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Saga da minha entrada no mundo do porno gay interracial parte 2 - Primeiro dia no set de filmagens

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Esta é a parte que conta o primeiro dia no set de filmagem do estudio.

Depois que havia sido aprovado no teste, eu saí indignado pela situação que havia passado.
Eu escomungava meu amigo que me indicou o estudio.
Mas minha situação financeira era desesperadora e afinal como meu amigo falou era honesto e realmente a grana era muito boa.
Refleti melhor e cheguei a coclusão que ninguem ia ficar sabendo o que eu estava fazendo.
Planejei então fazer isso por um período, juntar um grana legal e depois saía de boa.
Quando cheguei no primeiro dia de gravação, eu fiquei bem sem graça na frente das pessoas, pricipalmente da Sra Zenaide e de Denise.
Mas minha cara foi no chão quando cruzei comSerginho que deu um bom dia seco e um risinho irônico.
Sra Zenaide me apresentou Lia, que depois soube ser uma mulher trans.
Lia era responsável pelos procedimentos pre cena. Depois entendi que sua função era fazer a famosa chuca nos atores que fariam a cena como passivos.
A primeira chuca a gente nunca esquece, mas depois eu vi que realmente era essencial.
Fui para um camarim e conheci outros três rapazes brancos que iam gravar cenas naquele dia.
Todos estavam bem soltos e riam, mas eu estava muito tenso.
Quando Sra Zenaide veio nos buscar, ela já passou para todos nós os números dos sets de filmagem que cada um iria e o nome do ator que nós iríamos fazer as cenas.
O meu ator era DG, que eu só soube o que significava depois, masa reação dos colegas brancos foi de ironia ao ouvirem com quem eu ia gravar.
Não entendi os risinhos mas Denise antes de sairmos pediu que eu ficasse mais um pouco na sala e me deu o plug laceador e me deu mais 20 minutos para preparação.
Eu fiquei bem preocupado e mais tenso ainda.
Como eu vi que realmente estar laceado antes de ser fodido por Serginho ajudou a aguentar o tamanho da sua vara, eu introduzi o plug e segui a orientação de Denise que falou que o laceamento funciona melhor se eu apertar de forma ciclica o plug com o esfincter anal.
Fiquei fazendo esse exercício pelos 20 minutos conforme orientação.
Quando Sra Zenaide veio me chamar eu retirei o plug e o resultado foi que meu cú continuou o movimento que fazia só que de forma involuntária até na hora que estvávamos prontos para a primeira gravação.
No set conheci DG, um cara preto de porte médio. Nao dava pra ver nada de diferente nele até ele deixar a toalha cair.
Ele era do mesmo porte do Serginho. Então fiquei mais tranquilo.
O diretor falou que íamos gravar sequências para edição. As primeiras seriam apenas closes de penetração.
Quem já deu o cú alguma vez deve sabar que é uma das partes mais dificieis quando o cara força a entrada da cabeça.
Agora eu entendia o porquê da preocupação de Denise com o laceamento com o plug.
DG ia fazer penetrações sucessivas em diversas posições.
A anatomia do pau de DG era a pior possível para esse fim, pois a cabeça parecia uma maçã de tão protuberante.
Mesmo muito lubrificado eu sabia que não ia ser fácil e a tensão ainda piorava tudo.
No início foi dificl até pra ele e aquela demora fez o pau dele ficar meia bomba. Mas o mei bomba dele era suficiente pra manter o pau ainda ereto.
Foi então que DG pediu que eu brincasse um pouco antes de retomarmos.
Eu não tinha muita experiência e no início eu entendi que ele queria que eu batesse uma punheta no pau dele.
Eu pra mostrar naturalidade começei a masturbar seu pau.
Deu certo e seu pau começou a pulsar na minha mão. Eu nem sabia se tinha talento pra isso, mas parece que ele aprovou.
Mas ele pediu pra eu dar uma chupada também. Eu mesmo tímido peguei uma toalha e limpei o excesso de lubrificante e comecei a chupar o pau do DG.
Ele estava super excitado e o Diretor falou que tinhamos que retormar a cena.
Voltei pra posição e Sra Znaide deu o tubinho de lubrificante na minha mão.
Passei bastante em mim e DG pediu que eu passasse nele.
Eu fiz o que ele pediu e lubrifiquei bastante seu pau.
DG olhava meu cú que ainda mantinha aqueles movimentos de contração e relaxmento alternado por causa dos exercícios com o plug anal introduzido e ele elogiou, dizendo que adorava um cú goloso.
Ele dessa vez pincelou bastante antes de tentar enfiara cabeça.
Mas diferentemente ele não desistiu e nem amoleceu pela dificuldade. Esta demora foi elogiada pelo diretor que mandou fazer os closes da cena.
Quando a cabeça entrou, DG ficou parado um tempo apenas com um pouco além da cabeça introduzida e eu nem precisava fazer de forma voluntária, mas meu cú continuava a apertar o que ele tinha metido de pau dentro do meu cú.
Tudo isso era ouro pro diretor que mandava eu continuar com aquilo, mas eu nem tinha controle.
DG era orientado a retirar a cabeça e reintroduzir. Ficamos fazendo isso um bom tempo antes do diretor autorizar DG a fazer a primeira penetração completa.
A primeira demorou bastante pois eu não suportei bem o tomanho e a grossura do pau dele e fui obrigado a usar as mãos apoiadas na sua barriga para controlar.o que entrava.
Quando senti as bolas do DG encostarem na minha bunda eu comemorei por dentro o meu feito.
Mas ia ser um dia bem dificil. Pois isso se reptia até o diretor estar satisfeito.
Ainda não tinha sido fodido de fato por DG e eu já estava todo ardido. Ele parecia ter esfolado meu cú por dentro, pois quando ele tirava parecia pegar fogo.
Eles adoraram pegar o close do meu cú piscando quando DG retirava o pau por inteiro.
Eu sentia uma espécie de vergonha porque cameras e iluminadores ficavam bem pertos enquanto DG abria minha bunda com suas mãos paraoferecer uma visão mas ampla do meu cú piscando.
Sempre retomava com DG recebendo um quantidade generosa de lubrificante em sua mão e ele mesmo esalhava dentro do meu cú. Era um momento até agradável, embora de vergonha pois a sensação dos seus dedos espalhando o gel nas paredes internas do meu cú faziam meu cú apertar os seus dedos e ele ria.
Parecia que o diretor estava satisfeito com os closes de penetrações para edição e autorização que DG começasse a fazer as cenas de Hardcore.
Faríamos cenas de pé e deitado. O diretor queria começar pela em pé e tinha um suporte que eu deveria usar para apoiar o corpo.
DG veio por trás de mim quando eu já estava posicionado e encaixou o pau aé o fundo.
Meu cú já eceitava a penetração ainda que com uma dor insana, mas entrava fácil.
DG segurou-me pela cintura, ouvi o diretor dar o comando e começou.
O cara tirava tudo e socava jogando meu corpo contra o suporte.
Um som saía da minha boca devido a força das estocadas. O microfone capitava os mínimos sons e ficava na fente do meu rosto.
Uma camera também pegava minhas expressões sofridas.
Nada era perdido. DG parecia uma máquina de foder cú.
15 minutos haviam se passado e DG fodia meu cú feito um tadado louco.
Ele tirava o pau todos e abria minha bunda para exibir meu cú piscando pela agressão sofrida por seu pau.
Quando DG enfiava de novo era um movimento único que terminava com as bolas explodindo na minha bunda.
Denise estava sempre por perto para enxugar o suor de DG, mais logo eu também comecei a suar muito e o diretor pediu para ela me enxugar o rosto também.
Olhei pra ela e vi seu olhar quase que de piedade pelo que eu estava passando naquela cena com DG.
DG ainda fez uma cena em pé, mas curta lógico,
Ele apesar de um porte físico normal se mostrou um homem muito forte.
Fui fodido por ele suspenso no seu colo por duas tomadas de quase 3 minutos.
Me senti muito envergonhado de estar na frente de pessoas estranhas naquela situação vexaminosa, principalmente as mulheres, Sra Zenaide, Denise e Lia.
Quando o diretor cortou a cena, DG ainda andou comigo espetado no pau dele, quase se exibindo e me colocou suavemente na cama do set.
Só então ele foi tirando o pau devagar do meu cú e no final deu um tapa na minha bunda elogiando a cena que havíamos feito.
Fomos para o camarim e no caminho que era um corredor passamos todos os atores uns pelos outros e os atores passivos eram todos os mesmos tipos, branquinhos, mirrados perto dos atores negros.
Passei por um fila de homens pretos muito fortes e altos. O mais normalzinho de corpo era DG mesmo.
No camarim conversamos sobre os atores pretos e foram unânimes em dizer que eu era um sortudo de ter pego DG.
Os caras falaram que ele dentre os atores bem dotados era o que sbia comer um cú melhor.
Mas no fim da pausa Mike, um dos atores passivos revelou que ele só passava dos limites quando fodia o cú na posição de quatro.
O cara disse que ele era um verdadeiro pervertido e arrepiava o cú do parceiro de cena.
Ele descreveu como se ele perdesse o controle e queria judiar mesmo.
Voltei pra cena e constatei o que Mik tinha alertado.
Gravamos por mais de uma hora antes de começar a fazer a cena de quatro e me posicioneu pra ele e recebi seu pau dentro do cú inteiro.
Senti suas mãos apertando minha cintura de um jeito muito forte.
Senti o pau dele pulsar dentro do cú. Ele começou a foder forte desde o início.
Fazia questão de fazer o pau quase que sair por completo antes de socar tudo dentro.
Foi uma foda muito dura e eu reagi fazendo pedidos para ele parar um pouco mas ele não ouvia.
O diretor gostou da minha súplica para que ele parasse um pouco.
Mas o ritmo e a força das estocavas sempre aumentavam.
Todos no set estavam admirados com a performance de DG comedo meu cú de quatro.
Sra Zenaide e Lia comentavam a cada golpe depica que eu levava e os cameras e iluminadores procuravam não perder nada, esperando um desfecho quase certo para o que se passava ali.
Veio o urro de DG que anunciava que seu pau estava despejando seu semem dentro do meu cú.
Era a segunda vez que eu era leitado em cena.
Já era conhecida aquela sensação de calor da porra dentro do meu corpo.
Mas foi diferente que eu senti uma pressão dentro de mim.
Achei que seria gases pelo tempo que seu pau socou feito um pilão dentro do meu cú, mas soube depois que era uma quantidade anormal de porra que DG despejou dentro de mim.
Só fiquei mais tranquilo porque todos temos que fazer exames de HIV e doenças venéreas.
DG tirou o pau e o desfecho novamente foi de comemoração de todos elogiando a performance de DG e eu fiquei ali abandonado.
Senti que há uma valorização exarcebada do ator ativo em detrimento dos passivos.
É certo que deve ser dificil manter uma ereção enquanto é observado por pessoas enquanto come o cú de alguém que você mal conhece, mas é tão duro também ser penetrado por outro homem da forma que nos atores passivos somos.
Eu entendo que a passividade exige menos controle da gente. mas acho que deveríamos ser mais valorizados em cena.
Bem, venci esse primeiro desafio do primeiro dia de carreira efetiva na industri de filmes porno gay interracial e vou continuar a contar minha saga aqui.
Até a próxima parte.

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