#Incesto #Voyeur

Kem e Kam

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Alberto

Minha história é um tanto quanto peculiar, logo que concluí a graduação, aceitei um convite para fazer um mutirão de saúde na Indochina, conheci lugares maravilhosos, pessoas espetaculares com hábitos completamente diferentes dos nossos.
Logo que desembarcamos do avião, fui apresentado à minha equipe, dois carregadores e uma interprete, mais tarde ao barqueiro todos uns parecido com os outros, exceto a interprete, moça linda, uma mestiça de oriental com francês, que resultou uma mulher extremamente sensual, precisei perguntar sua idade, pois parecia uma criança tal sua delicadeza, recebendo como resposta que estava velha, já tinha dezoito anos. Navegamos por três dias, só então começamos a parar nos vilarejos para eu dar inicio aos tratamentos. Três meses depois eu estava apaixonado por Kem, a interprete, casamo-nos e só então pude desfrutar daquele corpinho maravilhoso, ela não entendia porque tinha que tomar a pílula que eu lhe dava todos os dias, mas adorava fazer sexo de acordo com o hábito local. Já com seis meses de casados, já com outra equipe de trabalho, chegamos a uma região onde eu tinha que montar um posto de atendimento, já na primeira noite, vibrei com o costume local, Kem minha esposa trouxe para nossa cama outra mulher que era uma ex casada, denominação que eles dão a mulheres abandonada pelos maridos ou viúvas. Kem, minha esposa ficou olhando eu comer a mulher local. Vendo que ela ainda estava com suas roupas, mandei ela ficar nua, mesmo sem entender o motivo, ela obedeceu, em seguida a ensinei a se masturbar enquanto assistia a minha foda, para ela foi uma surpresa o gozo sem penetração assim como para ex casada. Na noite seguinte quando ela perguntou se eu queria que ela convidasse outra mulher disse-lhe que não e foi a primeira vez que chupei sua buceta fazendo-a gozar forte, naquela noite, Kem pediu para eu chupa-la mais duas vezes, vendo que ela tinha gostado da brincadeira, a ensinei a chupar minha rola, o que ela fez com grande satisfação e pediu para eu ensinar mais coisas do "nosso mundo" para ela, usando o fole cirúrgico, lhe ensinei como fazer a higiene anal profunda, a coloquei de quatro na esteira e penetrei seu ânus pela primeira vez, fiel ao dever de agradar o marido, Kem aguentou minha pica chorando baixinho, na noite seguinte, sem me perguntar trouxe outra ex casada e sem eu mandar, participou da foda se masturbando. Ambas se surpreenderam quando ensinei a estranha a ficar de joelhos e quicar na minha rola. Na noite seguinte, Kem pediu para meter de joelhos também. Eu estava encantado com aquele "outro" mundo, mas meu contrato com a organização humanitária estava acabando, fiz questão de conhecer a vila onde Kem tinha nascido, chegando lá, conheci minha sogra, que tinha exatamente minha idade, 34 anos, mas seu corpo era de uma mulher de vinte, minha sogra estava viúva a mais de cinco anos, não vendo motivos para abandonar Kam, a mãe da minha mulher naquele local, a convidei a morar conosco. Quando formulei o convite, as duas ficaram eufóricas, achando natural, não sabia a extensão da coisa. Naquele mesmo dia, um helicóptero nos recolheu. Na Embaixada a funcionária que preparou a documentação de Kam me olhou com carinha de sacana, mas achei que ela estava se oferecendo e não dei importância. Depois de quarenta e seis horas de viagem, em três aviões diferentes, chegamos a Paris, minha esposa fez nosso registro no hotel e na suíte veio a surpresa, minha sogra deitou-se em nossa cama, ao interpelar Kem, ela me explicou que ao convidar uma mulher para morar comigo, com a concordância de minha esposa, eu estava contraindo um concubinato e não fazia diferença se a mulher era ou não parente da esposa. Aturdido e cansado, dormi como uma pedra. Acordei quatorze horas depois vendo as duas me reverenciarem como Kem fazia toda manhã. Fomos a uma loja de departamento para comprar roupas normais. Cheio de ideias na cabeça, parei em uma locadora de vídeos e aluguei um CD de putaria que tinha na capa um homem e duas mulheres, chegando no hotel, coloquei na máquina para reproduzir e mandei Kem traduzir para Kam que era assim que se fazia no "meu mundo" e fui para a banheira com um copo de vinho na mão, ouvindo as duas falando em suas língua nativa. Fui para a cama e as duas continuaram atentas a todas as cenas, adormeci. Acordei com as duas sentadas em cima das pernas, uma em cada lado do meu corpo, aqueles dois corpinhos pequenos completamente nus, me deixaram em dúvida qual eu comeria primeiro e tirei o meu pijama. As duas esticaram a mão ao mesmo tempo e agarram minha pica que já estava com ereção total com grande alegria e se alternaram no boquete, como certamente tinham visto da fita. Esperto, já prevendo que poderia acontecer, eu coloquei uma camisinha e Kam depois de cinco anos sem levar uma caceta no meio buceta ajoelhou em cima da minha e a engoliu com sua bucetinha genuinamente oriental recebendo instrução de Kem de como deveria quicar. Kem já bem safadinha sentou na minha cara para ser chupada enquanto alisava os delicados seios da mãe a quem ela passou a referir como primeira concubina. Gozei muito ouvindo os gemidos das duas, só quem comeu uma oriental sabe o quão erótico o som que elas produzem é. Naquela mesma noite, encantei Kam comendo o cuzinho de Kem que já malandra, ensinou a primeira concubina a arte da masturbação.

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