Seu Zé, capador de gordinho
Eu sou o Seu Zé, o capador da região. Todo mundo sabe que na minha fazenda de Goiás macho que entra bonito e rechonchudo não sai igual. Já capei vários, mas o último… esse eu peguei à força mesmo. Ele era um gordinho de 24 anos, chamado Lucas, daqueles bem branco, barriga macia, peitos grandes de homem gordo, coxas grossas e uma bunda enorme, redonda, que balançava quando ele andava. Tinha vindo pedir emprego temporário, fugindo da cidade, achando que ia só ordenhar vaca e voltar pra casa.
Eu dei serviço, sim. Dei comida, banho e cama no quarto de empregado. Mas desde o primeiro dia eu já sabia: aquele saco gordo ia ser meu.
Na primeira semana ele trabalhou direito, suado, camisa grudada na barriga mole. Eu ficava olhando o volume entre as pernas dele — pau pequeno, mas saco grande, cheio, pendurado pesado. Ele percebia meu olhar e ficava nervoso, mas nunca reclamava. Até que uma noite, depois de beber umas cachaças na varanda, eu mandei ele tirar a roupa.
— Tira tudo, gordinho. Quero ver essa bunda.
Ele riu nervoso, achando que era brincadeira. Eu não ri. Levantei, agarrei ele pelo pescoço e arranquei a camisa. Ele tentou empurrar, mas eu sou forte pra caralho. Joguei ele no chão da varanda, tirei minha calça e enfiei o pau duro na boca dele à força. Ele engasgou, chorou, tentou morder — levei dois tapas na cara até ele abrir direito. Chupei ele também, só pra deixar o pauzinho duro, depois virei ele de bruços e meti no cu gordo sem cuspir, seco, rasgando. Ele gritou, esperneou, mas eu segurei os braços gordos e fodi até gozar fundo.
Depois disso ele virou meu brinquedo. Todo dia eu comia ele à força — no curral, no paiol, na cozinha. Se resistia, levava cinto na bunda gorda até ficar roxa e inchada. Obriguei ele a beber meu mijo, a lamber meus pés suados, a dormir pelado amarrado na cama com meu pau encostado no cu dele. Ele implorava pra ir embora, chorava dizendo que não aguentava mais. Eu só ria:
— Você não vai embora, porra. Você agora é meu capado em formação.
No décimo quinto dia eu decidi que era hora. Ele tava gordo, manso de tanto foder, mas ainda resistia. Levei ele pro curral abandonado atrás do rio, de manhã cedo. Ele já suspeitava, tentou correr. Agarrei ele pela barriga macia, dei uma rasteira e arrastei até o lençol velho estendido no chão.
— Não! Seu Zé, por favor! Eu faço qualquer coisa, mas não isso!
Ele chorava, esperneava, as coxas gordas tremendo. Eu amarrei os pulsos e tornozelos nas estacas de madeira que uso pra castrar boi — bem esticado, barriga pra cima, saco exposto. Ele gritava, puxava as cordas, mas não tinha jeito. O corpo gordo todo suado, pauzinho mole de medo.
Segurei o saco dele com força. Era grande, pesado, cheio de ovos gordos. Ele berrava:
— NÃO! ME SOLTA, CARALHO!
Com o canivete afiado eu rasguei o tampão do saco de uma vez só, um corte fundo e largo. O grito dele foi animal, ecoou no mato inteiro. Sangue jorrou quente na minha mão. Ele se contorceu louco, barriga tremendo, lágrimas escorrendo. Massageei o saco aberto, apertando até as duas bolas grandes e pesadas saltarem pra fora, brilhando, vulneráveis.
— Por favor… não… eu imploro…
Peguei a primeira bola. Puxei com força, esticando a corda até o limite. Ele berrou mais alto que nunca. Passei o canivete — corte seco, preciso. A bola caiu na minha mão, quente. Ele soluçava, corpo inteiro convulsionando. Fiz o mesmo na segunda: puxei, cortei. As duas bolas foram embora. Capado à força. Meu gordinho agora era um capado pra sempre.
Costurei o saco vazio com linha grossa, pontos largos e feios, enquanto ele choramingava baixinho, quase desmaiando. Depois segurei o pauzinho ainda meio duro de tanto choque e dei uma punheta bruta, rápida, até ele gozar seco — só espasmos vazios e um grito rouco.
Lavei todo o sangue no rio, jogando água fria no corpo dele que ainda tremia. De noite, no quarto, virei ele de bruços na cama e fodi o cu gordo e arrombado sem dó, mais fundo que nunca. Gozei lá dentro marcando meu capado.
Hoje Lucas mora aqui. Anda devagar, barriga ainda gorda, saco liso e costurado, pau mole pendurado pra sempre. Ele não tenta fugir mais. Toda noite dorme de conchinha, chorando baixinho enquanto eu aperto a barriga dele e sussurro:
— Agora você é perfeito, gordinho. Meu capado pra vida inteira.
E ele só responde, voz quebrada:
— Sim… patrão.
❤️ Contos Eróticos Ilustrados e Coloridos ❤️👉🏽 Quadrinhos Eroticos 👈🏽
Comentários (0)