#Teen #Traições

Comendo minha atleta no corte de peso

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Rabo de Seta

Fiquei muito próximo da minha atleta enquanto a preparava pra sua primeira luta

Eu sempre soube que treinar Muay Thai era mais do que socos e chutes; era sobre disciplina, suor e, às vezes, conexões que vão além do tatame. Como professor, eu via alunos de todos os tipos passarem pela academia, mas Júlia era diferente. Ela chegou há uns seis meses, uma garota de uns 19 anos, com cabelo longo e castanho que caía em ondas selvagens pelas costas, mesmo amarrado durante os treinos. Seu corpo era puro atletismo: pernas fortes de quem corria trilhas, braços definidos de quem erguia pesos, e uma bunda redonda que se destacava em qualquer short de luta. Os peitos? Quase nada, só uma sugestão sutil sob o top esportivo, mas isso só a tornava mais real, mais crua, como uma lutadora de verdade.

Eu sou casado, há dez anos com a mesma mulher, e nunca pensei em trair isso. Mas Júlia... ela me olhava de um jeito que me desarmava. Nos treinos particulares, que eu oferecia para ela se preparar para a estreia, a proximidade era inevitável. Suor escorrendo, respirações ofegantes, toques para corrigir posturas. 'Professor, assim tá bom?', ela perguntava, inclinando o corpo para um chute alto, e eu tinha que me concentrar para não deixar o olhar descer para aquela curva perfeita da bunda.

Aos poucos, as conversas saíram do ringue. Depois dos treinos, sentávamos no vestiário, bebendo água e falando de tudo: dela morando sozinha em um apartamento pequeno, trabalhando como recepcionista em uma clínica para pagar as aulas; de mim, equilibrando a academia com a vida em casa, onde as coisas estavam mornas, rotineiras. 'Você é o melhor professor que já tive, Eu. Sério, me faz sentir invencível', ela disse uma vez, tocando meu braço de leve. Meu coração acelerou, mas eu sorri e mudei de assunto.

A estreia dela se aproximava, uma luta amadora em um evento local. Júlia estava animada, mas nervosa. Precisava bater o peso na categoria, e o dia antes era crucial: desidratação controlada na sauna da minha academia. 'Vai dar tudo certo, Júlia. Eu te ajudo', eu disse, sentindo um orgulho paternal misturado com algo mais perigoso.

Chegamos à academia já tarde da noite, quando todos os treinos do dia já tinham encerrado. A sauna era um cubículo de madeira quente, vapor subindo do chão, o ar denso e úmido. Júlia vestia um shortinho apertado e um top que grudava na pele suada (não faltava muito a perder e como era a primeira vez, não a obriguei a ficar de roupas de frio), o cabelo preso em um coque bagunçado. Eu usava bermuda e camiseta, mas logo tirei a camisa, o calor era insuportável, eu não precisava ficar lá com ela, mas fiquei para a apoiar. Sentamos lado a lado no banco de madeira, as coxas quase se tocando.

'Quanto falta pro peso?', perguntei, olhando o cronômetro no celular.

'Um quilo ainda. Mas eu aguento, professor. Com você aqui, eu aguento qualquer coisa', ela respondeu, virando o rosto para mim. Seus olhos castanhos brilhavam com suor, e o vapor fazia sua pele reluzir. O silêncio caiu, quebrado só pelo zumbido do aquecedor. Senti o cheiro dela: suor misturado com o shampoo de morango que usava.

'Você tá se saindo incrível, Júlia. Amanhã você vai arrasar no ringue', eu disse, tentando manter o foco. Mas meu corpo traía: o calor subia, e não era só da sauna. Ela se mexeu, a perna roçando na minha, e não recuou.

'Obrigada por tudo, Eu. Sério, sem você... eu não sei', murmurou, inclinando-se mais perto. Nossos rostos estavam a centímetros. O ar parecia mais pesado, carregado. Eu devia ter me afastado, pensado na minha esposa, no anel no dedo. Mas o desejo veio como um soco no estômago.

'Júlia...', comecei, mas ela me interrompeu com um beijo. Lábios macios, quentes, pressionando os meus com urgência. Eu congelei por um segundo, depois retribuí, a mão subindo para o pescoço dela, puxando-a para mim. O beijo se aprofundou, línguas se encontrando, o gosto salgado do suor misturando-se. Ela gemeu baixinho, um som que me incendiou.

'Professor... Eu quero você. Agora', sussurrou contra minha boca, a mão dela descendo para minha coxa, subindo devagar. Meu pau endureceu instantaneamente na bermuda, latejando. Eu sabia que era errado, mas o calor da sauna, o isolamento, o suor escorrendo entre nós... era irresistível.

'Isso é loucura, Júlia. Eu sou casado', disse, mas minha voz soava fraca, e eu já estava beijando o pescoço dela, lambendo a pele salgada.

'Então me fode como se fosse a última vez. Me faz esquecer o peso, o medo, tudo', ela implorou, os dedos apertando minha ereção por cima do tecido. Eu gemi, perdendo o controle. Tirei o top dela com um puxão, expondo os seios pequenos, os mamilos rosados endurecidos pelo ar quente. Chupei um deles, sugando forte, enquanto a mão massageava o outro. Júlia arqueou as costas, gemendo alto: 'Ah, sim, chupa meu peito, professor. Mais forte!'

Ela puxou minha bermuda para baixo, libertando meu pau rígido, que pulou para fora, a cabeça inchada e vermelha. 'Caralho, que pau grosso', ela murmurou, admirando, antes de envolver com a mão e começar a masturbar devagar, o polegar roçando a glande úmida de pré-gozo. Eu ofegava, o vapor nos envolvendo como uma névoa erótica.

Deitei-a no banco, o corpo dela escorregadio de suor. Beijei a barriga definida, descendo para o short. Tirei-o, revelando a buceta depilada, lábios inchados e já molhados, apesar do calor seco. 'Você tá encharcada, Júlia', eu disse, roçando os dedos na entrada, sentindo o calor úmido.

'Fode minha buceta com os dedos primeiro. Me prepara', ela pediu, abrindo as pernas. Enfiei dois dedos dentro dela, sentindo as paredes apertadas se contraírem. Ela era tão estreita, tão quente. Bombeava devagar, o polegar no clitóris, circulando. Júlia gemia, os quadris se movendo contra minha mão: 'Mais rápido, porra! Me faz gozar!'

Aumentei o ritmo, os dedos entrando e saindo com som molhado, o suor pingando do meu rosto no dela. Ela gozou rápido, o corpo tremendo, a buceta apertando meus dedos enquanto gritava: 'Ahhh, tô gozando! Não para!' O orgasmo a deixou ofegante, mas ela me puxou para cima, beijando-me com fome.

'Agora me come de verdade. Enfia esse pau na minha buceta', ordenou, guiando minha cabeça para a entrada dela. Eu me posicionei, a glande roçando os lábios úmidos, e empurrei devagar. Ela era apertada demais, me engolindo centímetro por centímetro. 'Devagar... ah, que delícia, tá me preenchendo toda', gemeu, as unhas cravando nas minhas costas.

Quando entrei até o fundo, parei, sentindo as bolas encostarem na bunda redonda dela. Comecei a meter, devagar no início, sentindo cada fricção, o calor da sauna amplificando tudo. O suor escorria entre nossos corpos, lubrificando os movimentos. 'Mais forte, professor! Me fode como uma vadia!' (fiquei surpreso nesses momentos, já que no tatame não falamos palavrões, mas adicionou ao tesão), ela gritou, as pernas envolvendo minha cintura.

Acelerei, socando fundo, o pau deslizando para dentro e fora da buceta encharcada. O som era obsceno: pele batendo em pele, molhado misturado com gemidos. Inclinei-me para chupar o outro mamilo, mordendo de leve, enquanto uma mão apertava a bunda dela, os dedos afundando na carne firme. 'Sua bunda é perfeita, Júlia. Quero foder ela também', eu rosnei, puxando-a para cima, virando-a de quatro.

Ela obedeceu, empinando a bunda redonda, a buceta exposta e pingando. Cuspi na mão e lubrifiquei o cu dela, o suor já estava ajudando MUITO também; meu dedo foi entrando devagar. 'Ah, sim, enfia no meu cu também!', ela implorou. Mas primeiro, voltei para a buceta, penetrando de novo por trás, as mãos nas nádegas, abrindo-as enquanto metia forte. Cada estocada fazia o corpo dela tremer, os gemidos ecoando na sauna.

'Troca pro cu agora. Me arromba!', disse ela, olhando por cima do ombro com olhos vidrados de tesão. Lubrifiquei mais com o próprio mel da buceta dela, posicionando o pau na entrada apertada do ânus. Empurrei devagar, sentindo a resistência, depois o anel cedendo. 'Porra, que cu apertado!', gemi, entrando aos poucos. Ela gritou de prazer e dor: 'Vai, devagar... ah, tá entrando! Me fode no cu, professor!'

Quando estive todo dentro, comecei a bombar, devagar virando rápido. O cu dela me apertava, cada movimento uma delícia torturante. Uma mão dela desceu para se masturbar, esfregando o clitóris enquanto eu a fodia por trás. 'Tô quase gozando de novo! Continua, me enche de porra!', implorou.

Eu não aguentei mais. As bolas apertaram, e gozei forte, jatos quentes enchendo o cu dela, escorrendo para fora enquanto eu continuava a meter, prolongando o prazer. Júlia gozou junto, o corpo convulsionando, gritando: 'Eu! Tô gozando professor! Ahhh!'

Caímos exaustos no banco, suados, ofegantes, o sêmen misturado com suor pingando. Um pequeno tempo depois, o cronômetro apitou: hora de pesar. Júlia se levantou, trêmula, e subiu na balança portátil que tínhamos levado. 'Exato... no peso!', ela exclamou, rindo de alívio e euforia.

'Você conseguiu. E amanhã, no ringue, vai ser imbatível', eu disse, abraçando-a. Sabia que isso mudara tudo, mas no calor da sauna, valera cada risco. O tesão ainda latejava, e parte de mim já ansiava pelo próximo treino.

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