O pequeno pau do meu irmão
Meu nome é Bruna, tenho 21 anos, e sempre fui a "certinha" da família. Meu irmão, o Léo, tem 19 e é o oposto: braço tatuado, viciado em academia e com aquele jeito de moleque abusado que sabe que é bonito. A gente sempre teve uma tensão estranha, umas olhadas no corredor que duravam tempo demais, mas a gente fingia que era só implicância de irmão.
Tudo mudou num domingo de calor infernal. Meus pais tinham viajado para o sítio e ficamos só nós dois naquele apartamento enorme. Eu estava na sala, de shortinho curto e um top que não escondia quase nada, tentando ler um livro, quando o Léo saiu do banho só de toalha.
Ele parou na minha frente, secando o cabelo, e o cheiro de sabonete invadiu meu nariz. Eu não conseguia tirar o olho do abdômen dele, todo trincado, com as gotas de água escorrendo até sumirem no nó da toalha.
— Tá calor, né, Bruna? — ele disse, com uma voz carregada, me encarando fixo.
— Demais, Léo. Acho que o ar-condicionado não tá dando conta — respondi, sentindo um frio na barriga que não tinha nada a ver com o clima.
Ele deu um passo na minha direção, a toalha ameaçando cair. Eu, num impulso de coragem que nem sabia que tinha, levantei e parei a milímetros do peito dele.
— O que foi? Vai ficar só olhando? — provoquei.
O Léo não disse nada. Ele só largou a toalha. Ela caiu no chão e eu perdi o fôlego. O bicho já estava acordado, apontando direto para mim. Mas o que me surpreendeu não foi o tamanho, e sim o formato.
Diferente dos caras com quem eu já tinha saído, o pau do meu irmão era pequeno, mas extremamente charmoso e volumoso. Tinha uns 12 centímetros, mas era muito grosso, parecendo uma latinha de redbull, com uma cabeça perfeitamente simétrica e muito rosada. O tronco era clarinho, sem quase nenhuma veia, parecendo uma escultura de mármore polido. Era aquele tipo de "pequeno notável" que parecia feito sob medida para encaixar sem sobrar espaço.
— Gostou do que viu? — ele sussurrou, a mão dele descendo e apertando a minha coxa com força.
— Eu... eu achei que fosse maior — brinquei, só para ver a reação dele.
Ele deu um sorriso de canto, me puxou pela nuca e colou aquele membro quente e pulsante na minha barriga.
— O tamanho é só um detalhe, maninha. Eu garanto que ele faz um estrago que você nunca viu.
Ele me jogou no sofá e foi descendo o beijo pelo meu pescoço, enquanto a mão dele entrava por baixo do meu short. Quando ele tirou minha roupa e se posicionou entre as minhas pernas, eu senti a pressão daquela grossura contra a minha entrada.
Mesmo sendo menor no comprimento, a largura preenchia tudo de um jeito absurdo. Quando ele deu a primeira estocada, eu soltei um gemido que ecoou pelo apartamento todo. Era firme, rígido como pedra, e a cada batida a cabeça dele parecia massagear cada ponto lá dentro.
— Pequeno, né? — ele provocou, acelerando o ritmo, enquanto me olhava com um prazer sádico.
— Ele é... perfeito... Léo, continua! — eu implorei, agarrando os ombros largos dele.
O som da carne batendo era abafado pelo nosso suor. Ele ia até o fundo, e como não era exageradamente longo, ele conseguia bater com toda a força sem machucar, só dando prazer. Ficamos ali horas, transformando a sala dos nossos pais no cenário do nosso maior segredo.
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Comentários (1)
Aline: Nossa que gostoso, vocês continuaram fazendo?? Rsrs. T Linee_198
Responder↴ • uid:8hzo95yqxvp