vez dele ensinar aos irmãos mais novos como se divertir entre machos.
Depois daquela primeira vez na sauna do clube, o Matheus mudou de vez. Voltava todo sábado comigo, mas agora chegava em casa diferente: mais confiante, mais "macho", como ele mesmo dizia. Eu percebia que ele tava repassando o que aprendeu pros irmãos mais novos – o Lucas (15 anos, ainda magrelo mas já com tesão constante, rolinha sempre marcando na cueca) e o Caio (14 anos, o caçula, curioso pra caralho, daqueles que pergunta tudo sem filtro).
Eu fingia que não via nada, mas comecei a ficar de olho. Uma noite de quinta, depois do jantar, a mulher tava na sala vendo novela e eu fui pro quarto dos meninos "pra ver se tavam estudando". A porta tava entreaberta, luz baixa do abajur, cheiro de moleque misturado com suor fresco.
Entrei devagar, sem barulho. E lá tava a cena: Matheus sentado na cama de baixo do beliche, short de moletom abaixado até os joelhos, rola dura apontando pro teto. Lucas de pé na frente dele, cueca boxer na altura das coxas, punhetando a rolinha dele devagar enquanto olhava pro irmão mais velho. Caio sentado no chão, pernas abertas, mãozinha dentro da cueca, olhos grudados na rola do Matheus.
Matheus tava ensinando na lata, voz baixa mas firme:
— Olha só, Lucas. Aperta aqui na base, ó, e sobe devagar até a cabeça. Não vai rápido demais no começo, senão goza logo. Tem que segurar o leite pra durar mais.
Lucas obedeceu, gemendo baixinho:
— Caralho, mano… tá gostoso pra porra. Como você aprendeu isso?
Matheus sorriu, pegando na própria rola e punhetando junto:
— Na sauna do clube, com o pai e os outros machos. Lá rola sempre, brother. Todo mundo alivia todo mundo. Sem frescura.
Caio, ainda tímido, perguntou:
— E eu posso tentar, Matheus? Minha rolinha tá dura desde que você começou a falar.
Matheus riu baixo:
— Claro, maninho. Vem cá. Tira a cueca e senta aqui do meu lado.
Caio tirou tudo rapidinho, rolinha pequena mas dura pra caralho, babando um pouquinho. Matheus pegou na mãozinha dele e colocou na rola do Lucas.
— Assim, Caio. Pega a do Lucas e faz igual eu ensinei. Devagar, olhando nos olhos dele.
Lucas gemeu mais alto quando a mãozinha do caçula apertou:
— Ai porra… isso, Caio… continua…
Eu tava na porta, rola latejando dentro da calça, assistindo tudo. Não aguentei mais. Empurrei a porta devagar, entrei e fechei atrás de mim.
— E aí, rapaziada? Aula particular sem me chamar?
Os três congelaram por um segundo. Matheus foi o primeiro a reagir, sem tirar a mão da rola:
— Pai… a gente só tava… ensinando pros menores. Igual você me ensinou na sauna.
Lucas e Caio ficaram vermelhos, mas ninguém cobriu nada. Eu sorri, tirei a camisa e abri o zíper da calça. Minha rola saltou, grossa e pesada, já babando.
— Relaxem, filhos. Flagra bom é esse. Aqui em casa também rola brotheragem sem frescura. Só não queria que vocês fizessem sem supervisão.
Sentei na cama do lado do Matheus, peguei na rola dele e comecei a punhetar devagar.
— Matheus, continua ensinando. Mostra pros teus irmãos como macho faz troca-troca direito.
Matheus gemeu com minha mão na rola dele:
— Tá bom, pai… ó, Lucas, agora pega na rola do pai. Aperta firme, sobe e desce.
Lucas se aproximou, mão tremendo, mas pegou na minha rola grossa. Apertou forte, começou a punhetar.
— Caralho, pai… tá quente pra porra…
Caio, vendo tudo, pegou na rola do Matheus com a outra mãozinha, punhetando os dois irmãos mais velhos ao mesmo tempo.
— Isso, Caio… boa pegada, mlk — falei, acelerando na rola do Matheus.
A gente virou um círculo na cama: eu punhetando Matheus, Matheus punhetando Lucas, Lucas punhetando Caio, e Caio punhetando de volta no Matheus. Som de pele batendo, gemidos baixos, cheiro de macho jovem e tesão acumulado.
Matheus gozou primeiro, leite quente jorrando na barriga do Lucas:
— Ai pai… tô gozando… porra!
Lucas gozou logo depois, espirrando no peito do Caio. Caio tremeu todo, gozou na mão do Matheus – leite ralo mas muito, escorrendo pelos dedos. Eu segurei mais um pouco, depois gozei forte na rola do Matheus, misturando tudo.
Ficamos ali ofegantes, suados, rindo baixo.
Eu dei um tapa leve na nuca do Matheus:
— Boa aula, filhão. Mas da próxima vez me chama desde o começo. Aqui em casa, putaria familiar é 24/7. E na sauna do clube, vocês três vêm comigo sábado que vem. Vão aprender com os outros machos também.
Matheus sorriu, ainda babando leite:
— Pode deixar, pai. Quero ver meus irmãos manjando tudo.
Lucas e Caio assentiram, olhos brilhando:
— A gente vai, pai. Todo sábado.
Levantei, limpei o leite com a toalha e saí do quarto como se nada tivesse acontecido. Só mais uma noite normal em casa.
Brotheragem rola sempre. Agora a família toda já manja.
Fim. 😈
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