#Coroa #Virgem

Noites de Fogo na Serra

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Nas Terras da Roça

Ronaldão, homem bruto de 40 anos, recebe Clara, virgem de 18, em casamento arranjado no sítio isolado. Medo, desejo e descobertas intensas nas noites quentes.

O sol já estava baixo nas montanhas quando Clara subiu a última curva da estrada de terra, o vestido longo de algodão azul claro colado nas costas pelo suor da caminhada. Ela segurava a saia com uma das mãos para não sujar na poeira vermelha, enquanto a outra apertava com força a alça da bolsa de palha. O coração batia descompassado, não só pelo esforço da subida, mas pelo que a mãe tinha dito naquela manhã, com voz baixa e olhos baixos:

“Você já tem dezoito anos, filha. Seu pai e eu combinamos tudo há muito tempo. O Ronaldão é homem de palavra, de trabalho, tem terra boa, casa firme. Ele vai cuidar de você.”

Clara tinha ficado parada na cozinha, a colher de pau suspensa no ar, o feijão esquecido no fogo. Casamento. Com um homem que ela mal conhecia. Um homem que todo mundo na região chamava de Ronaldão, como se o apelido já dissesse tudo: grande, forte, dono do pedaço.

Ela tinha ouvido falar dele desde menina. O viúvo que não casou de novo depois que a mulher morreu no parto, há mais de dez anos. O homem que vivia sozinho no sítio mais alto da serra, que derrubava árvores com machado, consertava cercas, plantava milho e criava gado sem precisar de ninguém. Diziam que era bruto, mas justo. Que não falava muito. Que tinha um cheiro de suor limpo misturado com lenha queimada e terra molhada que ficava no ar depois que ele passava.

Quando a mãe terminou de falar, Clara só conseguiu perguntar, com a voz tremendo:

“E se eu não quiser?”

A resposta veio seca:

“Você quer, sim. Só não sabe ainda.”

Agora ela estava ali, parada na porteira de madeira grossa, olhando o terreiro amplo do sítio. Uma casa de taipa bem cuidada, varanda larga, telhado de telha barro. Galinhas ciscando, um cachorro magro de pelo curto que levantou a cabeça e latiu uma vez, sem raiva. E então ela o viu.

Ronaldão estava no meio do terreiro, sem camisa, curvado sobre um toco de madeira, cravando um formão com golpes firmes de marreta. O corpo largo, os músculos das costas e dos braços definidos pelo trabalho duro, a pele morena brilhando de suor. O peito coberto por uma camada espessa de pelos escuros que desciam em linha até desaparecer dentro da calça jeans surrada, suja de terra na bainha. A barba cheia, negra salpicada de fios grisalhos, emoldurava um rosto duro, mas não feio. Quando ele ergueu o rosto, os olhos castanhos escuros encontraram os dela.

Clara sentiu o estômago dar um nó. Medo. Vergonha. E algo mais quente, traiçoeiro, que subiu do meio das pernas e fez as coxas se apertarem uma contra a outra por baixo da saia comprida.

Ele largou o formão no chão, limpou as mãos na calça, veio andando devagar na direção dela. Cada passo fazia os músculos das coxas se moverem sob o tecido grosso. O cheiro chegou antes dele: suor fresco, madeira recém-cortada, um resto de sabão de coco que ele devia usar no banho do rio, e algo mais forte, animal, de macho que não se preocupa em esconder o que é. Clara prendeu a respiração.

“Clara, né?” A voz era grave, rouca de tanto gritar ordem para o gado e falar sozinho com as árvores. “Sua mãe avisou que você vinha hoje.”

Ela só conseguiu balançar a cabeça, os olhos baixos, fixos nos coturnos empoeirados dele.

Ronaldão parou a dois passos. Alto. Muito mais alto do que ela imaginava. Devia ter quase um metro e noventa. Os braços cruzados sobre o peito faziam os bíceps saltarem, os pelos escuros molhados de suor reluzindo ao sol da tarde.

“Olha pra mim, menina.”

Era ordem, mas não era bruta. Era calma. Clara ergueu os olhos devagar. Encontrou os dele. Eram olhos de homem que já viu muita coisa, que não tem pressa, que sabe esperar. Mas também eram olhos que a percorreram inteira, sem disfarçar: o rosto corado, o pescoço fino, os seios redondos apertados contra o tecido recatado do vestido, a cintura marcada, os quadris largos que a saia não conseguia esconder completamente.

“Você tá com medo,” ele constatou, sem rodeios.

Clara engoliu em seco. “Um pouco.”

“É normal.” Ele deu mais um passo. Agora o cheiro dele a envolveu inteira, quente, pesado. “Mas não precisa ter. Eu não mordo… a não ser que você peça.”

A brincadeira era leve, mas o tom baixo fez um arrepio descer pela espinha dela até a nuca. Clara apertou as coxas de novo, sentindo um calor úmido se formar entre elas, algo que ela nunca tinha sentido tão forte antes. Era vergonhoso. Era bom. Era assustador.

Ronaldão estendeu a mão grande, calejada, com terra ainda grudada nas linhas das palmas.

“Vem. Vou te mostrar a casa. Depois a gente conversa.”

Clara hesitou só um segundo. Depois colocou a mão pequena na dele. Os dedos dele fecharam em volta dos dela com firmeza, quentes, ásperos, mas cuidadosos. Quando ele puxou de leve, ela foi. O corpo dele roçou de leve no ombro dela ao passar pela porteira, e Clara sentiu o calor da pele peluda do braço dele contra o tecido fino do vestido. O mamilo esquerdo enrijeceu na hora, roçando no algodão, e ela mordeu o lábio inferior para não soltar um som.

Enquanto caminhavam em direção à varanda, Ronaldão falou sem olhar pra ela:

“Eu sei que você é virgem. Sua mãe me contou. E eu respeito isso. Não vou te forçar a nada… hoje.”

A última palavra ficou pairando no ar como uma promessa suja.

Clara sentiu o sexo pulsar, quente, molhado, traindo todo o recato que ela carregava desde sempre. Ela não respondeu. Só apertou mais a mão dele, o coração disparado, o corpo inteiro consciente de cada centímetro de proximidade daquele homem grande, peludo, cheiroso, que agora era seu noivo.

Eles subiram os degraus da varanda.

A porta da casa estava aberta.

O resto… viria depois.

As semanas seguintes passaram como um sonho febril para Clara.

Em casa, a mãe virou um furacão de preparativos. O vestido de noiva foi encomendado na costureira da cidade vizinha: branco, longo, mangas compridas, gola alta, saia ampla que caía até os tornozelos, recatado como a própria alma da menina. Nada de decote, nada de transparência. Só renda delicada no busto e nas mangas, bordada à mão com flores miúdas. Clara ficava horas em pé na sala, braços abertos, enquanto a mãe alfinetava, media, ajustava. Cada vez que o tecido roçava nos seios ou na curva dos quadris, ela sentia um arrepio. Pensava em Ronaldão. No cheiro dele. Na mão grande que tinha segurado a dela. No que ele disse: “Não vou te forçar… hoje.”

À noite, sozinha no quarto pequeno, deitada na cama de solteiro com lençol de algodão gasto, Clara não conseguia dormir. Colocava a mão entre as coxas por cima da camisola comprida, pressionava devagar, sentindo o calor úmido que se formava só de lembrar do peito peludo dele, dos braços fortes, da voz rouca. Ela nunca tinha se tocado assim antes. Era pecado, dizia a igreja. Mas o corpo não obedecia à mente. Os dedos deslizavam por cima do tecido, roçando o clitóris inchado, e ela mordia o travesseiro para não gemer alto. Imaginava as mãos dele no lugar das suas. Grandes. Calejadas. Apertando. Invadindo. Quando o prazer chegava, rápido e intenso, ela chorava baixinho de vergonha e alívio.

Durante o dia, ajudava na cozinha, lavava roupa no tanque, varria o quintal. Mas estava sempre distraída. Olhava para o caminho da serra, imaginando o sítio dele. Imaginando a noite de núpcias. Será que doeria? Será que ele seria gentil? Ou seria bruto, como os homens das histórias que as amigas contavam aos cochichos?

Enquanto isso, no alto da montanha, Ronaldão trabalhava como sempre. Cortava lenha ao amanhecer, consertava o curral, ordenhava as vacas. Mas algo tinha mudado. Ele se pegava pensando na menina. No jeito que ela corou quando olhou pra ele. No cheiro doce de sabonete floral que sentiu quando ela passou perto. Virgem. Dezoito anos. Corpo feito pra parir filhos fortes, quadris largos, seios cheios sob o vestido recatado. Ele sentia o pau endurecer só de lembrar, grosso e pesado dentro da calça jeans.

Duas noites antes do casamento, ele desceu a serra. Não contou pra ninguém. Pegou a caminhonete velha, dirigiu até a cidade pequena ali perto, onde ficava o bar da Dona Neuza – um boteco de porta vermelha nos fundos, conhecido por oferecer mais do que cachaça.

Entrou sem pressa. O lugar estava meio vazio: uns poucos peões bebendo, música sertaneja baixa no rádio. Dona Neuza, uma mulher de uns cinquenta anos, corpo ainda firme apesar dos anos, acenou com a cabeça.

“Ronaldão… quanto tempo. A de sempre?”

Ele balançou a cabeça.

“Hoje não. Quero a Rosana.”

Rosana era a mais nova do lugar. Vinte e poucos anos, morena clara, corpo curvilíneo, seios grandes que transbordavam no decote da blusa justa, bunda empinada que fazia os homens babarem. Sabia trabalhar. Sabia calar.

Ele pagou adiantado, subiu as escadas rangentes até o quartinho apertado no andar de cima. Cheiro de perfume barato misturado com desinfetante e sexo antigo. Rosana já esperava, deitada na cama estreita, só de calcinha preta e sutiã meia-taça.

“Ôxe, Ronaldão… tá bonito hoje. Veio comemorar alguma coisa?”

Ele tirou a camisa devagar, revelando o peito largo, peludo, suado do dia inteiro de trabalho. O pau já estava semi-duro, marcando a calça.

“Vou me casar,” disse ele, voz baixa, enquanto abria o zíper.

Rosana riu, surpresa.

“Casar? Tu? Com quem, homem de Deus?”

“Uma menina. Clara. Dezoito anos. Virgem.”

Ele tirou a calça. O pau saltou livre, grosso, veias saltadas, cabeça avermelhada e brilhante de pré-gozo. Rosana lambeu os lábios.

“Virgem… coitadinha. Vai sofrer na primeira vez com esse bicho aí.”

Ronaldão se aproximou, segurou ela pelos cabelos, puxou de leve para que ficasse de joelhos na cama.

“Talvez. Mas eu cuido dela depois.”

Ele enfiou na boca dela sem cerimônia. Rosana engoliu fundo, gemendo em torno do pau, saliva escorrendo pelos cantos da boca. Ele fodia a garganta dela com estocadas lentas, controladas, sentindo o calor molhado, a língua trabalhando. Pensava em Clara. Imaginava a boca pequena dela tentando engolir aquilo tudo. Imaginava os olhos assustados se enchendo de lágrimas enquanto ele ensinava.

Virou Rosana de quatro, arrancou a calcinha com um puxão. A buceta dela já estava molhada, lábios inchados. Ele cuspiu na mão, esfregou na cabeça do pau e penetrou de uma vez, até o fundo. Rosana gritou, arqueou as costas. Ele segurou os quadris dela com força, metendo forte, ritmado, o saco batendo contra o clitóris dela a cada estocada.

“Vai ser apertadinha… virgem… minha,” grunhiu ele, mais pra si mesmo.

Rosana gemia alto, empurrando pra trás, pedindo mais.

“Vai foder a noivinha assim, Ronaldão? Vai abrir ela toda?”

Ele acelerou, suando, os músculos das costas flexionando. O prazer subia rápido. Imaginou Clara de quatro, saia levantada, choramingando enquanto ele a arrombava devagar, depois forte. Gozou com um rosnado baixo, enchendo a buceta de Rosana de porra quente, jatos grossos que escorreram pelas coxas dela quando ele saiu.

Ficou ali um minuto, ofegante, pau ainda semi-duro pingando. Depois se vestiu sem pressa.

Rosana se virou, sorrindo, limpando a boca com o dorso da mão.

“Boa sorte no casamento, Ronaldão. E vai com calma na menina… ou não.”

Ele deu um sorriso torto, jogou mais dinheiro na mesinha.

“Eu decido isso.”

Desceu as escadas, saiu pro ar fresco da noite. Ligou a caminhonete, subiu a serra de volta pro sítio. O casamento era depois de amanhã.

Clara estaria esperando.

E ele mal podia esperar pra mostrar pra ela o que um homem de verdade faz com uma mulher prometida.

O dia do casamento amanheceu claro, com aquele céu azul lavado das montanhas do Paraná, o tipo de dia que parece abençoado só pra não deixar ninguém reclamar. Clara acordou antes do sol, o estômago embrulhado de nervosismo e algo mais doce, mais quente, que ela ainda não sabia nomear direito.

Na casa simples dos pais, a mãe já estava de pé, fervendo água pro café e arrumando o vestido no cabide. O tecido branco brilhava sob a luz fraca da lâmpada da sala. Clara tomou banho devagar, ensaboando o corpo com o sabonete de lavanda que guardava só pras ocasiões especiais. Passou a mão nos seios, nos quadris, sentindo a pele arrepiar. Pensou em Ronaldão. No que ele faria com ela depois. O sexo latejou de novo, molhado, insistente. Ela apertou as coxas, respirou fundo e saiu do banheiro enrolada na toalha.

Vestir o vestido foi um ritual. A mãe ajudou a fechar os botõezinhos de pérola nas costas, ajustou o véu curto que caía sobre os cabelos castanhos soltos em ondas suaves. Clara se olhou no espelho pequeno do quarto. Estava linda. Recatada. Pura. Mas por baixo do tecido, sem calcinha — porque a mãe tinha dito que “noiva de verdade não usa nada embaixo no dia” —, sentia o ar fresco roçando a bucetinha depilada, os lábios inchados de expectativa. Cada passo fazia o vestido roçar de leve ali, e ela mordia o lábio pra não gemer.

Na igreja pequena da vila, o sino tocou às dez em ponto. O padre já esperava no altar, de batina impecável. Os bancos estavam quase cheios: parentes, vizinhos, uns poucos peões do sítio de Ronaldão. Todo mundo cochichando sobre o “casamento arranjado” e sobre como o Ronaldão “ia ter sorte com uma menina tão bonita e moça”.

Clara entrou pelo braço do pai. Os olhos baixos, o buquê de flores do campo tremendo nas mãos. Quando ergueu o rosto, viu ele.

Ronaldão estava de pé no altar, imponente. Ternão preto novo, mas já parecia apertado nos ombros largos e no peito peludo que ela sabia que estava ali embaixo. A barba bem aparada, os cabelos pretos penteados pra trás com um pouco de brilhantina. Ele não sorriu logo de cara. Só olhou pra ela. Um olhar longo, faminto, que desceu do véu até os pés escondidos pela saia, e subiu de novo. Clara sentiu o calor subir pelo pescoço, os mamilos endurecendo contra o sutiã rendado, roçando no forro do vestido.

O pai a entregou. Ronaldão pegou a mão dela. Os dedos calejados envolveram os dela com firmeza. Ele se inclinou um pouco, sussurrou só pra ela ouvir:

“Tá linda, minha menina. Mal posso esperar pra tirar isso tudo de você.”

Clara engoliu em seco. O sexo se contraiu, uma gota quente escorreu por dentro da coxa. Ela apertou as pernas, rezando pra ninguém notar.

A cerimônia foi curta. Palavras do padre sobre união, fidelidade, filhos. Eles trocaram as alianças — ouro simples, grossas, de fazendeiro. Quando Ronaldão colocou a dele no dedo dela, segurou a mão um segundo a mais, o polegar roçando a palma de leve. Foi o suficiente pra fazer o clitóris dela pulsar forte.

“Eu vos declaro marido e mulher. Pode beijar a noiva.”

Ronaldão não hesitou. Levou as mãos grandes à cintura dela, puxou com cuidado mas firme. Inclinou o rosto. O beijo começou casto, lábios fechados. Mas ele abriu a boca devagar, a língua grossa roçando a dela. Clara gemeu baixinho contra a boca dele, as mãos subindo pros ombros largos. Sentiu o cheiro dele: sabonete, suor limpo, um resto de lenha da lareira que ele deve ter acendido de manhã. O beijo aprofundou. A língua dele invadiu, explorou, dominou. Ela se entregou, as pernas tremendo, o corpo inteiro consciente de que, dali a pouco, aquele homem ia fazer muito mais.

Os aplausos ecoaram na igrejinha. Eles se separaram devagar. Ronaldão limpou o canto da boca dela com o polegar, sorrindo torto.

“Vamos pra casa, esposa.”

Saíram da igreja de mãos dadas. O sol batia forte no terreiro. As pessoas jogavam arroz, gritavam “viva os noivos!”, “muita saúde e filhos!”. Clara andava ao lado dele, o vestido balançando, o véu esvoaçando. Sentia os olhares de todo mundo, mas só via Ronaldão. Alto, forte, cheiroso de macho. O braço dele roçava no dela a cada passo.

Na porteira da igreja, ele parou. Virou pra ela. Segurou o rosto dela com as duas mãos, beijou de novo, rápido, possessivo.

“Hoje à noite,” murmurou contra os lábios dela, “você vai ser minha de verdade. Toda minha.”

Clara fechou os olhos, o coração disparado, o corpo já implorando.

Eles entraram na caminhonete velha dele, que estava enfeitada com fitas brancas e latas amarradas atrás. Ronaldão deu partida. O motor roncou. Saíram devagar pela estrada de terra, subindo a serra em direção ao sítio.

A porta da casa os esperava aberta.

O resto do dia… ia ser longo.

A caminhonete parou em frente à casa do sítio pouco depois das seis da tarde. O sol já tinha se escondido atrás das montanhas, deixando o céu cor-de-rosa e roxo. Ronaldão desligou o motor e virou-se para Clara, que estava sentada ao lado dele, as mãos apertadas no colo, o vestido de noiva ainda impecável, o véu ligeiramente torto depois do beijo na igreja.

“Chegamos, esposa,” disse ele com aquela voz grave, rouca, que fazia o estômago dela dar voltas. “Bem-vinda à sua nova casa.”

Clara desceu com as pernas tremendo. O ar da serra estava fresco, mas seu corpo queimava por dentro. Ela não sabia exatamente o que ia acontecer. A mãe tinha dito só o básico: “O homem vai te fazer mulher. Vai doer um pouco no começo, mas depois fica bom. Obedece e reza.” Nada mais. Nenhuma explicação. Nenhum desenho. Nenhum aviso sobre o que um homem tinha entre as pernas. Para Clara, sexo era algo misterioso, quase mágico, que acontecia quando marido e mulher dormiam juntos. Só isso.

Ronaldão pegou a mão dela e a levou para dentro. A casa cheirava a lenha queimada na lareira que ele tinha acendido mais cedo. A mesa da cozinha estava posta simples: pão fresco, queijo, linguiça defumada, uma garrafa de vinho tinto que ele tinha comprado na cidade. Eles comeram em silêncio quase total. Ele a olhava o tempo todo, devagar, como quem avalia uma terra nova antes de plantar. Clara mal conseguia engolir. Cada vez que ele lambia o dedo sujo de queijo, ela sentia um calor estranho descer até o meio das pernas.

Depois do jantar, ele se levantou, estendeu a mão grande.

“Vem. Hora de dormir.”

O quarto era grande, simples, com uma cama de casal de madeira maciça, lençóis brancos limpos e uma colcha de crochê que a falecida mulher dele tinha feito anos atrás. Uma única lâmpada de óleo queimava suave na mesinha de cabeceira. Ronaldão fechou a porta com o trinco e virou-se para ela.

“Deixa eu te ajudar com isso.”

Ele começou pelos botões nas costas do vestido. Um por um, devagar, os dedos calejados roçando a pele dela. Clara tremia. Quando o vestido escorregou pelos ombros e caiu aos pés dela, ela ficou só de sutiã rendado branco e nada mais embaixo — exatamente como a mãe tinha mandado. Os seios cheios, redondos, mamilos rosados já duros de nervoso e frio. A bucetinha virgem, lisinha (a mãe tinha obrigado a depilar com cera dois dias antes), brilhando com uma umidade que ela não entendia.

Ronaldão deu um passo atrás, admirando. O pau dele já estava duro dentro da calça, mas ele ainda não tinha tirado nada.

“Deita na cama, menina. De costas primeiro.”

Clara obedeceu, deitando-se com as pernas juntas, braços cruzados sobre os seios. Ele tirou a camisa devagar. O peito largo, peludo, os pelos escuros descendo em trilha até a barriga. Clara arregalou os olhos. Nunca tinha visto um homem sem camisa de perto. O cheiro dele encheu o quarto inteiro: suor limpo do dia, lenha, homem. Forte. Bom.

Então ele abriu o cinto. O zíper desceu. A calça caiu.

E foi aí que o mundo dela virou de cabeça para baixo.

O pênis dele saltou para fora, grosso, pesado, veias saltadas, a cabeça grande e avermelhada brilhando com uma gotinha transparente na ponta. Abaixo dele, o saco peludo, dois ovos grandes e pesados balançando devagar. Tudo escuro, peludo, enorme. Mais de vinte centímetros de carne dura, apontando para cima, latejando.

Clara ficou paralisada. Os olhos arregalados, a boca entreaberta. Ela nunca tinha visto aquilo na vida. Nem em livro, nem em sonho, nem em conversa proibida com amigas. Achava que homem e mulher ficavam só… colados. Talvez se beijassem lá embaixo. Mas aquilo? Aquela coisa grossa, vermelha, com veias pulsando e um cheiro forte, almiscarado, que chegou até ela?

“Jesus… o que… o que é isso?” sussurrou ela, voz fina, tremendo, sentando-se na cama sem conseguir tirar os olhos.

Ronaldão sorriu devagar, segurando o pau na mão grande e dando uma puxada lenta, mostrando tudo.

“Isso aqui, minha esposa, é o meu pau. E isso embaixo são as minhas bolas. É com isso que eu vou te fazer mulher hoje. Vai entrar todinho dentro de você.”

Clara balançou a cabeça, instintivamente fechando as pernas, mas o sexo dela traiu: uma gota grossa de lubrificação escorreu pela coxa, brilhando à luz da lamparina.

“Não… não cabe… é muito grande… eu nunca… eu não sabia que existia isso…”

Ele se aproximou, ajoelhou na cama, o pau balançando pesado perto do rosto dela. O cheiro era forte agora: suor, homem, pré-gozo doce-salgado.

“Cabe sim. Vai doer um pouco no começo porque você é virgem. Mas depois você vai gostar. Eu prometo. Agora abre as pernas pra mim, Clara. Deixa eu te mostrar.”

Com as mãos tremendo, ela abriu as coxas devagar. A bucetinha rosada, intocada, piscou para ele, molhada, os lábios pequenos inchados de curiosidade e medo.

Ronaldão deitou-se sobre ela, o corpo peludo cobrindo o dela, o pau quente e duro roçando na barriga macia de Clara. Ela sentiu o peso, a cabeça grossa deixando um rastro molhado na pele dela.

“Primeiro eu vou te beijar… depois vou te chupar… e só depois vou entrar.”

Ele desceu o rosto, beijou a boca dela com fome. Língua grossa invadindo. Clara gemeu, instintivamente abrindo mais as pernas. Então ele desceu: beijou os seios, chupou os mamilos até ela arquear as costas. Desceu mais. Abriu as pernas dela com as mãos grandes e peludas e colocou a boca ali.

O primeiro contato da língua dele no clitóris fez Clara soltar um grito agudo, as mãos agarrando os lençóis.

“Ronaldão… o que… ahhh… isso é pecado… mas… continua…”

Ele lambeu devagar, saboreando o gosto doce de virgem, chupando o clitóris inchado, enfiando a língua na entradinha apertada. Clara tremia inteira, os quadris subindo sozinhos, um prazer que ela nunca imaginou possível explodindo dentro dela. Gozou pela primeira vez na vida com um grito abafado no travesseiro, o corpo convulsionando, mel escorrendo pela boca dele.

Quando ela ainda estava tremendo, ofegante, ele subiu de novo. Segurou o pau com a mão e encostou a cabeça grossa na entradinha dela.

“Agora vai, minha menina. Respira fundo. Olha pra mim.”

Clara olhou para baixo. Viu aquela coisa enorme, vermelha, encostada na sua bucetinha pequena. Os olhos se encheram de lágrimas de medo e desejo.

“Vai doer… mas eu quero… eu sou sua agora…”

Ronaldão empurrou devagar. A cabeça do pau forçou a entrada virgem, abrindo os lábios rosados centímetro por centímetro. Clara gritou, as unhas cravando nos ombros peludos dele. Sangue misturado com lubrificação escorreu quando ele rompeu o hímen. Ele parou, só com a cabeça dentro, deixando ela acostumar.

“Shhh… tá indo, amor. Tá indo. Você é tão apertadinha… tão quente…”

Depois de um minuto, ele começou a meter devagar, fundo, até o saco peludo encostar na bundinha dela. Clara chorava e gemia ao mesmo tempo, as pernas tremendo em volta da cintura dele.

“Está tudo dentro… meu Deus… eu sinto você… inteiro…”

Ele começou a estocar, ritmado, forte mas controlado. O quarto encheu-se do barulho molhado de sexo, do cheiro de macho e fêmea misturados, dos gemidos dela cada vez mais altos.

“Você é minha agora, Clara. Toda minha. Pra sempre.”

Ela gozou de novo, apertando o pau dele por dentro, gritando o nome dele. Ronaldão urrou baixo e gozou junto, enchendo a bucetinha virgem de porra quente, jatos grossos que transbordaram e escorreram até o saco.

Ficaram ali, suados, ofegantes, ele ainda dentro dela, o peito peludo colado nos seios dela.

Clara, com os olhos brilhando de lágrimas e prazer, sussurrou contra o pescoço dele:

“Eu não sabia que era assim… mas… eu quero de novo… amanhã… todos os dias…”

Ronaldão sorriu na barba, beijou a testa dela.

“E vai ter, esposa. Todos os dias. Eu prometo.”

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