O Ginecologista do Interior - Bernadete, a menina pobre - Parte 1
Os contos da série “O Ginecologista do Interior” são fictícios, obras da imaginação do autor (Contos do Gineco) que não tem a intenção de incentivar a prática de atos ilícitos.
Confessei a verdade, ao menos em parte, à minha esposa, antes de fazer a cirurgia de vasectomia. Ela havia desconfiado e não havia sentido eu esconder uma amante, ao tempo em que ela tinha um.
- É a Gertrudes, sua atendente? Uma amiga que voltava de uma viagem o viu com ela e a filha no avião. Você as levou ao congresso.
- Sim. Precisava de uma assistente para me ajudar com os papéis da conferência e a menina foi junto. Gertrudes é sozinha em São Paulo, não havia com quem deixá-la.
- A menina é sua filha? Por isso a colocou no mesmo colégio da Rebecca?
- Minha família eu constitui com você. Fátima e Rebecca são minhas únicas filhas e herdeiras. Coloquei Christina em um bom colégio porque ela é estudiosa, merece uma chance de ser alguém na vida.
- A vasectomia… Você quer proteger a herança da minha família e a das meninas...
- Exato, não podemos correr o risco. Você já está na menopausa, não há como engravidar do seu amante, mas eu posso engravidar Gertrudes.
- Então você sabe do Antônio...
- Desde o início. Você precisava preencher uma lacuna na sua vida que eu não era mais capaz de suprir. Mas eu também sinto necessidades.
- Mas continuo amando você. Não quero me separar.
- Não está nos meus planos. Sei que nos amamos, apenas não sentimos mais desejo sexual um pelo outro.
- Então vamos continuar como sempre fizemos. Nossa vida lá fora não interessa quando estamos aqui.
- Concordo, mas devemos ter discrição.
- Só mais uma coisa: Rebecca quer trazer Christina para passar o fim de semana. Ela nunca foi de trazer amigas para casa, mas agora vive falando da menina, dizendo que são melhores amigas. Não vejo problema, mas ela tem que prometer não contar que a mãe é sua amante. Nada deve interferir na nossa vida com as meninas.
- Falarei com Christina, direi que se ela contar alguma coisa para Rebecca, a mudarei de colégio.
A situação perfeita: Gertrudes virou a minha amante oficial e eu estava livre para trazer e levar Christina de nossa casa. Como minha esposa e eu dormíamos em quartos separados há algum tempo, haveria momentos em que poderia me divertir com a minha loirinha.
E foi assim que Christina passou a frequentar a nossa casa. Não foi difícil para ela conquistar a afeição de minha família. Fátima, que nunca foi próxima de Rebecca devido à diferença de idade, se divertia chamando Christina de bonequinha, pois a achava parecida com uma boneca Susi de sua coleção. E minha esposa ficou encantada com a meiguice e a espontaneidade da menina, não importando que ela fosse filha de minha amante. Tarde da noite, quando todos já estavam dormindo, eu levava Christina para o meu quarto, a deitava na minha cama e a amava com paixão, tendo o cuidado para tapar a sua boca na hora de seus orgasmos, sempre mais escandalosos durante a sodomia.
Ao final da manhã de um sábado, quando eu fechava a clínica após ter atendido uma urgência, uma paciente grávida que tinha apresentado um sangramento, uma mulher e uma menina pretas me abordaram. Pelo aspecto das roupas, pensei que pediriam uma esmola, no entanto…
- O senhor é médico, não é?
- Sou ginecologista e obstetra.
Respondi sem olhar para ela, guardando a pasta de médico no banco do carro, querendo sair logo para encontrar a minha loirinha, que havia dormido em minha casa com Rebecca e almoçaria junto à família. Ao fim da tarde eu a levaria para casa, oportunidade que teríamos para fazer amor, pois, na noite anterior, ela e minha filha brincaram até tarde, não me dando chance alguma.
- Li na placa da clínica. O senhor pode ajudar a gente?
Abri a carteira para pegar alguns trocados, mas a mulher completou:
- Não é dinheiro, doutor. A minha filhinha, Bernadete, está doente, com muita dor de barriga. Faz uma semana que não defeca. Vim do hospital com ela, mas tinha muita gente, não deu para ser atendida. Agora só na segunda. A gente estava voltando para casa, indo para a parada de ônibus, quando vi o senhor saindo da clínica. Tem algum remédio que ajude? Não sei mais o que fazer...
Olhei para a menina, que era mais baixa e magra que Christina, aparentando ser mais jovem. Usava um vestido na altura dos joelhos e um casaco velho por cima que era maior que o seu tamanho, fazendo-a quase sumir dentro dele. As mulheres da raça preta são conhecidas por terem mais bunda que as brancas. Imaginei como seria o formato da bundinha daquela menina por baixo das roupas frouxas, sentindo o pênis ganhar vida. Peguei a pasta de volta e fechei o carro.
- Vamos entrar, tenho que examiná-la. Não dá para passar remédio sem saber o que pode estar causando a prisão de ventre.
- Não tenho dinheiro para lhe pagar...
- Não estou fazendo por dinheiro.
Abri novamente a clínica, dando passagem para elas entrarem, observando a menina por trás, os cabelos crespos crescidos dando maior volume à cabeça. Levei-as diretamente à sala de exames do meu consultório, não querendo perder tempo. Olhei para a menina e falei com empatia:
- Vou examiná-la para saber o que você tem e passar um remédio para ficar boa. Você deixa?
Ela apenas balançou a cabeça para cima e para baixo, concordando. Mantinha as mãos sobre a barriga, suas feições demonstrando incômodo.
- Você pode retirar o casaco e se deixar na mesa? Aqui dentro não está frio.
A menina retirou o casaco e o sapato, subiu na mesa de exames usando a escadinha abaixo e se deitou. Aproximei-me. A mãe ficou ao lado da mesa, perto da cabeça da menina.
- Para começar o exame, preciso levantar o seu vestido.
A menina novamente concordou. Leve as mãos à barra do vestido e o suspendi, puxando-o até a altura do tórax, pouco acima dos mamilos pretos rentes ao corpo, ainda sem indícios de desenvolvimento. Ela ajudou, suspendendo os quadris da mesa de exames. A calcinha da menina era de tecido branco e folgada, a típica calcinha infantil. Passei a examinar o abdômen, bastante estufado, indicando gazes. Apalpei, explorando até a virilha, por cima da calcinha. Ela relatou incômodo. Retirei as mãos, olhei para a mãe:
- Aparentemente ela está com gazes, devido ao acúmulo de fezes. Vou examiná-la internamente e colocar um remédio para fazê-la evacuar, mas antes preciso medir a consistência das fezes. Se estiverem muito ressecadas será necessário uma intervenção para a retirada das fezes, para não causar fissuras no ânus. É um procedimento feito em hospitais, mas como vocês não foram atendidas, posso fazer aqui, na sala que uso para procedimentos simples.
A menina realmente estava com fezes acumuladas no intestino, mas bastaria aplicar um enema, passar um laxante e ela estaria curada. A mãe concordou, aflita:
- Obrigada, doutor, por está ajudando a minha filhinha a ficar boa!
Olhei para a menina:
- Para continuar o exame, preciso retirar a sua calcinha. Posso?
A menina olhou para a mãe, bastante receosa, mas permitiu. Coloquei as mãos nas laterais da calcinha, puxando-a para baixo com suavidade. A menina novamente colaborou, suspendendo os quadris. Meus olhos brilharam quando o púbis liso foi revelado, o início da pequena vulva, os lábios externos unidos, a fissura entre eles. Continuei descendo a calcinha, até retirá-la.
- Agora preciso que você desça mais na mesa, até os pês chegarem na ponta. Vou levantar suas pernas e colocá-las no apoio, para iniciar o exame.
A menina novamente olhou para a mãe, buscando orientação. Após o consentimento, ela desceu, ficando na altura adequada. Regulei os apoios laterais para o tamanho das pernas. Ainda sem luvas, peguei a perna esquerda pela panturrilha, deliciando-me com a textura sedosa da pele preta. Repeti o procedimento com a outra perna, deixando exposta toda a vulva infantil. Enquanto baixava a parte final da mesa, para permitir a minha aproximação para o exame, olhei para o meio de suas pernas. Os lábios externos, agora ligeiramente separados, permitiam a visão do minúsculo capuz do clitóris, dos pequenos lábios que sumiam na fissura vaginal fechada. Abaixo, o períneo o pequeno ânus preto, rodeado de pregas simétricas. A intimidade da menina era tão delicada quanto a da minha amante loirinha, apenas a cor contrastava. Imaginei como seria maravilhoso ter as duas juntas, naquela posição, lado a lado. Coloquei as luvas e olhei para a mãe. Não sabia o nome dela e não interessava:
- Vou iniciar o exame. A senhora quer assistir?
Falei, colocando as luvas de látex. A mulher se aproximou, ficando um pouco atrás de mim. Com o polegar e o indicador da mão esquerda, separei a parte final dos lábios externos, expondo o minúsculo clitóris, a uretra e a vagina entreaberta. Apontei para a pequena entrada avermelhada e mostrei o hímen:
- Como a senhora pode ver, ela é virgem, mas a vagina está irritada e com um leve corrimento. Pode ter sido causado pela migração de bactérias do reto, durante o asseio. Trataremos disso em outra consulta. Hoje, o importante e retirar as fezes do intestino para que ela não tenha uma infecção.
A mulher concordou. Olhei para a menina:
- Vou fazer um exame de toque dentro do seu bumbum, mas antes vou passar uma pomada para não doer.
A menina olhou para mim e concordou com a cabeça. Eu ainda não tinha ouvido o som de sua voz. Peguei a pomada a base de xilocaína, para anestesiar a região anal, coloquei um pouco sobre o dedo indicador direito e, ao encostá-lo no pequeno ânus, senti a contração, fazendo o meu pênis pulsar dentro da calça. Ainda bem que eu havia recolocado o jaleco. Após espalhar a pomada pela parte externa do orifício, apliquei mais um pouco, agora sobre o indicador e dedo médio. Poderia usar apenas um dedo, mas queria que a menina se acostumasse com um maior grossura. Com os dedos unidos um sobre o outro, para reduzir o diâmetro inicial, toquei o centro do ânus, que se contraiu. Ao sentir o relaxamento, iniciei a introdução. Apesar da pomada anestesiante, a menina levantou a cabeça e abriu a boca, querendo reclamar, mas outra vez não emitiu som. Somente percebi o que acontecia quando a vi conversar com a mãe na linguagem dos sinais. Olhei para a mulher.
- Bernadete é muda de nascença. Nunca emitiu um som.
Era uma grata surpresa, pois facilitaria a execução do meu plano. Quando senti que a menina relaxou o esfíncter, acostumando-se com a largura de meus dedos, terminei de introduzi-los, deliciando-me com as carnes tenras e mornas do estreito canal. Mesmo sabendo o que encontraria, gostaria de estar sem luvas para ter a sensação tátil completa. Um pouco mais dentro do reto, esbarrei nas fezes.
- Encontrei fezes muito ressecadas. Vou aplicar um remédio que fará com que ela evacue as que estão mais próximas, mas terei que fazer um procedimento mais profundo para a retirada das que estão mais no interior do intestino, para evitar uma infecção. Esse procedimento vai demorar um pouco e só pode ser feito depois dela evacuar as fezes acumuladas no reto.
- Certo, doutor. Eu só tenho a agradecer o que o senhor está fazendo pela minha filha.
Com cuidado retirei os dedos do ânus da menina, fui ao armário, pequei dois supositórios de glicerina e o produto para aplicação do enema. Depois, introduzi os supositórios no estreito ânus, empurrando-os profundamente com o dedo indicador. Aguardei uns dez minutos, deixando a menina exposta na constrangedora posição que tanto me agradava, olhando vez ou outra para a graciosa anatomia íntima, imaginando o seu sabor. Depois, introduzi o fino dreno do enema no ânus. Falei, antes de colocar o preparo no recipiente ligado ao dreno:
- Agora vou colocar um líquido dentro do seu bumbum que dará vontade de defecar. Mesmo que sinta vontade, deve segurar o máximo possível. Somente quando não der mais, vá ao banheiro e use o vaso sanitário.
Ela assentiu com a cabela. Olhei para a mãe:
- No banheiro tem toalhas limpas e sabonete. Dê um banho em sua filha, quando ela terminar de evacuar. Necessito que ela esteja limpa para o outro procedimento. Use uma das batas que também estão no armário, para ela não correr o risco de sujar a roupa.
A mulher me observou derramar o líquido branco no recipiente, que aos poucos escorreu pelo dreno até ser depositado nas profundezas do reto da menina. Quando terminou, retirei o dreno, remontei a mesa de exames e tirei as pernas da menina dos apoios, esticando-as sobre a cama, sem deixar de olhar diretamente para a bela vulva infantil. Pensei em Gertrudes, em como ela se deliciaria com aquela maravilha de ébano. Como tudo ocorria de improviso, não havia tempo para chamá-la. Olhei nos olhos da menina:
- Retire o vestido para não sujar, caso não chegue a tempo ao banheiro.
Novamente ela respondeu com a cabeça. Eu poderia ter dito para ela ir ao banheiro e aguardar lá a vontade de evacuar, mas queria que ela se acostumasse com a exposição total do corpo na minha presença. Passei a conversar com a sua mãe:
- De onde vocês são?
A mulher passou a falar:
- Viemos de Petrolina, uma cidade do interior de Pernambuco.
Falei, para ganhar a sua confiança:
- Que coincidência! Também sou pernambucano, de Triunfo. Mas meu pai era militar e a família se mudou para São Paulo quando eu ainda era criança.
- A gente veio fugindo da seca. A gente mora em uma favela depois do Itaquera. Meu marido foi embora logo na chegada. Trabalho de empacotadora em uma loja e uma comadre toma conta da Bernadete, depois que ela chega da escola.
Olhei para a menina. O estudo poderia ajudá-la a sair da pobreza e mudar as condições de vida de sua família.
- Continue estudando, Bernadete. Se for uma boa aluna, no futuro poderá fazer o que quiser. Até faculdade de medicina e ser médica. Depende de você.
Ela afirmou com a cabeça. Em seguida, sentou-se sobre a mesa de exames com as mãos sobre a barriga, as pernas unidas, escondendo de meus olhos a graciosa vulva. Sem aviso, ela desceu e saiu correndo para o banheiro logo ao lado, dando-me a visão de sua bunda em movimento. Como era magra e ainda criança, a bunda se assemelhava à de Christina, estreita e empinada, puro músculo com pouquíssima gordura por cima. A mãe da menina foi atrás. Durante algum tempo, ouvi o barulho de líquido e de fezes caindo no vazo. Depois, a descarga e o chuveiro sendo ligado. Sentei-me na cadeira do meu consultório e aguardei. Elas retornaram quinze minutos depois, a menina com os cabelos ainda úmidos usando uma das batas que as pacientes utilizam durante os exames ginecológicos. Havia ficado grande nela, quase arrastando no chão. Mentalmente tomei nota para me lembrar de comprar batas menores, mais adequadas às minhas jovens pacientes.
Levei-as comigo à sala de procedimentos, mas antes de entrarmos, detive a mãe, dizendo que, como se tratava de um procedimento ambulatorial, as regras médicas impediam a entrada de acompanhantes. Disse para aguardar na cozinha, onde ainda havia café e algum lanche, pão, queijo e presunto, que Gertrudes sempre levava a meu pedido, para eu comer quando havia uma emergência que me impedia de almoçar ou jantar. A menina olhou para a mãe, novamente com cara de medo:
- Vá com o doutor e faça o que ele mandar, Bernadete. Ele vai fazer você ficar boa.
Coloquei as duas mãos sobre os ombros da menina e a conduzi para a sala de procedimentos, que fica depois da minha, fechando-a com chave ao entrarmos. Orientei a menina a se deitar na mesa de exames e puxei as cortinas laterais, dizendo que eram normas para a privacidade das pacientes durante os procedimentos. A menina apenas balançou a cabeça de cima para baixo. Soltei as rodinhas da mesa, puxando-a até deixá-la embaixo do trilho da cortina. Antes de puxar a cortina frontal para isolar a visão da menina, alertei:
- Seu nome é muito bonito, Bernadete. Nome de menina corajosa.
Ela respondeu com um pequeno sorriso nervoso.
- Vou introduzir no seu bumbum um aparelho e fazer movimentos para sugar o resto de fezes que ficaram no seu intestino. Mas antes, vou passar de novo a pomada para não machucar. Você não poderá se mexer durante o exame, mesmo que doa um pouco. Se o aparelho sair do lugar, teremos que começar de novo. Durante todo o procedimento, vou falar com você.
- A menina tinha o olhar assustado, mas novamente concordou com a cabeça.
- Agora vou puxar a cortina para começar o exame.
Puxei a cortina, passando-a um pouco abaixo do tórax da menina, impedindo que ela visse o procedimento.
- Preciso abrir a bata que você está vestindo e colocar de novo as suas pernas no apoio.
Assim procedi, deixando-a nua e em posição ginecológica para o meu desfrute.
- Desça um pouco mais, para facilitar o exame.
Ajudei-a a se mover sobre a mesa, colocando as mãos em seus quadris levantando-os, deixando-a ligeiramente para fora da mesa, a pele morna e sedosa dos pequenos e firmes glúteos pretos causando-me frisson. Nessa posição, a penetração no reto infantil seria muito profunda, provavelmente atingindo o sigmóide. Baixei as calças, a cueca toda melada. Peguei a vaselina, apliquei primeiro em meu pênis, que estava a ponto de estourar de tão intumescido, depois sobre o ânus infantil, que a todo momento se contraia e relaxava, demonstrando uma elevada sensibilidade. Introduzi devagar o dedo, girando para espalhar o lubrificante nas paredes do reto. Sem mais poder esperar, retirei o dedo:
- Vou introduzir o aparelho, Bernadete. É mas grosso que o dedo e pode doer um pouquinho, mas logo você vai se acostumar e a dor vai passar. Você já uma mocinha, permaneça calma e parada até o final. Vai demorar apenas uns quinze minutos.
Encostei a glande rosada no ânus preto e infantil, sentindo as contrações, admirando o contrate de cores e de dimensões, tentando imaginar o que se passava pela cabeça da menina que se deixava estuprar pensando que se submetia a um procedimento médico. Empurrei a glande, sentindo a forte resistência:
- Relaxe os músculos, Bernadete. Quando sentir a pressão, faça força para defecar. Assim vai ficar mais fácil para introduzir o aparelho.
Ao sentir o ânus estufar, fruto da força que a menina fazia para defecar, forcei novamente a entrada, olhando maravilhado as pequenas pregas do ânus preto se abrirem aos poucos para tragar a glande do pênis, que era grande e espesso frente aos estreitos quadris infantis. A menina retesou o corpo quando a glande adentrou, os pés ficaram tesos, as mãos se fecharam. Não dava para ver o seu rosto por trás da cortina, mas imaginei um grito sem som. Eu possuía analmente uma linda menina que não podia gritar por ajuda. Pensar que eu realizava a fantasia de muitos estupradores em potencial fez o meu pênis latejar de alegria.
- Você está indo bem, Bernadete. Agora vou inserir o resto do equipamento. Depois disso, a dor vai passar.
Enquanto meu pênis sumia lentamente entre os glúteos da menina, arrastando-se forçosamente pele reto infantil que me comprimia com muita intensidade, eu olhava para a linda vulva infantil, a fissura vaginal entreaberta pela dilatação do ânus e períneo, o hímen e a parte visível do canal vaginal avermelhado em contraste com os lábios escuros. Desejei desvirginá-la, mas sabia que não seria possível. Queria me aprofundar ao máximo, no entanto, parei antes de encostar a minha pélvis nos glúteos, para que ela não percebesse a fraude.
- Pronto, Bernadete, o instrumento está todo inserido. Agora vou fazer movimentos de entrar e sair para fazer vácuo e sugar o resto de fezes do seu intestino. Continue calma e sem se mexer, logo vai terminar.
A menina continuava tensa, com os pés tesos firmados com força nos apoios e os pulsos fechados ao lado do corpo. Novamente a imaginei expressando a dor em um grito mudo. Ela era a menina mais nova que eu já havia sodomizado, o seu corpo ainda não havia despertado para o alvorecer para a adolescência, como o de minha namoradinha. No entanto, assim como as demais meninas que já tive, o reto se acostumaria com a invasão, o esfíncter afrouxaria. Era fisiológico, o corpo entendendo que havia necessidade de evacuar.
Fiquei parado por um ou dois minutos, maravilhado com o forte aperto. Ao sentir que as contrações se tornaram menos intensas, retirei com cuidado o pênis, vendo o lindo e pequeno ânus preto se projetar para fora, esticado ao máximo, até circular a parte mais espessa da minha glande. Tornei-me a entrar no delicioso e extremamente apertado canal retal, vendo a menina de novo cerrar os punhos, contrair os pés. Passei a repetir os movimentos, sentindo um prazer inigualável, tendo o cuidado de não esbarrar a pélvis no corpo dela. Pensar que estava estuprando uma menina que não sabia que estava sendo estuprada elevou a minha excitação a um ponto insuportável. Avisei-a, antes de gozar:
- Está terminando, falta apenas colocar um creme para aliviar a secura do seu intestino.
Bernadete continuava tensa, os punhos ainda fechados, mas em nenhum momento fez menção de puxar a cortina ou se levantar da mesa de exames. Intensifiquei as estocadas, olhando abismado para a parte final da vulva infantil que praticamente sumia, afundando com o meu pênis quando eu a penetrava com vontade. Há vários dias sem ejacular, guardando-me para extravasar em minha loirinha, em uma última e forte estocada, não resisti e colei-me nos quadris da menina, inserindo o pênis em suas profundezas até não sobrar nada de fora. Ao vê-la levantar os antebraços da mesa de exames para em seguida esmurrá-lo, tentando assim suportar a dor, desmanchei-me de prazer no intestino infantil, jorrando muito esperma em longas ejaculadas que pareciam não ter fim, trincando os dentes para não gemer. Aguardei alguns instantes após o término, deliciando-me com as contrações dos músculos internos da menina, sentido a pulsação das veias do estreito canal retal.
Infelizmente, não podendo prolongar o momento, retirei-me com cuidado, vendo o ânus se contrair quando a glande saltou para fora, fazendo-a novamente esmurrar a mesa de exames. Após segundos, ela relaxou as pernas e soltou os pulsos. Subi a cueca e a calça, ajeitei o jaleco no corpo.
- Terminou, Bernadete. Vou apenas passar uma pomada para reduzir a ardência provocada pelo aparelho.
Peguei a pomada, apliquei no dedo e espalhei uma boa quantidade sobre o pequeno ânus estufado e entreaberto, para mascarar o esperma que porventura escapasse. Espalhei também por dentro, para aliviar o desconforto e a ardência que a menina deveria sentir. Passei os dedos ainda melados da pomada no anuscópio, para dar o aspecto de usado, deixando-o visível sobre a mesa de materiais, junto com a pomada e a vaselina, puxei a cortina que impedia a visão da menina e percebi que ela havia derramado lágrimas. Falei, enquanto empurrava a mesa de exames para encostá-la novamente na parede:
- Já terminou, Bernadete, não precisa chorar. Doeu um pouco, mas você já é mocinha, capaz de suportar. Diminuiu, depois que passei a pomada?
Ela afirmou com a cabeça.
- Ótimo! Vou dar um remédio para você tomar todo dia, para facilitar a evacuação, mas você deve retornar no próximo sábado, para eu avaliar. Agora enxugue as lágrimas, para sua mãe ver que você se portou muito bem. Vou chamá-la para trazer as suas roupas.
Outra vez ela acenou com a cabeça, passando as mãos no rosto para se livrar das lágrimas. Deixei a sala de procedimentos na direção da cozinha, percebendo que a mulher havia devorado todo a comida que havia. Ela me olhou, constrangida:
- Desculpe, doutor. Saímos muito cedo de casa e eu não tinha tomado café.
- A menina também está sem comer?
- Está...
Fiquei com pena da menina, por não ter se alimentado até aquela hora. Não pelo estupro, que faria novamente.
- Na esquina da próxima quadra tem uma padaria onde a minha secretária faz as compras. Vou dar dinheiro para a senhora comprar um lanche para ela. Agora a senhora pode ir à sala de procedimentos para vesti-la. Aguardarei na recepção. Minutos depois, as duas estavam na minha frente. Olhei para a menina e falei para a mãe:
- Sua filha é uma mocinha, se portou muito bem no procedimento.
A mãe olhou para a menina, que se comunicou pelos sinais.
- Ela disse que doeu, mas que depois o senhor colocou uma pomada que fez passar a dor.
Olhei novamente para a menina:
- E por ter se portado bem, merece um lanche! Vou dar dinheiro para a sua mãe comprar um sanduíche!
O sorriso que a menina deu a tornou ainda mais bela. Peguei uma cédula de cem cruzeiros e dei à mulher.
- Mas é muito dinheiro, doutor!
- Para a senhora comprar um bom lanche para a menina e para pagar um táxi para casa. Ela deve descansar para se recuperar do procedimento. Quero examiná-la de novo no próximo sábado para verificar se está evacuando bem e se não há mais fezes ressecadas no intestino. E a minha enfermeira estará aqui para recolher amostra das secreções vaginais para análise laboratorial, para sabermos se há alguma infecção.
A mulher assentiu e me agradeceu. Antes de saírem, entreguei uma cartela com comprimidos de laxante para a mulher:
- Dê a sua filha um comprimido por dia, antes dela dormir.
Olhei para a menina, sorrindo:
- Até sábado, Bernadete.
Ela deu um pequeno sorriso e baixou a cabeça, fazendo uma reverência em agradecimento, visto a incapacidade da fala. As duas saíram de mãos dadas.
Fechei a clínica e fui direto para a casa de Gertrudes, dado o adiantado da hora. De lá, ligaria para casa e justificaria a ausência no almoço em família, dizendo que alguma paciente havia entrado em trabalho de parto. Eu continuava sedento, doido para me saciar, desta vez na bundinha empinada da minha pequena amante loira. Ter estuprado a menina preta tinha elevado ainda mais o meu apetite. Sodomizar meninas havia se tornado um prazeroso vício.
❤️ Contos Eróticos Ilustrados e Coloridos ❤️👉🏽 Quadrinhos Eroticos 👈🏽
Comentários (0)