#Coroa #Gay

O colega de trabalho

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presentegrego

A minha vida sexual estava indo bem naquele momento e eu não podia reclamar de nada, ao contrário, eu já sabia que bastava chegar os finais de semana, um pulo no Brás e por lá a coisa ficava quente e gostosa. O problema que Reinaldo e seu amigo acharam que não bastava um gay passivo nesta festa e logo trouxeram outro, mais novo, eu liguei o sinal de alerta e afastei de vez deixando a dupla no vácuo. O receio era o risco de pegar alguma doença e se eu já não sentia seguro fazendo com os dois, um terceiro e desconhecido, novinho safadinho, só colocou mais suspeitas naquilo que eu desconfiava: eles curtem sexo de forma oportunista. Pintasse, comia. Não querendo riscos, fiz o correto. Passei dos dezenove para os vinte anos procurando um cara para comer minha bunda e parece que não estava tendo sorte, indo para quase um mês e meio sequer para uma gulosa em pau. Poderia tentar um local mais específico como um cine pornô? Podia mas não era a minha praia.

Neste tempo, o foco era o trabalho durante a semana e o ramo das Vendas acabou sendo minha porta de entrada no mundo do trabalho. Estava há uns seis meses na empresa e já ganhara amizades. Os bares agradeciam após o expediente, afinal, entre as 17 e 19 horas, a cerveja era a diversão. Nesta daí, eu passei a conversar muito com o Valdir, um cara cinquentão preto e gordo, divorciado e que dava sorrisos e piscadas. Sempre vestido com terno e usando uma maleta, experiente, ele dava dicas sobre o trabalho e também seus convites para dar um pulo em sua casa ficaram mais constantes. Loirinho e branco, olhos castanhos, bunda que chama atenção para ser comida, topei numa quinta-feira após o expediente. Eu fui na má intenção e sabedor que podia rolar alguma coisa caso desse abertura.
Por lá, o álcool foi a forma de soltar o papo e após dar uma exagerada, eu estava consciente apesar do rosto quente, sua pica preta surgiu e ele ficou balançando passando a alisar na cozinha. Na cara dura falou que estava a fim de comer meu rabo, corei e pedi segredo, tirei a roupa e logo ganhei língua no cu, abri e deixei o safado agir trazendo um prazer gostoso, gemidos e careta feia após dedadas rápidas! Curti muito isto e safado, fui descendo de rá para tentar engolir a pica e consegui aos poucos! Delícia de pau preto, a sensação é uma ginástica bem gostosa e excitante que mordi o lábio passando a língua nele e sentindo sua mão controlar meu vai e vem! A tara de ambos era alta, eu dava pelo prazer e ele comia pela tara acumulada sentindo feliz e muito bem! Brinquei um pouquinho assim para ganharmos a sala e dar de quatro para ele! Fodeu gostoso dando enterrada e por fim, dei de ladinho, fiz careta e gaguejei com a surra de pau preto, o meu cu adora, apertava o pau para não gozar, sentindo o vai e vem, achei que ele não daria conta e sorri nas suas investidas, mandar gozada dentro e continuar fodendo até o bom e gostoso caralho perder a potência. Feliz, levantei e mordi o lábio trocando olhares, um banho, deu carona e deixou-me em casa. O nosso segredinho permitiu mais fodas nos dias seguintes. Variando onde jogava o esperma, seja no cu ou boca, eu adorava tudo e passei a gostar de dar muito de quatro para ele, coisa que eu amo e faço com extremo prazer e sem camisinha! Meu rabo era premiado com as fortes enterradas da pica preta, rebolava, sorria e sofria um pouco mas gostava! Meu rabo gosta de pau preto e mostrava o melhor, facilitava tudo para levar o melhor sexo possível, suando, escorrendo e o tesão nas alturas com o vai e vem mexendo com meu corpo, o cu esquentando entrei numa fase onde eu bebia mais leite e menos gozadas na bunda com chupadas rápidas e bem taradas!

O Valdir sabia trabalhar meu rabinho com o sexo no ponto, um pau que dava extremo tesão, eu soltava gozadas espirradas depois, ora impondo uma foda mais carinhosa, ora metendo com força para mostrar quem mandava no meu cu: o seu pau preto! O 69 também entrou no repertório e eu mamava muito forte pela excitação que recebia no cu! Se eu gostava de foder com preto, ele ampliou este gosto de vez. Período bom, ele mostrou que eu não podia parar e segui em frente. Após um tempo, afastamos devido aos novos rumos na vida, vez ou outra eu pintava em sua casa e dava com vontade! Após a saída da empresa, já com vinte e dois anos, não demoraria para que nos destinos da vida, eu voltasse para um sexo mais promíscuo.

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