Convivendo com minha filha e minha neta
Meu nome é Alberto, aos dezesseis anos, concluí o que na época era denominado o curso técnico em mecânica em um Escola Público , mesmo tendo chances de cursar medicina em uma Universidade Pública, sabia que seria um fardo econômico para meu pai que já e aceitei a oferta de um tio ex oficial da Aeronáutica que voava na Amazônia. Chegando à "Vila" onde ele tinha sua base, constatei que ele estava melhor do que eu imaginava, tinha três aviões de asa fixa e dois helicópteros voando. Passei a trabalhar como mecânico, mas dado a falta de pilotos, logo eu estava fazendo voos curtos, meu tio dedicava parte do tempo para me ensinar a teoria e técnicas aeronáuticas e passei a ser um piloto pleno sem breve, ao final daquele ano, ganhando muito dinheiro, especialmente voando para garimpeiros, resolvi voltar a minha Terra Natal, comprei a casa em que meu pai morava de aluguel e mais dois apartamentos e como não poderia deixar de fazer uma besteira, me apaixonei por uma "menina" da minha idade na época, dezessete anos e a engravidei, voltei ao trabalho e quando retornei a minha cidade, conheci minha filha, mas a mãe mesmo grávida já estava morando com outro cara, fiz vários investimentos e voltei para Amazônia, meu tio vendo que eu acabaria me matando pois estava ariscando pousos em lugares que até mosquito teria medo de pousar, me incentivou a tirar o breve, fui aprovado em todos os exames já na primeira tentativa, continuei fazendo aqueles voos arriscados que eram muito bem remunerados até que aos vinte anos, quando surgiu uma oportunidade, fui trabalhar em uma pequena companhia aérea na Europa, na aviação de carga e lá fiquei por muitos anos. Mudando de companhia passei a voar entre o continente Americano e Ásia, construindo um patrimônio sólido .Cansado, aos cinquenta anos, mesmo ganhando bem menos, vim para o Brasil como executivo e passei a morar em uma Capital bem perto da cidade em que fui criado, onde já não tinha mais familiares vivos. Procurei minha filha, então com trinta e dois anos e conheci minha neta com dezesseis. Ambas lindas, minha filha funcionária pública, separada, estava enfrentando o mesmo problema que meu pai tinha enfrentando, a filha tinha vontade de cursar medicina, mas ela não tinha como custear nem as faculdades mais baratas. Com a melhor boa intenções do mundo, comprei um apartamento com três suítes de frente para o mar. Continuei com meu emprego na Capital do Estado, mas passei a morar no Litoral, levando para morar comigo minhas duas descendentes. Em pouco tempo, éramos uma família normal, para comemorar meu aniversário de cinquenta e dois anos, fizemos um cruzeiro de uma semana, foi aí que as coisas começaram a complicar, minha filha em uma noite bebeu um pouco a mais, estava havendo um show de um cantor famoso que minha neta queria ver. Sozinho, levei minha filha para a cabine e ela pediu-me para coloca-la em baixo do chuveiro, como pai, fiz sua vontade, mas ela começou a tirar a roupa embaixo antes de entrar no box e eu me perdi vendo aqueles seios bem formados, bundinha durinha e cometi a besteira de dar um beijinho no pescoço dela, minha filha que já estava separada a vários anos, sem se dar ao luxo de ter um namorado para dar exemplo a filha, me beijou com volúpia, não querendo abusar da embriagues dela, entrei de roupa e tudo embaixo do chuveiro e a masturbei, unidos por um beijo maravilhoso minha filha gozou forte nos meus braços. Ao ver que meu pau estava estalando de duro, minha filha ajoelhou e mostrou que sabia fazer uma chupeta. Antes que a coisa ficasse mais séria, saí do corredor do navio todo molhado e fui para minha cabine que era próxima. Pela manhã, arrependido do que tinha feito com minha filha, usei a chave magnética da cabine delas que estava comigo e vi as duas dormindo, minha neta de quase dezoito anos só de calcinha, admirei por alguns minutos o incrível volume do bucetão daquela menina e as aureolas de seus seios bem rosinha, minha filha acordou e esticou a mão para mim, me aproximei e ela disse baixinho no meu ouvido: "Adorei, quero mais..." Fiquei louco, sem mais qualquer traço de culpa, a fiz levantar e a conduzi a minha cabine, ali continuamos de onde tínhamos parado, entramos juntos no chuveiro, deixei minha filha por alguns minutos para ela fazer sua higiene intima e a esperei na cama, já com uma camisinha no pau, ela saiu do banheiro nuazinha e ao ver o mastro apontando para o teto, ajoelhou sobre mim e desceu calmamente, engolindo com a boceta minha pica até o talo e com incrível perícia começou a quicar, tinha herdado o dom da mãe, gozou como uma puta fazendo escândalo arrastando-me a um êxtase extraordinário. Suzi mostrando-se insaciável, tirou a minha camisinha cheia, colocou outra e deitou sobre mim e passou a movimentar-se como uma cobra, sem deixar meu cacete escapar de sua buceta gulosa fez seu corpo inteiro tremer sobre o meu em um gozo de fazer inveja a qualquer mulher. Percebendo que eu estava quase gozando, escorregou seu corpo, arrancou a camisinha e sugou com a boca meu cacete recebendo como recompensa um jato de porra na garganta. Suzi levantou, colocou a bermuda e uma camiseta e foi para cabine delas deixando-me prostado na cama. Levantei e fui direto para o restaurante onde encontrei as duas, Silvia, minha neta, seguindo o exemplo da mãe, me deu pela primeira vez um selinho rápido. Voltamos para o nosso apartamento, ainda em férias, passei em frente a suíte de minha neta, a porta estava entre aberta e a vi escolhendo o biquini para ir a praia e me deliciei vendo aquele corpinho jovem, maravilhosa, aquela buceta volumosa como poucas que conheci durante a vida era a fotografia que não saia da minha mente enquanto tomávamos café em família. Assim que Silvia saiu para ir à praia, eu e Suzi corremos para minha suíte e quando eu ia abrir o envelope da camisinha, minha filha colocando-se de joelhos e disse que não seria necessário, eu a assisti dobrar o corpo sobre as coxas e arrebitar a bunda, deliciei-me com aquela forma de violão, mirei minha pina naquele cuzinho e pressionei devagar, Suzi se contorceu e agarrou o lençol, mas aguentou firme só produzindo aquele som característico de quem está tomando na bunda e como boa fodedora, tentava controlar a respiração e quando já tinha engolido quase a metade falou com aquela voz de quem teria que desistir: "Ai, aí, para só um pouquinho, não tira, não vou aguentar nova penetração", parei e esperei com a metade do pau pulsando naquele cuzinho apertado percebi que ela tentava relaxar. Em pouco tempo ela fez pressão contra meu cacete e levou uma das mãos a boceta, logo estava rebolando e sugando com a musculatura anal meu cacete, quase gozei, mas segurei até quando ela explodiu em gozo. Jogando o rabo para trás, fez entrar tudo e sem precisar mexer, enchi seu rabo de porra. Passamos a viver incestuosamente tentando esconder os fatos de minha neta que passou a ser a musa de meus desejos.
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Comentários (1)
Futchamp122: Caralho que delícia irmão , já falei com vários , acontece muito por aí rsrs , T futchamp122 praticantes
Responder↴ • uid:1enzgzergui6