#Coroa #Grupal #Incesto #Teen

Meu Filho Foi Feito De Mulherzinha

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Asmodeus

Relato do meu filho que viciou em dar o cuzinho e virou fêmea no dia da mulher na casa do avô.

Desde o meu último conto, vi que as experiências do meu filho deram o que falar. Arthur tem 14 anos, mas desde o ocorrido com o avô no carnaval, ele não quis parar mais. Até inventei um lubrificante com lidocaína pra ajudar. O fato é que meu filhote ficou viciado em dar o cu. Sempre amei muito meu filho, cuidei e zelei por ele. E sempre tentei apoiar só máximo suas escolhas e dar a ele espaço para intimidade. Desde sempre, ele tomava banho comigo. Na maior naturalidade. E os nossos laços só tem se tornado cada vez mais forte.
As vezes me atraso para buscar ele na escola e ele fica na sala da secretaria com o porteiro na hora do almoço. A escola fica praticamente vazia, as zeladoras ficam nas salas de aula limpando e ele ficava lá conversando com o porteiro na sala da secretaria enquanto ele almoçava. Normalmente, eu ligo pra comunicar possíveis atrasos. Mas na última sexta, eu não liguei. Sabia que ele deixaria o portão "em falso". Então eu entrei pra ir em direção a secretaria, escutei sons abafados na sala de arquivos e peguei o porteiro no flagra. Meu filho de joelhos, pagando um boquete bem babado. Demorou um pouco pra ele notar minha presença no batente da porta. Assim que me viu, ele arribou as calças e começou a tentar se explicar. Eu comecei a rir e disse que ele não precisava explicar nada. Na verdade, eu agradeci por ele cuidar tão bem do Arthur. Disse que eu já sabia desses momentos deles e que o Arthur gostava. Inclusive, que as vezes eu atrasava um pouco de propósito, porque queria deixar os dois a vontade. Expliquei a ele que eu tenho a filosofia pessoal de acreditar que o ser humano é apenas um animal brincando de ser lógico e que no fim, sempre somos movidos por nossos instintos primitivos e nos culpamos por viver nossas ideologias por causa de falsas morais impostas. Que eu sabia que as vezes, os que mais julgam a liberdade, são os mais pervertidos. E brinquei, se ele quisesse, eu esperaria eles terminarem e até ajudaria o Arthur a abrir o cu pra ele comer. O que eu não ia fazer era impedir meu filho de ser feliz da maneira como ele escolheu.
O porteiro ficou bem errado, me olhava incrédulo por um instante. Eu entrei na sala e toquei seu ombro e disse "relaxa, seu segredo tá guardado com a gente". Aproveitei que a calça dele ainda estava aberta, saquei o pau dele pra fora e bati devagarinho e por fim, dei uma passada com a mão nos pentelhos dele. Depois sussurrei no ouvido dele "come meu filho gostoso viu". Ele se recompôs, me lançou aquele olhar safado e acariciou o bigode grosso dele. Disse que queria muito, mas já já o horário dele acabava. Passei nosso contato pra ele, depois disse que se um dia ele quisesse colar lá em casa, ele podia. Só me avisasse com antecedência. Ele agradeceu e disse que levaria até o filho dele mais velho também.

Então esse se tornou nosso nível de intimidade. E nesse dia da mulher, eu queria passar um tempo de qualidade decente com a minha esposa, então despachei o Arthur pra casa do avô dele. E agora, a história que eu vou contar, veio da boca dele mesmo.

Meus tios vieram do interior pra Fortaleza para passar o fim de semana de visita. E meu pai levou o Arthur pra ver eles na casa do meu tio Francisco que morava na rua de trás. Meu pai sempre foi do tipo brincalhão e por isso Arthur ficava bem a vontade com ele. Como de costume, meu pai via os irmãos dele e faziam aquela farra entre eles. Bebedeira e churrasco. E como lá tinha um quintalzinho, eles ficavam lá sentados, conversando.
Certo momento, eles começaram a ficar muito bêbados enquanto jogavam baralho. O Arthur disse que tirou um 3 de paus e um dos meus tios zoou ele dizendo "eita, pegou 3 pau foi", e o outro disse, "eita Arthurzin, e tu aguenta essa bronca toda". No que meu pai completou "ora se não aguenta, aguenta é tudo, né não 'vovô'". Eles riram, daí meu tio disse "eu só acredito vendo". Arthur disse que olhou pro short dele, daqueles de jogar futebol, e o pau do meu tio deu uma latejada. E meu pai, o vô dele, começou o incentivar. A dizer "vai lá, pega no pau do tio". E ele foi, sem jeito. Os homens deram uma risada. Meu tio deu aquela pegada na bunda dele e disse "Eita, tá bem grande hein, parece que realmente tá aguentando muita rola nesse cuzinho". E meu pai completou dizendo "Oxi, aguenta viu, aguentou o meu". E pra quem não leu o primeiro conto, meu pai é muito bem dotado. O que ele não tem de altura, ele tem de pomba. Nessa hora, ele disse que o meu tio sacou a bichona babando pra fora e mandou ele chupar. Arthur disse que se ajoelhou e começou a mamar o ti, que dava muitos gemidos de prazer e o fazia engasgar na piroca. Falou que o avô chegou a deitar no chão e lamber o cuzinho dele enquanto ele mamava e o meu outro tia via tudo e batia punheta. Arthur disse que depois eles foram pro quarto, e meu filho foi nas coisas dele e pegou o lubrificante especial. O tio perguntou se ele aguentava mesmo, porque ele só saía daquele quarto quando os 3 gozassem. Arthur, bem putinho, lambuzou a mão com lubrificante e passou na porta do cuzinho, ficou de 4 e balançou o rabo enorme. Meu outro tio o chamou de moleque safado. Arthur contou que o vô disse que ia ser o primeiro pra facilitar o trabalho dos outros dois. Disse que ele melou bem o pau e começou a empurrar no cu dele sem muita dó mesmo, no jeito bruto de macho do interior. A lidocaína agiu bem, ele não sentia a dor, só a pressão e o prazer. Disse que o avô meteu com gosto. Não teve negócio de ir devagar e depois bombar com força, meu pai viu o Arthur aguentando e arrombou mesmo. Meu tio encaixou o pau na boca dele e eles ficaram assim um tempo e depois inverteram. Arthur disse que o vô leitou gostoso na boquinha dele. E que depois o outro tio encaixou o pau na boca, enquanto o outro bombava no cu. Ele gemia de tesão. Arthur disse que eles tinham cheiro de macho suado. Um fodia a boca e o outro o cuzinho. O lubrificante só fazia ele aguentar mais e mais. Nunca meu filhote tinha provado tanta porra na vida. O lubrificante o encorajou tanto, que ele não queria parar. Só pararam porque o avô dele disse que precisavam voltar pro quintal. Ele foi no banheiro e se limpou. Disse que naquela noite, um dos meus tios voltou no quarto dele de noite e comeu ele gostoso outra vez. Ele contava tão entusiasmado, que eu não consegui deixar de ficar feliz pela felicidade dele. Meu rapaz é um pervertido, e meus leitores, eu digo, é o orgulho do papai.

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