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Letícia, minha irmã e como me tornei incestuoso 2

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Contador Incestuoso

"Vem brincar", provocou, abrindo as pernas num convite animalesco. Meu pau inchou dolorido no short. Deitei sobre ela, vestidinho subindo fácil

Os dias seguintes foram uma tortura para mim. Eu evitava minha irmã e eu percebi que ela me evitava. Na mesa de jantar, com os pais e irmãos, aparentávamos normalidade, Eu, o irmão mais velho de 19 anos, com fama de estudioso e tímido, havia gozado sobre a irmã de 14 anos, a terceira de quatro filhos. A memória daquele ato infame não saía da minha mente. Eu tentava não olhar para ela, pela vergonha e pelo desejo de continuar aquela aventura. Passados alguns meses, o fogo por ela diminui, as coisas foram se normalizando entre a gente. Trocávamos poucas palavras. Mas já era alguma coisa. Porém ela não parava de usar aquelas roupas que insinuavam o pecado na minha cabeça doentia. Eram coisas sutis: shorts que subiam ao sentar, revelando a curva inferior da bunda empinada; blusas que escorregavam no ombro, expondo a pele morena e suada; pernas cruzadas de forma que o tecido roçava sua intimidade, como se me convidasse a imaginar o calor úmido ali embaixo.Tudo recomeçou devagar, como um fogo que se alastra pela palha seca. Uma tarde, sozinhos na cozinha enquanto a mãe lavava roupa no quintal, ela se esbarrou em mim "acidentalmente", pressionando os quadris contra os meus. Senti o calor da sua bunda contra meu pau, que endureceu na hora. "Ops", sussurrou ela, se afastando. Segurei-a pelos quadris finos e encostei meu pau duro na sua bunda. Não durou mais que um minuto — ela escapou rindo com seu short de algodão entalado em sua bunda de menina. Enfim, entendi que ela também havia gostado daquela nossa primeira experiência. A partir dá li, toda semana, quando tínhamos oportunidade, nós nos encontrávamos no quintal escuro ou no corredor estreito da casa. Eram sarradas febris: eu a encostava na parede, pau duro pulsando contra a fenda do short dela, sentindo a umidade encharcar os tecidos. Ela gemia baixinho, coxas torneadas apertando minha cintura, bunda arqueando para mais fricção. Gozava rápido, sempre, espirrando sêmen quente nas coxas dela ou no shortinho apertado, enquanto ela tremia, vagina latejando contra mim sem penetração. Eu dizia, Letícia não conta pra ninguém, tá. Ela respondia, Hum, pode deixar mano. Elaa murmurava, olhos faiscando na penumbra. Culpa me corroía depois, mas o desejo voltava voraz, como um vício que nos consumia.O clímax veio num final de semana escaldante de verão, pais fora visitando parentes. Os irmãos menores brincavam na rua, e nós subimos ao sótão empoeirado da casa — um esconderijo esquecido, com colchões velhos, cheiro de madeira quente e ar abafado que grudava na pele. Letícia usava um vestidinho azul e amarelo florido, leve como uma pluma, curto o suficiente para roçar as coxas morenas a cada degrau. O tecido fino colava no suor, delineando os seios firmes e pequenos com mamilos rosados pontudos, a cintura estreita abrindo em quadris jovens e provocantes, e a sombra tentadora entre as pernas.Ela se jogou no colchão, rindo da poeira que subia. "Vem brincar", provocou, abrindo as pernas num convite animalesco. Meu pau inchou dolorido no short. Deitei sobre ela, vestidinho subindo fácil, expondo a calcinha fina e úmida. Começamos como sempre: sarrada pura, meu pau duro roçando a buceta quente e encharcada dela por cima do pano. Senti os lábios carnudos se abrindo ao atrito, o calor úmido escorrendo, molhando minha glande exposta. Ela rebolava selvagem, unhas cravando minhas costas, seios balançando sob o vestido, gemidos roucos ecoando no sótão abafado. "Mais forte", implorava, quadris subindo para sugar meu pau na fenda.Não aguentei. O instinto venceu. Puxei a calcinha pro lado, expondo a buceta virgem, lábios rosados inchados, úmidos de néctar, clitóris latejando como uma pérola. Forcei a entrada devagar, glande rompendo a resistência do hímen virginal, só carne tenra cedendo ao meu pau grosso. Ela arqueou, um grito mudo de dor e prazer, pernas trêmulas se fechando ao meu redor. Penetrei fundo, centímetro por centímetro, sentindo as paredes quentes e apertadas me engolirem como um vácuo de fogo. Não havia beijos, só olhares ferozes, dois animais em fúria, fodendo como feras no cio.Bombeava ritmado, pau mergulhando na buceta suculenta, bolas batendo na bunda empinada, eu estava meio atrapalhado, mas os filmes pornôs e as nossas sarradas por meses haviam nos treinado. Ela devolvia com reboladas instintivas, unhas arranhando, seios seios se esfregando no meu peito. O vestidinho florido subiu até a cintura, expondo tudo: pele morena reluzindo suor, buceta esticada ao limite engolindo meu pau latejante. Gozei rugindo, jatos quentes inundando o ventre dela, enchendo-a de sêmen viscoso que escorria pelas coxas. Ela tremeu em espasmos, orgasmo rasgando seu corpo virgem, apertando-me como um punho de veludo.Rolei para o lado, ofegantes no colchão quente. O silêncio caiu, pesado. Tirei a virgindade da minha irmã e ela tirou a minha. Logo, a culpa me invadiu como veneno: como pude tirar a virgindade da minha irmã? Aos 14 anos, aquele corpo florescendo agora profanado pelo meu pau fraterno, meu sêmen pingando da buceta que eu rompi. Fui um monstro, um predador que destruiu a inocência dela num sótão fedorento. Levantei correndo, vestindo-me em pânico, enquanto ela ficava ali, pernas abertas, vestidinho amarrotado, olhos de jabuticaba vidrados no teto em silêncio. Deixei ela ali, sozinha, sem conversa, sem afago, sem carinho. Uns 20 minutos depois ela desceu, ela andava com uma certa dificuldade. Ela me olhou com ódio e entrou no banheiro. Fiquei preocupado, fui até o banheiro. Bati na porta e falei, mana, temos que conversar. Ela respondeu: a porta do banheiro está aberta. Entrei e ela estava nua de cócoras dentro do box fazendo força para tirar meu leite de dentro dela, ela estava muito gostosa, cabelos suados, peitos pequenos e duros, jeitinho de menina arteira, fazia um som de algo molhado sendo espremido . Eu disse: percebi que ficasse brava comigo. Por favor, não conte pra ninguém o que fizemos. Mano, já falei que não contarei para ninguém, mas pô, da próxima vez não me deixa sozinha no sótão. Apenas pensei: ela disse da próxima vez? Continua.

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Comentários (2)

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  • Hiran: Eu sabia que tua irmã era uma vadia

    Responder↴ • uid:3c793cychri
  • mateus: Enfim a continuação que eu estava esperando

    Responder↴ • uid:1ec0ru2hk789