A sociedade do Cuzinho: O acordo coletivo
O primeiro final de semana rendia muitas emoções. E dessa vez, José, Antônio, Raul e Marcelo não iriam me perdoar.
O sábado amanheceu com meu corpo ainda pulsando da posse do professor Marcelo - um rastro profundo de homem preto cravado no meu âmaco. Minhas tetinhas sensíveis doíam deliciosamente, os mamilos levemente inchados das mordidas dele na quadra. Meu cuzinho respirava entreaberto, um portal consagrado. Segui para a borracharia como em transe, aquele antro de pneus, óleo quente e virilidade crua.
Jorge e Antônio já trabalhavam sem camisa quando entrei. A luz fraca fazia seus músculos suados reluzirem como estátuas de ébano.
"Olha a princesinha do Bairro," rosnou Antônio, seus olhos percorrendo meu corpo como facas. "Seu uniforme novo tá no estúdio, branquinha cuzuda. E se apresse - temos surpresa especial hoje."
No estúdio dos fundos - aquele cubículo com sofá de couro gasto e espelho sujo - o uniforme esperava sobre uma cadeira: uma sainha preta micro de pregas, um sutiã minúsculo de renda rosa e uma calcinha fio-dental da mesma cor. A calcinha desapareceu entre minhas nádegas. O sutiã mal continha minhas tetas gordinhas. A camisa do colégio ficou aberta propositalmente. A sainha preta mal cobria a curva dos meus glúteos.
A porta abriu.
Primeiro entrou Raul com seus 23cm de piroca grossa. Depois José espremendo-se no batente. Seus olhos escureceram ao me ver.
"Caralho," ele respirou, voz rouca de desejo. "Minha princesinha superou qualquer expectativa."
Foi quando o quinto homem entrou: Marcelo
Um gigante que fazia os outros parecerem meninos - 2 metros e 10 de pura massa muscular, pele negra como breu da meia-noite, cicatrizes tribais cruzando seu peito monumental. Seu pau já semi-ereto formava uma saliência obscena no jeans apertado - algo monstruoso, facilmente 30cm ou mais.
"Então esse é o professor Marcelo," disse José, orgulhoso. "Nosso reforço especial para inaugurar nossa princesinha devidamente."
Marcelo não falou. Seus olhos amarelos - como os de um predador noturno - percorreram meu corpo da cabeça aos pés. Um sorriso lento abriu seus lábios grossos. Marcelo assumiu o comando. "De quatro no sofá, princesa. Agora." Tremendo de excitação pura, obedeci. Apoiei joelhos e mãos no couro frio, erguendo minha bunda oferecida. Mãos rudes empurraram minha saia para a cintura.
"Ordem estabelecida," anunciou Antônio. "Jorge começa. José segue. Raul depois. Eu venho em quarto." Ele fez uma pausa dramática. "E Marcelo... Marcelo fecha o ritual."
Jorge cuspiu na mão e lubrificou seu pau grosso de 22x10cm. Arrancou minha calcinha rosa com um puxão seco. "Abre bem, sua bicha gorda tetuda!" ele rosnou. A cabeça roxa dele encontrou meu portal úmido e arrombou-me com um único movimento brutal. Eu gritei no travesseiro - um som agudo de dor transformada em êxtase. "Cuzinho guloso!" ele insultava entre enfiadas profundas. "Gosta de ser a buceta coletiva dos negão?" Antes que respondesse, ele explodiu dentro de mim com um rugido, seu leite quente inundando minhas entranhas.
Antônio tomou seu lugar imediatamente. Seu monstro de 24x10cm entrou no buraco já aberto e melado.
"Pede leite, sua puta! Pede pelo leite do seu dono!" ele gritava.
Suas mãos agarravam minhas tetas através do sutiã de renda.
"Me dá seu leite! Enche sua bicha gorda!" eu guinchei obediente.
Ele fodeu-me com longas enfiadas dominadoras até despejar sua carga em jatos intermináveis. Raul foi o terceiro - seu pau sinuoso de 23 cm encontrando ângulos que fizeram meus olhos revirarem.
"Cuzinho de viado tetudo," sussurrava com voz suave contrastando com a violência do ritmo. "Tá tomando conta de toda porra? Pede mais."
"Mais pica! Mais leite! Por favor!" eu supliquei.
Ele prendeu meus quadris e despejou sua essência dentro de mim.
José aproximou-se então. Seu instrumento de 25cm - que eu já conhecia tão bem - parecia quase modesto comparado ao que viria depois.
"Essa é do seu macho, princesa," sussurrou.
Entrou com autoridade total, reivindicando cada centímetro do meu interior devastado.
"Diz quem é dono desse cuzinho."
"Você! O senhor e todos vocês! Sou a putinha de vocês!" chorei de êxtase.
Ele fodeu-me com a precisão de um mestre até sua gozada final - uma inundação que deveria ter sido a conclusão. Mas não era. Marcelo moveu-se então. O gigante ajoelhou-se atrás de mim. Seu pau completamente ereto era uma visão aterrorizante - não apenas longo mas grotescamente grosso, veias salientes pulsando como serpentes sob a pele negra. Ele não usou saliva nem lubrificante. Simplesmente posicionou a cabeça - do tamanho de um punho fechado - contra minha entrada já devastada.
"Respira, princesinha," murmurou Antônio em meu ouvido.
Marcelo empurrou. Foi como ser partido ao meio - uma expansão catastrófica além de qualquer limite imaginável. Eu gritei até ficar rouco enquanto aquela monstruosidade lentamente invadia meu corpo centímetro por centímetro agonizante. Ele não falava. Apenas emitia grunhidos baixos de animal satisfeito enquanto finalmente se enterrava completamente dentro de mim - seus quadris colados contra minhas nádegas.
Quando começou a mover-se, foi uma revelação apocalíptica. Cada enfiada remodelava meu interior, esfregando contra pontos profundos nunca tocados. Eu babava no sofá, perdendo completamente o controle do corpo.
"Olha só nossa princesinha levando o verdadeiro pau," riu Antônio em algum lugar ao meu redor. Marcelo acelerou então - enfiadas brutais que faziam o sofá arrastar-se no chão concreto. Seus dedos enormes afundaram na carne dos meus quadris, deixando marcas roxas.
Eu não pedia mais - apenas guinchava em sons animais enquanto ele me usava como um brinquedo sexual humano. Sua gozada foi épica - não um jato mas uma inundação prolongada que parecia nunca terminar, preenchendo espaços que seu próprio pau havia criado.
Quando finalmente se retirou - um processo lento e agonizante - eu desabei no sofá transformado num poço humano de fluidos.
Os cinco negões me cercaram olhando para sua obra coletiva: um garoto destroçado uniforme escolar arruinado corpo coberto de suor e múltiplos sêmenes cuzinho permanentemente aberto escorrendo rios brancos.
Marcelo finalmente falou pela primeira vez - voz tão profunda que vibrou no meu peito: "Essa princesa é nossa agora. Começamos seu treinamento segunda-feira princesinha. Todos os professores pretos da escola já estão na lista."
Beijou-me possessivamente.
"Sua vida como nossa putinha protegida acaba de começar para valer."
❤️ Contos Eróticos Ilustrados e Coloridos ❤️👉🏽 Quadrinhos Eroticos 👈🏽
Comentários (0)