#Gay #Incesto #Teen

Na última noite naquele pesqueiro, meu pai me comeu por engano...

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Marcosmoreno

Terminei de tirar meu short, coloquei a mão por baixo de mim,e direcionei o pau dele.Ainda lubrificado pela porra do Celso, meu cuzinho não ofereceu resistência

Fui acordado aos cutucões.
_Acorda bela adormecida....
Era meu pai.
_Não falou que iria descer mais tarde. Disse ele.
Sonolento, notei que já havia escurecido.
_O senhor trancou a porta pai...não pude me trocar...eu não ia lá de sunga...
_E porque não? O quê que tem?
_Ah Mário...aí vai me desculpar né...mas o moleque tem razão, se ele aparece lá só de sunga, o pessoal ia perder a concentração. Disse Celso.
Com cara de surpreso, e de interrogação, meu pai olhou para o Celso.
_Olha a bunda desse moleque. Completou Celso.
_Vou fingir que não ouvi esse comentário Celso. Disse meu pai, com cara de bravo.
_Kkkkk...relaxa Mário....é só brincadeira. Disse Celso.
Não achei que meu pai levou na brincadeira, tanto que mudou o assunto.
_Vamos entrar e tomar um banho para jantar, já já o Carlos e Paulo vão passar aqui. Disse meu pai.
Celso foi tomar o banho dele, depois eu tomei o meu, e por último, foi o meu pai.
_Acho que seu pai não gostou do quê eu falei. Disse Celso, enquanto meu pai estava no banheiro.
_Também...você foi falar merda...
_É...tá...não devia ter falado...mas não menti. Sua bunda fica bem saliente naquela sunga kkk.
_Nossa...você é muito sem noção...
_Kkkk...sou mesmo...vem...dá uma chupadinha. Disse ele, já colocando a rola para fora.
_Nossa...você é maluco...e está me deixando igual. Disse isso, e já fui abocanhando sua rola.
O tesão dele era enorme, o pau estava bem duro, mas não teve tempo de gozar, meu pai não demorou muito no chuveiro.
No jantar, eles estavam muito à vontade, não iriam pescar no dia seguinte, iriam curtir a piscina, e o Sol intenso, que fazia durante o dia.
Cerveja, vinho e caipirinha, a todo instante chegavam à mesa. Aproveitei e bebi um pouco também. Aos poucos, eles começaram a falar mais alto e a rir mais.
O vinho relaxa a gente, fiquei alheio à conversa deles, pensando no Beto e no Fabinho. Me deu um calor no corpo, e meu pinto ficou duro.
Com tesão, ficava disfarçando, e dando umas olhadinhas para o Celso, que quando percebeu, passou a retribuir os olhares. Meu pai já estava bem ruinzinho.
Acho que se o cara do restaurante não falasse que precisavam fechar o local, eles estariam lá até agora bebendo kkk.
Não satisfeito, meu pai ainda pegou uma garrafa de vinho para bebermos no chalé.
Na saída do restaurante, uma realidade, meu pai e o Paulo estavam bem bêbados, a mulher do Paulo o ajudava a andar, enquanto eu, auxiliava meu pai.
Mesmo muito bêbado, quando chegarmos no chalé, meu pai chamou os dois casais para tomarem o vinho.
_Tá doido Mario? O Paulo não aguenta mais nada. Disse a mulher dele.
Carlos disse que iria dormir, que também já estava ruim.
Teimoso, meu pai abriu o vinho, e começou a beber sozinho.
_É Marquinhos...vamos ajudar ele, senão ele vai capotar de bêbado. Disse Celso, que também não estava muito bom.
Vendo que meu pai estava totalmente sem noção de nada, Celso passa a tocar meu corpo enquanto conversávamos, e num dado momento, ele chegou a me encoxar na frente do meu pai, que nem percebeu.
Assim que acabou o vinho, meu pai foi ao banheiro, e Celso sentou na cadeira, e me puxou para o seu colo.
Sua boca toca meu pescoço, e eu fico descontrolado rebolando no seu colo, prensando o seu pau duro que me cutucava.
Ao ouvir o barulho da porta do banheiro, eu me levantei, mas Celso se levantou comigo, e ficou agarrada à minha cintura.
_Me solta! Falei preocupado.
_Xiuuuu. Disse ele.
Capengando, meu pai passou como um zumbi, caminhando direto para a cama, sem nem olhar para o lado.
_Depois apaguem a luz. Disse meu pai, falando tudo enrolado, enquanto seu corpo caía na cama.
Celso puxa meu short para baixo, e senta na cadeira, puxando meu corpo.
_Calma...ele ainda está acordado. Falei baixinho.
Não adiantou nada, me segurando forte, ele enfia suas mãos embaixo da minha camiseta, e aperta meus mamilos. Sua boca volta a tocar meu pescoço, ele morde meus ombros, e me desarma completamente.
Dou uma levantada, ele coloca a rola para fora, passa saliva, e volto a sentar, agora, agasalhando sua rola.
_Você é maluco...ele ainda não dormiu. Falei, enquanto sentava na rola.
_Relaxa e rebola gostoso vai...
Fiz o que ele pediu, e suas mãos voltam a tocar meus mamilos. Fui perdendo o controle, e fui acelerando na rebolada.
O negócio virou uma loucura, quando meu pai começou a roncar. Sem limites, passamos a gemer alto, e cheguei ao orgasmo rapidinho, rebolando no pau.
_Vamos lá para a minha cama. Disse ele, se levantando, agarrado ao meu corpo.
Apesar da pouca distância, fiquei meio receoso, ele estava bêbado para me levar daquele jeito, mas ele conseguiu. Sem me deixar colocar os pés no chão, Celso me carregou até a sua cama, com o pau enfiado na minha bunda.
Fui deitado de bruços, e Celso deitou sobre mim. Já com o pau enfiado, ele passou a socar forte.
A noite estava quente, ele se cansou logo, se virou, ficando de costas na cama, eu sentei no seu pau, e passei a cavalgar.
Sentado no pau dele, fiz o que o Beto tinha me ensinado, debrucei meu corpo, e passe a mamar os mamilos dele, dando umas mordidinhas nos biquinhos.
O homem ficou doidinho, me agarrou, me virou na cama, me deixando de quatro, e passou a meter bem forte, dando tapas na minha bunda.
_É assim que meu safadinho quer? É? É?
_Isso...isso...vai...mais....mais...
O ronco alto do meu pai, nos deixava à vontade para continuar, e os estralos dos tapas e das bolas batendo na minha bundinha estavam bem alto, assim como nossos gemidos.
Meu cuzinho, que já estava um pouco ardido por causa do Beto e do Fabinho, suportou bem as estocadas, e foram mais de 20 minutos, direto, sem parar.
O suor do corpo dele, caía sobre o meu, quando o gozo foi anunciado.
Celso me segurou com força, e deu uma senhora cravada, que eu acabei dando um grito no quarto.
_Ai caralho...ai...vai devagar!!!
_Ahhhh....ahhhh...porra...ahhhh...tô gozando....
Caí de lado, trazendo o corpo do Celso junto, e ele continuou jorrando sua porra dentro de mim.
Aos poucos, seu pau foi parando de pulsar, e ficamos agarradinhos por um tempo. Sinto o peso de sua mão sobre meu corpo...em seguida, o ronco bem no meu ouvido. Ele tinha desmaiado.
Me desencaixei, e fui ao banheiro me limpar. Mal passei o primeiro papel, e ouvi barulho, era meu pai se levantando.
Meu coração disparou, eu estava pelado no banheiro. Fiquei de canto, e meu pai passou, com os olhos arregalados, mas pelo que percebi, ele nem me viu, foi direto para a privada, mijar.
Sai rapidinho do banheiro, coloquei a roupa, cobri o Celso que dormia peladão, todo esparramado na cama, e fui me deitar.
Meu pai voltou, se deitou na cama, e eu fiquei esperando ele dormir, para voltar ao banheiro e terminar de me limpar.
Meu pai se mexeu na cama, e falou algo que eu não consegui entender.
_Hã? Quê que foi? Perguntei.
Ele balbuciou algumas palavras, e dessa vez eu entendi:
_Vem cá Nil...vem...
Ele ainda estava bem bêbado, "Nil" é minha mãe, Nilza. Resolvi ficar quieto, deitado de lado, e de costas para ele.
De repente, meu pai volta a se mexer, e se encaixa atrás de mim. Fiquei assustado, quando sua mão desceu pela lateral do meu corpo, e começou a abaixar meu short. Ele estava pensando que eu era a minha mãe.
"Vem...vem...." Dizia ele.
Eu não sabia o que fazer, fiquei com medo dele acordar do transe, e brigar comigo.
Depois de arriar meu short, sentí um negócio quente roçando minha bunda. Meu pai estava tentando me comer.
_Vai...vai...deixa. Dizia ele, meio impaciente, deslizando o pau pelo meu reguinho.
Dava para sentir que era mais grosso que o do Celso, e o esfrega esfrega no meu cuzinho, foi ficando mais acelerado, ele parecia estar ficando nervoso. Bêbado, não conseguia acertar meu buraquinho.
Fiquei com medo dele acordar, perceber o que estava acontecendo, e me culpar...sei lá...era o que passava na minha cabeça, tanto que resolvi acabar com aquilo.
Terminei de tirar meu short, coloquei a mão por baixo de mim, e direcionei o pau dele. Ainda lubrificado pela porra do Celso, meu cuzinho não ofereceu resistência. O problema, é que quando percebeu que tinha acertado o buraquinho, meu pai enfiou com tudo, e a grossura me fez soltar um gritinho.
Sua mão sobe até meu ombro, e de ladinho, ele mete. O vai e vem era frenético, as estocadas eram fundas, com certeza o pau dele era maior que o do Celso...e meu pinto ficou duro.
Minha cabeça inicialmente confusa e receosa, sede à tentação...eu passei a curtir as estocadas, e acabei gozando.
Não sei por quanto tempo ele ficou ali fodendo meu cuzinho, mas na hora do gozo, sua boca procurou a minha. Achei perigoso, mas não o impedi....ele me beijou, jorrando porra no meu cuzinho.
Após o gozo, meu pai ficou agarradinho comigo, e logo, voltou a roncar.
Esperei um tempo, me desencaixei dele, e fui ao banheiro, me limpar.
Voltei para a cama, e ví o pauzão do meu pai todo lambuzado.
"Se ele acordar assim, acho que ele vai saber o que aconteceu". Pensei.
Não tive dúvidas...mamei a rola dele, e deixei limpinha, pena que não ficou dura. Aproveitei e subi seu calção. Em seguida, com o coração aceleradíssimo, fui dormir.
Acordei no outro dia morrendo de medo do meu pai lembrar de algo. Mas para a minha felicidade, ouvi quando ele conversava com o Celso, e dizia que não se lembrava de ter pego a garrafa de vinho, e muito menos que tinha bebido a mesma no chalé.
Ainda fiquei desconfiado, mas não houve indícios de que lembrava de algo, passamos o dia na piscina, almoçamos, e depois voltamos para casa.
Nunca tive coragem de tocar nesse assunto com meu pai, hoje, ele está na casa dos sessenta, e nem imagina que um dia comeu meu cuzinho...
Já o Celso, esse, por um bom tempo fez parte da minha vida...uns dias depois dessa pescaria, ele foi me buscar lá na escola...passei a tarde com ele, na casa dele....na cama dele....

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