#Bissexual #Grupal #Incesto #Teen

A casa da minha avó XXIII

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Escritor

Continuação da série de contos de mesmo nome.

Olá, me chamo Felipe. Darei prosseguimento ao relato do nosso primeiro Natal em família. Para quem não lembra, ou não leu os outros contos, basta ir no meu perfil.

Klésia entrou no quarto, seguida pelos primos e por Henrique. Já estavam todos nús e certamente não estavam só nadando no meio tempo em que ficaram sozinhos no andar de baixo.

Minha namorada veio até mim, botando as mãos nos ombros da mãe, que servia a minha rola, ajoelhada.

“Saudades?”, perguntou.

“Sempre”, respondi, me inclinando e experimentando seus lábios. Fomos os três para cama, onde eu sentei enquanto mãe e filha deitaram, uma de cada lado, dividindo meus lábios e então a minha rola.

Os outros que haviam chegado junto a Klésia também não ficaram parados por muito tempo.

Gabi foi até o pai, que fodia Sandra, abraçando-o e colando nele seu corpo magro. Calebe pareceu mais interessado em Cristiane. Tirou o vibrador da buceta dela e começou a chupá-la, sem se importar que alguém já tivesse gozado lá dentro.

Henrique ficou na entrada, assistindo ao bacanal que se formava. Seu pau estava ereto. Parecia especialmente espantado ao assistir a irmã com as pernas arreganhadas como um frango assado, dando para seu Rafael, enquanto estava de cabeça para baixo na ponta da cama, engolindo o cacete de seu Joaquim.

Olhou para nossa direção, onde minha tia — sua mãe — também estava deitada. Descansando da nossa foda a pouco.

Henrique se aproximou rapidamente dela. Tia Ivone virou de lado para o filho.

“Oi querido”, falou num tom de voz extasiado e pegou no pau dele. “Eu sei que você está querendo, mas a mamãe precisa descansar um pouco”.

“Mas o que eu faço então?”, perguntou Henrique.

“Tem várias garotas lindas aqui além de mim. Aproveita.”, minha tia respondeu, dando-lhe um beijo na testa.

“Ei garoto, vem cá”, Seu Joaquim chamou Henrique, que ficou indeciso na hora.

“Vai, pode ir.”, disse sua mãe.

Henrique se aproximou de seu Joaquim, que perguntou se ele já tinha comido a irmã. E Henrique respondeu que não.

“Então hoje você vai comer”, declarou ele, tirando o pau da boca de Sandra e gesticulando para que Henrique colocasse o seu no lugar.

Meu primo olhou mais de uma vez para a irmã e então para a mãe antes de fazê-lo.

Imaginei que Sandra recusaria ou ao menos reclamasse. Mas talvez ela ainda estivesse bêbada de álcool e porra, e aceitou a rola do irmão, engolindo sua rola e agarrando-o sua bunda com as mãos, puxando-o mais para perto. Isso enquanto ainda era macetada por seu Rafael.

Talvez por um impulso natural, Henrique pôs suas mãos sobre os peitos da irmã, que balançavam no ritmo das estocadas, e ficou ali, sendo engolido por ela.

“Achei que isso nunca fosse rolar”, comentou Klésia percebendo o que acontecia.

“É, eles nunca foram tão próximos como agora”, brinquei.

“Para de besteira”, repreendeu-me minha tia.

Imaginei como seria para ela assistir os filhos trepando. Não conseguia descobrir só pelo seu olhar, enquanto ela deitava de lado, descansando a cabeça sobre o braço.

Nesse meio tempo em que Sandra chupava o irmão, Calebe e Cristiane tinham começado um meia nove ao lado, e Gabi estava de quatro sendo chupada por seu Joaquim. Meu sogro ficou de joelhos na cama e enfiou seu pau dentro daquele corpinho de novinha.

“Ainda bem que tivemos a ideia de botar mais uma cama no quarto, se não, não ia dar”, comentou minha sogra, me punhetando enquanto Klésia chupava.

“Lubrifica bem ele, filha, porquê eu quero todinho no meu cu”, ela disse.

“Não sei se precisa, já deve tá bem largo a essa altura”, disse Klésia, se afastando.

“Olha a boca, menina”, Dona Tereza se ajeitou, sentada de costas para mim. Abri as pernas e ela desceu devagar, encaixando meu pau em seu buraco. Obviamente não era tão apertado quanto o de minha tia que nunca tinha dado a bunda até aquela noite, mas estava longe de ser largo.

Minha sogra sentou com vontade, e eu respondia metendo por baixo e segurando seus cabelos. Isso até uma mão me puxar pra trás. Deitei de costas, vendo Klésia de joelhos sobre minha cabeça.

“Se esqueceu de mim, idiota”, Ela disse, antes de montar na minha cara.

Enfiei a língua em sua buceta, enquanto ela cavalgava no meu rosto, e subi as mãos por seu corpo, sentindo seus peitos.

Não via mais nada, apenas sentia o gosto daquela xana na minha boca e a bunda da minha sogra fazendo um bate estaca no meu pau. Além disso, ouvia os gemidos ecoando pelo quarto, aumentando o prazer e o tesão. Podia apenas imaginar o que estava acontecendo. O que ainda ia acontecer.

Então o champanhe estourou e despejei tudo no cu de dona Tereza, que parou de se mover, esfregando sua bunda no meu pau.

“Que delícia sua porra dentro de mim, meu genro”, Ouvi ela dizer antes de levantar, tirando meu pau de sua bunda.

Klésia parou de cavalgar no meu rosto e se inclinou. Senti sua boca quente e molhada engolir meu pau, subindo e descendo. Então ela se virou para mim, montada no meu abdômen, com a mão para trás me masturbando.

Começou a esfregar a buceta no meu pau, sem colocá-lo.

Estava gostoso, mas não queria ficar brincando por muito tempo, queria sentir seu interior de uma vez, então me levantei, agarrando-a e a derrubei com cuidado na cama. Cai sobre seu corpo e Klésia abriu as pernas. Passei a mão por sua coxa, segurando um braço dela acima de sua cabeça. Com a mão livre ela puxava minha cabeça para um beijo enquanto eu a penetrava.

Bombei num ritmo lento, mas constante enquanto a beijava, apertando sua mão. Podia trepar com mil mulheres de todo jeito, mas só com ela fazia amor daquela forma.

Ela cravou as unhas nas minhas costas quando gozou. Parei um pouco, dando tempo para ela respirar, depois continuei a meter mais rápido do que antes, ouvindo e sendo estimulado pelos doces gemidos dela.

Quando senti que ia gozar tirei de dentro dela e botei meu pênis em em sua cara, esporrando em seu rosto. Klésia chupou o resto que ficou no meu pau, sugando toda a porra.

Sai de cima dela e sentei na cama. Estava com a mão em sua barriga e ela com a sua na minha coxa. Dona Tereza começou a limpar o rosto da filha, lambendo e beijando-a e reparei que só estávamos nós três na cama. Deixei-as e decidi aproveitar para assistir o que acontecia no outro lado do quarto.

Cristiane estava de ladinho, com as pernas juntas, recebendo a pica de Seu Joaquim, que metia sem dó em pé, segurando o quadril da empregada. Seu Rafael estava debruçado sobre o corpo de Gabi, metendo nela que deitava de bruços. Calebe estava na frente da irmã, batendo e esfregando o pau na sua cara. Ela abria a boca e chupava um pouco e depois ele tirava para voltar a fazer a mesma coisa de novo.

Mas me surpreendi mesmo quando o pai de ambos puxou Calebe para um beijo de língua entre pai e filho, enquanto a irmã dava pra um e chupava o outro.

‘Então eles são assim’, pensei, entendendo finalmente porquê seu Rafael não dormia sem os dois por perto. De repente, as vezes que percebia Calebe olhando para mim na outra noite ganhavam mais significado do que pensei.

E também havia outra família na cama. Minha família.

Sandra estava de quatro, esperando com rabo empinado enquanto minha tia chupava o pau de meu primo para então conduzi-lo para dentro da buceta da irmã, que rebolava sua bunda redonda para trás, contra o cacete do irmão. Tia Ivone masturbava a filha e depois beijava Henrique enquanto eles fodiam.

Era um paraíso hedonista. E devido a vitamina, a água, os energéticos e as outras bebidas que haviam no frigobar do quarto, não ia parar tão cedo.

Minha sogra foi até lá, abrir uma garrafa de champanhe. Klésia se levantou e ficou sentada com as pernas dobradas ao meu lado.

“Vai dar um tempo?”, perguntou-me.

Eu alonguei o pescoço, estalando-o.

“Vou beber algo e relaxar um pouco”, disse.

“Tudo bem”, Ela me deu um beijo rápido e se levantou, indo até a outra cama.

Foi até seu pai, beijando o coroa. Seu Joaquim tirou o pau da empregada e deu para a filha provar. Depois se organizaram, com Cristiane deitada na cama e Klésia de bruços por cima dela. Seu Joaquim revezava, comendo uma e depois outra, enquanto as duas se pegavam.

Minha sogra voltou, me oferecendo uma taça, que tomei, assistindo a orgia que se desenrolava.

Gabi montou no irmão e seu pai veio por trás, fazendo uma dupla penetração. Ver ao vivo aquela menina magrinha aguentando dois paus ao mesmo tempo foi melhor do que qualquer filme porno que eu já tinha assistido.

Do lado da minha família, estava rolando
trenzinho.

Henrique estava deitado, com a cabeça entre as coxas de Sandra, enquanto minha tia balançava sua cabeça sobre o pau do filho, lambuzando-o da glande até as bolas.

Filetes de saliva ligavam ambos quando ela levantou-se, passou suas pernas pela cintura de Henrique e apontou o pau em sua xota, sentando-se nele. Sua bunda subia e descia conforme ela ia rebolando seu quadril.

Tia Ivone tocou Sandra, que estava de costas para ela, pedindo para que se virasse em sua direção.

Como meu primo era pequeno, as duas ficaram mais próximas do que o normal nessa posição, não precisando se inclinar muito para se tocarem. Coisa que fizeram bastante, se beijando, chupando e apertando os peitos e mamilos uma da outra.

Minha sogra me punhetava enquanto assistíamos.

“Cansou de só olhar?”, perguntou com um sorrisinho. Fiz que sim e ela começou a me chupar, pondo sua experiente língua para trabalhar.

Seu Joaquim botou Klésia e Cristiane de joelhos e mandou que as duas o chupassem até ele gozar, o que não demorou muito pra acontecer. Klésia encheu a boca de porra e depois a dividiu com Criatiane.

As duas ficaram se beijando e trocando o sêmen do meu sogro com sua língua.

Meu sogro então veio até nossa direção.

“Ei Felipe, não me entenda errado, mas eu gostaria de ter um momento com minha mulher”, disse ele, se aproximando.

Compreendi, deixando os dois à vontade.

Levantei da cama e fui até o frigobar pegar um energético. Bebi olhando pelo quarto, vendo que seu Rafael havia deixado os filhos e agora estava com o pau na boca de Klésia, e Cristiane dava-lhe um beijo grego. Alí estava algo que nunca tinha visto pessoalmente.

Calebe e Gabi foram ao frigobar também. Calebe pegou um energético e deu refrigerante para Gabi.

Minha tia viu-nos e pediu para levarmos bebidas para ela e meus primos na cama, e o fizemos.

Ela pegou a garrafa de água e bebeu ainda montada no filho, e Sandra saiu de cima do rosto dele a pedido da mãe. Eu ia dar a bebida a meu primo quando Sandra a tomou da minha mão, encheu a boca e depois beijou o irmão, dando de beber a ele dessa forma. Estava realmente fora de si e eu me perguntava o que ela iria pensar quando assistisse a gravação disso depois.

Deixei para lá e fiquei em pé na cama, pondo o pau na altura da minha tia. Ela chupou, voltando a rebolar em meu primo.

Calebe chegou por trás de Sandra, enquanto ela beijava o irmão, e ajeitou a pica em sua buceta. Sandra pôs uma mão entre as pernas e abriu os lábios de baixo, recebendo a rola e deixando os peitos ao alcance da boca de Henrique. Meu primo parecia menos lerdo, pois assim que viu aquelas frutas acima de seu rosto, as abocanhou. Chupar os peitos fartos da irmã mais velha enquanto a gostosa da mãe cavalgava nele, chupando o pau de outro cara devia ser um tesão.

Gabi, que havia sobrado, veio por trás de mim e deu-me um beijo grego. Me arrepiei de surpresa e olhei para trás de repente, tirando o pau da boca de minha tia com o movimento.

“Desculpa, não gostou?”, ela disse.

“Não, é que normalmente não faço isso”, falei. “Agora vem cá”, disse, me abaixando sobre ela na cama.

Começamos num papai e mamãe. Uma vez que já sabia o quanto aquela garota aguentava, espanquei sua buceta, que já estava bem vermelha de tanto fuder.

Gabi cruzou as pernas na minha cintura e eu resolvi mudar a posição. Levantei, com ela grudada ao meu corpo e fiquei em pé no chão. Como ela era pequena e magra, não era tão pesada. E da forma como ela estava se segurando não precisei por muito esforço.

Encaixei meu pau de volta em sua buceta e voltei a meter, segurando sua bunda.

Gabi ficou mais animada, batendo os quadris contra mim, acompanhando o ritmo das estocadas, esfregando seu corpo no meu.

Enquanto isso, na cama maior, Calebe trocou a buceta de Sandra pelo cu de minha tia, fodendo-o com vontade. Ela urrava e gemia, mas aguentou melhor do que quando comigo. Henrique estava ao lado dele sendo montado por Sandra, que sentava sem pena mesmo ouvindo ele gritar que ia gozar.

Mesmo que ele gozasse, devido a vitamina de antes, seu pau não ia amolecer, então Sandra continuava o bate estaca naquela pica melada de porra.

Na outra cama o movimento não era menor.

Seu Joaquim e dona Tereza pareciam um casal de namorados, fodendo apaixonadamente em meio a beijos. Eu sabia bem como era isso. Ao lado deles, Klésia chupava Cristiane enquanto dava o cu para seu Rafael. Não podia sentir ciúmes dele. Não enquanto arrombava sua filha.

Gabi parou de se mover, me apertando tanto com os braços e pernas, quanto com a buceta. Eu continuei socando fundo e com força, até gozar e encher de novo seu útero com porra. Aquele corpinho pareceu mais frágil do que já era, e eu dei um molhado e demorado beijo. Botei-a na cama e tirei meu pau de sua buceta, vendo a porra escorrer de lá.

Botei a cabeça dentro e fiquei punhetando os últimos jatos para dentro. Gabi fechou os olhos, suspirando, e permaneceu parada. Depois sentei ao seu lado e deitei abrindo os braços, ouvindo todos os gemidos e sons de carne batendo em carne.

Gabi rapidamente se aconchegou aninhada entre meu ombro e peito e ficou assim.

Estava um pouco cansado.

Acabei adormecendo e fui acordado por Klésia, quando ela percebeu, me levando até seu quarto e passando o resto da noite lá comigo. Dormimos juntos.

A orgia continuou no outro quarto, e eu só fui saber de tudo que rolou quando assisti às gravações depois. E ainda tinha rolado muita coisa.

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