#Corno #Grupal #Traições

Marido bonzinho e esposa puta

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Luana

Sou um homem maduro, bem resolvido, discreto, formado e sempre fui obcecado por sexo fora da curva, daqueles que a sociedade finge que não existe. Tudo começou quando eu era mais novo, mas o que mudou minha vida de vez foi casar com uma garota novinha, linda, inexperiente, e aos poucos revelar pra ela o meu maior tesão: vê-la sendo devorada por outro homem. Depois de uma primeira aventura em apartamento com um casal, veio a praia de nudismo perto de Tambaba, na Paraíba, mas a gente acampava em Pernambuco, pertinho de Porto de Galinhas, onde o calor e a areia quente deixavam tudo mais intenso. O que aconteceu lá na areia molhada, com dois caras desconhecidos, me marcou pra sempre – e ela também. Foi dor, prazer misturado, porra escorrendo, gemidos altos, e um anal que ela pediu com voz rouca. Se você curte histórias reais, picantes, cheias de detalhes sensoriais, continue lendo até o fim... porque as próximas aventuras estão só começando, e quem sabe você não entra na próxima?

Eu sempre soube que minha cabeça funcionava diferente. Desde moleque, imaginava coisas que os outros chamavam de loucura. Quando saí do interior de Pernambuco pra Recife estudar, experimentei uns ménage com casais mais velhos, sendo o "convidado" da esposa. Aquilo ficou gravado na mente. Anos depois, já formado, trabalhando numa cidadezinha pacata, casei com a Juliana. Ela tinha 22 anos na época, 1,58 de altura, uns 50 kg, pele branquinha que virava ouro puro no sol nordestino, boca carnuda que pedia beijo, peitinhos firmes com biquinhos rosa clarinho, cintura de avisar, bundinha empinada que balançava quando andava, e uma bucetinha rosadinha, quase sem pelinhos, apertadinha de dar água na boca. Era uma tentação ambulante, e eu morria de tesão só de olhar.

Menos de um ano casados, ela achou uma revista velha na minha mesa, cheia de anúncios de swing. Chorou, achou que eu queria trocar ela. Expliquei que não era isso, que eu amava ela demais pra querer outra no lugar. Mas a verdade verdadeira era outra: sonhava em ver ela gemendo embaixo de um macho forte, pauzudo, enquanto eu assistia, louco de ciúme e tesão. Aquilo me deixava duro na hora. Lembrava dos casais que eu tinha pegado, mas agora invertido – eu sendo o corno apaixonado. Nada me acende tanto.

Demorei pra ter coragem de falar. Tinha medo dela me achar fraco, ou pior, gay escondido. Mas nas conversas, percebi que o pavor dela era me perder pra outra mulher. Então soltei aos poucos: que eu não era egoísta, que queria ver ela gozando com outros também. Ela ficou pensativa. Na manhã seguinte, com cara de sono e malícia, perguntou baixinho: "Mas como é isso de conhecer outros homens? Toda mulher tem curiosidade, né?". Meu pau pulou na cueca. O céu se abriu.

O sexo nosso, que já era bom, virou fogo. Até que marquei com um casal numa cidade vizinha. Ela preferiu casal pra bater papo com a mulher, entender melhor. Mas a mina tava ali só pra agradar o marido. Ele era um cara maduro, loiro, forte, corpo de academia, e pelas fotos... bem dotado mesmo. Escolhi ele pensando nela: queria que fizesse valer a pena, que ela ficasse viciada.

No apartamento, depois de umas cervejas e papo leve, fomos pros quartos trocados. Em quinze minutos a mulher já quis parar comigo. Voltamos pra sala. Ficamos mais de uma hora ouvindo os gemidos dela. Juliana gemia alto, bonitinho, "ai... assim... mais forte...". Meu coração batia na garganta, pau latejando, orgulho misturado com tesão louco. Quando parou, a outra bateu na porta pra ir embora.

Juliana saiu do quarto toda bagunçada, cabelo desgrenhado, sorriso safado, olhos brilhando. "Tá tudo bem?", perguntei. Ela só riu e me puxou pro quarto. A cama tava encharcada de porra. Cheirei, lambi as manchas, abracei ela forte, beijei a boca que ainda tinha gosto de macho. Fizemos amor como loucos. Gozei cinco vezes naquela noite, parecia que nunca acabava.

No verão seguinte, fomos acampar perto de Porto de Galinhas, mas exploramos a praia de nudismo ali perto, em Tambaba. Primeiro dia só observamos: regras rígidas, homens sozinhos espreitando de longe, atrás da cerca.

No segundo dia, depois de umas cervejas geladas, convidei ela: "Bora dar uma volta pelados?". Ela topou na hora. Caminhamos de mãos dadas, nus, areia branca queimando os pés, mar azul, arbustos balançando. Uns caras pelados seguiam à distância. Chegamos numa depressãozinha onde uma água cristalina descia da serra. Ali, escondidos, comecei a beijar o pescoço dela, apertar os peitinhos, descer a mão na bucetinha já molhada.

De repente, dois rapazes apareceram conversando, olhando. Uns 30 anos, corpos malhados, bonitos. Um claro, outro moreno claro. Ambos duros. "Tá chamando atenção", falei. "Claro que tá", ela respondeu e me beijou com fome.

Me abaixei, levantei uma perna dela na minha coxa, abri as pernas e meti a língua na buceta dela. Ela gemeu alto, ecoando. Levantei, ela se ajoelhou e começou a me chupar gostoso. Os dois se aproximaram. O claro abraçou por trás, roçando o pau grosso, rosado, cabeçudo na bundinha dela, beijando o pescoço. O moreno veio pela frente, chupou os peitinhos, beijou a boca dela com vontade, guiou a mãozinha dela pro pau dele.

Ela se inclinou, abocanhou o do moreno. O claro se abaixou, lambeu a buceta e o cuzinho dela. Esfregava o pau na entrada, voltava a chupar. Quando vi que ele tava louco pra meter, segurei o pauzão dele e guiei pra racha dela. Entrou tudo, melado. Ela parou de chupar, apoiou no outro, gemendo alto enquanto ele socava forte. "Vai gozar?", perguntei. "Vou... ai... tô gozando!". Ele acelerou, gozou um jorro grosso na bunda dela.

Ela sussurrou no meu ouvido: "Lubrifica meu cuzinho". Meu coração disparou. Chupei o cuzinho apertado, a buceta fodida, enfiei dedo melado de saliva. O moreno veio por trás, meteu na buceta primeiro, mas ela queria no cu. Guiou a rola dele pro lugar certo.

Mudamos: areia molhada, sombra. Deitei de costas, ela por cima, buceta na minha boca, meu pau na dela, bundinha empinada. Ele meteu na buceta que eu chupava, socou umas vezes, depois mirou no cu. Ela pediu mais saliva. Lambi enquanto ele babava a cabeça. Vi de pertinho a rola morena entrando devagar no rabinho dela. Ela gemeu de dor e prazer misturado, "devagar... ai... tá doendo... mas não para...". Ele foi entrando, centímetro por centímetro, até enterrar tudo. Ela mamava meu pau com vontade, ele bombava no cuzinho. Vi ele acelerar, dar enterrada funda, segurar e gozar dentro, enchendo o cu dela de porra quente. "Nossa... tá enchendo meu cu...", ela murmurou.

Ele saiu, pau amolecendo. Puxei ela pra baixo, deitei em cima, beijando a boca com gosto de tudo, meti na buceta e gozei forte, misturando minha porra com o resto.

Depois, conversamos. Eram amigos do interior. Contamos do camping, demos o endereço. "Aparece outro dia à noite?", convidei. Eles sorriram. "Quem sabe...".

E agora, fico imaginando o que pode rolar nas próximas. Será que eles voltam? Será que ela vai querer mais no cu, mais dor misturada com prazer? Será que outros vão aparecer no camping? Meu pau endurece só de pensar nas próximas aventuras.

Pra quem quiser acompanhar essas histórias reais, cheias de tesão e detalhes, me acha fácil: www.selmaclub.com e www.fanvue.com/brazilians2026. Deixa seu comentário aqui embaixo, conta o que achou, o que te deu mais tesão... quem sabe na próxima você não vira parte da história? Beijos, e até a próxima aventura! 😈
Bom dia a todos. aqui é MANU e estou ainda a procura de novos amigos e até AMANTES... fixos, seja do Recife ou outro estado. Hoje estarei o dia fora, mas amanhã estarei on line aqui o dia todo. Quero ir no FDS a uma bote MISTURA FONA, e adoraria ter amigo para isso. Quem quiser, entre em contato comigo no PV, mas somente pessoas de bom nível. dispenso curiosos e tarados virtuais. Manu.
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Estou doida para chegar a noite e ter mensagens de pessoas do tipo que busco. VAI APARECER pode ser VOCÊ.
Manu
@todos

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Comentários (1)

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  • Sófiazgg: Amo ser mulher e gostar disso, sinto que sou a melhor de todas assim... T Sofiaayk

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