Conhecendo minha filha e minha neta - segunda parte
Continuando...
Ajudei minha neta a distribuir as bombonas(galões plásticos) nos diversos destinos enquanto nos namorávamos com os olhos. Durante o trabalho, ela me ensinou a dirigir o trator. Quando voltamos ao posto, o caminhão de entrega de combustível estava aguardando para descarregar, um senhor forte que era o motorista evitava olhar para minha neta, logo entendi o porque, sua esposa, uma mulher bem forte e cara de brava o acompanhava, ao saber que eu ficaria morando com minha filha por algum tempo, a mulher não escondeu seu alivio. Minha neta esperta, abriu o tanque, conferiu a mercadoria e autorizou o descarregamento. Durante a tarde, apenas dois carros abasteceram e como de costume, minha neta fechou o comercio às dezessete horas. Fomos para cara, eu estava louco por uma chupetinha, mas minha filha chegou logo depois. Enquanto minha neta tomava banho, minha filha com uma franqueza que eu não estava acostumado falou: "Meu maior medo é que apareça um homem qualquer por aqui e engravide a Silvia e ela tenha que casar e viver em um lugar como esse o resto da vida, como aconteceu comigo". Aquilo mexeu comigo, mas antes que eu pudesse falar alguma coisa ela continuou: "Sei que você deve estar chocado, achei que poderia passar o resto da minha vida me masturbando, mas ontem você provou que não dá, não quero isso para minha filha, vi o comportamento dela ontem com você". Eu não estava acreditando naquelas palavras, olhando dentro dos olhos dela ouvi: "Sei que você é um homem experiente, capaz de dar prazer a ela sem engravida-la". Minha filha estava deixando bem claro que queria que eu comesse minha neta. Ao final, ela me mostra várias caixa de pílulas e muita camisinha que havia comprado na cidade vizinha e termina: "Sei cacete delicioso fez minha menstruação adiantar, vou começar as pílulas e vigiar a menstruação dela. Você está disposto a nos satisfazer?". Beijamo-nos ardentemente selando nosso pacto, senti a musculatura da minha filha tremer durante o beijo que foi interrompido com a abertura da porta do banheiro, Suzi, minha filha estava bem tesuda depois do beijo, vi seus olhos fixarem no corpinho da minha netinha virgem, olhando em seguida para mim com aquela carinha de sacana, entrei no banheiro. Quando saí e vi minha neta com a pele fresquinha cabelos molhados olhando para dentro dos meus olhos com aqueles olhos que lembrava a avô, minha filha estava no quintal, então me aproximei da minha neta e ela apertou meu pau que já apresentava alguma ereção, segurei sua mão e a ensinei a alisar. sentei na cadeira e enfiei minha mão por baixo da camisola branca que ela usava e ali mesmo sentado com ela em pé a minha frente com as pernas ligeiramente abertas, localizei seu grelinho que estava durinho e passei a masturba-la, ela aprendeu rápido, inclinou seu corpo sobre o meu e passou a gemer pertinho do meu ouvido até que com aquela voz de tesuda falou baixinho: "Isso vovô não para, está delicioso, acho que vou sentir aquilo de novo, assim, hummmmm". A danadinha tremeu o corpo inteiro em um orgasmo profundo, enquanto eu tentava me controlar, mas o gozo de Silvia ainda virgem, me fez gozar sem colocar a mão no pau. Entrei no chuveiro de novo e quando saí, senti-me como a presa daquelas duas lobas. Jantamos e conversamos, tendo ficado claro, que as duas moravam ali apenas pela meio de vida que tinham recebido como herança, o posto de combustível, que era o sustento das duas. Fui deitar, não tardou para a bela silhueta da minha filha aparecer na penumbra e me encantei ao vê-la tirar a camisola pela cabeça, deitar sobre meu corpo e dizer no meu ouvido: "Meu marido gostava de me penetrar por trás quando eu estava menstruada, você gosta?". Fiquei louco, mas como temia, a cama rangeu quando tirei a bermuda, fiquei de pé ao lado da cama e fiz Suzi deitar atravessada com a bunda na lateral, quase ajoelhada e vi o contorno de suas belas nádegas, achei o buraquinho com o dedo e senti a ponta do meu indicador ser mordido por aquele cuzinho piscante, mirei e empurrei o cacete, ouvindo aquele hammm de quem está tendo o cu penetrado, continuei fazendo pressão, minha filha com as duas mãos entre as pernas, não se importou com o silêncio do local e passou a gemer deliciosamente enquanto rebolava maravilhosamente na minha caceta, assim que enchi seu rabo de porra, minha filha aumentou o volume dos gemidos de forma que seria impossível minha neta não acordar, seus gritinhos maravilhosos me motivaram a continuar bombando e ela continuou rebolando, como era de se prever, vi o vulto de minha neta Silvia com a mão no meio das pernas, certamente se masturbando. Eu e Suzi, gozamos juntos e não segurei meu uivo de prazer, deixando meu corpo cair sobre as costas da minha filha falei em seu ouvido: "Não precisa esperar a menstruação para fazermos anal". Ela ainda tremendo diz: "Então vou querer todos os dias".
Quando acordei, as meninas já não estavam em casa, peguei minha caminhonete e fui ao posto, lá perguntei a minha filha onde eu podia encontrar um telefone, ela me falou que só na outra cidade a cinquenta quilômetros e que ela sempre usava o telefone do posto de combustível de lá, cujo dono era amigo dela e louco para comprar o seu comercio.
Fui a cidade vizinha acompanhado de Silvia, ali conheci o Oliveira e durante o papo ele deixou escapar o valor da oferta que reiteradamente fez a Suzi pela compra do posto, o que facilitou meu papo com meu procurador ao telefone, dei instruções a ele para procurar postos de gasolina a venda na nossa cidade e estudar qual ou quais imóveis eu teria que me desfazer para adquirir o posto.
No caminho de volta, Silvia já com boas intenções, falou para eu entrar em uma estradinha menor para me mostrar uma vista de toda a região, cheguei ao tal lugar, realmente a vista era linda, mas não tanto quanto a vista daqueles peitinhos durinhos com mamilos bicudos que ela me mostrou quando baixou as alças do vestido. Mamei como um recém nascido faminto levando minha netinha ao desespero para gozar quando ela com aquela voz de mulher quando está louca para levar ferro fala: "Faz como você fez com a mamãe ontem a noite vovô". Desesperado, a ajudei a tirar o vestido e a calcinha ao mesmo tempo que tirava minhas roupas, baixei o banco do passageiro, transformando-o em uma cama e vi minha netinha peladinha, só interrompi minha visão para vira-la de costa e faze-la ajoelhar disse a ela: "Meu amor, por ser a primeira vez, vai doer um pouquinho". Ela já transtornada enquanto eu pincelava seu reguinho disse impaciente quase gritando: "Mete eu aguento, mete vovô, não me tortura". Mas eu resolvi prolongar um pouco mais aquele estado tesuda da jovem, me inclinei e passei a língua em seu cuzinho virgem, ela se contorceu toda e gritando: "Aiiii, faz de novo, que delícia!". Passei a língua mais algumas vezes, quase a levando ao gozo. Achei a direção do canal enfiando o dedo indicador no alvo e mirei com minha pica, ao comparar o tamanho da cabeça do meu pau com aquele cuzinho rosa claro, achei que não ia caber, quando ela começou a choramingar enquanto massageava o grelo, fiz pressão e ouvi o grito mais delicioso que tinha ouvido em toda minha vida, a cabeça tinha entrado, ela colocou uma mão para trás e por breve momento não emitiu nenhum som, parei e esperei, seu cuzinho deu várias piscadas mordendo a cabeça do meu pau, até que com voz de estremo sofrimento falou: "Vai vovô, devagarinho..". Eu foi fazendo pressão aos poucos, ela, provavelmente por herança da avô e da mãe, passou a rebolar maravilhosamente e seus gemidos mostravam além de dor, muito prazer, até que percebi os espasmos musculares de suas costas e sua respiração mudar, minha netinha estava tendo seu primeiro prazer anal e lubrifiquei seu canal com a metade da pica dentro dela. Durante o gozo, a gostosa fez seu canal anal se contrair e relaxar várias vezes, igualzinha a sua avó. Abri o porta luvas e tirei o rolo de papel higiênico que sempre tenho lá. Ela saiu com o rolo na mão e desapareceu no mato, voltando depois de alguns minutos me falou: " Vem vovô". Acompanhei minha neta pelado assim como ela estava e conheci uma nascente onde alguém tinha enfiado um bambu fazendo um chuveiro natural, tomei um banho gostoso e vendo minha netinha mancando, resolvi que tinha que lhe agradecer, a fiz deitar, abri suas pernas e chupei sua bucetinha cabeluda até faze-la gozar forte. Voltamos para a caminhonete e nos vestimos. Minha filha vendo o andar diferente de Silvia, sorriu para mim, seus olhos eram de satisfação por saber que a filha estava embora tardiamente, estava conhecendo os prazeres do sexo com um homem que estava tomando todos os cuidados para não engravida-la.
❤️ Contos Eróticos Ilustrados e Coloridos ❤️👉🏽 Quadrinhos Eroticos 👈🏽
Comentários (1)
Rafael: Maravilhoso seu conto duas safadinhas só pra vc que sorte
Responder↴ • uid:1dai13h49c