Raízes Entrelaçadas - 1 – Casa Vazia, Corpo Cheio
Este conto é escrtito em Português de Portugal, passa-se em Portugal com personagens Portuguesas e de outras nacionalidades.
O João tinha 26 anos, a Inês 23. Viviam os dois na mesma casa desde sempre, mas desde que os pais se tinham mudado para o Algarve há dois anos, a casa grande de três quartos em Algés passara a ser só deles.
Ele trabalhava em casa como programador freelance, ela acabara o mestrado em design e estava a fazer estágios mal pagos enquanto tentava montar portefólio. Passavam imenso tempo juntos. Demasiado, diriam alguns. Mas nenhum dos dois se queixava.
Começou numa tarde de calor pegajoso de julho. O ar condicionado do quarto do João tinha avariado outra vez e ele estava deitado na cama só de boxers, a suar, a scrollar no telemóvel sem grande convicção. A Inês entrou sem bater — hábito antigo — com um copo de sumo gelado na mão.
— Toma, antes que derretas de vez — disse ela, atirando-se para cima da cama ao lado dele.
Estava de calções de ganga curtinhos e uma t-shirt larga sem soutien. O tecido colava-se-lhe ao peito com o suor. Ele reparou. Sempre reparava, mas naquele dia não desviou o olhar tão depressa.
Ela esticou-se ao comprido, os pés descalços roçaram na perna dele.
— Está um forno do caraças — resmungou. — Se calhar devíamos ir para a praia.
— Tu é que dizes isso todos os dias e depois ficas no sofá a ver séries — respondeu ele, mas já tinha pousado o telemóvel.
Ela virou-se de lado, apoiou a cabeça na mão e olhou-o fixamente.
— Então e tu? Passas o dia aqui fechado a ver… o quê? Pornhub outra vez?
Ele riu-se, mas não negou.
— E tu não vês?
— Vejo, mas não fico obcecada. Tu pareces viciado, mano.
A palavra “mano” soou diferente naquele momento. Mais rouca. Mais próxima.
— E se eu for? — provocou ele. — Incomoda-te?
Ela encolheu os ombros, mas os olhos brilhavam.
— Não. Até acho… interessante. Às vezes fico curiosa. Tipo, o que é que tu vês que eu não vejo?
Silêncio. Só o zumbido distante do ventilador de tecto.
Ele sentou-se um pouco mais direito.
— Queres ver comigo?
A pergunta saiu sem pensar. E ela não respondeu logo. Só lambeu o lábio inferior, devagar.
— Quero — disse por fim, quase num sussurro.
Ele abriu o portátil que estava na mesinha-de-cabeceira, procurou uma pasta que não tinha nome e clicou num vídeo. Som desligado, legendas a rolar. Uma loira deitada numa cama grande, dois homens a revezarem-se. Nada de especial, mas a câmara aproximava-se muito dos detalhes.
A Inês aproximou-se mais. O ombro dela encostou no dele. Cheirava a champô de coco e a pele quente.
— Gostas disto? — perguntou ela, voz baixa.
— Gosto. E tu?
Ela não respondeu com palavras. Em vez disso, esticou a mão e pousou-a na coxa dele, mesmo por cima do tecido dos boxers. Sentiu-o endurecer quase de imediato.
— Caralho, Inês… — murmurou ele.
— Cala-te — disse ela, e subiu a mão devagar até agarrar o caralho por cima do tecido. Apertou levemente. — Está duro por minha causa?
— Está.
Ela sorriu, um sorriso meio malandro, meio nervoso.
— Mostra-me.
Ele levantou as ancas e baixou os boxers. O caralho saltou, grosso, com a cabeça já brilhante de pré-gozo. Ela ficou a olhar uns segundos, depois envolveu-o com a mão. Movimentos lentos, exploratórios.
— É maior do que eu imaginava — confessou.
— Imaginavas-me assim? — perguntou ele, voz rouca.
— Às vezes. Quando me masturbava. Pensava em ti.
A confissão caiu como um trovão. Ele agarrou-lhe o queixo e beijou-a. Não foi delicado. Foi com fome. Línguas a baterem uma na outra, dentes a roçarem. Ela gemeu dentro da boca dele.
Despiram-se depressa. A t-shirt dela voou, os calções também. Ficou só de calcinha preta. Ele rasgou-a com um puxão. Ela riu-se, excitada.
— Bruto do caralho — disse, mas abriu as pernas.
Ele desceu logo com a boca. Lambeu-a devagar primeiro, só a contornar os lábios exteriores. Depois meteu a língua toda, chupou o clitóris com força. Ela agarrou-lhe o cabelo e puxou.
— Porra, João… assim… não pares…
Ele meteu dois dedos enquanto chupava. Ela era apertada, molhada, quente. Contraiu-se toda à volta dos dedos dele quase de imediato.
— Vais vir-te já? — perguntou ele, erguendo a cara, queixo a pingar.
— Sim… foda-se… sim…
Ela arqueou as costas e veio-se com um grito abafado, as coxas a tremerem à volta da cabeça dele. Ele não parou. Continuou a lamber até ela o empurrar, demasiado sensível.
— Vem cá — ordenou ela, puxando-o para cima.
Ele posicionou-se entre as pernas dela. Roçou a cabeça do caralho na entrada molhada.
— Queres mesmo? — perguntou uma última vez.
— Quero-te todo dentro de mim. Agora.
Ele empurrou devagar. Ela estava tão molhada que entrou quase sem resistência, mas era apertada. Muito apertada. Gemeu alto quando ele ficou todo enterrado.
— Caralho… estás-me a partir ao meio…
— Queres que pare? — perguntou ele, já a tremer de vontade de se mexer.
— Nem fodas. Fode-me.
E fodeu.
Começaram devagar, mas depressa viraram uma loucura. Ele batia fundo, ela cravava as unhas nas costas dele. A cama rangia como se fosse partir. Ela gemia alto, sem se preocupar com vizinhos.
— Mais forte… fode-me mais forte, João… quero sentir-te todo…
Ele agarrou-lhe os pulsos e prendeu-os por cima da cabeça. Bateu com mais força, o som da pele a bater na pele a encher o quarto.
— Gostas disto, mana? Gostas que o teu irmão te foda assim?
— Adoro… foda-se, adoro… sou tua putinha…
A palavra saiu-lhe sem filtro. Ele quase se veio ali mesmo.
— Diz outra vez.
— Sou a tua putinha… fode a tua irmãzinha… enche-me…
Ele acelerou, perdeu o controlo. Veio-se com um grunhido gutural, jorrando dentro dela, fundo, muitas vezes. Ela apertou-o com a cona e veio-se outra vez, a choramingar de prazer.
Ficaram ali, ofegantes, suados, colados um ao outro. O esperma dele começou a escorrer-lhe pelas coxas.
— Isto… isto não foi só uma vez, pois não? — perguntou ela, ainda com a respiração cortada.
— Nem por sombras — respondeu ele, beijando-a na testa.
A partir daquele dia, a casa tornou-se um território sem regras.
Faziam-no em todo o lado. Na cozinha de manhã, enquanto o café passava. No sofá à tarde, a ver Netflix, com ela sentada ao contrário em cima dele. No duche, à noite, ele a foder-lhe o cu pela primeira vez (ela pediu, curiosa, e acabou a vir-se só com dois dedos no cu e a outra mão no clitóris).
Ela descobriu que gostava de tudo. De ser dominada, de mandar, de ser tratada como uma puta, de ser beijada com ternura depois. Quanto mais ele a fodia, mais ela queria. Tornou-se insaciável.
Duas semanas depois apareceu o Miguel.
O Miguel tinha 28 anos, vivia na casa ao lado, era personal trainer e tinha reparado na Inês desde sempre. Alto, ombros largos, tatuagens nos braços. Sempre simpático, mas com aquele olhar que dizia “eu sei o que quero”.
Um dia cruzou-se com o João à porta do prédio.
— Então, pá? Como está a mana? — perguntou, com um sorriso malicioso.
— Bem. Muito bem — respondeu o João, seco.
O Miguel riu-se.
— Ouvi uns barulhos esquisitos na vossa casa. Parecia que estavam a mudar móveis… à noite toda.
O João ficou vermelho, mas não negou.
— E então?
— Então… — o Miguel baixou a voz. — Se ela for tão boa quanto parece pelos gemidos, eu pago para provar.
O João ficou parado. Não disse que não de imediato. Isso já era um sinal.
— Quanto?
— Depende do que ela deixar fazer. Mas ponho 500€ em cima da mesa só para começar. E se ela gostar… a gente vê.
Nessa noite o João contou à Inês.
Ela ficou calada uns segundos. Depois sorriu.
— Queres que eu foda outro gajo? À tua frente?
— Quero ver-te. Quero ver até onde vais.
Ela mordeu o lábio.
— E se eu gostar mais dele do que de ti?
— Então vais ter de aguentar os dois.
Ela riu-se, excitada.
— Manda-o vir amanhã. Mas tu ficas aqui. Quero que vejas tudo.
No dia seguinte o Miguel apareceu às 21h, com uma garrafa de whisky caro e um sobrolho levantado. Trazia um envelope com o dinheiro.
A Inês abriu a porta só de roupão curto. Por baixo não tinha nada.
— Olá, vizinho — disse, com voz de mel.
O Miguel entrou, olhou para o João que estava sentado no sofá, cerveja na mão.
— Isto é mesmo a acontecer? — perguntou.
— É — respondeu a Inês, deixando cair o roupão.
Estava nua, depilada, mamilos duros. O Miguel assobiou baixinho.
— Foda-se, és ainda melhor ao vivo.
Ela aproximou-se dele, pôs-lhe as mãos no peito.
— Então mostra-me o que vales, personal trainer.
Ele não perdeu tempo. Agarrou-a pela cintura, beijou-a com força. Ela correspondeu, enfiando a língua na boca dele. O João assistia, já de caralho duro dentro das calças.
O Miguel pegou nela ao colo como se não pesasse nada e levou-a para o sofá. Sentou-se e pô-la de joelhos entre as pernas dele. Abriu as calças. O caralho dele era grosso, mais curto que o do João, mas com veias salientes.
— Chupa — ordenou.
Ela obedeceu. Lambeu devagar primeiro, depois meteu quase tudo na boca. O Miguel gemeu alto.
— Porra, que boazona…
O João aproximou-se por trás. Ajoelhou-se no chão e começou a lamber-lhe a cona por trás enquanto ela chupava o vizinho. Ela gemia com a boca cheia, o som abafado e obsceno.
— Gostas disto, mana? Gostas de ter dois caralhos ao mesmo tempo?
Ela tirou a boca um segundo.
— Adoro… quero os dois dentro de mim…
O Miguel deitou-a de costas no sofá, abriu-lhe as pernas e meteu-se de uma vez. Ela gritou de prazer.
— Foda-se, que apertadinha…
O João foi para a frente, meteu-lhe o caralho na boca. Ela chupava com vontade, enquanto o Miguel a fodia com estocadas fortes.
Mudaram de posição várias vezes. Miguel deitado, ela a cavalgar. Depois de quatro, ele a foder-lhe o cu devagar enquanto o João lhe enchia a boca. Ela veio-se pelo menos quatro vezes, a tremer toda, a pedir mais.
Quando o Miguel se veio, fê-lo dentro da cona dela, gemendo alto. O João esperou que ele saísse e meteu logo a seguir, no mesmo buraco cheio de esperma do outro. A sensação era escorregadia, suja, obscena. Ele fodeu-a com força, a sentir o esperma do vizinho a escorrer.
— Toma, mana… toma o caralho do teu irmão outra vez… estás cheia de porra alheia e ainda queres mais…
— Quero… quero sempre mais…
Veio-se outra vez, apertando-o tanto que ele não aguentou e descarregou lá dentro, misturando-se tudo.
O Miguel ficou a olhar, a respirar pesado.
— Isto… isto vai ser regular, não vai?
A Inês, ainda deitada de pernas abertas, esperma a escorrer pelas coxas, sorriu.
— Se vocês os dois aguentarem… eu aguento.
E assim começou.
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