#Gay #Incesto

A Lição do Tio Beto: A Melhor Macarronada de São Paulo

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Vitor3

Meu nome é Vitor, tenho 25 anos. Minha vida sempre foi uma linha reta: foco total nos estudos, academia para manter os 1,65m de pouco músculo e o sonho de estourar na carreira. Sou carioca da gema, criado no Rio, mas o destino — ou melhor, uma multinacional norueguesa — me puxou para São Paulo. Passei num processo seletivo pesado e, em janeiro de 2026, me vi desembarcando na selva de pedra com duas malas e uma promoção debaixo do braço.

Minha mãe é casada há sete anos com Edson, um cara fantástico. Ele é o tipo de homem à moda antiga: protetor e cheio de conexões. Quando soube da minha mudança, não sossegou:

— "Vitor, você não conhece ninguém nesse caos que é SP. Vou ligar para o Beto e para o Magno. São meus irmãos de longa data, moram aí e vão te dar um suporte."

O Beto e o Magno eram figuras lendárias nas histórias do Edson, mas eu os tinha visto pouquíssimas vezes em festas de família no Rio. Para mim, eram apenas "os amigos de São Paulo". Pessoas mais velhas, do círculo do meu padrasto. Gente que eu cumprimentava com um aperto de mão e um "prazer" educado, antes de desaparecer no meu canto.

Adalberto — ou simplesmente Beto — é o tipo de homem que não passa despercebido. Aos 52 anos, ele carrega a maturidade com uma força impressionante. Branco, com cabelos grisalhos sempre bem cortados e olhos castanhos escuros que parecem analisar tudo ao redor. Ele tem 1,75m e pesa uns 85kg — não é o cara da academia, mas tem aquele corpo de homem maduro, "parrudo", com braços fortes, uma barriguinha macia que não esconde a força, e uma presença que impõe respeito. Ele é engenheiro, pragmático e, como descobri mais tarde, um cozinheiro de mão cheia.

Já o Magno... bom, o Magno é o mistério da dupla. Ele é mais reservado que o Beto, mais na dele, mas tem o mesmo nível de cumplicidade com o Edson. Das poucas vezes que o vi, lembro de um homem alto, forte, de olhos claros e sorriso discreto. Eu sabia que ele morava perto do meu novo apê, mas ainda não tínhamos trocado mais do que um "bom dia" formal.

Cheguei no meu apartamento em São Paulo no auge do calor de janeiro. O mormaço da capital paulista é diferente do Rio; é abafado, seco — um ar que gruda na pele e não sai. Eu estava lá, tentando organizar as caixas da mudança, sem camisa, apenas de bermuda, o suor escorrendo pelo peito enquanto eu desembrulhava copos e pratos.

Toque na campainha me pegou de surpresa.

Olhei no relógio: 19h30. Abri a porta e lá estava ele.
Beto. Adalberto. O amigo do meu padrasto.

— "E aí, garotão! O Edson pediu pra gente dar uma fortalecida." — Ele entrou como quem já conhecia o lugar, me dando um tapinha no ombro. — "Namoral, esse apê é bem localizado, mas que cal infernal, hein?"

Eu tentei não travar.

— "Oi, Beto. Entra... desculpa a bagunça. Ainda nem desfiz todas as caixas." — Minha voz saiu mais baixa do que eu queria, meio envergonhada. Eu sempre fui assim: tímido, na minha, principalmente perto de gente mais velha que eu não conhecia bem.

Ele não pareceu se importar com meu jeito retraído. Beto varou o apartamento com a desenvoltura de quem já esteve ali mil vezes, apesar de ser a primeira. Olhou a sala, a sacada minúscula, a cozinha improvisada com panelas espalhadas e uma caixa de macarrão em cima da pia.

— "Tentando fazer janta?" — Ele ergueu uma sobrancelha, a ponta do sorriso aparecendo.

— "Tentei... mas acho que não nasci pra cozinha."

— "Isso eu posso ver." — Beto tirou a camisa polo sem cerimônia, reclamando do calor. O torso dele apareceu — pele branca, muitos pelos grisalhos no peito que desciam em um rastro fino até a barriga, os braços grossos e firmes. Ele jogou a camisa no braço do sofá como se estivesse em casa. — "O Edson falou que você tava meio perdido nessa área. Por isso eu vim."

Ouvindo isso minha cabeça foi para outro lugar: Vou te ensinar a fazer macarronada, mas vou colocar um avental de cozinha e nada por baixo.

Mordi o lábio. Meu pau deu uma leve acordada dentro da bermuda. Disfarcei, pegando uma cerveja na geladeira e oferecendo.

— "Quer uma?"

— "Quero." — Ele pegou a lata, bebeu um gole longo, e me olhou por cima da borda. Os olhos castanhos escuros dele passearam pelo meu peito suado, pelos meus braços, pelo meu corpo baixo mas fortinho. — "Tu é mais forte do que eu lembrava, Vitor. A academia tá dando resultado."

— "Obrigado..." — murmurei, sentindo o rosto esquentar.

Eu não sabia onde enfiar o olhar. Beto era... muito homem. Muito presente. E ali, na minha cozinha improvisada, semi-pelado e cheio de uma confiança que eu nunca tive, ele parecia ocupar todo o espaço.

— "Bom, chega de enrolação." — Ele bateu as mãos. — "Vamos fazer essa macarronada. Você tem os ingredientes?"

Mostrei os tomates, a cebola, o alho, o manjericão que eu tinha comprado no mercado de manhã, torcendo para estar certo.

Beto examinou tudo com um olhar profissional, grunhindo de aprovação.

— "Serve. Vou te mostrar como se faz um molho de verdade. Chega perto."

Eu me aproximei, meio sem jeito, parando a meio metro dele. Beto estava diante do fogão, de lado para mim, e começou a picar a cebola com uma velocidade e precisão que me deixaram besta.

— "Primeira regra: faca afiada. Segunda: lagrimar é para amador, então se quiser chorar, chora depois." — Ele riu sozinho.

Eu tentei prestar atenção. De verdade. Mas era impossível ignorar o corpo dele ali, tão perto. O cheiro — uma mistura de perfume amadeirado, suor leve e o aroma natural de homem maduro — me deixava tonto. Cada vez que ele se estendia para pegar azeite ou sal, os músculos das costas se moviam sob a pele, e eu via a curva da cintura, o começo da bunda coberta pela bermuda cáqui.

Meu pau latejou de novo. Respirei fundo.

— "Você... você cozinha sempre assim?" — perguntei, tentando quebrar o gelo que, para mim, era uma muralha.

— "Sempre. Desde que me separei, aprendi a me virar. Hoje em dia, faço questão." — Ele jogou o alho na frigideira com o azeite, e um chiado delicioso subiu. — "Mulher nenhuma vai me dar lição de cozinha, não, garotão."

Ele me chamou de "garotão" de novo. A primeira vez tinha sido na porta. Agora, no segundo "garotão", eu senti um aperto no peito. Não era só o apelido. Era o jeito — a intimidade fácil de quem já decidiu que vai te tratar como próximo, goste você ou não.

— "Bota mais perto. Você não vai aprender nada desse outro lado do mundo." — Beto me puxou pelo pulso, me colocando ao lado dele, ombro a ombro.

Agora a distância era mínima. O braço dele roçava o meu. O calor que vinha do corpo dele era quase tão intenso quanto o do fogão.

— "Olha a cor do alho. Tem que estar dourado, não queimado. Percebeu a diferença?"

Eu olhei para a frigideira. Depois olhei para ele. Os olhos castanhos estavam fixos em mim, esperando resposta.

— "Percebi." — Minha voz saiu estranha, mais grossa.

Ele sustentou o olhar por um segundo a mais do que o necessário. Depois voltou ao molho.

O clima no apartamento estava ficando insuportável, e não era só por causa dos 35 graus lá fora. O Beto continuava explicando cada passo com uma paciência de mestre, mas eu já não ouvia as palavras — só o tom grave da voz dele, o jeito que ele pronunciava as vogais com aquele sotaque paulista arrastado.

— "Vitor. Tá prestando atenção?"

— "Tô." — Mentira descarada.

Ele riu baixo. Um riso que dizia eu sei que você não está, mas vou deixar passar.

Foi quando ele se abaixou para pegar uma panela maior no armário de baixo. O movimento fez a bermuda dele descer um pouco na parte de trás, e eu vi — por um segundo, apenas um segundo — a pele branca do começo das nádegas, e a ausência total de cueca.

Meu coração disparou.

Ele se levantou, virou-se com a panela na mão, e me pegou olhando.

O sorriso dele apareceu de novo. Aquele sorriso de canto, malicioso, que não combinava com o engenheiro sério que ele supostamente era.

— "Curioso, Vitor?" — perguntou, a voz mais baixa.

— "Eu... não..." — gaguejei, o rosto pegando fogo.

O constrangimento me dominou. Eu sempre fui tímido, sempre fui o cara que não sabe o que dizer em situações assim. No Rio, eu levava minha vida de forma simples: treino, trabalho, casa. Sem putaria, sem joguinhos. Mas o Beto... o Beto era um furacão.

Ele não insistiu. Apenas voltou a cozinhar como se nada tivesse acontecido, mas agora o silêncio entre nós era diferente. Mais pesado. Elétrico.

O molho começou a borbulhar. O cheiro de tomate e manjericão invadiu a cozinha. Beto provou com uma colher de pau, fez um mmm de aprovação, e sem aviso levou a mesma colher à minha boca.

— "Prova."

A colher encostou nos meus lábios. O olhar dele não saiu do meu.

Eu provei. Estava divino, claro — mas o que eu sentia na boca era irrelevante perto do que eu sentia no corpo. Meu pau já estava duro há minutos, espremido dentro da bermuda, e eu torcia para que ele não percebesse.

Ele percebeu.

— "Gostou?" — perguntou, a voz num tom que não era sobre o molho.

— "Gostei..." — sussurrei.

Beto colocou a colher de lado. Virou o corpo completamente para mim. Agora estávamos frente a frente, a menos de vinte centímetros de distância. O avental azul que ele tinha vestido depois de tirar a camisa balançava levemente com a respiração dele.

— "Você tá nervoso, Vitor."

Não era uma pergunta.

— "Um pouco..." — admiti, desviando o olhar.

Ele colocou um dedo sob meu queixo e ergueu meu rosto com uma gentileza que contrastava com a força do resto dele.

— "Não precisa ficar. Sou só eu. O Beto." — A pausa. A piscadela. — "O amigo do teu padrasto."

A frase era inocente. O jeito que ele disse não era.

A gente voltou a cozinhar, mas alguma coisa tinha mudado. Os movimentos de Beto estavam mais lentos, mais deliberados. Cada vez que ele passava atrás de mim para pegar algo no outro lado da bancada — e passava muito, desnecessariamente — eu sentia o calor do corpo dele nas minhas costas.
A bermuda dele continuava sem cueca por baixo. Eu já tinha certeza.

Eu, por outro lado, estava suando em bicas — não só pelo calor. A mão tremia levemente quando eu mexia a água do macarrão.

— "Relaxa, Vitor. Não vai queimar. A água tem que ferver antes de colocar o macarrão." — A voz dele chegou perto do meu ouvido, e eu senti a barba por fazer roçando minha orelha. Meu corpo tremeu inteiro.

Ele percebeu. Claro que percebeu.

— "Você sempre foi tão sensível assim, garotão?"

Não respondi. Não conseguia.

Foi quando ele parou de cozinhar. Desligou o fogo. Virou-se, apoiou o quadril na bancada e cruzou os braços sobre o peito peludo. Os olhos castanhos me analisaram de cima a baixo com uma calma que era, ao mesmo tempo, reconfortante e aterrorizante.

— "Vitor. Olha pra mim."

Olhei.

— "O que você quer que aconteça aqui hoje?"

A pergunta foi direta. Sem rodeios. Do jeito dele.

Meu coração batia tão forte que eu ouvia o sangue nas têmporas. A timidez me puxava para o silêncio, para o “nada, tô de boa”, para fugir e me trancar no quarto. Mas algo maior — algo que tinha começado na primeira vez que me chamou de "garotão" e eu quase gozei ouvindo — me empurrava para a frente.

— "Eu... não sei..." — menti.

Beto sorriu. Ele sabia.

— "Tá mentindo. E tudo bem. Você não precisa saber agora. A gente vai cozinhar. Vamos comer. E se no meio do caminho acontecer alguma coisa... aconteceu."

Foi a coisa mais sensata e mais perigosa que ele podia ter dito.

Continuamos.

A água ferveu. O macarrão foi pro fogo. O molho estava pronto, brilhando de tão vermelho e cheiroso. Beto me ensinou a escorrer o macarrão, a misturar na frigideira com um pouco da água do cozimento para criar cremosidade.

— "É o segredo da macarronada perfeita, Vitor. O amido da massa. Sem isso, vira cola."

Ele falava de comida, mas eu já não ouvia comida há muito tempo.

Quando a mesa estava quase pronta, quando só faltava ralar o queijo parmesão, Beto fez a última provocação.

— "Pega o queijo na geladeira. Vou abrir um vinho."

Eu me abaixei para pegar o queijo. Nesse movimento, Beto passou atrás de mim — e eu senti, claramente, o pau duro dele pressionando minhas costas por trás do avental.

Foi só um segundo. Um roçar. Mas foi inegável.

Ele não pediu desculpas. Não fingiu que não aconteceu.

Só disse, a voz num sussurro rouco:

— "O jantar tá pronto, sobrinho."

Aquela palavra. Sobrinho.

Foi a primeira vez.

Meu pau doeu de tão duro.

Nós comemos a macarronada sentados no chão da sala, porque eu ainda não tinha montado a mesa de jantar. Foi estranhamente íntimo — dois homens, semi-pelados pelo calor, dividindo um prato e um vinho barato que o Beto tinha trazido na mochila.

— "Ficou boa, né?" — ele perguntou, orgulhoso.

— "A melhor que eu já comi." — E não era só elogio.

Ele arrancou um pedaço de pão, limpou o molho que tinha sobrado no prato e enfiou na boca. Eu observei os lábios dele envolvendo o pão, a língua lambendo os dedos, e senti um aperto seco na garganta.

— "Pode perguntar." — ele disse, sem me olhar.

— "Perguntar o quê?"

— "O que você tá pensando desde que eu cheguei."

O silêncio se estendeu. O vento da janela aberta não refrescava nada.

— "Por que você veio mesmo?" — soltei, finalmente.

Beto largou o prato no chão. Virou o rosto para mim, e o olhar dele estava diferente agora — sério, sem o riso fácil.

— "Porque o Edson pediu. E porque eu quis."

— "Quis o quê?"

— "Te ver. Saber como você tava. E..." — ele suspirou, passou a mão pelos cabelos grisalhos — "...e porque desde aquela festa no Rio, há uns três anos, eu não paro de pensar em você."

Meu mundo parou.

— "O quê?"

— "Você tava de sunga branca na piscina. Eu nunca esqueci a imagem. E pensei: esse moleque vai ser um problema."

— "Beto..."

— "Pode me chamar de tio."

As palavras ficaram suspensas no ar quente. Eu engoli em seco.

— "Tio... eu não sei o que dizer."

— "Não precisa dizer nada, Vitor. Só para de tremer.

Ele se moveu primeiro. Um deslize no chão da sala, e de repente o rosto dele estava a centímetros do meu. A mão grande e calejada subiu pela minha coxa, devagar, dando tempo para eu recuar se quisesse.

Eu não quis.

O beijo, quando veio, foi macio no começo. A boca do Beto era quente, com gosto de vinho tinto e queijo parmesão. A língua dele pediu passagem, e eu abri — tímido ainda, mas abri. Ele gemeu baixo contra minha boca quando sentiu minha língua responder, e aquilo foi o fim da minha timidez.

Eu agarrei a nuca dele, os fios grisalhos macios entre meus dedos, e puxei ele para mais perto. O beijo ficou molhado, selvagem, cheio de dentes e saliva e uns gemidos que saíam de mim sem que eu pudesse controlar.

Beto quebrou o beijo primeiro, ofegante.

— "Olha o tamanho dessa porra." — A mão dele já estava na minha bermuda, apertando o volume duro que eu não conseguia mais esconder. — "Tava guardando isso pra quem, sobrinho?"

— "Pra você, tio." — A palavra saiu natural, como se eu sempre tivesse chamado ele assim.

Os olhos castanhos escuros brilharam.

— "Até que enfim."

Ele me empurrou contra o sofá — aquele sofá velho que eu tinha comprado de um desconhecido no mercado livre. Minhas costas bateram nas almofadas, e em menos de um segundo Beto já estava puxando minha bermuda, arrancando-a pelos pés. Meu pau pulou para fora, duro, babando, a cabeça roxa de tanto tesão acumulado.

— "Caralho, Vitor... que pica linda." — Ele envolveu o pau com a mão, uma punheta lenta, só para sentir o peso. — "Grossa, do jeito que eu gosto."

Eu gemi, jogando a cabeça para trás.

Beto não perdeu tempo. Ele desceu a boca no meu pau como se fosse a coisa mais natural do mundo — quente, úmida, a língua grossa contornando a cabeça, lambendo o pré-gozo que escorria. Ele gemeu ao me sentir, uma vibração que percorreu todo o meu pau até a base.

— "Tio... tio, caralho..." — eu gemia, sem pudor agora.

Ele me chupava com uma fome que beirava a obsessão. O som era obsceno — a boca dele sugando, babando, misturando saliva e pré-gozo. As mãos dele apertavam minhas bolas com a pressão exata — forte o bastante para doer gostoso, delicada o bastante para não me fazer gozar na hora.

Mas eu não queria gozar na boca dele. Não ainda.

— "Para, Beto. Para." — agarrei os cabelos grisalhos dele e puxei com força, fazendo ele erguer o rosto. O queixo dele estava brilhando, babado. Ele sorriu.

— "Já vai gozar, Vitor?" — provocou.

— "Não. Agora é minha vez."

Invertemos as posições. Eu empurrei Beto contra o sofá, e ele foi para trás sem resistência, as costas batendo nos travesseiros. O avental há muito tinha caído. Ele estava nu, completamente, e eu vi o corpo dele pela primeira vez sem filtros.

A barriguinha macia, os pelos grisalhos descendo pelo peito até o pau — grosso, semiduro, babando também — e as coxas fortes, brancas, cobertas por uma penugem clara.

— "Você é lindo, tio."

Ele riu, mas o riso era diferente agora. Era mais vulnerável.

— "Para de fazer graça e me come, sobrinho."

Eu não precisei de mais nenhum comando.

Espalhei o meu próprio pré-gozo na cabeça do pau. Inclinei o corpo sobre o dele, abri as pernas brancas e peludas do Beto com os joelhos, e encostei a ponta do pau no cuzinho dele — quente, apertado, piscando como se estivesse me chamando.

— "Põe, Vitor. Põe tudo de uma vez. Me come como você está querendo desde a hora que cheguei."

Empurrei.

E a sensação foi de entrar num forno de puro veludo. Apertado, quente, pulsando em volta de mim como se quisesse sugar cada centímetro. Beto gemeu baixo, mordeu o lábio, e as mãos dele se fecharam nos meus ombros.

— "CARALHO, VITOR... QUE PAU..."

Eu comecei a meter. Devagar no começo, estocadas profundas e calculadas, sentindo cada centímetro do cu do Beto se abrindo para mim. Cada vez que eu enterrava até a base, ele soltava um gemido gutural. Cada vez que eu saía quase por completo, ele me puxava de volta com as pernas.

— "Mais rápido... me fode de verdade, garotão..."

Acelerei.

As estocadas ficaram brutais. O sofá rangeu. A cabeceira bateu na parede. Eu segurei a cintura do Beto com força, cavando os dedos na pele macia da barriguinha dele, e meti como se a minha vida dependesse disso.

— "Tá gostoso, tio? Tá sentindo teu sobrinho te comendo?"

— "TÔ, PORRA! TÔ SENTINDO! MAIS!"

Eu mudei o ângulo, inclinei meu corpo, e encontrei o ponto. A próstata dele. O gemido que saiu da boca do Beto não era humano. Foi um urro rouco, rasgado, seguido de um tremor violento que percorreu o corpo dele dos pés à cabeça.

— "AI, CARALHO... CÊ ME ACHOU... NÃO PARA NUNCA, VITOR... ME DESTRÓI..."

Eu não parei.

Eu metia com tanta força que minhas bolas batiam na bunda dele a cada estocada. O suor voava do meu peito, pingava na barriga dele. Minhas coxas doíam. Meu pau latejava como um coração dentro do cu dele. E eu sentia que estava chegando — aquela tensão elétrica subindo da base da espinha, o formigamento que anunciava a tempestade.

Mas eu queria que ele gozasse primeiro.

— "Vai, tio. Goza. Eu quero ver você gozar só com o meu pau no teu cu."

Beto passou a mão por baixo, começou a se punhetar enquanto eu metia. O pau dele, grosso e babando, escorria pré-gozo pelo punho. Levei três estocadas para ele perder o controle.

— "VOU GOZAR... VOU GOZAR, VITOR. ME COME MAIS FORTE... AGORA... AGORAAAA..."

O corpo do Beto se contorceu num espasmo violento. A porra jorrou dele em jatos grossos, quentes, que subiram pelo peito dele, atingiram o queixo, respingaram no sofá. Ele gozava e gozava, tremendo, gemendo, as pernas bambas, o cu pulsando em volta do meu pau como se quisesse me sugar inteiro.

Foi a visão daquele homem maduro, desmontado, gozando feito um adolescente, que me quebrou de vez.

— "TIO... VOU GOZAR... CARALHO, TIO..."

Enterrei até o fundo. Minhas bolhas se contraíram. E eu senti — mais do que ouvi — o primeiro jato grosso de porra saindo de mim, explodindo dentro do cu do Beto. O segundo jato veio mais forte. O terceiro, mais fundo ainda. Eu gozei dentro dele por um longo, longo tempo, até não ter mais nada para dar, até o meu pau ficar dolorido de tão sensível.

Caí pra frente, meu peito colado no peito peludo e suado dele. Ficamos ali, os dois ofegantes, tremelicando, sem conseguir formar uma palavra.

O cheiro da macarronada — a que a gente tinha acabado de comer — ainda pairava no ar, misturado com o cheiro de sexo, suor e porra.

— "Tu é um desgraçado, sabia, Vitor?" — Beto sussurrou, com o fôlego ainda falhando, depois de longos minutos em silêncio. — "Me ensinou uma lição também. Cê não é mais menino não."

Eu ri, cansado, com o rosto enterrado no pescoço dele. O cheiro do Beto — sabonete de coco, suor e sexo — era a melhor coisa que eu já tinha sentido.

Ele se moveu primeiro, com dificuldade, mancando levemente ao se levantar. A porra escorria pela coxa dele — a minha porra, dentro dele ainda — e ele nem limpou. Foi até a geladeira, pegou duas cervejas, abriu as duas com os dentes. Me entregou uma.

— "Vamos pedir pizza amanhã. A macarronada a gente tenta de novo. Mas sem ogivas nucleares dessa vez."

Ele se vestiu devagar, ganhando tempo. A camisa polo de volta, a bermuda cáqui, os cabelos grisalhos ainda bagunçados. Antes de fechar o zíper, ele me olhou.

— "Então... o que você achou da sua primeira aula particular, sobrinho?"

Eu estava nu, sentado no sofá manchado de porra, uma cerveja na mão e um sorriso idiota no rosto.

— "A melhor macarronada da minha vida, tio."

Ele riu. Aquela risada fácil, de quem já ganhou o jogo.

Foi até a porta, abriu, e parou no batente. O olhar castanho escuro brilhou de novo, mas agora com um aviso.

— "Seu padrasto não pode saber. Pelo menos não ainda. Mas o Magno..."

— Beto fez uma pausa proposital.

— "O Magno vai saber. Ele já desconfia. E quando ele souber, Vitor, ele vai querer participar."

Meu pau, que mal tinha amolecido, deu uma nova acordada.

— "Participar como?" — perguntei, a voz grossa.

Beto sorriu por cima do ombro.

— "Do jeito que você está pensando. Se prepara, sobrinho. São Paulo é grande, mas meu pau e o do Magno cabem juntinhos nesse rabo carioca. E o Edson... bem, o Edson um dia vai descobrir que o enteado dele é o putão que a cidade inteira vai querer."

A porta fechou.

Eu fiquei ali, nu, sentado no sofá, a cerveja gelada na mão, a porra escorrendo pelas minhas coxas e a do Beto ainda quente dentro de mim.

O cheiro da macarronada já tinha sumido. Mas o cheiro dele — o cheiro do tio Beto — ia ficar por muito tempo.

Sorri sozinho.

Bem-vindo a São Paulo, Vitor. (meu celular vibrou, era uma mensagem do Beto)

FIM

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