A primeira traição de uma mulher casada
MARTA, 44 anos, com filhos, casada há quase 20 anos, só conhecia um homem na cama. Fui o segundo macho dela. Ela ficou muito nervosa, mas pegou fogo
Já trabalhei em empresas grandes, com filiais pelo Brasil. Conheci MARTA por conta do trabalho, ela era quem mais entrava em contato com a filial onde eu trabalhava e muitas vezes ela já falava comigo mesmo não sendo da minha competência. No começo a gente nem se via, pois os contatos eram por ligações de telefone fixo, até que começamos a conversar (sobre o trabalho) via aplicativo e pude ver a foto dela, uma morena clara, cabelos nos ombros, corpo legal mesmo não sendo malhada (não estou falando mal, apenas a descrevendo).
Fui passar 5 dias na sede, em São Paulo, e, ao encontrar MARTA pessoalmente, fizemos uma grande festa. Vi que era mais baixinha do que eu imaginei, o corpo era legal, bem mais bonita (sabe aquele rosto e cabelo bem tratados? Eram os de MARTA). Fui almoçar com ela e mais dois colegas do setor, almoço normal, porém notei que MARTA demonstrava mais alegria que o normal. Não me atrevi a fazer nada, até porque sabia, ela sempre salientava, que MARTA era bem casada há quase 20 anos e tinha dois filhos lindos.
O corre-corre no trabalho foi dentro da expectativa e o nosso grupo sempre almoçava junto, se todos estivessem na sede. Eu me entrosei logo e a partir do segundo dia sempre tomávamos um chopinho antes de irmos embora para “casa”. A minha passagem aérea era no sábado pela manhã, quando foi na quinta-feira, resolvemos fazer minha despedida, mesmo ainda tendo a sexta-feira à noite (eu não gosto de arriscar viajar tendo bebido na noite anterior além do normal). Além disso, na sexta-feira todos ficariam livres para seus compromissos pessoais. Lembro que não esticamos muito e, apesar de ter sido muito legal nosso encontro, pouco depois das 22h já estávamos pagando a conta. Quem volta com quem? Quem vai para tal lado da cidade? Dividimos o grupo para a volta, ninguém tinha ido de automóvel.
- RAMON, meu marido está num bar e eu necessariamente vou passar perto do seu hotel, quer ir comigo?, perguntou MARTA
- Ah, tá ótimo, quero sim
Acabamos nossas bebidas, todos se despediram e eu fui com MARTA no carro de aplicativo que ela chamou. Fui no lado do passageiro e conversando amenidades com MARTA. A viagem demorou pouco mais de 10 minutos e o motorista avisa “Chegamos”. Eu fui me despedir de MARTA, mas ela sai do carro e diz que ia ficar por conta de uma urgência. Agradece ao motorista e o cara vai embora. “Estou quase fazendo xixi nas calças”, falou MARTA rindo e me puxando para entrar no hotel. Eu ri e disse a ela que o cara poderia esperar, mas MARTA não me deixou argumentar e subimos para meu quarto, onde ela entrou correndo no banheiro. Eu pensei também que lá embaixo tinha banheiro, porém nada falei – e apenas agradeci porque o pessoal da limpeza tinha deixado o quarto bem organizado.
Liguei a televisão, passava um jogo de futebol, abri uma cerveja e me sentei na cama.
- A gente vai ficando velha e passando por essas vergonhas, falou MARTA ao sair do banheiro
- Que nada, MARTA, deixa de besteira, o ruim é que, na pressa, você nem pensou que o motorista poderia esperar por você
- RAMON, fiz de propósito e estou muito nervosa, disse na lata e sem meias palavras
- Fez de propósito o quê, MARTA?
- Não consigo ser sutil, vou ser direta, mas isso não obriga você a nada: eu vim aqui para transar com você
Quase que a cerveja cai da minha mão, tomei um susto. Claro, quando ela entrou no quarto me veio a vontade de aproveitar a chance, dá uma cantada de leve nada, porém minha cautela jamais deixaria eu fazer isso, até porque, como disse, MARTA não se insinuou para mim, apenas demonstrava uma alegria e um interesse além do normal.
- Eu quero fazer amor com você, meu marido viajou e já digo, e garanto, que nunca na minha vida dormi com outro homem – você vai ser o segundo, se você quiser, claro, falou ela
- Querer é claro que eu quero, mas antes preciso saber de algumas coisas
Foi aí que ela me garantiu que desde os 15 anos, quando perdeu o cabaço para seu namorado (que virou marido), jamais deitou com outro homem, mesmo em crises que o casal passou. Recentemente, o fogo dele esfriou demais e MARTA descobriu que ele está tendo um caso com uma estagiária dele e MARTA resolveu saber o que é ter outro homem na cama.
- Não sei o motivo, mas quero você, RAMON
Fomos conversando, tomamos um pouco de cerveja e, quando nos abraçamos, MARTA tremia muito, estava muito nervosa. “Fique calma, minha linda, aproveite o momento”, falei. E a beijei. MARTA me deu um beijo inicialmente bem ruim, como se não quisesse beijar. Mantive o beijo e ela se soltou e o beijo virou um daqueles bem molhados, delicioso e malicioso. Fomos nos pegando e tirando as roupas. MARTA nua era um tesão de mulher, mesmo com a barriguinha, mas com peitos médios lindos e bem duros para a idade, as pernas bonitas e toda depilada. Ela tentou evitar que eu caísse de boca, mas era tarde. Deitei-a na cama e foi uma luta para eu chegar no ventre dela. MARTA fechava as pernas, puxava minha cabeça para cima, dizia estar com vergonha e ainda tremia muito, a ponto de as pernas balançarem.
- Eu vou beijar você aqui, MARTA, para você relaxar, falei
Quando minha língua tocou no clitóris dela, a mulher se transformou, abriu as pernas, meteu minha cabeça na xoxota, suplicava por chupada. Chupei e lambi muito a xoxota dela, queria que ela gozasse na minha boca, mas MARTA em determinado momento me puxa e pede a penetração. No papai e mamãe enfiei minha rola naquela buceta gostosa, era a segunda rola que entrava ali, fiquei orgulhoso. Quando a cabecinha entrou, MARTA tentou evitar, arrependeu-se por alguns segundos e eu parei, mas com a cabecinha lá dentro. Parei mesmo. Ela olhou para mim, meio com cara de aparovada, sem saber o que fazer. Eu já sentia o calor da buceta dela. MARTA então bota as mãos nas minhas costas e me pede para enfiar tudo. Cada centímetro do meu pau entrando até hoje eu me lembro, uma penetração como se fosse numa virgem (era uma virgem moral). Entrei e MARTA começou a chorar e dizer que estava adorando (uma contradição entre o tesão e os preceitos morais dela). “Me come, me faz gozar, me faz de puta”, ela dizia entre lágrimas.
Confesso que fiquei meio confuso, mas aquela xoxota deliciosa, aquela mulher se entregando para mim, toda bem cuidada, só me fez caprichar no máximo para que ela gozasse. Eu me controlei muito e segurei o gozo até MARTA avisar que estava gozando e gozou forte, a ponto de molhar a cama. Eu gozei logo em seguida e ficamos unidos por alguns minutos. O gozo e o descanso em seguida trouxeram a racionalidade para MARTA, que começou a chorar de novo.
- O que fiz? Gozei e, pior, adorei gozar no seu pau, RAMON. Que tipo de puta eu sou?
- MARTA, você é uma mulher, maravilhosa, por sinal, e pronto. Aproveite, não se maltrate
Fomos tomar banhos juntos, clima bem romântico. Ela se debatia entre ter traído o marido pela primeira vez (“Vou conseguir transar com meu marido de novo? Será que ele vai desconfiar? E meus filhos, como vou olhar para eles agora?”) e ter adorado a trepada. Deitamos agarradinhos e ficamos conversando sobre isso. Trepamos de novo, dessa vez com ela mais tranquila para receber chupadas e chupar meu pau. Claro que meti a língua no cuzinho dela, só que ela não curtia anal. “Devagar a gente chega lá”, falei. “Jamais”, respondeu ela rindo.
Eu queria que ela dormisse comigo, afinal ela iria dormir sozinha em casa (o marido estava viajando e os filhos na casa dos avós), porém às 2h da manhã MARTA pega um aplicativo e vai sozinha para casa (eu queria ir com ela e voltar, porém ela não quis).
Na sexta-feira, eu e MARTA lutamos muito para que os demais colegas não desconfiassem de nada, pois passamos o dia trocando afagos e o tesão mandando na gente. No final do expediente, eu me despedi de todos, agradeci o companheirismo e a companhia, e fui embora. Parei em um supermercado e fiz uma pequena feirinha. MARTA chegou e fomos para meu hotel, onde passamos a noite juntos. De manhã, MARTA tanto fez que me levou até o aeroporto, onde nos despedimos aos beijos.
A noite tinha sido maravilhosa. Chegamos depois das 19h e já demos uma trepada acalma-fogo, porque foi o dia todo esperando por isso. MARTA já estava mais tranquila. Tomamos banhos juntos, abrimos um vinho e daqui a pouco a gente já se chupava e a segunda trepada foi sensacional, inclusive mudando de posição e testando com ela com a cara na janela, levando rola, ou então sentando no meu, ela com a perna em cima da cama e eu metendo a vara, tantas brincadeiras que gozamos um montão. MARTA gozou várias vezes. Jantamos o que tinha comprado no supermercado, namoramos, brincamos, nos declaramos e enfim dormimos como apaixonados.
MARTA disse que estava muito confusa ainda, tinha adorado fazer amor comigo, tinha gozado como há muito não tinha gozado, porém ela ainda amava o marido, a família, enfim, ela iria entrar numa espiral de contradições ainda. “Procure uma psicóloga o quanto antes”, falei. “Vou fazer isso”, ela respondeu.
O pior de tudo: nunca mais encontrei com MARTA! Algum tempo depois veio a pandemia, viajar era muito mais difícil, MARTA resolveu acompanhar o marido que abriu um negócio numa cidade do interior de São Paulo e pediu demissão e, hoje, o que tenho é saudade e respeito por ela. Não tocamos no assunto, muito perigoso falar por redes sociais; depois, o tempo vai secando o interesse e hoje nossas conversas são meramente protocolares. Sei é que ela me disse que estava tendo acompanhamento de um terapeuta, passou por uma fase muito difícil até compreender o ocorrido e aceitar suas escolhas.
Que mulher maravilhosa foi MARTA na minha vida, tão rápida e tão intensa, tudo de bom para ela.
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Comentários (2)
Beto: Um conto apaixonado mas faltou comer o cuzinho de Marta
Responder↴ • uid:muiqg94x8Maries: Nossa esse conto foi perfeito, amo conversar sobre coisas pesadas assim T Mariersk
Responder↴ • uid:7btejnnthj