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Escravo Familiar: Capítulo 9 (Mimando o Escravo Familiar)

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Tártaro

No outro dia, fui acordado por papai aos beijos.
— Bom dia, minha florzinha, dormiu bem? Ele perguntou.
— Sim papai! E o senhor? . O respondi.
— Como um bebê!, paizinho tem uma surpresa para você hoje! Ele disse continuando a me dar beijos.
— Qual? Perguntei animado.
— Como você foi punido ontem, por se recusar a dar esse cuzinho delicioso para seu irmão Thiago, reclamando de estar assado, papai decidiu te presentear com um dia no SPA.
— Uau, já estou animado.
— Que bom meu dengo. Ah! Antes que eu me esqueça, no SPA o rapaz que vai te atender, ele tem total direito de te usar hoje, então não se recuse, ok? Sua massagem junto com um pouquinho de sexo vai te fazer bem. Pedi para ele ser carinhoso para não piorar sua situação.
— Tá bom meu senhor!
Levantei de seus braços dando um beijo na sua boca, e fui para o banheiro fazer minhas necessidades. …
Por volta das 9:00 da manhã eu e papai estávamos saindo de casa, ele iria me deixar na casa de massagem e retornaria cerca de uma hora depois para me buscar.
...
Uma hora depois chegamos a uma casa de banhos maravilhosa, a fachada era da cor creme e branco, e transmitia um ar sofisticado e Clean.
Papai estacionou o carro no estacionamento do estabelecimento, em seguida descemos e fomos para a recepção.
— Olá bom dia! No que posso ajudá-los ? Perguntou o recepcionista. Ele era um rapaz jovem loiro e musculoso, tinha um sorriso lindo e um ar super fresco.
— Bom dia! Respondeu papai. Eu tenho uma hora marcada com o Léo, para minha riqueza hoje às 10:00.
— Qual o nome que está no registro do atendimento? Perguntou o rapaz.
— Está no nome de João Batista de Andrade.
— Ok, deixa eu verificar aqui! ... Certo preciso só do documento do seu filho por gentileza.
Eu entreguei meu RG para o rapaz, já ansioso para aproveitar meu dia relaxante.
— Certo, aqui! Ele disse devolvendo o meu documento.
— Bom vocês podem se encaminhar para a primeira maca ali na frente, ok? Você meu jovem retire suas roupas e coloque o roupão que está a frente da maca.
— Ok. Respondi.
Nos dirigimos até o local reservado indicado pelo rapaz da recepção. Retirei minhas roupas ficando completamente nu, e coloquei o roupão e em seguida me deitei na maca.
Cerca de uns cinco minutos apareceu um rapaz jovem, bonito parecia estar na casa dos 27 anos, era lindíssimo, ele era franzino, loiro, tinha um cavanhaque bem desenhado, um bigode farto com as pontinhas enroladas. Vestia uma roupa leve branca, camiseta e calças largas, e no pé um chinelo que parecia de espumas, fofo e macio.
— Olá bom dia! , Seu João que prazer recebe - lo aqui hoje, veio trazer o filhote para conhecer novos prazeres? Disse o massagista apertando a mão do meu pai, com um sorriso encantador.
— Sim Léo, espero que você cuide muito bem do meu dengo, ele está meio quebrado, se é que você me entende. Disse meu pai rindo com ar safado.
— Claro seu João, não se preocupe vou cuidar direitinho do seu filho. O Léo respondeu.
— Ah! Já ia esquecendo, você pode relaxar ele intimamente também ok, preciso dele bem-disposto para mais tarde.
— Claro, as suas ordens! O Léo disse.
— Bom meu filho, papai vai ter que ir agora, mas mais tarde, papai te busca, está bem?
— Claro papai, sem problemas.
Ele beijou o topo da minha cabeça falando.
— Se cuida, o que o Léo pedir para você fazer obedeça, papai deu liberdade para ele hoje.
— Ok! Respondi.
— E então Gracinha, vamos iniciar os procedimentos? O Léo perguntou me indicando a mim me deitar na maca.
— Tudo bem! Respondi me deitando.
O Léo então abriu meu roupão, me deixando pelado, só restava a coleira que meu padrinho me deu no meu pescoço, pegou um pouco de óleo de massagem no seu carrinho de produtos, e o esfregou nas mãos, em seguida começou a massagear meu pescoço, depois foi descendo para meu peito, ficou apertando as duas regiões uma seguida da outra.
Eu suspirava relaxado, me arreganhei inteiro deixando que todo o meu corpo ficasse solto. O Léo desceu suas mãos macias e cheias de óleo para minha barriga, fazendo movimentos circulares, esfregando os nós dos dedos na minha pele.
Depois colocando mais um pouco de óleo nas mãos começou a massagear minha virilha, nessa hora meu corpo estremeceu e fiquei com o pau bem duro.
Um pouco constrangido pedi desculpas para ele, por estar excitado com a massagem.
— Desculpa Léo, não consegui controlar, foi involuntário.
— Já estou acostumado, toda vez que seu pai vem aqui, eu massageio o pintão dele, vê também o chupo, então não fique preocupado, eu sou pago para isso.
Fiquei chocado quando ele disse isso.
Relaxei mais ainda após saber sobre isso, e deixei que ele fizesse o que meu pai e senhor o orientou.
Ele continuou tranquilamente a bater uma punheta para mim, fazendo movimentos calmos para cima e para baixo, eu me contorcia de leve com a sensação gostosa, mas, no fundo, ansiava por algo a mais.
Não sei se ele percebeu ou se já era costume do seu trabalho fazer aquilo, mas, ele foi descendo a cabeça de boca aberta em direção ao meu pau, enquanto continuava a me masturbar, quando ele abocanhou a cabeça da minha pica, não resisti e gemi alto
— HUUUUUUUUUUM!
Ele me engoliu até o talo, acariciando minhas bolas, seu bigode fazia uma cosquinha gostosa, me arrepiando, ele subia e descia na minha pica deixando-a bem babada, me punhetava quando retirava minha pica da boca e logo voltava a mamar.
— huuuuuuuuuum! Ai, Léo que delícia!
— Gostou princesinha?
— unhum! aaah! Eu gemia e passei a empurrar a cabeça dele de encontro com minha virilha, rebolando.
Depois ele saiu da minha pica, socava voltou a me massagear, dessa vez ele desceu pelas minhas pernas massageando minhas coxas e canelas.
Quando chegou nos meus pés 41 ele caiu de boca, chupando meu dedão, lambendo entre meus dedos, cheirou minhas solas macias Fsss! Depois me virou de bruços.
Veio em direção ao meu pescoço levantou a coleira e apertou e rodou seus dedos, depois meus ombros, depois massageou minhas costas largas até chegar no meu cofrinho. Quando pegou nas minhas nádegas ele as apertou delicadamente e eu me empinei para ele, deixando meu cuzinho rosinha a mostra, ele as abriu e enfiou o nariz bem no meu cuzinho, senti ele puxar o ar, sugando o odor que meu cu exalava.
FSSSSS!
— Ah cuzinho cheiroso! Ele disse e logo em seguida começou a lamber.
— Huuuuuuuuuum! Eu gemia baixinho rebolando na sua cara.
Ele esfregava a ponta da língua com força no meu buraquinho, depois ele cuspiu puf! E empurrou com o dedo indicador seu cuspe para dentro do meu cuzinho, ele rodou e apalpou toda a extensão do meu reto com o dedo, me fazendo gemer alucinadamente.
— Huuuuuuuuuum! Aí Léo, que gostoso.
Depois ele saiu de trás de mim me fazendo protestar.
— Não, tava tão bom.
— Calma putinha, eu já vou te dar o que você quer, só tenha calma.
Ele veio para minha frente, com o pau bem duro. Segurou na minha coleira e pediu para eu abrir a boca e socou até a minha garganta.
PLOC
— Huuum, boquinha quente e macia da porra! Seus familiares, tem uma sorte danada de ter você. Ele disse gemendo e rebolando.
— Mas sabe eu estou louco para te castigar, vou ligar para seu papai e vou dizer que você foi muito desobediente, depois vou de dar umas palmadas nesse rabinho e vou estourar seu cuzinho com força, enquanto você implora por socorro para seu papai no telefone. Ele disse e já pegou o celular para ligar, para pedir permissão.
Comigo ainda chupando seu cacete e olhando profundamente nos seus olhos, ele pegou o celular e discou o número do meu pai, ficou um tempo com o celular no ouvido e logo falou:
— Oi seu João, deixa eu te falar, seu filho está me dando trabalho, a putinha deu em cima de mim sem eu querer, e você sabe eu sou casado e não gosto de trair minha esposa, mas ele não para de pedir pica, então quero pedir permissão para dar um castigo nele, fora que está fazendo manha, e você sabe não gosto de frescura no meu trabalho.
— Hahaha! Safado, está doidinho para dar umas palmadas no meu bebê né? Vou te permitir dar algumas palmadas, mas não exagera o menino está dolorido tomou uma coça do irmão, então está sensível, me devolva ele inteiro e disposto viu?
— Claro seu João, te devolverei ele maninho e sem danos. Tchau!
— Tchau, cuidado com meu filho, se não eu te castro.
— Não se preocupe vai dar tudo certo. Tchau!
Ele desligou o telefone e disse:
— Pois é meu amor, tenho carta-branca para te punir.
Aí senhor, que ele não me destrua.
Ele segurou firme na minha coleira e começou a socar forte na minha boca:
PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC....
— huuuuuuuuuum! ãããããh!
Ambos gemiamos alto, eu derramava lágrimas, enquanto tinha a garganta esfolada pelo Léo.
— A putinha, coitado de você hoje, vou te estourar todinho antes de te devolver para o seu papai.
Ele sentou a mão na minha cara. PLAFT! Me virou na maca de barriga para cima e me puxou pela coleira para a ponta da maca, deixando minha cabeça pendurada, vê passou a foder alucinante minha garganta.
— Huuuuuuuuuum!
PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC...
Ele alisava minha garganta, conforme o seu cacete entrava e saia dele, depois passou a apertar meu pinto e minhas bolas, me fazendo tremer com a dor
—HUUUUUUUUUUM! HUUUUUUUUUUM
— ISSO VIADO ESPERNEIA, ADORO SODOMIZAR UM VIADO!
Ele bombou na minha boca por 10 minutos e explodiu em gozo na minha boca.
— Aaaaaaah, toma leite putinha! Ãããããh, pffff!
Ofegando ele saiu de dentro da minha boca, foi para trás de mim me virando de bruços, subiu em cima da maca e em uma estocada só me penetrou.
— Aaaaaãh! Gritei!
— Calma sua bixa, já vai passar a dor. Logo ele bombou violentamente.
PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC....
— Aaaaaaaaaaaaaah! Vou gozar! Pffffffffffffffffffffffff!
Ele desabou em cima de mim ofegante.
Depois saiu de dentro de mim, me pegou pelas mãos e fomos para um banheiro reservado.
Ao entrarmos, fomos direto para o chuveiro, tomamos um banho rápido e saímos.
...
Quando voltamos para a maca ele pediu para eu deitar. Me deitei de bruços novamente, ele pegou outro óleo de massagem e voltou a me massagear lentamente, como se não tivéssemos feito nada.
...
Era hora do almoço quando meu senhor Papai voltou para me buscar.
— E aí Léo foi tudo tranquilo? Mesmo que meu filho tenha te dado um pouco de trabalho?
— Sim senhor! Foi um prazer me aliviar com ele!
— Espero que tenha realmente gostado. Eai meu dengo, tudo certo, o Léo foi muito bruto com você?
— Até que não papai, achei que ele seria mais.
— Que bom filhote. Léo precisamos ir quanto tempo devo.
— Ah se preocupa não, está pago já, seu filho já me pagou pela sessão. Espero te ver em breve garotão.
— Claro senhor Léo! Eu disse.
— Ah não senhor é seu pai, eu sou novo demais para ser chamado de senhor.
— Hahaha! Tá bom! Então vou te chamar de Leozinho! O que acha?
— Adorei!
— Bom eu vou indo, ainda tenho coisas a tratar com meu filho. Até mais Léo.
— Até mais senhor João. Espero te ver em breve.
— Claro!
Saímos do estabelecimento do Léo e fomos direto para casa.
...
Quando chegamos papai já foi logo brigando comigo.
— Porra filho, por que você está sendo difícil, para quer dar trabalho para o Léo? Era só para você relaxar com ele hoje, ele não iria te punir.
— Papai eu estou dolorido ainda das fodas anteriores, então queria que fosse mais calma a foda, e também o Léo armou para mim, eu não recusei de imediato ele que quis ter um motivo para me punir, ele me disse isso!
— Sei! Agora já foi, já aconteceu! Agora papai quer gozar. Venha vamos deixar essa roupa na lavanderia, e também quero te foder lá hoje.
Fomos para a lavanderia, ela estava um pouco amontoada de roupas e sapatos, mas até que era bom.
Papai me pegou no colo e me tacou em cima das roupas sujas, arrancou a sua do corpo e eu as minhas, e caiu em cima de mim atacando minha boca.
— Huuum! , gostosinha!
Ele desceu chupando meus peitos, mordiscando meus mamilos, desceu para a barriga enfiando a língua no meu umbigo, depois sem cerimônia caiu de boca no meu pau, me chupando com força.
— huuum! Isso papai!
PLAFT!
— Isso é para você aprender a obedecer a mim e a seus machos, sua putinha safada. Ele disse batendo na minha bunda.
Papai saiu da minha pica e pegou um cueca sua suja que estava no chão, expondo a parte da cueca onde ficava em contato com o seu cu o dia todo, ele esfregou ela na minha cara.
— Cheira minha cueca suja viadinho, sente o cheiro de cu de macho.
Fsssssssssssss!
Nossa que cheirão de cu suado gostoso, a cueca chegava a estar molhada de suor misturado com gotas de xixi que ele deixava pingar, quando ia ao banheiro.
Enquanto eu me acabava na sua cueca, papai abriu minhas pernas e as ergueu até minha cabeça, deixando meu cu para cima todo exposto, e caiu de boca chupando forte e enfiando a língua e os dedos até onde entravam.
— Aaaaaã!
Depois ele deu um tapa forte no meu rabo PLAFT! , se ergueu e me virou em cima da máquina deixando minha cabeça pendurada, ele apontou o pau duro na minha boca e penetrou com força.
PLOC!
— Huuum boquinha quentinha.
Em seguida começou a foder como se fosse meu cu.
PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC..
— Ah, putinha safada, hoje você me paga, se prepara.
Em um determinado momento, ele olhou para o lado, e viu seus tênis, saiu de dentro de mim e pegou um, cheirando.
Fss!
— É, vai servir!
Ele pegou o tênis e colocou no meu nariz, o cheiro de chulé era forte, e ele me obrigava a sentir, segurando forte o tênis na minha cara.
— Isso, puta safada, agora você vai aprender a venerar um macho de verdade.
Ele pegou o cinto que estava na sua calça jeans no chão da lavanderia e o dobrou, em seguida começou a bater várias vezes na minha bunda.
PLAFT! PLAFT! PLAFT! ...
Comecei a chorar incontrolavelmente.
— Eu te protegi quando seu irmão Thiago te castigou, porque ele não me convocou que iria fazer isso, mas como você não aprendeu e deu trabalho para outro membro, vou te castigar pelas duas vezes.
PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT...
Eu me contorcia de dor e prazer, sentir as cintadas do meu pai na minha bunda, e ainda ter o cu sendo fodido por ele ao mesmo tempo, era surreal.
Depois de um tempo, papai aumentou a velocidade das estocadas e das cintadas, me fazendo berrar.
— AAAAAAAAH! PAPAI, ESTÁ DOENDO!
— Quietinha, puta, vai apanhar para aprender onde é o seu lugar.
PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC, PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT....
— Aaaaaaah, vou gozar, cadela, toma leite, putinha, toma leite, aaaaaaah, pffffffffffffffffffffffff
Ele gozou forte, me inundando o rabo, e em seguida desabou em cima de mim.
Ficamos grudados por alguns minutos até que ele se levanta, saindo de dentro de mim.
— Ai, meu cuzinho! Reclamo.
— Bom, bem feito, você está muito desobediente ultimamente.
— O Léo armou para mim, mas você não vai acreditar.
— Sei! Vem aqui, princesa do papai.
Ele me puxou para seus braços e me deu um beijo no topo da minha cabeça.
Quando ele foi se afastar, sem querer, esbarrou na minha coleira e ela vibrou, e senti uma pontadinha de leve.
Vvzvzzz
— Aí!
De repente, comecei a sentir uma excitação descontrolada, algo estranho estava acontecendo.
— Papai, eu quero foder de novo, papai, EU QUERO DAR AGORA! Berrei.
Papai ficou com uma cara de espanto, como que eu, que reclamava de dar o cu para mais de uma pessoa por dia, poderia estar louco atrás de pica de novo?
Eu me agarrei a ele, beijando-o e esfregando-me nele.
— Calma, filho, o que está acontecendo?
— Não sei, eu só preciso dar agora!
CONTINUA...

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Comentários (2)

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  • Fã do conto: Uma pergunta para o autor qual a idade do putinho?

    Responder↴ • uid:8317apkb0c
    • TÁRTARO: Talvez isso te decepcione , mas a personagem já é adulta, tem 26 anos, minha idade, esses contos são fantasias minhas , são fetiches que eu tenho.

      • uid:1e9grokwnl3r